sexta-feira, 31 de março de 2017




Resumo diário de notícias selecionadas
dos principais jornais, revistas, sites especializados e blogs,
além de informações e análises direto do ISA
 
 
HOJE:
Amazônia, Áreas Protegidas, Biodiversidade, Mudanças Climáticas, Povos Indígenas, Política Socioambiental, Livros
Ano 17
31/03/2017

 

Direto do ISA

 
  Três especialistas explicam os perigos e consequências da redução e extinção de áreas protegidas na Amazônia Direto do ISA, 31/3.
  Livro recém-lançado percorre os caminhos da grilagem e desmatamento no sudoeste do Pará Direto do ISA, 30/3.
  
 

Amazônia

 
  O Pará vem apresentando uma combinação rara para os dias atuais: atividade em crescimento e contas públicas relativamente em ordem. O Estado tem se beneficiado de grandes investimentos da indústria extrativa e em infraestrutura, além da alta do preço do minério de ferro no mercado internacional. Mas a estrutura econômica que permitiu esse crescimento não só tem deixado parte da população à margem das melhoras, como tem piorado a qualidade de vida de outra parte. Das 100 cidades com pior índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil, 41 estão no Pará. Entre 2010 e 2014, o governo estadual estima ter recebido 150 mil habitantes de outras partes do Brasil em função de obras no Estado. Os imigrantes acabam sem emprego e desassistidos pelo poder público Valor Econômico, 31/3, Especial, p.A18.
  
 

EcoDebate - Edição 2.728 de 30 e 31 / março / 2017

Desejamos a todos(as) um bom dia e uma boa leitura
Compreendemos desenvolvimento sustentável como sendo socialmente justo, economicamente inclusivo e ambientalmente responsável. Se não for assim não é sustentável. Aliás, também não é desenvolvimento. É apenas um processo exploratório, irresponsável e ganancioso, que atende a uma minoria poderosa, rica e politicamente influente.” [Cortez, Henrique, 2005]

"O GRITO DO BICHO" - Boletim do dia 31.03.2017

Confira no link www.ogritodobicho.com as publicações de hoje:

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sheila moura 

quinta-feira, 30 de março de 2017

Não, Noruega -- oficialmente bombando!

Essa campanha está oficialmente bombando! Agora a Avaaz está se preparando para entregar as assinaturas para os governos. Compartilhe isso com todos os seus amigos e familiares que ainda não assinaram a petição -- vamos fazer a maior petição já vista para proteger as baleias!


A Noruega está prestes a iniciar uma terrível tradição anual: o massacre de centenas de baleias. Mas se muitas pessoas se manifestarem agora, poderemos pressionar os governos europeus a fechar os portos para navios noruegueses, até que o país concorde em acabar com a caça destes seres sencientes e inteligentes! Já fizemos isso antes, no caso da Islândia. Acrescente seu nome e espalhe para todo mundo:
ASSINE
Queridos amigos,

Dentro de apenas alguns dias, a Noruega vai começar uma terrível tradição anual: o massacre implacável de centenas de baleias. Mas temos uma estratégia para dizer ao país: "SAIA DESSA!"

As baleias são criaturas belas e imponentes. Sabemos que elas cantam para se comunicar e sentem emoções, como os seres humanos. Apesar disso, todos os anos esses animais incríveis são caçados, mortos e destrinchados na Noruega, para fazer ração e produtos de beleza. É insuportável.

A Noruega conseguiu passar desapercebida com o título de maior país caçador de baleias. Se fizermos uma campanha como nunca antes, mostrando a grande indignação global, poderemos pressionar a Europa a fechar os portos para baleeiros noruegueses. Conseguimos fazer isso no caso da Islândia – vamos tentar de novo! Assine a petição:

Acrescente seu nome para exigir o fim da caça às baleias e dizer: Noruega, SAIA DESSA!

Nosso movimento e organizações parceiras já conseguiram que a Alemanha e a Holanda se mobilizassem para fechar seus portos para os baleeiros da Islândia, forçando um dos maiores caçadores do país a encerrar suas operações. Também pressionamos a Comissão Internacional da Baleia para reprimir a "caça científica" e ajudamos a definir uma rota para proteger 30% dos nossos oceanos até 2030.

Apesar do massacre anual que promove, a Noruega segue impune há muito tempo e, para piorar, o governo acabou de anunciar que pretende dobrar as quotas de abate! Mas a caça só é rentável se o país conseguir exportar a carne e, para enviar os carregamentos para o exterior, ele depende de portos europeus.

Vamos acabar com o comércio desses seres mágicos. Quando a petição alcançar um milhão de assinaturas, a Avaaz vai fazer uma algazarra na imprensa, até que cada porto europeu feche as portas para baleeiros. Com isso, vamos forçar a Noruega a desistir da caça às baleias de uma vez por todas. Adicione seu nome e espalhe a campanha – vamos fazer de tudo para salvar as baleias!

Acrescente seu nome para exigir o fim da caça às baleias e dizer: Noruega, SAIA DESSA!
A atual conjuntura segue na direção de acabar com este massacre bárbaro. Mas enfrentamos o forte lobby baleeiro: precisamos ser o canto das baleias, já que elas não podem se defender. Vamos cantar tão alto que seja impossível ignorar nossa voz, e assim ajudar a acabar com a caça às baleias, para sempre.

Com esperança,

Rewan, Caroline, Diego, Allison, Emma, Danny, Alice e toda a equipe da Avaaz

MAIS INFORMAÇÕES

Maioria das baleias caçadas na Noruega é de fêmeas grávidas (O Globo)
http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/meio-ambiente/maioria-das-baleias-cacadas-na-noruega-de-femeas-gravidas-21067739

Nenhuma baleia-comum será caçada na Islândia neste verão (The Guardian) (em inglês)
https://www.theguardian.com/environment/2016/feb/25/no-fin-whales-to-be-hunted-in-iceland-this-summer

Como a Noruega tornou-se silenciosamente uma potência baleeira (CS Monitor) (em inglês)
http://www.csmonitor.com/Environment/2016/0614/How-Norway-quietly-became-a-whaling-powerhouse

Programa de caça às baleias da Noruega fica ainda mais polêmico (National Geographic) (em inglês)
http://news.nationalgeographic.com/2016/03/160331-norway-minke-whaling-fur-farms/

Congelada no tempo - Como a Noruega moderna continua apegada ao passado baleeiro (Ocean Care) (em inglês)
https://oceancare.org/wp-content/uploads/2016/07/Report_Walfang_OC_AWI_PW_Frozen-in-time_EN_2016.pdf




Resumo diário de notícias selecionadas
dos principais jornais, revistas, sites especializados e blogs,
além de informações e análises direto do ISA
 
 
HOJE:
Água, Amazônia, Belo Monte, Biodiversidade, Mineração, Mudanças Climáticas, Pecuária, Povos Indígenas, Quilombolas, UCs
Ano 17
30/03/2017

 

Direto do ISA

 
  Empresa responsável por hidrelétrica não compareceu à audiência convocada pelo MPF para discutir condições de vida de indígenas e ribeirinhos Direto do ISA, 29/3.
  
 

Quilombolas

 
  "A luta dos quilombolas é por terra, direitos sociais, trabalho e renda. No quilombo Maria Joaquina, a comunidade quer recuperar o velho moinho de farinha, destruído pelo efeito do tempo e pelas fortes chuvas de 2016, para produzir tapioca, derivado mais valorizado da mandioca nos dias de hoje. Da vegetação do terreno, saem banana, carambola, abacate e noni, o fruto a que os antigos atribuem efeitos benéficos à saúde. Nenhuma fruta é vendida; são consumidas pela comunidade ou doadas aos vizinhos. Porque as comunidades quilombolas nasceram da luta pela liberdade, mas também das tradições culturais e religiosas, dos modelos tradicionais de produção, dos laços familiares e das redes de solidariedade do povo oprimido", coluna de Flávia QuaresmaO Globo, 30/3, Sociedade, p.34.
  
 

Mudanças Climáticas

 
  Poucas horas depois de o presidente Donald Trump ter anunciado o maior ataque contra regulações que limitam emissões poluentes nos EUA, seu colega chinês, Xi Jinping, plantou árvores em Pequim e exaltou os habitantes do país mais populoso do mundo a respeitar a natureza. Ao mesmo tempo, seu governo declarava estar "100%" comprometido com o Acordo de Paris. O contraste marca a inversão de papéis entre os dois maiores poluidores do planeta e indica que a China assumirá a liderança mundial no combate à mudança climática, enquanto Trump se retira e aposta no renascimento de minas de carvão e da indústria de combustíveis fósseis OESP, 30/3, Internacional, p.A13.
  
 

Poluição do Ar

 
  Um estudo assinado por pesquisadores americanos, britânicos e chineses alertou ontem que consumidores de roupas, brinquedos e produtos eletrônicos estão contribuindo para dezenas de milhares de mortes nos locais em que estes bens são produzidos. De acordo com o levantamento, 3,5 milhões de pessoas morrem prematuramente a cada ano devido à poluição atmosférica. Cerca de 22% dos óbitos seriam relacionados a bens e serviços fabricados em uma região e depois importados. Professor de economia do clima da Universidade de East Anglia, Dabo Guan ressalta que o estudo considerou dados de 228 países e, por isso, reivindica uma ação internacional contra a deterioração no ar. "Até agora se pensava na poluição atmosférica como um assunto local", disse O Globo, 30/3, Sociedade, p.34.
  
 

Água

 
  Para encher os tanques do Instituto de Pesca, que será inaugurado nesta quinta-feira, 30, o governo estadual desviou água e secou o Córrego do Morais, afluente do rio que abastece parte de São José do Rio Preto, no interior paulista. A captação da água na represa, ocorrida dentro de uma estação ecológica (unidade de proteção integral do Estado), fez sumir a Cachoeira do Ipa, atração turística. Segundo ambientalistas, a seca também prejudica a fauna. O Instituto de Pesca, órgão do Estado, disse que interrompeu a captação de água ontem, após constatar o problema OESP, 30/3, Metrópole, p.A16.
  Quatro anos após ter sido paralisado, o programa de limpeza de córregos da capital paulista está sendo retomado em uma ação conjunta entre o governo Geraldo Alckmin e a gestão do prefeito João Doria, ambos do PSDB. A parceria, que foi lançada em 2007 e abandonada em 2013, é considerada essencial para o projeto de despoluição do Rio Tietê, que começou há 25 anos e já consumiu cerca de US$ 3,5 bilhões. Inicialmente, o foco será recuperar 89 dos 149 córregos que foram despoluídos pelo programa desde 2007, a um custo de R$ 240 milhões OESP, 30/3, Metrópole, p.A15.
  Depois de tentativas frustradas do poder público em despoluir o Rio Pinheiros, a iniciativa privada decidiu, por conta própria, captar dinheiro e financiar estudos para elaborar um projeto de concessão que prevê a requalificação do rio que corta a capital para que suas águas possam ser revertidas permanente para a Represa Billings, aumentando o potencial de geração de energia elétrica na Usina Henry Borden, em Cubatão, e de produção de água na Grande São Paulo OESP, 30/3, Metrópole, p.A16.