quinta-feira, 25 de janeiro de 2018



Resumo diário de notícias selecionadas
dos principais jornais, revistas, sites especializados e blogs,
além de informações e análises direto do ISA


HOJE:
Alimentação, Amazônia, Belo Monte, Cidades, Desmatamento, Hidrelétricas, Povos Indígenas, Terras Indígenas, UCs
Ano 17
24/01/2018


Desmatamento



Infrator ganha crédito para extrair madeira no Mato Grosso

O ano passado foi generoso com Hidemar Finco. Mesmo após ser autuado e embargado pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) por fraudar documentos e roubar árvores da Terra Indígena (TI) Parque do Aripuanã, o madeireiro obteve do governo de Mato Grosso uma nova licença de exploração florestal.Dono de duas fazendas vizinhas no norte do Estado, Finco é um dos beneficiários da explosão na concessão de créditos florestais para a exploração de madeira nativa. - FSP, 24/1, Ciência, p. B7

 


Terras Indígenas



Contestada, autorização de exploração em terra indígena acabou suspensa

A Secretaria de Meio Ambiente (Sema) de Mato Grosso aprovou licença florestal para extração de madeira dentro de uma terra indígena, o que é ilegal. Contestada pelo Ibama e pela Funai, a concessão acabou suspensa. Localizada entre Mato Grosso e Pará, a Terra Indígena (TI) Kayabi foi homologada em abril de 2013. O governo de MT entrou com ação contra a criação da TI. No final daquele ano, o STF suspendeu o registro imobiliário em caráter liminar. "A decisão liminar do STF suspendeu o registro da área, o último ato do processo de regularização fundiária. Em nenhum momento, o STF desconstituiu ou anulou a demarcação da terra indígena, que está homologada por decreto presidencial", afirma Juliana De Paula Batista, advogada do ISA - FSP, 24/1, Ciência, p.B7

 


Cidades



Apesar de não transmitirem febre amarela, mais de 100 macacos foram mortos este ano no Estado do Rio

Somente este mês, 104 macacos mortos foram levados ao Instituto Jorge Vaitsman, órgão municipal responsável pela necrópsia de todos os primatas do estado - a média é de 4,5 por dia, bem maior que a registrada ao longo de todo o ano passado, 1,6. Funcionários da instituição estão assustados, já que pelo menos 50% dos animais têm sinais de envenenamento ou agressões, o que leva especialistas a acreditarem que o Rio de Janeiro começa a assistir a uma matança motivada por um grave engano: muitas pessoas pensam que primatas são transmissores da febre amarela - O Globo, 24/1, Rio, p.12

 

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