domingo, 28 de maio de 2017

"O GRITO DO BICHO" - Boletim do dia 28.05.2017

Confiram nossas postagens de hoje e ontem na página principal de www.ogritodobicho.comou diretamente nos títulos abaixo:
Vejam ainda matérias específicas e tudo que publicamos sobre:

Não deixem de compartilhar e opinar nas publicações. Todos gostam muito de ler os comentários de outras pessoas.
Abração a todos e obrigado pelo carinho com nosso trabalho.
sheila moura

sábado, 27 de maio de 2017

Parabéns, James!





Olá, James, temos excelentes notícias! Graças à ajuda de pessoas incríveis como você, que fazem a diferença na Change.org, o governo da China prometeu banir o consumo de carne de cachorro do Festival de Yulin. Esta foi uma grande vitória! Mas é preciso ficar atento, por isso leia esta mensagem até o final.
A contribuição dos Amigos da Change.org impulsionou 1.500 abaixo-assinados, como este criado pela Jennifer. Juntos, eles pressionaram o governo chinês a fazer esta promessa de proibição. Porém, não dá para contar só com promessas. É preciso uma fiscalização séria na China, para que milhares de cachorros não sejam mortos e devorados sem que o mundo inteiro saiba.
>> Ajude com R$ 1 para a fiscalização contra o Festival Yulin

O banimento do Festival Yulin é temporário, e não garante ele não voltará em 2018. 
Este é mais um motivo para você ajudar com 1 real por dia para as mobilizações na Change.org que vão monitorar de perto o fim deste evento cruel.


Clique aqui e seja a voz a favor dos animais. Eles precisam de alguém que defenda seus direitos, já que eles têm sentimentos como nós, amam e demonstram carinho, mas não podem protestar. Sua contribuição vai permitir que nossa equipe:
  • Apoie ativistas e ONGs que vão atuar diretamente em Yulin para fiscalizar que os cães não serão mortos e que não haverá venda de carne de cachorro
  • Faça vídeos e divulgue novidades sobre o tema na imprensa e nas redes sociais;
  • Forneça orientações para criadores de abaixo-assinados contra maus tratos aos animais.
Nas últimas semanas, conseguimos 100 novos Amigos da Change.org, o que garantiu a vitória em Yulin. Nosso muito obrigado aos que apoiaram. Agora precisamos de você que ainda não contribuiu.
Se mais 50 pessoas colaborarem com a Change.org, a fiscalização em Yulin está garantida. Além disso, divulgaremos um importante vídeo em grande escala, informando a todos que não sabem o que acontece neste terrível festival.
>> Ajude com R$ 1 por dia para salvar milhares de cãezinhos
É preciso redobrar a atenção, porque o consumo de carne de cães pode estar acontecendo neste momento em outras partes da China. Isto não é sobre dinheiro, é sobre o bem-estar dos animais. E você, James, vai ajudar a salvá-los?
Obrigado pelo apoio,
Rafael Sampaio, diretor da Change.org no Brasil




AGAPAN : Convocação para Assembleia Geral de Eleição

Prezados Associados e Associadas:
Comunicamos que a eleição para os Conselhos Superior e Fiscal, bem como para a Diretoria será realizada quinta-feira, dia 29 de junho de 2017, em primeira chamada às 18h45 e em segunda chamada às 19h, tendo como local o Instituto Zen Maitreya, rua Riachuelo, 305, Centro Histórico de Porto Alegre/RS.

Pautas:

1) Apresentação e a provação da Gestão 2015-2017 ( relatório de atividades e prestação de Contas);
2) Eleição do Conselho Superior, Conselho Fiscal e Diretoria (Gestão 2017/2019);
3) Assuntos Gerais.

Atenciosamente,

Edi Fonseca
Presidenta da Comissão Eleitoral

"O GRITO DO BICHO" - Boletim do dia 27.05.2017

Confiram nossas postagens de hoje na página principal de www.ogritodobicho.com ou diretamente nos títulos abaixo:
Vejam ainda matérias específicas e tudo que publicamos sobre:

Não deixem de compartilhar e opinar nas publicações. Todos gostam muito de ler os comentários de outras pessoas.
Abração a todos e obrigado pelo carinho com nosso trabalho.
sheila moura

sexta-feira, 26 de maio de 2017

DIA DA MATA ATLÂNTICA

Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza
Dia da Mata Atlântica: descoberta de novas espécies de anfíbios traz esperança para o bioma mais ameaçado do Brasil
Pererecas foram encontradas em diferentes regiões do nordeste
A Mata Atlântica, o bioma mais ameaçado do Brasil, acaba de ganhar duas novas espécies de pererecas. Uma delas tem apenas dois centímetros com grandes tímpanos para seu gênero, batizada de Phyllodytes megatympanum. A outra, chamada de Dendropsophus nekronastes, possui a forma da cabeça mucronada (pontiaguda), o que é uma característica diferente da dos outros anfíbios do mesmo grupo. As espécies, até então desconhecidas, foram encontradas na Bahia por cientistas apoiados pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.
O primeiro indivíduo, encontrado em Ilhéus (BA), foi localizado pelo som emitido entre folhas de bromélias no topo das árvores. “Suspeitávamos que as bromélias poderiam esconder uma nova espécie, pois escutamos um canto e não conseguimos associá-lo a nenhuma já conhecida”, afirma Mirco Solé, coordenador técnico do projeto Diversidade e Estrutura Genética dos Anfíbios do Corredor Central da Mata Atlântica do Sul da Bahia - desenvolvido pelo Instituto Dríades de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade.
A espécie, que estava a seis metros do chão, tem uma coloração marrom relativamente uniforme, mantendo as características do gênero Phyllodytes, do qual fazem parte espécies como Phyllodytes luteolus, popularmente conhecidas como perereca-das-bromélias. Além do tímpano maior que o normal, a mancha amarela entre as pernas também é uma característica específica. Solé acredita que a perereca recém-descoberta deva ser classificada pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) como ameaçada, mas com ressalvas pela falta de dados, já que habita locais de difícil acesso e foi descrita há pouco tempo - o artigo de descrição da espécie foi publicado em março pela revista Zootaxa.
Já a espécie Dendropsophus nekronastes foi encontrada em um corpo d'água próximo ao cemitério da cidade de Almadina, também localizada na Bahia. “Por causa da história peculiar, a perereca foi batizada com a nomenclatura “nekronastes”, que remete a algo que vive entre os mortos”, relata o pesquisador Iuri Ribeiro Dias, que também fez parte do projeto. Além da forma da cabeça, a perereca encontrada possui cor avermelhada, com faixas mais claras no dorso em forma de moldura e uma faixa central, que a difere das outras do grupo. O artigo que a descreve foi publicado na revista Plos One.
Com essas duas pererecas, chega-se ao número de 150 espécies encontradas por meio de iniciativas apoiadas pela Fundação Grupo Boticário.
Rica biodiversidade
A descoberta de novas espécies em áreas ameaçadas pela destruição de habitats, como é o caso da Mata Atlântica, é uma notícia que alegra ambientalistas e pesquisadores, mas nem por isso diminui a preocupação com a conservação. “Não podemos ficar abusando e achar que, mesmo desmatando mais de 80% do bioma, ainda teremos diversidade de espécies. Em algum momento vamos atingir um limite no qual nem os anfíbios conseguirão sobreviver nestas áreas”, alerta Solé.
Para Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, a revelação de espécies desconhecidas é um passo necessário para a ciência: “Isso marca o início da possibilidade da implementação de medidas de conservação para um animal até então desconhecido aos olhos da ciência”, analisa.

Sobre a Fundação Grupo Boticário
A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Criada em 1990 por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação da Fundação Grupo Boticário é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento. Desde a sua criação, a Fundação Grupo Boticário já apoiou 1.510 projetos em todo o Brasil. A instituição mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do país. Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Oásis. Na internet: www.fundacaogrupoboticario.org.br, www.twitter.com/fund_boticario e www.facebook.com/fundacaogrupoboticario



Dia da Mata Atlântica: descoberta de novas espécies de anfíbios traz esperança para o bioma mais ameaçado do Brasil

Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza
Dia da Mata Atlântica: descoberta de novas espécies de anfíbios traz esperança para o bioma mais ameaçado do Brasil
Pererecas foram encontradas em diferentes regiões do nordeste
A Mata Atlântica, o bioma mais ameaçado do Brasil, acaba de ganhar duas novas espécies de pererecas. Uma delas tem apenas dois centímetros com grandes tímpanos para seu gênero, batizada de Phyllodytes megatympanum. A outra, chamada de Dendropsophus nekronastes, possui a forma da cabeça mucronada (pontiaguda), o que é uma característica diferente da dos outros anfíbios do mesmo grupo. As espécies, até então desconhecidas, foram encontradas na Bahia por cientistas apoiados pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.
O primeiro indivíduo, encontrado em Ilhéus (BA), foi localizado pelo som emitido entre folhas de bromélias no topo das árvores. “Suspeitávamos que as bromélias poderiam esconder uma nova espécie, pois escutamos um canto e não conseguimos associá-lo a nenhuma já conhecida”, afirma Mirco Solé, coordenador técnico do projeto Diversidade e Estrutura Genética dos Anfíbios do Corredor Central da Mata Atlântica do Sul da Bahia - desenvolvido pelo Instituto Dríades de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade.
A espécie, que estava a seis metros do chão, tem uma coloração marrom relativamente uniforme, mantendo as características do gênero Phyllodytes, do qual fazem parte espécies como Phyllodytes luteolus, popularmente conhecidas como perereca-das-bromélias. Além do tímpano maior que o normal, a mancha amarela entre as pernas também é uma característica específica. Solé acredita que a perereca recém-descoberta deva ser classificada pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) como ameaçada, mas com ressalvas pela falta de dados, já que habita locais de difícil acesso e foi descrita há pouco tempo - o artigo de descrição da espécie foi publicado em março pela revista Zootaxa.
Já a espécie Dendropsophus nekronastes foi encontrada em um corpo d'água próximo ao cemitério da cidade de Almadina, também localizada na Bahia. “Por causa da história peculiar, a perereca foi batizada com a nomenclatura “nekronastes”, que remete a algo que vive entre os mortos”, relata o pesquisador Iuri Ribeiro Dias, que também fez parte do projeto. Além da forma da cabeça, a perereca encontrada possui cor avermelhada, com faixas mais claras no dorso em forma de moldura e uma faixa central, que a difere das outras do grupo. O artigo que a descreve foi publicado na revista Plos One.
Com essas duas pererecas, chega-se ao número de 150 espécies encontradas por meio de iniciativas apoiadas pela Fundação Grupo Boticário.
Rica biodiversidade
A descoberta de novas espécies em áreas ameaçadas pela destruição de habitats, como é o caso da Mata Atlântica, é uma notícia que alegra ambientalistas e pesquisadores, mas nem por isso diminui a preocupação com a conservação. “Não podemos ficar abusando e achar que, mesmo desmatando mais de 80% do bioma, ainda teremos diversidade de espécies. Em algum momento vamos atingir um limite no qual nem os anfíbios conseguirão sobreviver nestas áreas”, alerta Solé.
Para Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, a revelação de espécies desconhecidas é um passo necessário para a ciência: “Isso marca o início da possibilidade da implementação de medidas de conservação para um animal até então desconhecido aos olhos da ciência”, analisa.

Sobre a Fundação Grupo Boticário
A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Criada em 1990 por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação da Fundação Grupo Boticário é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento. Desde a sua criação, a Fundação Grupo Boticário já apoiou 1.510 projetos em todo o Brasil. A instituição mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do país. Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Oásis. Na internet: www.fundacaogrupoboticario.org.br, www.twitter.com/fund_boticario e www.facebook.com/fundacaogrupoboticario