terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

O GRITO DO BICHO - Boletim do dia 19.02.2019



19/02/2019    
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sheila moura

ALGUMA AUTORIDADE SE HABILITA A RESPONDER ?

A imagem pode conter: atividades ao ar livre, natureza, texto e águaPostagem copiada do facebook : Tom Roger ...https://www.facebook.com/profile.php?id=100002995553850&lst=100002080665975%3A100002995553850%3A1550588438&sk=timeline

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

O GRITO DO BICHO - Boletim do dia 18.02.2019



18/02/2019    
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A lama tóxica da Vale mata a floresta, JAMESPIZARRO!



Olá, JAMESPIZARRO,
A lama tóxica e criminosa da Vale destruiu muitas vidas em Brumadinho. Além das vidas humanas, espécies animais e vegetais sofreram impactos ainda difíceis de calcular.
Você sabia da enorme importância ecológica da região atingida pelos rejeitos? Brumadinho fica ao sul da Reserva da Biosfera da Unesco da Serra do Espinhaço. Por ser uma área de transição entre Mata Atlântica e Cerrado, fauna e flora dos dois biomas habitam aquele lugar — muitas espécies, inclusive, ameaçadas de extinção.
Ainda não sabemos quanto tempo a natureza levará para se recuperar desse grande estrago. A pesquisadora da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) Yasmine Antonini diz que aquele ecossistema pode levar centenas de anos para voltar ao normal! 😔
Empreste sua voz às jaguatiricas, lobos-guarás, onças-pardas, piabas, beija-flores, borboletas, jacarandás, canelas-de-ema e tantas outras espécies também vítimas desse crime. JAMESPIZARRO, ajude a pressionar a Vale para que ela se responsabilize por cada vida tirada em Brumadinho, assinando o abaixo-assinado:

Mariana Campos
Greenpeace Brasil | Fique ao nosso lado em 2019.

O GRITO DO BICHO - Boletim de 17.02.2019



17/02/2019    
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Derretimento das placas de gelo da Groenlândia e da Antártida pode causar ‘caos climático’

O clima nos dias de hoje é selvagem e será mais selvagem ainda dentro de um século. Em parte, porque a água do derretimento das camadas de gelo da Groenlândia e da Antártida causará temperaturas extremas e imprevisíveis em todo o mundo.

Um estudo publicado na Nature é o primeiro a simular os efeitos, sob as atuais políticas climáticas, que as duas camadas de gelo derretido terão sobre as temperaturas oceânicas e padrões de circulação, bem como sobre as temperaturas do ar até o ano 2100.
McGill University*

Iceberg
Iceberg. Foto: McGill University

Consequências para a circulação oceânica e as temperaturas da água e do ar
“Sob as atuais políticas governamentais globais, estamos caminhando para 3 ou 4 graus de aquecimento acima dos níveis pré-industriais, fazendo com que uma quantidade significativa de água derretida da Groenlândia e das Planícies de Gelo Antárticas entre nos oceanos. De acordo com nossos modelos, esta água derretida Isso causará interrupções significativas nas correntes oceânicas e mudanças nos níveis de aquecimento em todo o mundo “, disse o professor associado Nick Golledge, do Centro de Pesquisa Antártica da Universidade Victoria, em Wellington, na Nova Zelândia. Ele liderou a equipe de pesquisa internacional composta por cientistas do Canadá, Nova Zelândia, Reino Unido, Alemanha e EUA.
A equipe de pesquisa combinou simulações altamente detalhadas dos efeitos climáticos complexos do derretimento com observações por satélite de mudanças recentes nas camadas de gelo. Como resultado, os pesquisadores conseguiram criar previsões mais confiáveis e precisas do que ocorrerá sob as atuais políticas climáticas.
Aquecimento no leste do Canadá e resfriamento no noroeste da Europa
A professora Natalya Gomez, do Departamento de Ciências da Terra e Planetárias da McGill, contribuiu para o estudo modelando as mudanças projetadas nos níveis de água ao redor do globo à medida que o gelo se derrete no oceano . As simulações da camada de gelo sugerem que o aumento mais rápido na elevação do nível do mar provavelmente ocorrerá entre 2065 e 2075. O derretimento das camadas de gelo afetará a temperatura da água e os padrões de circulação nos oceanos do mundo, o que afetará a temperatura do ar.
“Os níveis de água não se elevam simplesmente como uma banheira”, diz Gomez. “Algumas áreas do mundo, como as nações insulares do Pacífico, experimentariam um grande aumento no nível do mar, enquanto perto das camadas de gelo o nível do mar cairia de fato.”
No entanto, os efeitos do derretimento das placas de gelo são muito mais generalizados do que simplesmente levar a mudanças no nível do mar. À medida que a água de fusão mais quente penetra nos oceanos, por exemplo, no Oceano Atlântico Norte, as principais correntes oceânicas, como a corrente do Golfo, serão significativamente enfraquecidas. Isso levará a temperaturas do ar mais altas no alto Ártico, no leste do Canadá e na América Central, e a temperaturas mais baixas no noroeste da Europa, do outro lado do Atlântico.
Novas informações para ajudar a moldar futuras políticas climáticas
De acordo com os pesquisadores, as atuais políticas climáticas globais estabelecidas no Acordo de Paris não levam em conta os efeitos totais do derretimento das placas de gelo que provavelmente serão vistos no futuro.
“O aumento do nível do mar a partir do derretimento das camadas de gelo já está acontecendo e tem acelerado nos últimos anos. Nossos novos experimentos mostram que isso continuará até certo ponto, mesmo se o clima da Terra estiver estabilizado. Mas eles também mostram que se reduzirmos drasticamente as emissões, limitar os impactos futuros “, diz Golledge.
Referência:
Global environmental consequences of twenty-first-century ice-sheet melt, Nature (2019). DOI: 10.1038/s41586-019-0889-9, https://www.nature.com/articles/s41586-019-0889-9

* Tradução e edição de Henrique Cortez, EcoDebate.
in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 18/02/2019
"Derretimento das placas de gelo da Groenlândia e da Antártida pode causar ‘caos climático’," in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 18/02/2019, https://www.ecodebate.com.br/2019/02/18/derretimento-das-placas-de-gelo-da-groenlandia-e-da-antartida-pode-causar-caos-climatico/.

Novo recorde de produção do óleo de pequi do Xingu


James,
Os povos indígenas nos ensinam a cada dia a importância de mantermos nossas florestas protegidas.
O povo Kĩsêdjê da Terra Indígena Wawi (MT), na região do Xingu, encontrou uma alternativa  para recuperar áreas degradadas deixadas por antigos ocupantes dentro do seu território, por meio do plantio de árvores de pequi - um dos frutos mais poderosos do nosso Cerrado e que, nessa região de transição para a Amazônia, é conhecido como o pequi gigante, ou o pequi do Xingu. Iniciado em 2006, o pequizal conta hoje com cerca de 3.000 pés de pequis. De quebra, a comunidade extrai e comercializa o óleo extraído do fruto, unindo a recuperação ambiental à geração de renda!
“Nossa iniciativa foi a única solução [para obter renda] que achamos ser viável e que não agride ninguém, nem o meio ambiente", afirma Winti Kĩsêdjê, da Associação Indígena Kĩsêdjê (AIK).


Em 2018, o Óleo de Pequi do Povo Kĩsêdjê do Xingu, Hwin Mbê bateu recorde de produção: foram 315 litros produzidos no ano!
O produto indígena, cuja renda é integralmente revertida para a própria comunidade, é certificado nacionalmente com o Selo Origens Brasil e já foi reconhecido internacionalmente pelo movimento Slow Food como um dos produtos mais importantes da biodiversidade mundial. Saiba mais aqui.

A história do óleo de pequi é transformadora e comprova que terras indígenas demarcadas protegem a floresta e não atrapalham a produção.
Junte-se ao ISA! Os povos da floresta contam com a sua ajuda na construção de um Brasil socioambiental.


Eduardo Malta
Programa Xingu
Instituto Socioambiental - ISA


Mais informações sobre o ISA.
Dúvidas ou comentários, ligue (11) 3515 8975 e fale com Mariana Hessel ou escreva para
relacionamento@socioambiental.org