domingo, 31 de dezembro de 2017





31/12/2017
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sheila moura

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

REDD+: Redução do desmatamento, ganhos para as comunidades e o Brasil

Virgilio Viana e Victor Salviati* – 
As altas taxas de desmatamento dos últimos três anos mostram que iniciativas de comando e controle não bastam para manter a floresta em pé. É preciso multiplicar projetos e programas de REDD+ (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal, mais manejo florestal sustentável), adotando agendas positivas de maneira eficiente e descentralizada.
Mas o desconhecimento sobre como o REDD+ acontece na prática tem alimentado resistências equivocadas. O governo federal, por exemplo, ainda não avançou com o financiamento da floresta em pé para compensação de emissões (offsets). A prioridade nesse sentido limitou-se a projetos de impactos questionáveis, a exemplo de hidrelétricas na Amazônia.

Virgilio Viana: superintendente geral da Fundação Amazonas Sustentável

Já existem programas e projetos de REDD+ bem-sucedidos que mostram um bom caminho a trilhar. Eles têm por premissa a integração e o apoio das comunidades afetadas, junto com academia, setor produtivo, governos locais e organizações da sociedade civil.
Um exemplo é a Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Juma (AM). Seu projeto de REDD+ – primeiro no mundo validado com nível Ouro pelo padrão internacional Clima, Comunidades e Biodiversidade, em 2008 – faz um arranjo inovador. Combina supervisão do governo estadual, desenvolvimento e implementação por uma ONG (a Fundação Amazonas Sustentável – FAS) e apoio de parceiros públicos e privados para a conservação de 589 mil hectares.
No Acre, o Sistema de Incentivos aos Serviços Ambientais (SISA) integra floresta e pecuária, reunindo diferentes setores para atender 30 mil produtores rurais, com impactos positivos na gestão territorial, desde 2010.
Essas experiências também fornecem assistência técnica para os empreendedores da floresta, tanto com ações estruturantes, que valorizam a geração de renda sustentável, quanto com capacitações que facilitem o acesso a mercados, como os de castanha, óleos vegetais, látex e outros.
Os ganhos ambientais e sociais são significativos. No Acre, o desmatamento caiu 68%, comparando as taxas médias oficiais de 2000-2009 às de 2010-2016, enquanto o projeto de REDD+ do Juma evitou o desmatamento de 11,6 mil hectares e a emissão de mais de 6 milhões de toneladas de CO2. Também nele, em 2016-2017, foram investidos R$ 200 mil em geração de renda e empoderamento, o que propiciou um retorno de R$ 600 mil em receita para mais de dois mil ribeirinhos.
O SISA conta com o envolvimento de diversas organizações para sua construção e monitoramento. No Juma, as atividades de engajamento e participação social, entre 2016-2017, envolveram 580 comunitários (41% mulheres) para definição de investimentos e monitoramento de indicadores.
Ambos mostram, na prática, o que deve ser feito para que o REDD+ favoreça as pessoas, a economia e a natureza, com quedas no desmatamento, melhoria nos indicadores socioeconômicos e, mais importante, fortalecimento da esperança e da cidadania. É bom para as comunidades, para as florestas e para o Brasil. (Envolverde)
Virgilio Viana é superintendente geral da Fundação Amazonas Sustentável (FAS)
Victor Salviati é coordenador do Programa de Soluções Inovadoras da FAS, entidade integrante da Aliança REDD+Brasil

Conexão CDP 2017: Sinergia público/privado aponta caminhos para o futuro

por Reinaldo Canto, da Envolverde, especial para o CDP – 
A construção de um futuro sustentável passa necessariamente pela redução das emissões de carbono em empresas e na gestão pública
No final de novembro a organização Carbon Diclousure Program – CDP – reuniu empresas e representantes de cidade em diversos países para dialogar sobre exemplos de boas ações em mitigação das mudanças climáticas e em uma economia de baixo carbono. O evento realizado em 30/11, no Teatro Vivo, em São Paulo mostrou que existem experiências em lugares bastante diversos como metrópoles brasileiras, municípios médios e cidades latino-americanas.
O encontro, que reuniu empresas, gestores públicos e organizações da sociedade civil, o discurso proposto foi de otimismo, “há sinais suficientes para uma transição para uma economia de baixo carbono”, afirmou Juliana Lopes, diretora do CDP Latin America. Ela deixou claro que ainda falta muito para alcançar resultados que sejam capazes de segurar o aumento médio da temperatura do planeta somente em 2ºC. Os recentes números apresentados na Conferência do Clima na Alemanha (COP 23/Bonn) que deram conta do aumento das emissões nos últimos anos é o exemplo mais claro, “esse é o maior desafio da nossa geração“, enfatizou Dal Marcondes, diretor-executivo da Envolverde, ao abrir os trabalhos do encontro mediando a primeira mesa de discussões.
Durante um dia inteiro o Conexão CDP propôs exatamente esse enfrentamento convergindo à atuação dos atores capazes de transformar a realidade e construir um novo caminho. Para isso, é preciso que todos sejam apresentados, busquem sinergias e, claro cheguem também aos financiadores que desejam e precisam investir em bons projetos.
Experiências que inspiram
Na primeira parte do Conexão CDP foram relatadas iniciativas internacionais de cidades que tem obtido bons resultados no combate às mudanças climáticas e que concomitantemente resultam em melhoria na qualidade de vida de seus moradores.
Lucía Yolanda Alonso, diretora geral de planejamento e coordenação de políticas do governo da Cidade do México, uma das mais importantes e poluídas cidades da América Latina, afirmou que os mexicanos da capital estão comprometidos com ações climáticas. “Estamos focados na transição para energias renováveis”, exemplificou Lucia, destacando os benefícios que essas mudanças trazem para a população, “projetos ambientais tem conexão direta com a qualidade de vida das pessoas”, completou a mexicana. Entre os diversos programas podemos destacar as políticas que visam controlar a poluição atmosférica como a de controle veicular de motores verificados duas vezes ao ano e o manejo de recursos naturais como a conservação de espécies endêmicas (cerca de 60% da Cidade do México possui atividades agropecuárias). Mas o que chamou a atenção foi o projeto de bônus verdes que tem obtido ótimos resultados para os investidores graças à transparência das informações e efetividade na aplicação dos recursos. Um bom exemplo é a destinação desse dinheiro em apoio ao transporte público e investimentos em novas linhas de BRT (Bus Rapid Transit).
Green bounds ou se preferirem bônus verdes também aparecem como aposta de Washington, capital norte-americana, cujos detalhes foram apresentados por Gabriel Thoumi, diretor da Climate Advisers. Como no caso dos Estados Unidos, Gabriel acha que importante também é alertar e orientar os investidores quanto as melhores opções, “procuramos passar informações sobre os riscos econômicos das mudanças climáticas”, explica ele, e completa. “eles precisam ser bem entendidos e que além do mais deixar claro que eles representam boas oportunidades de negócios com reais possibilidades de se obter lucro”. A comercialização de títulos de green bounds com vencimento de 100 anos foi apontado, pelo norte-americano, como um exemplo concreto da aposta de longo prazo dos investidores.
Infográfico do CDP revela o longo trajeto que ainda temos pela frente
O CDP aproveitou o encontro para lançar um infográfico inédito com indicadores de como empresas e cidades na América Latina gerenciam recursos sustentáveis. Segundo Lauro Marins, Gerente Sênior de Relacionamento com as Empresas, “o Infográfico também tem a missão de popularizar e descomplicar as informações para que sejam facilmente entendidos por todos”. Com o Infográfico foi possível saber que das 155 cidades consultadas, 38 reportaram suas emissões, oito delas possuem metas de redução de emissões e outras 32 administrações municipais firmaram compromisso de reduzir em breve as suas emissões. Um dado promissor foi o de que 70% das cidades consultadas enxergam oportunidades de bons negócios na transição para uma economia de baixo carbono.
Em relação ao setor privado, das 95 empresas presentes no infográfico 70% possuem metas de redução das emissões. Uma informação muito relevante mostrada no Infográfico foi que as ações listadas com investimentos na ordem de R$ 896 milhões para melhoria nos processos produtivos incindiram em uma economia de R$ 3,6 bilhões.
Para o gerente Lauro Marins do CDP, o Infográfico apresenta algumas boas notícias, mas deixa claro que muita coisa ainda precisa ser feita, “tanto em relação a cidades como empresas é preciso um maior engajamento e mais trabalho para chegar onde queremos e desejamos”.
Rick Stathers, Head Global de Iniciativas com Investidores do CDP enfatizou em sua apresentação a evolução do investimento responsável e acredita que levar mais informações para a comunidade global, premiar e reconhecer os esforços de empresas e lideranças que tem liderado esse processo é fundamental, além é claro, apontar os riscos para aqueles que acham desnecessárias ações de mitigação, “a biocapacidade do planeta de suportar os altos níveis de consumo e de desperdício já foi superada e as consequências estão aí como as mudanças climáticas e a acidificação dos oceanos, por exemplo”. Um outro ponto destacado por ele foi o de que o mercado de capitais precisa reconhecer os riscos financeiros desses impactos e envidar esforços e claro investimentos naqueles responsáveis por projetos sustentáveis.
Exatamente por isso, o CDP elegeu empresas como MRV e Braskem e cidades tais como Niterói e Rio de Janeiro, La Serena (Chile) e Cidade do México (a melhor da América Latina) para serem premiadas por projetos de sustentabilidade que já conseguem obter ótimos resultados.
Luiz Carlos Xavier, gerente de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, destacou a participação no Conexão CDP como a oportunidade de, “encontrar opções e alternativas entre o poder público e a iniciativa privada buscando soluções para caminhar juntos em prol da sustentabilidade”.
Troca de informações e experiências
No que poderemos chamar de segunda parte do Conexão CDP as experiências, boas práticas e ações sustentáveis puderam ser trocadas e discutidas entre os participantes. Nas Rodas de Negócios de 20 minutos cada foram colocados frente a frente empresas, cidades e investidores para aproximar e facilitar os contatos e possíveis parcerias.
Entre números, bons exemplos e riscos cada vez maiores, o Conexão CDP deixou claro que o enfrentamento do aquecimento global e das mudanças climáticas terá que ser uma missão de todos. Impactos globais exigem ações globais, mas que começam na cidade, na empresa, mas para chegar a toda sociedade é preciso também o engajamento do setor financeiro, do capital que investe e tem o poder de alavancar e expandir os bons projetos. O CDP Conexão contribuiu para apresentar alguns desses caminhos bastando agora o engajamento de mais investidores conscientes para a roda da história girar no sentido certo!
O CDP é uma organização internacional sem fins lucrativos, formada por grandes investidores interessados na avaliação do desempenho das empresas em função dos desafios ambientais de mudanças climáticas, recursos hídricos e florestas. Atualmente é formada por 827 investidores que administram um total de US$ 100 trilhões em ativos. A organização tem ainda em sua base de respondentes mais de 570 cidades no mundo todo reportando seus dados em 2017. (CDP/Envolverde)

Reciclagem do concreto pode beneficiar o meio ambiente

Um dos problemas enfrentados nas construções é o descarte dos materiais, em especial do concreto, que deve ser dispensado de forma consciente, para não causar impacto ambiental. Em média, entre 2% e 3% de tudo que uma concreteira produz acaba retornando para as plantas e é descartado como resíduo.Para reciclagem do concreto endurecido é utilizado um britador especialmente desenvolvido para essa finalidade. O agregado que é produzido na britagem das sobras de concreto endurecido é conhecido como agregado reciclado. Há duas maneiras de se reciclar o concreto fresco. A primeira é por meio de um aditivo estabilizador que reduz a velocidade de hidratação do concreto, prolongando o tempo o material em estado fresco. A segunda envolve o uso de equipamentos mecânicos – os recicladores – e a lavagem forçada do material, com água sob pressão, que separa o cimento dos agregados. O agregado obtido deste processo de reciclagem é conhecido como agregado recuperado. O principal ganho na reciclagem é o ambiental. Porém, é importante avaliar o balanço ambiental caso a caso, considerando quesitos como método de reciclagem, equipamentos, demanda de energia do processo e qualidade do produto resultante. Mais informações sobre cada tipo de concreto que pode ser reciclado estão disponíveis no site Mapa da Obra, da Votorantim Cimentos: www.mapadaobra.com.br (Envolverde)

Reciclagem do concreto pode beneficiar o meio ambiente

Um dos problemas enfrentados nas construções é o descarte dos materiais, em especial do concreto, que deve ser dispensado de forma consciente, para não causar impacto ambiental. Em média, entre 2% e 3% de tudo que uma concreteira produz acaba retornando para as plantas e é descartado como resíduo.Para reciclagem do concreto endurecido é utilizado um britador especialmente desenvolvido para essa finalidade. O agregado que é produzido na britagem das sobras de concreto endurecido é conhecido como agregado reciclado. Há duas maneiras de se reciclar o concreto fresco. A primeira é por meio de um aditivo estabilizador que reduz a velocidade de hidratação do concreto, prolongando o tempo o material em estado fresco. A segunda envolve o uso de equipamentos mecânicos – os recicladores – e a lavagem forçada do material, com água sob pressão, que separa o cimento dos agregados. O agregado obtido deste processo de reciclagem é conhecido como agregado recuperado. O principal ganho na reciclagem é o ambiental. Porém, é importante avaliar o balanço ambiental caso a caso, considerando quesitos como método de reciclagem, equipamentos, demanda de energia do processo e qualidade do produto resultante. Mais informações sobre cada tipo de concreto que pode ser reciclado estão disponíveis no site Mapa da Obra, da Votorantim Cimentos: www.mapadaobra.com.br (Envolverde)

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017


Resumo diário de notícias selecionadas
dos principais jornais, revistas, sites especializados e blogs,
além de informações e análises direto do ISA


HOJE:
Água, Biodiversidade, Clima, Código Florestal, Desmatamento, Direto do ISA, Mineração, Povos Indígenas, Quilombolas, Violência
Ano 17
13/12/2017


Direto do ISA



No ar, a nova edição do boletim do ISA

A edição 65, que você acessa também em celulares e tablets, traz as principais atividades do ISA no segundo semestre de 2017. Vale conferir! - Direto do ISA, 12/12.

 


Violência



Altamira, um retrato do Brasil que mata

Altamira, no Pará, foi alçada ao posto de cidade mais violenta do Brasil em 2015, segundo levantamento do projeto “ A Guerra do Brasil”. Naquele ano foram registrados 124,6 homicídios por 100 mil habitantes, bem à frente de cidades que costumam estampar o noticiário de chacinas, balas perdidas e tiroteios, como Rio (23,4) e São Paulo (13,5). Há dez anos, o município sequer aparecia na lista dos mais violentos, com taxa de 53,2 homicídios. Diretamente impactada pela construção da hidrelétrica de Belo Monte, experimentou uma desorganização da vida social da cidade - O Globo, 13/12, País, p.8.

 


Biodiversidade



Estudo sugere considerar guepardo como 'em perigo'

Um estudo sobre as populações de guepardo na África Austral sugere que a espécie encontra-se em perigo. Os pesquisadores, que tiveram o apoio da "National Geographic Society", apresentaram evidências de que a baixa estimativa populacional do felino aliada a um declínio da quantidade de espécimes justifica a entrada do guepardo na lista de animais ameaçados da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) - FSP, 13/12, Ciência, p.B9.

 


Clima



Cúpula em Paris levanta verbas contra mudanças climáticas

O presidente francês Emmanuel Macron promoveu nesta terça (12/12), em Paris, a Conferência Um Planeta para celebrar os dois anos do Acordo de Paris e recolocou a questão do financiamento para uma economia de baixo carbono.Entre os anúncios estão: corte de financiamento a combustíveis fósseis e liberação de recursos para projetos de adaptação climática. Macron também encomendou estudo a um grupo de renomados economistas, que deve apresentar em 2018 uma proposta de "precificação positiva" de carbono, que incentiva atividades que reduzem as emissões de carbono ou o capturam. - O Globo, 13/12, Sociedade, p.25.; FSP, 13/12, Ciência, p.B9.

Uma vítima do aquecimento global

Imagens de um urso polar desnutrido causaram comoção na internet O fotógrafo Paul Nicklen filmou o predador, que mal conseguia se manter em pé. Desnutrido, ele tinha os ossos aparentes pela falta de alimentos. Para Nicklen, as imagens chocantes retratam o futuro da espécie caso as mudanças climáticas se aprofundem. A redução de geleiras e icebergs por conta de temperaturas mais altas e verões mais longos os obrigam a ficar mais tempo em terra firme onde não têm acesso à principal fonte de alimento e gordura: as focas e outros mamíferos da família. - O Globo, 13/12, Sociedade, p.25.

 


Geral



Samarco obtém licença para obras em nova cava

A mineradora Samarco obteve ontem duas das licenças ambientais para poder voltar a operar. O Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam), ligado à Secretaria de Meio Ambiente de Minas, concedeu à empresa a licença prévia e a licença de instalação referente à cava Alegria Sul. A Samarco está parada desde o desastre de Mariana, em novembro de 2015 e com as licenças poderá iniciar as obras de adaptação e ampliação da cava - Valor Econômico, 12/12, Empresas, p.B1.

Vergonha básica

No ritmo atual, o Brasil só conseguirá oferecer água potável e tratamento de esgoto a todos os brasileiros na metade do século XXI - vinte anos depois da meta assumida com a ONU. O Instituto Trata Brasil, que analisou dados das 100 maiores cidades brasileiras, mostra que, nos últimos dez anos, elas avançaram menos de 1 ponto porcentual ao ano nesses indicadores. Se projetados esses avanços para os próximos anos, o Brasil levaria mais de quarenta anos para universalizar o saneamento, ou seja, só depois de 2050 - com sorte, vinte anos a mais do que o prazo assumido com a ONU, artigo de Otto von Sothen - Veja, 13/12, Página Aberta, p. 88-87.

 

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