terça-feira, 17 de janeiro de 2017

"O GRITO DO BICHO" - Boletim do dia 17/1/2017.

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sheila moura

Painéis residenciais de captação de energia solar associam vantagens econômicas à sustentabilidade

ABr

Brasília - Ministério de Minas e Energia inaugura primeira usina solar instalada na cobertura de prédio, na sede do MME (José Cruz/Agência Brasil)
Em 2015, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estimava que até 2024 poderiam ser instalados até 620 mil painéis voltaicos em telhados residenciais – José Cruz/Agência Brasil


A instalação de painéis residenciais de captação de energia solar é uma opção de investimento que permite economia na conta de luz e independência das distribuidoras de eletricidade. O sistema fica em R$ 16 mil, segundo a coordenadora da campanha de Energias Renováveis da organização não governamental (ONG) Greenpeace, Bárbara Rubim.
“É um valor alto, se a pessoa tiver que fazer esse investimento à vista. Mas é um investimento que vai se pagar em uma média de sete anos e gerar retorno para a pessoa. É um investimento que você está fazendo no seu imóvel”, ressaltou Bárbara em entrevista à Agência Brasil.
Em 2015, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estimava que até 2024 poderiam ser instalados até 620 mil painéis voltaicos em telhados residenciais. Para a microgeração de consumidores comerciais, a projeção é que os sistemas podem chegar a 82 mil equipamentos. Eles captam a luz solar e a transformam em eletricidade que abastece o imóvel. O excedente pode ser lançado na rede de distribuição e convertido em créditos a serem abatidos da conta de luz do consumidor.

Financiamento e incentivos

A geração individual de eletricidade pelo sol poderia ir ainda mais longe, segundo Bárbara, caso houvesse incentivos para quem quisesse usar essa opção. Entre as medidas que poderiam ser adotadas, a coordenadora da ONG aponta a criação de linhas de financiamento específicas.
“Durante anos, o governo federal subsidiou para que você pudesse ter até linha de financiamento com juros zero para a compra de veículos novos. Se o governo fez isso para a compra de um carro que, querendo ou não, é um bem que gera uma série de externalidades negativas para a sociedade e que está sendo depreciado ano após ano, não existe motivo de ele não ter uma política semelhante para a energia solar”, defendeu.
Outro incentivo possível, de acordo com Bárbara, seria a liberação do saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a compra dos painéis, como é feito para compra e reforma de imóveis.

Substituição de fontes

Com esse tipo de fomento, a coordenadora da ONG considera que o Brasil conseguiria chegar ao fim de 2020 com mais de 1 milhão de sistemas instalados e com 8 milhões no fim de 2030. Ela baseia a análise nos resultados obtidos em países como a Alemanha, que tem atualmente 8 milhões de residências microgeradoras, e o estado norte-americano da Califórnia, com 1 milhão de sistemas instalados.
“A gente conseguiria substituir duas vezes, se chegasse nesses 8 milhões, a previsão de geração do complexo hidrelétrico de Tapajos”, compara Bárbara em referência ao projeto da Usina Hidrelétrica São Luiz do Tapajós, no Pará. Em agosto do ano passado, o governo federal desistiu do projeto, pois não conseguiu as licenças ambientais necessárias. O empreendimento também alagaria três aldeias do povo Munduruku, na Terra Indígena Sawré Muybu.

Economia e sustentabilidade

Foi justamente a preocupação ambiental que motivou a consultora em biotecnologia Luciana Di Ciero a instalar, há um ano, um sistema de painéis em sua residência em Campinas, no interior paulista. “É claro que é super interessante ter uma economia. Mas, para mim, o principal foi a questão de sustentabilidade, de usar uma energia renovável. Eu acho que o caminho do mundo é esse”, afirma sobre o equipamento que reduziu de R$ 400 para R$ 60 a conta de luz da família de quatro pessoas.
Luciana conta que o sucesso da instalação atraiu a atenção dos vizinhos. “Muita gente veio aqui olhar”. Pelo menos um deles também comprou o equipamento após visitá-la. A consultora acredita, no entanto, que deveria haver incentivos para quem quer adotar a tecnologia. “Eu moro em um condomínio de classe média alta, é diferente. Agora, um incentivo para colocar em comunidades carentes, em conjuntos populares, isso o Brasil deveria fazer. Acho que estamos muito atrasados”, diz.
Também no interior de São Paulo, a dentista Fernanda Morra considera que o sistema foi uma boa maneira de investir. “Eu acho a nossa energia muito cara. Eu tenho sol quase os 365 dias do ano, porque moro em Holambra. Acho que é um investimento para a minha casa, daqui a um, dois ou três anos eu não tenho mais esse custo”. O equipamento abastece a residência de Fernanda e o consultório, que divide o imóvel.
Apesar de destacar as vantagens econômicas e práticas, como não depender das concessionárias de energia, a dentista também fez a instalação preocupada com o meio ambiente. “Eu tento ser o mais sustentável que posso”, acrescenta.

Por Daniel Mello, da Agência Brasil, in EcoDebate, 17/01/2017

EcoDebate - Edição 2.683 de 17 / janeiro / 2017

Desejamos a todos(as) um bom dia e uma boa leitura
Compreendemos desenvolvimento sustentável como sendo socialmente justo, economicamente inclusivo e ambientalmente responsável. Se não for assim não é sustentável. Aliás, também não é desenvolvimento. É apenas um processo exploratório, irresponsável e ganancioso, que atende a uma minoria poderosa, rica e politicamente influente.” [Cortez, Henrique, 2005]

Urgente: antes que Trump use armas nucleares



Com uma assinatura, Obama pode prevenir que Trump comece uma irresponsável guerra nuclear. Porém ele só tem 4 dias para fazer isso -- e ele talvez faça, se receber grande pressão mundial rápido. Assine e compartilhe no Facebook, Twitter, em todos os lugares:

ASSINE A PETIÇÃO
Queridos amigos,

O que é mais assustador sobre Trump? Ele é completamente imprevisível, e se decidir lançar armas nucleares americanas, não há nada que possa impedi-lo.

Isso porque quando o Presidente dá a autorização, há apenas 4 minutos até o lançamento. É um sistema extremamente perigoso que foi instaurado durante a Guerra Fria e totalmente desnecessário nos dias atuais. Por isso, quando eleito, Obama disse que era perigoso e que faria mudanças.

Porém se ele não fizer isso nos próximos 4 dias, Obama entregará nossa segurança aos caprichos do instável Donald Trump. Com apenas 4 dias de governo e prioridades concorrentes, ele não irá resolver a questão sem enorme pressão global. Políticos respeitados, autoridades governamentais e figuras militares já se juntaram à causa – agora se conseguirmos criar uma petição de milhões e a entregarmos em Washington com a atenção do público, nossa comunidade pode colocar o assunto em questão no topo das notícias dos EUA em sua última semana.

Precisamos ser rápidos — ele precisa saber de todos que poderiam estar em perigo (literalmente todos nós!!). Adicione seu nome e compartilhe a página no Facebook, Twitter, todos os lugares:

Presidente Obama: impeça Trump de usar armas nucleares!

O estado de "alerta máximo" permite que o presidente dos EUA dispare armas nucleares pelo menos 20 vezes mais potentes do que Hiroshima em questão de minutos. Isso está sujeito a alarmes falsos e erro humano, e uma vez que o presidente decide lançar as armas, ninguém pode pará-lo.

Qualquer um pode fazer essa loucura, mas com Trump no poder temos toda a razão em nos preocuparmos. Ele já demonstrou imprudência assustadora e falta de compreensão quando se trata da questão nuclear, já perguntando a um assessor político por que os Estados Unidos não podem usar armas nucleares, dizendo que irá participar de uma "corrida armamentista" nuclear!

Obama pode tomar a decisão agora com uma canetada, e uma vez que Trump estiver governando seria muito mais difícil para ele reverter a medida. É óbvio que uma política tão perigosa e destrutiva precisa acabar. Adicione seu nome e compartilhe a página para ajudar a formar um enorme apelo global. Há apenas 4 dias para Obama agir:

Presidente Obama: impeça Trump de usar armas nucleares!
Nossa comunidade mostrou-se diversas vezes disposta a lutar por um mundo estável e pacífico. O dedo de Trump no gatilho nuclear ameaça tudo o que nós já lutamos para conseguir. Vamos fazer o que podemos agora para evitar um desastre nuclear com Trump.

Com esperança e determinação,

Danny, Mais, Mia, Allison, Joseph e a equipe da Avaaz

Mais informações:

Obama recrimina Trump por comentários sobre armas nucleares (Terra)
https://noticias.terra.com.br/mundo/obama-recrimina-trump-por-seus-comentarios-sobre-armas-nucleares,498492fdc08cd2b743082089bfb18ebfjd0bkewz.html

Trump diz em tuíte que EUA devem “aumentar a capacidade nuclear” (El País)
http://brasil.elpais.com/brasil/2016/12/22/internacional/1482426855_086444.html

A última chance de Obama de reduzir o risco de um desastre nuclear (em inglês) (Politico)
http://www.politico.com/agenda/story/2017/01/obama-last-chance-reduce-risk-nuclear-disaster-000267

Obama instado a tirar armas nucleares de "alerta máximo" para impedir que Donald Trump 'destrua o planeta' (em inglês) (Independent)
http://www.independent.co.uk/news/people/donald-trump-nuclear-weapons-barack-obama-urged-high-alert-a7513971.html 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017


Anda
16/01/2017EDIÇÃO 963
CONTEÚDO ANDA
Investigação revela as terríveis condições dos animais explorados pela indústria de entretenimento
CONTEÚDO ANDA
Mais de mil cavalos selvagens podem ser capturados e assassinados nos EUA 
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Estudo mostra que filmes e livros aumentam preocupação com os animais 
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A vaca sagrada: ativista brasileira realiza documentário sobre a indústria pecuária na Índia 
MATO GROSSO
Cadela que esperava tutor em UPA é resgatada durante parto de risco 
MALDADE HUMANA
Câmera flagra agressão a gato e vídeo gera revolta 
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"O prêmio de Compaixão Mundial foi concedido em reconhecimento às brilhantes conquistas da Agência em informar o mundo do valor da bondade a todos os..."
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Estudo simula o efeito das mudanças climáticas na hidrologia da Bacia Amazônica


floresta Amazônica

Pesquisa prevê condições mais úmidas para a parte oeste da Amazônia e mais secas para o leste

Por Amanda Hamermüller, EFRGS
Temperaturas mais elevadas e desequilíbrio entre as estações são reflexos expressivos do que costumamos chamar de mudanças climáticas. Elas são reais e estão nos atingindo com cada vez mais força. Cientistas de várias partes do mundo já observam que o aumento da temperatura média do planeta tem elevado o nível do mar devido ao derretimento das calotas polares, o que no futuro pode causar o desaparecimento de ilhas e cidades litorâneas com grande concentração de moradores. Outra previsão é a de uma frequência maior de tempestades tropicais, inundações, ondas de calor, secas, nevascas, furacões, tornados e tsunamis.
De acordo com a ONG WWF-Brasil, as mudanças climáticas podem ter causas naturais, como alterações na radiação solar e nos movimentos orbitais da Terra, ou podem ser consequência das atividades humanas. O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), órgão das Nações Unidas, afirma que há 90% de certeza de que o aumento de temperatura no planeta está sendo causado pela ação do homem. Entre as atividades humanas que produzem essas alterações estão a queima de combustíveis fósseis para a geração de energia, atividades industriais e transportes, a conversão do uso do solo, a agropecuária, o descarte irregular de lixo e o desmatamento.
No Brasil, as mudanças do uso do solo e o desmatamento são responsáveis pela maior parte das nossas emissões, o que faz o país ser um dos líderes mundiais em emissões de gases de efeito estufa, segundo a WWF-Brasil. Nesse contexto, o engenheiro ambiental e doutorando da UFRGS Mino Sorribas, junto com uma equipe de pesquisadores do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) e de outras instituições do Brasil e dos EUA, desenvolveu um estudo para analisar como as mudanças climáticas podem afetar a dinâmica das vazões e da inundação das extensas planícies da Bacia Amazônica. A pesquisa indica que as mudanças climáticas têm efeitos sobre processos hidrológicos que influenciam os ciclos biogeoquímicos – processos naturais em que os elementos químicos circulam entre os seres vivos e o meio ambiente –, o transporte de pessoas e de bens, a pesca, a moradia e a geração de energia hidrelétrica.
Mino conta que o trabalho com técnicas de simulação para representar computacionalmente os processos de ciclos hidrológicos já existe há anos na UFRGS. Ele destaca o trabalho do professor Walter Collischonn, que desenvolveu no início dos anos 2000 o MGB-IPH – um modelo matemático que pode ser utilizado para representar os processos hidrológicos em bacias hidrográficas de grande escala. “É o núcleo do desenvolvimento de outras pesquisas neste grupo”, afirma. Como a Bacia Amazônica possui uma disponibilidade de dados muito baixa, sobretudo nas suas áreas mais remotas, entre 2009 e 2010 o professor Rodrigo Paiva, que também participou deste estudo, utilizou informações de satélite e avançou no desenvolvimento do modelo para conseguir simular a Bacia Amazônica inteira.
A questão das mudanças climáticas surgiu recentemente, com a visibilidade de outras pesquisas do grupo. De acordo com Mino, teve início com o professor John Melack, da Universidade da Califórnia – Santa Barbara (UCSB). “Ele trabalha na Amazônia desde a década de 1980 e estava liderando uma equipe de pesquisadores de diversas áreas, então entrou em contato com o professor Rodrigo e o convidou para participar do projeto Science for Nature and People (Snap), que tem como objetivo estudar diferentes locais para fins de conservação”, conta.

O estudo

De acordo com a pesquisa, a Bacia Amazônica drena cerca de seis milhões de km2 e descarrega em torno de 15% da água doce global que chega aos oceanos. A região possui extensas zonas úmidas que são inundadas sempre numa mesma época do ano, e a planície amazônica possui um funcionamento hidráulico complexo, com baixas declividades que causam, em parte significativa da bacia, efeitos de remanso – elevação do nível de água do rio devido a um barramento ou alterações no canal.
Mino explica na pesquisa que eventos como as cheias de 2009 e de 2012-2015 e as secas em 2005 e 2010 impactaram a região de tal forma que cientistas, governos e o público em geral estão em alerta sobre os impactos da variabilidade climática na região. Segundo o pesquisador, as dinâmicas de inundação influenciam na estrutura da vegetação, no transporte de sedimentos e nas distribuições e no rendimento de peixes. Com as possíveis mudanças futuras no clima e, consequentemente, na hidrologia, podem ocorrer alterações na dinâmica do ecossistema da região da Bacia Amazônica.
A ideia do estudo era analisar como as possíveis mudanças futuras no clima podem afetar a resposta na hidrologia. Para isso, os pesquisadores estabeleceram duas questões principais para investigar durante o estudo:
  • Quais são os impactos potenciais da mudança climática na hidrologia da superfície terrestre da bacia amazônica?
  • Como as projeções das mudanças climáticas afetam as vazões dos rios e a inundação em diferentes regiões e estações?
Para responder esses questionamentos e projetar as condições futuras da superfície da Bacia Amazônica em um contexto de mudanças climáticas, foram utilizados dados do IPCC e o MGB-IPH. “Consideramos forçantes climáticos – condições de temperatura do ar, radiação, chuva e umidade do ar – de diferentes modelos de circulação global para obter uma variabilidade nos resultados”, afirma Mino.
O estudo focou nas mudanças da energia de superfície e nos balanços hídricos, contrastando o cenário “histórico” (1970-1999) e um cenário de “alta emissão” (2070-2099). Não foram consideradas mudanças na vegetação ou na cobertura da terra e seus feedbacks climáticos  no modelo hidrológico.
Os pesquisadores realizaram uma simulação para observar o que poderia acontecer com a vazão dos rios e com a dinâmica de inundação. “Outros trabalhos fizeram isso de forma semelhante, mas o que temos de inovador é a capacidade do nosso modelo representar bem o processo de inundação das planícies de inundação”, assegura Mino.

Resultados

De acordo com o estudo, os resultados das diversas projeções produziram diferentes cenários específicos, já os resultados gerais mostraram dois cenários contrastantes para diferentes partes da Bacia Amazônica. Nas partes oeste e noroeste, os resultados indicaram o aumento de precipitação e, por conseguinte, maior vazão e inundação na estação úmida. Já na parte leste, a tendência é a redução da quantidade de água que passa pelo local.
Mino destaca que enquanto seu estudo mostra o aumento das chuvas para a região andina, outros trabalhos recentes sugerem diminuição de chuvas até o final do século 21. Ele explica que projeções contrastantes se dão em virtude da utilização de diferentes métodos e premissas.
As possíveis alterações na hidrologia da Bacia projetadas pelo estudo são significativas. “Esse trabalho ainda não é capaz de calcular precisamente qual seria o impacto nas atividades relacionadas à água, mas é um alerta, e os planejamentos de atividades para essa região devem levar em consideração essa incerteza hidroclimática futura”, afirma o professor Rodrigo Paiva. Mino acrescenta que “os modelos nem sempre concordam entre si, porém, nessa análise, existe maior concordância para algumas regiões e isso dá mais confiança para que os tomadores de decisões das políticas ambientais e gestão de recursos hídricos se prepararem para esses cenários”.
As pesquisas estão crescendo e fazem parte da Iniciativa Águas Amazônicas. O projeto conta com a colaboração de diversas entidades do Brasil, do Peru e da Bolívia que buscam evidências científicas e soluções para enfrentar os desafios no que se refere à conservação, ao desenvolvimento sustentável e ao bem-estar humano da região.

Artigo científico

SORRIBAS, Mino Viana et al. Projections of climate change effects on discharge and inundation in the Amazon basin. Climatic Change, v. 136, n. 3-4, 9 mar. 2016.

in EcoDebate, 16/01/2017