sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Expectativa de vida do brasileiro sobe para 76 anos; mortalidade infantil cai

A expectativa de vida ao nascer continuou a subir no Brasil em 2017, atingindo 76 anos, contra 75,8 anos em 2016


A expectativa de vida ao nascer continuou a subir no Brasil em 2017, atingindo 76 anos, contra 75,8 anos em 2016, segundo as Tábuas Completas de Mortalidade, divulgadas ontem pelo IBGE. A melhora também foi sentida na taxa de mortalidade infantil (probabilidade de óbito até um ano de idade), que ficou em 12,8 a cada mil nascidos vivos, contra 13,3 no ano anterior.

#praCegoVer Indicadores demográficos do Brasil, comparando 1940 com 2017
A esperança de vida das mulheres chegou a 79,6 anos e continuou maior que a dos homens, que ficou em 72,5 anos. Regionalmente, Santa Catarina apresenta a maior esperança de vida (79,4 anos), seguida por Espírito Santo (78,5 anos), Distrito Federal (78,4 anos) e São Paulo (78,4 anos). Além desses, Rio Grande do Sul (78,0 anos), Minas Gerais (77,5 anos), Paraná (77,4 anos) e Rio de Janeiro (76,5 anos) são os únicos que possuem indicadores superiores à média nacional. No outro extremo, com as menores expectativas de vida, estão Maranhão (70,9 anos) e Piauí (71,2 anos).

“Temos uma certa gordura para queimar em relação à expectativa de vida. No Brasil, tendemos a convergir para o nível dos países desenvolvidos, que estão na faixa dos 83 anos. É uma diferença ainda considerável, mas, se pensarmos que existem países na faixa dos 50 anos, vemos que estamos mais próximos dessa faixa superior”, explica o pesquisador do IBGE Marcio Minamiguchi.
A tendência é que esse aumento continue de forma gradual e cada vez mais lenta, uma vez que o salto dado no passado foi fruto, sobretudo, de uma forte queda na mortalidade infantil. “Inicialmente, os ganhos se davam pela redução da mortalidade entre os mais jovens, em função da própria natureza dos óbitos. É algo que não necessita de grandes avanços tecnológicos, como a consciência de que é necessário dar água potável para as crianças. O próprio soro caseiro foi importante na década de 1980”, complementa Minamiguchi.
A taxa de mortalidade infantil, entretanto, manteve sua trajetória de queda em 2017: de 13,3 a cada mil nascidos vivos em 2016 para 12,8. A redução também foi sentida na taxa de mortalidade no grupo de 1 a 4 anos, que ficou em 2,16 em 2017. A tendência, segundo Minamiguchi, é que os óbitos se concentrem cada vez mais nas crianças de até 1 ano, cujas mortes são causadas, predominantemente, por questões congênitas, como a má formação.
“No grupo de 1 a 4 anos, predominam causas ligadas ao ambiente em que a criança vive, como a falta de saneamento básico. No grupo de até 1 ano, temos muitos óbitos que ocorrem nas primeiras semanas de vida da criança, causadas sobretudo por doenças congênitas”, explica.
A queda na mortalidade infantil nas últimas sete décadas está amplamente relacionada ao aumento da expectativa de vida. Enquanto a taxa de mortalidade infantil caiu de 146,6 (1940) para 12,8 (2017), a esperança de vida ao nascer foi de 45,5 anos (1940) para 76 anos (2017).

Repórter: Rodrigo Paradella
Imagem: Adjalma Nogueira Jaques/IBGE
Arte: Simone Mello


Tábuas Completas de Mortalidade

Uma pessoa nascida no Brasil em 2017 tinha expectativa de viver, em média, até os 76 anos. Isso representa um aumento de três meses e 11 dias a mais do que para uma pessoa nascida em 2016. A expectativa de vida dos homens aumentou de 72,2 anos em 2016 para 72,5 anos em 2017, enquanto a das mulheres foi de 79,4 para 79,6 anos.
A probabilidade de um recém-nascido do sexo masculino em 2017 não completar o primeiro ano de vida era de 13,8 a cada mil nascimentos. Já para as recém-nascidas, a chance era de 11,8 meninas não completarem o primeiro ano de vida.
A mortalidade na infância (de crianças menores de cinco anos de idade) caiu de 15,5 por mil em 2016 para 14,9 por mil em 2017. Das crianças que vieram a falecer antes de completar os 5 anos de idade, 85,7% teriam a chance de morrer no primeiro ano de vida e 14,3% de vir a falecer entre 1 e 4 anos de idade. Em 1940, a chance de morrer entre 1 e 4 anos era de 30,9%, mais que o dobro do que foi observado em 2017.
Entre as Unidades da Federação, a maior expectativa de vida foi encontrada em Santa Catarina, 79,4 anos, e a menor no Maranhão, 70,9 anos. Uma pessoa idosa que completasse 65 anos em 2017 teria a maior expectativa de vida (20,3 anos) no Espírito Santo. Por outro lado, em Rondônia, uma pessoa que completasse 65 anos em 2017 teria expectativa de vida de mais 16 anos. Considerando-se a diferença por sexo, a população idosa masculina capixaba teria mais 18,3 anos e a feminina, mais 22,0 anos. Entre as menores expectativas, estão os homens idosos do Piauí, com mais 14,6 anos, e as mulheres de Rondônia, com mais 17,2 anos.
Essas e outras informações estão disponíveis nas Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2017, que apresentam as expectativas de vida às idades exatas até os 80 anos e são usadas como um dos parâmetros para determinar o fator previdenciário, no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de Previdência Social. A presente edição traz comparações com 1940, ano a partir do qual foi verificada uma primeira fase de transição demográfica, caracterizada pelo início da queda nas taxas de mortalidade.
Todos os resultados e o material de apoio das Tábuas de Mortalidade estão nesta página.

Taxa de mortalidade infantil (por mil), taxa de mortalidade no grupo de 1 a 4 anos de idade (por mil)
e taxa de mortalidade na infância (por mil) –
Brasil – 1940/2017
AnoTaxa de mortalidade infantil (por mil)Taxa de mortalidade no grupo de 1 a 4 anos de idade (por mil) Taxa de mortalidade na infância (por mil)Das crianças que vieram a falecer antes dos 5 anos a chance de falecer (%)
Antes de 1 anoEntre 1 a 4 anos
1940146,676,7212,169,130,9
1950136,265,4192,770,729,3
1960117,747,6159,673,726,3
197097,631,7126,277,322,7
198069,116,084,082,317,7
199145,113,157,678,321,7
200029,06,735,581,718,3
201017,22,619,886,913,1
201712,82,214,985,714,3
D% (1940/2017)-91,3-97,2-93,0
D (1940/2017)-133,8-74,5-197,2
Fontes: 1940,1950,1960 e 1970 – Tábuas construídas no âmbito da Gerência de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica.
              1980 e 1991 – ALBUQUERQUE, Fernando Roberto P. de C. e SENNA, Janaína R. Xavier “Tábuas de Mortalidade por Sexo e Grupos de Idade – Grandes e Unidades da Federação – 1980, 1991 e 2000. Textos para discussão, Diretoria de Pesquisas, IBGE, Rio de Janeiro, 2005.161p. ISSN 1518-675X ; n. 20
             2000 em diante – IBGE/Diretoria de Pesquisas. Coordenação de População e Indicadores Sociais. Gerência de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica. Projeção da população do Brasil por sexo e idade para o período 2000-2060.
Taxa de mortalidade infantil é de 12,8 óbitos por mil nascimentos
Em 1940, a taxa de mortalidade infantil era de aproximadamente 147,0 óbitos de crianças menores de um ano de idade para cada mil nascidos vivos, e de 76,7 por mil na faixa de um a quatro anos. Das 212,1 crianças em cada mil, que morreram antes de completar cinco anos de idade, 69,1% morreram antes do primeiro ano de vida. Esses números indicam aumento da concentração dos óbitos no primeiro ano de vida e diminuição desta concentração no grupo de 1 a 4 anos de idade.
Entre 1940 e 2017, a mortalidade infantil apresentou declínio da ordem de 91,3%, passando de 146,6 por mil para 12,8 por mil, e a mortalidade entre um e quatro anos de idade, redução de 97,2%, indo de 76,7 por mil para 2,2 por mil.
Expectativa de vida aumentou 30,5 anos entre 1940 e 2017

Expectativa de vida ao nascer – Brasil – 1940/2017
AnoExpectativa de vida ao nascerDiferencial entre os sexos (anos)
TotalHomemMulher
194045,542,948,35,4
19504845,350,85,5
196052,549,755,55,8
197057,654,660,86,2
198062,559,665,76,1
199166,963,270,97,7
200069,86673,97,9
201073,970,277,67,4
20177672,579,67,1
D(1940/2017)30,529,631,3
Fontes: 1940 1950,1960 e 1970 – Tábuas construídas no âmbito da Gerência de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica.
                 1980 e 1991 – ALBUQUERQUE, Fernando Roberto P. de C. e SENNA, Janaína R. Xavier “Tábuas de Mortalidade por Sexo e Grupos de Idade – Grandes e Unidades da Federação – 1980, 1991 e 2000. Textos para discussão, Diretoria de Pesquisas, IBGE, Rio de Janeiro, 2005.161p. ISSN 1518-675X ; n. 20
Em 1940, a expectativa de vida era de 45,5 anos, sendo 42,9 para homens e 48,3 anos para mulheres. Entre 1940 e 1960, o Brasil praticamente reduziu pela metade a taxa bruta de mortalidade (o número de óbitos de um ano dividido pela população total em julho daquele mesmo ano), caindo de 20,9 óbitos para cada mil habitantes para 9,8 por mil. A expectativa de vida ao nascer em 1960 era de 52,5 anos. Ao todo, a expectativa de vida aumentou 30,5 anos entre 1940 e 2017, chegando a 76,0 anos.
Em 1940, um indivíduo ao completar 50 anos tinha uma expectativa de vida de 19,1 anos, vivendo em média 69,1 anos. Com o declínio da mortalidade neste período, um mesmo indivíduo de 50 anos, em 2017, teria uma expectativa de vida de 30,5 anos, esperando viver em média até 80,5 anos, ou seja, 11,4 anos a mais do que um indivíduo da mesma idade em 1940.
Homens de 20 anos têm 4,5 vezes mais chance de não completar 25 do que mulheres
Em 2017, um homem de 20 anos tinha 4,5 vezes mais chance de não completar 25 anos do que uma mulher no mesmo grupo de idade. Este fenômeno pode ser explicado pela maior incidência dos óbitos por causas externas ou não naturais, que atingem com maior intensidade a população masculina. Em 1940, o fenômeno da sobremortalidade masculina não era registrado no país, o que mostra que ele está relacionado com o processo de urbanização e metropolização do Brasil.
A partir de 1980, as mortes associadas às causas externas ou não naturais, que incluem os homicídios, suicídios, acidentes de trânsito, afogamentos, quedas acidentais etc., passaram a desempenhar um papel de destaque, de forma negativa, sobre a estrutura por idade das taxas de mortalidade, particularmente dos adultos jovens do sexo masculino.
Entre 1940 e 2017 também diminuiu a mortalidade feminina no período fértil, de 15 a 49 anos de idade. Em 1940, de cada cem mil nascidas vivas 77.777 iniciaram o período reprodutivo e destas, 57.336 completaram este período. Já em 2017, de cada cem mil nascidas vivas 98.414 atingiram os 15 anos de idade, e destas 94.347 chegaram ao final deste período. Logo, a probabilidade de uma recém-nascida completar o período fértil em 1940, que era de 573‰ passou para 943‰ em 2017.
A fase adulta, aqui considerada como o intervalo de 15 a 60 anos de idade, também foi beneficiada com o declínio dos níveis de mortalidade. Em 1940, de mil pessoas que atingiram os 15 anos, 535 aproximadamente completaram os 60 anos de idade. Já em 2017, destas mesmas mil pessoas, 863 atingiram os 60 anos.
Expectativa de vida dos idosos aumentou em 8,1 anos de 1940 a 2017
Em 1940, de cada mil pessoas que atingiam os 65 anos de idade, 259 atingiriam os 80 anos ou mais. Em 2017, de cada mil idosos com 65 anos, 632 completariam 80 anos. As expectativas de vida ao atingir 80 anos, em 2017, foram de 10,3 e 8,6 anos para mulheres e homens, respectivamente. Em 1940, estes valores eram de 4,5 anos para as mulheres e 4,0 anos para os homens.

Expectativa de vida aos 65 anos – Brasil – 1940/2017
AnoExpectativa de vida aos 65 anosDiferencial (anos) (M-H)
TotalHomemMulher
194010,69,311,52,2
195010,89,611,82,2
196011,410,112,52,4
197012,110,713,42,6
198013,112,214,11,9
199115,414,316,42
200015,814,217,22,9
201017,616193
201718,716,920,13,2
D(1940/2017)8,17,68,6
Fontes: 1940 1950,1960 e 1970 – Tábuas construídas no âmbito da Gerência de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica.
                 1980 e 1991 – ALBUQUERQUE, Fernando Roberto P. de C. e SENNA, Janaína R. Xavier “Tábuas de Mortalidade por Sexo e Grupos de Idade – Grandes e Unidades da Federação – 1980, 1991 e 2000. Textos para discussão, Diretoria de Pesquisas, IBGE, Rio de Janeiro, 2005.161p. ISSN 1518-675X ; n. 20
Santa Catarina tem maior expectativa de vida ao nascer, 79,4 anos
Entre as Unidades da Federação, a menor taxa de mortalidade infantil em 2017 foi encontrada no Espírito Santo, 8,84 óbitos para cada mil nascidos vivos. A maior ocorreu no Amapá, 23,0 por mil. Também ficou acima de 20 por mil, o Maranhão (20,3).
A maior esperança de vida ao nascer entre as Unidades da Federação foi em Santa Catarina, 79,4 anos, seguido por Espírito Santo, Distrito Federal, São Paulo e Rio Grande do Sul, todos com valores iguais ou acima de 78,0 anos. Já a menor expectativa de vida foi encontrada no Maranhão (70,6 anos). Piauí, Rondônia e Roraima também apresentaram expectativas de vida abaixo de 72,0 anos.

Considerando a diferença entre expectativas de vida por sexo nos estados, as maiores diferenças se encontram nos estados do Nordeste, no Pará e Espírito Santo.

Uma pessoa idosa que completasse 65 anos em 2017 teria a maior expectativa de vida (20,3 anos) no Espírito Santo. Por outro lado, em Rondônia, uma pessoa que completasse 65 anos em 2017 teria expectativa de vida de mais 16,0 anos. Considerando-se a diferença por sexo, a população idosa masculina capixaba teria mais 18,3 anos e a feminina, mais 22 anos. Entre as menores expectativas, estão os homens idosos do Piauí, com mais 14,6 anos, e as mulheres de Rondônia, com mais 17,2 anos.

Do IBGE, in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 30/11/2018
"Expectativa de vida do brasileiro sobe para 76 anos; mortalidade infantil cai," in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 30/11/2018, https://www.ecodebate.com.br/2018/11/30/expectativa-de-vida-do-brasileiro-sobe-para-76-anos-mortalidade-infantil-cai/.

EcoDebate - Edição 3.103 de 30 / novembro / 2018


Desejamos a todos(as) um bom dia e uma boa leitura
Compreendemos desenvolvimento sustentável como sendo socialmente justo, economicamente inclusivo e ambientalmente responsável. Se não for assim não é sustentável. Aliás, também não é desenvolvimento. É apenas um processo exploratório, irresponsável e ganancioso, que atende a uma minoria poderosa, rica e politicamente influente.” [Cortez, Henrique, 2005]

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Aprenda 5 maneiras simples de diminuir o uso de plástico no seu dia a dia

Votação realizada em aplicativo de opinião pública mostrou que 74% dos usuários que participaram se disseram a favor da restrição do comércio de embalagens plásticas.

Por Matheus Fazolin
Ele está presente na sua casa, no supermercado, na escola, no trabalho e, possivelmente, na maioria dos lugares que você frequenta. O uso do plástico, utilizado para embalar, carregar e proteger, tem sido repensado nos últimos anos por conta dos danos causados ao meio ambiente. Segundo estudos mais recentes, uma sacola plástica de supermercado demora em média 30 anos para se decompor. Para uma garrafa pet o tempo é indeterminado.


Uma votação realizada no aplicativo de opinião pública Quinto mostrou que 74% das pessoas que votaram são a favor da restrição de comércio de embalagens plásticas. Outro dado mostrou que 80% dos usuários questionados afirmaram se preocupar com a gestão ambiental da cidade onde moram.
Para tentar frear o consumo desnecessário de plástico em algumas atividades rotineiras, Malu Ribeiro, coordenadora de projetos da ONG SOS Mata Atlântica, deu algumas dicas. Ela afirma que precisamos ter uma política individual consciente. e antes de comprar, precisamos nos perguntar: ‘Precisamos realmente disso?’. Vamos às dicas?
1) Use de novo
Uma das dicas mais conhecidas é sobre embalagens retornáveis. Diga adeus às sacolas plásticas e opte por sacolas de pano, ecobags e carrinhos de feira. Eles não fazem mal ao meio ambiente e podem ser utilizados muitas vezes. Você pode até precisar investir um pouco mais nestas opções, mas vai valer a pena!

sacolas plásticas

2) Copos, talheres e canudos
Muitas cidades do Brasil já aboliram os canudinhos plásticos e os substituem por papelão ou vidro. O mesmo pode ser feito com copos e talheres descartáveis. “Diga: não, obrigado”, afirma Malu. Hoje em dia há diversas opções de garfos, facas e copinhos que são compactos e podem ser levados para qualquer lugar. Outra pesquisa do aplicativo Quinto mostrou que 77% dos usuários questionados são a favor do “movimento sem canudo”.
3) Vai à feira? Prefira os potinhos
Sabe aqueles potinhos de plástico mais firmes? Não os jogue fora! Eles podem ser usados para guardar comida, grãos, frutas e levados para a feira e supermercados quando for comprar produtos a granel. Produtos de inox e vidro também são bem-vindos!
4) Papel manteiga
Malu Ribeiro avisa: o papel manteiga é feito com fibras vegetais e se degrada mais rapidamente no meio ambiente. Prefira ele ao papel filme para quando for embalar um alimento.
5) Consciência na higiene e na diversão
Uma forma de reduzir o consumo de plástico é sempre comprar sabonetes e produtos de limpeza que sejam comercializados em embalagens de papelão. O mesmo vale para os brinquedos das crianças: prefira os que sejam feitos de madeira, metal ou pano.
Perigo ao meio ambiente
Além de todas as dicas, a coordenadora de projetos da SOS Mata Atlântica alerta que devemos, sempre, reciclar todos os materiais possíveis. A grande quantidade de plástico descartada incorretamente ocasionou a morte uma baleia no litoral da Indonésia: foi constatado que o animal tinha 6 quilos de plástico no estômago. Segundo ONGs, milhares de animais morrem diariamente pelo mesmo motivo.
As perguntas continuam abertas ao debate no app. Todo o conteúdo do Quinto é gerenciado pela jornalista e diretora de conteúdo Bianca Celoto. “O Quinto é uma rede diferente. Todo o conteúdo é criado por jornalistas internos para que a pessoa compreenda o assunto e consiga opinar”, diz. Ao todo, são 11 categorias onde os usuários podem votar.

in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 29/11/2018
"Aprenda 5 maneiras simples de diminuir o uso de plástico no seu dia a dia," in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 29/11/2018, https://www.ecodebate.com.br/2018/11/29/aprenda-5-maneiras-simples-de-diminuir-o-uso-de-plastico-no-seu-dia-a-dia/.