quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

 
 
           Ribeirinhos ainda temem grande cheia em 2016 
                                            
          Ecoa emite sinal de alerta às comunidades e instituições públicas, devido à altura                                                       do rio Paraguai
Membros da Ecoa - Ecologia e Ação monitoram constantemente alguns rios do Pantanal para identificar e alertar antecipadamente sobre a possibilidade de eventos extremos, como as "cheias extraordinárias". Ouvindo ribeirinhos em algumas regiões, a organização analisa dados científicos e informações distribuídas por agências governamentais para tentar mitigar danos para as populações, com avisos prévios quando se configura um quadro mais grave.
Na comunidade tradicional Barra de São Lourenço, localizada na margem esquerda do rio Paraguai, a montante de Corumbá, todos os moradores - 22 famílias - já se preparam para uma grande cheia. Leonida de Souza, que reside há mais de 40 anos na região, afirma que o nível da água está subindo rapidamente e que os ribeirinhos temem serem prejudicados. "Se continuar do jeito que está, será igual a enchente de 2014. Nós já estamos suspendendo as coisas e ver como tudo fica.", afirma.
Ela ainda salienta que em 2014 a água adentrou mais de 70 centímetros as casas de palafita na comunidade e a população aguardava auxílio com transporte para serem deslocados até às áreas secas. O que espera que aconteça este ano, caso ocorra uma grande cheia. É importante ressaltar a Embrapa Pantanal emitiu um alerta para cheia, no mês de janeiro.


    
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