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terça-feira, 3 de março de 2009

ECOLOGISTA PERSEGUIDO E AMEAÇADO EM FLORIANÓPOLIS !!!


O ecologista MARCO (de camisa azul, comigo na foto), proprietário há 6 anos do bar e restaurante "MAGIA DO LUAR", na Praia do Matadeiro, onde instalou um sistema de reciclagem de água e materiais financiado pelo Banco do Brasil, está sendo perseguido e ameaçado por indivíduos ligados à concorrência local. Já teve seu estabelecimento invadido e depredado,aos gritos de "vai te embora, gaúcho", num típico caso de xenofobia, procedimento inadmissível nos tempos atuais. Sua família e garçons foram ameaçados e vários Boletins de Ocorrência (BOs) já foram feitos, assim como cartas já foram encaminhadas à imprensa de Florianópolis sem que nada tenha sido feito.

MAIORES DETALHES :

Acessem dois blogs :

www.james-pizarro.blogspot.com (postagens de 1 a 6 sob o título "Magia do Luar")

www.magiadoluarbar.blogspot.com (blog do próprio bar, onde existem fotos, videos das invasões, depoimentos, explicações, etc...)

segunda-feira, 2 de março de 2009

Entidades alertam para conservação de bugios


Campanha esclarece que os bugios não são transmissores da febre amarela, doença que causou quatro mortes e colocou 134 cidades em alerta no Rio Grande do Sul

Por Jussara Pelissoli - Sema
“O bugio não transmite a febre amarela ao homem. Ao contrário, ele é a primeira vítima do mosquito transmissor da doença e, ao morrer infectado, aciona o alerta para a população. Por isso, estamos em campanha pela conservação desse primata.” A explicação é do biólogo do Departamento de Florestas e Áreas Protegidas (Defap) da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), Rodrigo Cambará Printes, doutor em ecologia e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Primatologia.

A Sema, representada por Rodrigo Cambará, integra um grupo que mantém reuniões periódicas para tratar da relação entre a febre amarela e os bugios. Conforme Cambará, nos encontros são compartilhadas as informações sobre o mapa da febre amarela no Estado e definidas estratégias para a prevenção da doença e para a conservação dos primatas. O foco de febre amarela no Rio Grande do Sul está nas regiões Norte e Noroeste.

Também fazem parte do grupo, representantes da Secretaria Estadual de Saúde, por meio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde, Secretaria do Meio Ambiente de Porto Alegre, Comando Ambiental da Brigada Militar, Programa Macacos Urbanos da Ufrgs, com apoio da Sociedade Brasileira de Primatologia.

“A preocupação, no momento, além do controle da doença, é evitar que as pessoas matem bugios por mera desinformação, pensando que o macaco transmite a febre amarela aos humanos”, diz Rodrigo Cambará. “O bugio não é transmissor. Ele é uma vítima e uma testemunha importante da propagação da doença. Na verdade, ele presta um serviço à população, pois ao ser picado pelo mosquito Haemagogus indica que naquela área está a febre amarela”, destaca o biólogo.

Cambará diz que o grupo de trabalho está aberto para receber outras entidades interessadas em participar do assunto, ajudando a conscientizar a sociedade sobre a importância dos bugios e sua conservação.

O Rio Grande do Sul registra a ocorrência de duas espécies de bugio. Nos ecossistemas associados à Mata Atlântica, do leste ao centro do Estado, aparece o bugio-ruivo. Do centro para o oeste, junto ao Bioma Pampa, encontra-se o bugio-preto, cuja fêmea tem o pelo branco. O primata alimenta-se de folhas, frutos e flores. Adquire a febre amarela porque vive na copa das árvores, onde também hospeda-se o mosquito transmissor da febre amarela.

O balanço da febre amarela no Rio Grande do Sul, desde o início de uma grande mortandade de bugios nas matas, em novembro passado, é de cinco casos confirmados, quatro com óbito. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, foram vacinadas 1 milhão 750 mil pessoas, em 134 cidades consideradas área de risco da doença.
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FONTE : Assecom - Secretaria Estadual do Meio Ambiente do RS.

DESLIZAMENTO NO MORRO DO CACUPÉ


A encosta do Morro do Cacupé que desmoronou na altura do quilômetro 14 da SC-401, em Florianópolis, em novembro do ano passado, bloqueando a pista e forçando o desvio do tráfego durante duas semanas, continua sem receber obras de contenção ou recuperação. A demora levou o Ministério Público do Estado a instaurar um inquérito civil para apurar as medidas que já foram tomadas no local. A promotoria solicitou um laudo da Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma) sobre riscos de novos deslizamentos no local e ser informada do que o Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) vai fazer para assegurar a segurança dos motoristas e também recuperar os danos sofridos pelo meio ambiente. O inquérito foi aberto pelo promotor Sandro José Neis.

O presidente do Deinfra, Romualdo França Júnior, garante que é seguro para os motoristas transitar no local, apesar da terra e pedras ainda visíveis na encosta. “A pista foi desobstruída e fizemos uma nova alça para alterar o trajeto dos motoristas”, aponta. Ele explica que geólogos e técnicos do Deinfra continuam fazendo acompanhamento da situação do morro e que, se houver qualquer sinal de perigo para a população, o órgão não terá hesitação em ordenar a interdição do trecho da rodovia. O desmoronamento, ocorrido em 23 de novembro, matou o caminhoneiro gaúcho Ricardo Dias de Oliveira, 34 anos, que trafegava do norte da Ilha para o centro da cidade.

França Júnior admite que é necessária a realização de obras de contenção e recuperação no local, mas ressalva que o projeto dependerá da disponibilidade de recursos do governo do Estado. “Precisamos ao todo de investimentos da ordem de R$ 700 milhões para recuperar os danos causados pelas enchentes e no momento dispomos de R$ 300 milhões”, estima o presidente do Deinfra. Segundo ele, as obras no Morro do Cacupé se dariam em duas fases: primeiro, seria necessário estabilizar o local, depois colocar as estruturas de contenção consideradas ideais. Essas obras exigiriam ao todo em torno de R$ 11 a R$ 12 milhões, calcula França Júnior.
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FONTE : Jornal Folha do Norte da Ilha
Rua Quadrangular, 638 - Ingleses
Fone: (48) 3269-1732

ESGOTO DO LAMIN


A construção da rede coletora de esgoto do Canto do Lamin, no norte da Ilha, há muito reivindicada pela comunidade daquela região, está mais próxima de se tornar realidade. A abertura das propostas encaminhadas pelas empresas inscritas no processo de licitação para escolha da executora da rede foi realizada pela Casan no início de outubro. A obra cumpre recomendação do Ministério Público Federal. A população a ser atendida soma 2,5 mil pessoas, que serão beneficiadas com cinco mil metros de rede coletora, que serão interligados ao Sistema de Esgoto de Canasvieiras. O empreendimento também deverá contribuir para melhorar as condições do balneário, com ganhos para o meio ambiente e turismo da região durante a temporada de verão. O custo total da obra está orçado em R$ 1,3 milhão, valor que será viabilizado com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal, através de linha de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O nome da empresa vencedora da licitação só será divulgado após o prazo de cinco dias estabelecido para recursos ao processo. Depois de anunciada, a executora da obra terá um prazo de 180 dias. a partir da assinatura da ordem de serviço, para concluir os trabalhos de construção da rede.

Atualmente, o sistema que trata o esgoto do norte da Ilha inclui: a Estação de Tratamento de Canasvieiras, que atende a Praia de Canasvieiras e parte da Cachoeira do Bom Jesus. A estação tem capacidade de tratamento para 40 mil habitantes; Jurerê Internacional conta com uma Estação de Tratamento de Esgotos, operada pela Habitasul; e o sistema que atende a Praia Brava.

O abastecimento de água da região é feito pelo sistema Costa Norte, que capta a água subterrânea do Aqüífero de Ingleses e abastece uma população de 56 mil pessoas. A vazão da Estação de Tratamento é de 250 litros por segundo e atende os bairros de Ingleses, Canasvieiras, Rio Vermelho, Cachoeira do Bom Jesus e Ratones. O abastecimento de água no norte da Ilha enfrenta grandes dificuldades durante a temporada de verão, quando a população local chega a quadruplicar com a vinda dos turistas.
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FONTE : Jornal Folha do Norte da Ilha
Rua Quadrangular, 638 - Ingleses
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SANTINHO QUER MELHORIAS


A capital de turismo do Mercosul ainda enfrenta velhos problemas de infra-estrutura para sediar eventos. Será o caso da realização do Congresso Mundial de Turismo (WTTC), previsto para reunir as maiores autoridades mundiais do setor turístico no Costão do Santinho Resort, em março do ano que vem, mas que deverá encarar os já antigos obstáculos do acesso à Praia do Santinho. Os problemas incluem chuvas freqüentes e grande quantidade de ruas sem pavimentação que acumulam enormes depósitos de areia nas pistas e criam grande dificuldade para os moradores e turistas que visitam a praia ou se hospedam no hotel e pousadas. Onde há pavimentação, ainda se enfrenta o número excessivo de lombadas que dificultam o tráfego. A prometida resolução de grande parte do problema com a Operação Tapete Preto não se confirmou, pois a segunda etapa dos trabalhos de pavimentação e drenagem das ruas da capital anda a passos lentos e só tem previsão de ser concluída até o primeiro trimestre de 2008.

As dificuldades não são apenas para quem dirige automóveis. A região sofre ainda com falta de refúgios para ônibus, calçadas em estado precário e fora dos padrões técnicos e o grande volume de lixo. Para o empresário Fernando Marcondes de Mattos, diretor do Costão da Santinho, a Estrada Onildo Lemos precisa receber obras urgentes antes da realização do evento, que tem previsão de reunir mais de 800 congressistas. “Os participantes deste tipo de evento estão acostumados com locais de excelente infra-estrutura como Dubai, por exemplo, onde foi realizado o último encontro”, diz Mattos. Marcondes lembra que há locais na região para se fazer os recuos para os ônibus e para construir calçadas padronizadas. Na avaliação do empresário, só basta um pouco mais de boa vontade, porque há recursos para isso. Ele explica ainda que o WTTC é um evento muito especial, tanto que os participantes chegarão a Florianópolis em voôs especiais e terão seis helicópteros à disposição para traslados. “É um congresso muito importante para Florianópolis, vai elevar ainda mais o nome da cidade” , acrescenta Marcondes.

Outra questão apontada por ele é a das péssimas condições em que se encontram as rodovias SC-401 e 403, que levam para o norte da Ilha, e o alto número de lombadas na região dos Ingleses e Santinho. “São 26 lombadas que iniciam no morro do Maurício e terminam na chegada do hotel. porque não substituir essas lombadas por lombadas eletrônicas que não danificam os veículos e ainda geram recursos”, questiona o empresário.
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FONTE : Jornal Folha do Norte da Ilha
Rua Quadrangular, 638 - Ingleses
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Praia da Daniela pode mudar de nome


Por mais trivial que possa parecer, o nome de uma localidade tem grande importância para a identidade cultural e tradições de sua comunidade. Uma discussão surgiu no sentido de mudar o nome da Praia da Daniela para Pontal do Jurerê, a denominação geográfica e tradicional da região. Tanto que, no último trimestre do ano passado, o Conselho Comunitário da Daniela convocou Assembléia Geral Extraordinária na sua sede e aprovou mudança no estatuto da entidade que incluiu alterar seu nome para Conselho Comunitário Pontal do Jurerê e ainda passou a adotar a sigla CCPontal, em substituição à antiga CCDal. Segundo o conselho informa em seu informativo, “A Voz do Portal”, que também teve seu nome mudado para se ajustar à nova proposta, esse é o nome que consta inclusive nas escrituras públicas de compra e venda de terrenos no local.

Segundo a entidade explica, o nome Daniela vem do Loteamento Balneário Daniela, localizado na região, que ganhou essa denominação no início dos anos 70 em homenagem a uma das netas do empreendedor imobiliário. Mas, oomo a publicação aponta, mesmo nas escrituras de lotes vendidas pela firma responsável pelo empreendimento, a localidade é descrita como Pontal do Jurerê, situado no distrito de Canasvieiras. Além disso, defende a entidade, se novos empreendimentos do mesmo gênero, com outros nomes, fossem edificados no local, estariam da mesma forma localizados no Pontal do Jurerê. “O que desejamos com a proposta, aprovada por unanimidade pela atual diretoria, depois pela assembléia geral e que tem merecido acolhida simpática de parte dos moradores, é a retomada do nome”, informa o conselho.

Não é a primeira vez que existe uma questão desse gênero na capital. O próprio nome da cidade foi alvo de um movimento que pretendia mudá-lo de Florianópolis para sua antiga denominação Desterro. A justificativa era a questão histórica, pois o nome atual vem do ex-presidente do Brasil Floriano Peixoto, que ordenou o massacre de cerca de 200 pessoas, ocorrido na Fortaleza do Anhatomirim, durante a Revolução Federalista no final do século 19. Chegou a ser criado um comitê na Câmara de Vereadores para discutir o lançamento de um plebiscito sobre o assunto, mas a proposta não foi adiante.

Esgoto do Lamin já tem ordem de serviço

Com a retomada da normalidade no norte da Ilha, passado o drama das cheias, a região volta a receber novas obras de infra-estrutura. A ordem de serviço para a implantação da continuidade do sistema de tratamento do esgoto de Canasvieiras, que atenderá o Canto do Lamin, foi entregue na segunda quinzena de janeiro pelo presidente da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), Walmor De Luca. As obras irão atender a uma população de 3.050 habitantes. O investimento total soma cerca de R$ 1,2 milhão, com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes). A previsão de conclusão dos trabalhos é de 180 dias. O sistema que será construído no Canto do Lamin tem rede coletora de esgotos com 3.846 metros de extensão e diâmetro de 150 milímetros, linha de recalque com 684 metros e duas estações elevatórias com vazões de 3 e 12 litros por segundo, permitindo 278 ligações domiciliares.

Na mesma semana, foram entregues ordens de serviço para implantação dos sistemas de esgotos de Cacupé, Santo Antonio e Sambaqui. A população a ser beneficiada soma cerca de 14 mil habitantes. O investimento, também feito com recursos do PAC/Bndes, é da ordem de R$ 14 milhões. O sistema do Cacupé, Santo Antonio e Sambaqui terá rede coletora com 22.818 metros, diâmetros de 150 a 250 milímetros, 5.832 metros de emissários terrestres, nove estações elevatórias com vazões de 2 a 15 litros por segundo e estação de tratamento de esgotos. Também foram lançadas licitações para as obras do emissário submarino dos Ingleses, única parte que falta do sistema de tratamento, e a implantação dos serviços em Ponta das Canas, Cachoeira do Bom Jesus, Jurerê, Daniela e Pântano do Sul. Também foi entregue ordem de serviço para a realização das obras do tratamento de esgoto da Tapera, no Sul da Ilha, com investimentos da ordem de R$ 2,7 milhões e um total de 1.015 ligações domiciliares.

Com essas obras, a projeção é que 60% da população da capital passarão a contar com saneamento. A administração municipal estima que atualmente 52% dos habitantes têm o serviço e a meta é chegar ao final do atual mandato com 80% de atendimento.
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FONTE : Jornal Folha do Norte da Ilha
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ESTÁ NO AR A ANDA: Agência de Notícias de Direitos Animais –


Agência surge, segundo seus criadores, para difundir os valores de uma nova cultura, mais ética, mais justa e preocupada com a defesa e a garantia dos direitos animais.

Com a proposta de abrir um canal com todas as mídias e colocar em discussão assuntos que até hoje não tiveram espaço ou foram mal debatidos, está no ar, há poucos dias, a Anda - Agência de Notícias de Direitos Animais. Ela surge, segundo seus criadores, "para difundir na mídia os valores de uma nova cultura, mais ética, mais justa e preocupada com a defesa e a garantia dos direitos animais".

A equipe é multidisciplinar, composta de jornalistas colaboradores de todo o país, filósofos, biólogos, nutricionaistas, advogados, promotores, professores, escritores, publicitários, artistas, estudantes e ativistas, com algo em comum: a defesa dos direitos animais.

A proposta da Anda é servir também de referência a toda sociedade, respondendo aos questionamentos e incentivando novas atitudes, sempre sob o foco dos direitos animais.

A Anda surgiu por iniciativa da jornalista, vegana – que não consume produtos de origem animal - e ativista em defesa dos direitos animais Silvana Andrade, que tem 25 anos de experiência na imprensa brasileira.

Endereço : http://www.anda.jor.br/
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FONTE : ANDA/EcoAgência http://www.ecoagencia.com.br/?open=noticias&id===AUVZ0cW5mTHNlRaVXTWJVU