terça-feira, 27 de outubro de 2015

ESTADOS UNIDOS : Zoo de San Francisco é multado pela morte de um bebê gorila

27 de outubro de 2015 

(da Redação da ANDA)

A avó gorila Bawang cuidava da jovem Kabibe no Zoo de San Francisco. Foto: May Woon and Marianne Hale / San Francisco Zoo
A avó gorila Bawang cuidava da jovem Kabibe no Zoo de San Francisco. Foto: May Woon and Marianne Hale / San Francisco Zoo
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos aplicou uma multa no jardim zoológico de San Francisco pela morte de Kabibe, uma gorila de 16 meses de idade, que foi esmagada por uma porta elétrica em sua jaula.
Para ativistas de direitos animais, a multa US$ 1.750 dólares é insuficiente para a morte brutal da jovem primata.
“Estou horrorizado que uma jovem gorila chamada Kabibe, um membro de uma espécie em perigo de extinção vivendo no jardim zoológico de San Francisco, tenha sido morta em um incidente evitável”, afirmou Shirley McGreal, diretora da Liga Internacional de Proteção a Primatas em um comunicado à SFGate .
Kabibe foi esmagada quando uma porta hidráulica – controlada por um funcionário do zoológico – foi fechada em seu corpo. Na época, a diretora executiva do zoológico, Tanya Peterson, afirmou que foi um erro humano e que o tratador não conseguiu acionar o botão de parada de emergência do portão quando Kabibe inesperadamente correu para debaixo da porta.
De acordo com a NBC, as portas que esmagaram a jovem gorila foram inspecionados no início da investigação e nenhum defeito foi encontrado.
Kabibe foi o quinto gorila nascido no Zoológico de San Francisco. Ela foi criada por sua avó depois que sua mãe a abandonou.
Nota da Redação: Zoológicos e outros locais que aprisionam animais devem ser completamente extintos. Casos como o do zoológico de San Francisco servem para alertar a população mundial sobre a injustiça e crueldade escondida atrás de zoológicos e outros locais que mantém animais em cativeiro apenas para divertimento humano. É preciso clarear a consciência para entender e respeitar os direitos animais. Eles não são objetos para serem expostos e servirem ao prazer de seres humanos. As pessoas podem obter alguns minutos de entretenimento, mas para eles é uma vida inteira de exploração e abusos condenados pelo egoísmo humano.

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