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segunda-feira, 23 de janeiro de 2023
Iniciativa vai criar primeira casa de alvenaria sustentável do Brasil
Projeto de retrofit contará com materiais recicláveis, madeira de reflorestamento, água de reúso e energia solar; imóvel servirá de modelo para profissionais e estudantes de arquitetura e engenharia civil.
Uma iniciativa da Paulo Cardoso Comunicações, em parceria com empresas de arquitetura, de produção de madeira tratada, painéis de madeira, energia solar, de sustentabilidade, decoração e construção civil, vai transformar um imóvel na Grande São Paulo na primeira casa de alvenaria sustentável do Brasil. A obra faz parte do projeto intitulado “My Wood Home” e irá utilizar madeira de reflorestamento, além de água de reúso, entre outras soluções verdes.
O projeto é da Scali Wood+Arch, que reformará uma casa localizada entre os municípios de Jundiaí e Franco da Rocha, na Grande São Paulo. O imóvel, que tem cerca de 400 m² de área construída, passará a ter 450 m². O projeto prevê seis suítes, um espaço em conceito aberto com cozinha, sala de jantar e sala de tv, um deck, área gourmet, solarium, um lago, um escritório, uma lavanderia e uma adega, distribuídos entre pisos inferior, térreo e superior.
“Vamos fazer um retrofit, que é a modernização dessa casa, da década de 90. O projeto prevê uma construção híbrida, mesclando estruturas de madeira com vedações diversas. Um dos nossos objetivos é mostrar o quanto a madeira é prática, barata, confortável e sustentável”, afirma Silvia Scali, arquiteta responsável pelo projeto.
Segundo levantamento do Green Building, entre 2019 e 2021, o número de projetos com esta preocupação ambiental cresceu 22% no Brasil. O instituto ainda aponta que o Brasil já é o quinto país do mundo com mais construções no padrão ESG (sigla, em inglês, para práticas ambientais, sociais e de governança).
O projeto começou a ser idealizado ainda em 2008 após uma viagem do proprietário do imóvel, o jornalista Paulo Cardoso, CEO da Paulo Cardoso Comunicações e idealizador do congresso e do workshop My Wood Home, para a Argentina, onde conheceu projetos sustentáveis com madeira. A previsão é concluir a reforma até o final de 2023.
A ideia é que tanto o projeto de modernização quanto o imóvel sirvam de modelo para a construção civil brasileira, para as empresas parceiras do projeto poderem usar o espaço como um showroom e, principalmente, para que sejam realizados workshops para estudantes de arquitetura e engenharia civil.
Tendência
“Atualmente, todas as empresas precisam adotar um olhar mais atento para as práticas de ESG. A construção civil brasileira é exemplo de segmento que caminha na direção de projetos mais sustentáveis. Temos certeza de que essa iniciativa ajudará o mercado a entender ainda mais a importância da madeira nos projetos”, afirma Silvio Lima, especialista em madeiras e gerente da unidade industrial da Montana Química, multinacional brasileira parceira do projeto.
A parceria incluirá ajudar no tratamento e preservação da madeira de eucalipto roliço das estruturas, dos decks, das portas, das janelas e dos pisos. Por fim, a empresa também oferecerá as texturas e soluções de seu catálogo.
Sobre a Montana Química
A Montana Química construiu a reputação de especialista no tratamento, proteção e preservação de madeira no mercado graças ao seu principal valor, presente no coração da empresa desde 1953: preservar para o futuro. A multinacional investe continuamente em pesquisa e desenvolvimento, parque industrial e capacitação do seu capital humano para desenvolver produtos e serviços de alta qualidade. A Montana possui duas unidades de negócios: industrial, que abrange a linha de preservação e produtos de alto desempenho para a indústria moveleira, e varejo, que abrange a linha de acabamentos e complementos.
#Envolverde
Em 2022, Amazônia teve maior desmatamento em 15 anos, diz Imazon
Por Agência Brasil –
Foi o quinto ano consecutivo de recorde de desmatamento
O desmatamento na Amazônia bateu novo recorde em 2022, ano em que a cobertura vegetal da floresta perdeu 10.573 km², o equivalente a quase 3 mil campos de futebol, segundo relatório divulgado nessa quarta-feira (18) pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).
Pelo monitoramento feito via satélite, 2022, que atingiu seu maior patamar desde 2008, quando o Imazon começou a monitorar a Região Amazônica.
Nos últimos 4 anos, a perda florestal na Amazônia foi de 35.193 km², segundo o Imazon. A área supera as de estados como Sergipe (21 mil km²) e Alagoas (27 mil km²). O período coincide com o mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro, que costumava desacreditar dados sobre o desmatamento.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem prometido dar prioridade ao assunto. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, tem dado declarações sobre a preservação da floresta. Em uma das primeiras medidas, foi destravado o Fundo Amazônia, que conta com doações da Alemanha e Noruega para serem aplicados em ações de proteção ambiental.
“Esperamos que esse tenha sido o último recorde de desmatamento reportado pelo nosso sistema de monitoramento por satélites, já que o novo governo tem prometido dar prioridade à proteção da Amazônia”, disse a pesquisadora Bianca Santos, da Imazon, no material divulgado nesta quarta-feira (18).
O instituto destacou o salto de desmatamento registrado em dezembro, mês em que 287 km² de floresta foram derrubados, aumento de 150% em relação ao mesmo mês de 2021 (140 km²) e pior último mês do ano de toda série histórica.
“No último mês do ano, houve uma corrida desenfreada para desmatar enquanto a porteira estava aberta para a boiada, para a especulação fundiária, para os garimpos ilegais e para o desmatamento em terras indígenas e unidades de conservação. Isso mostra o tamanho do desafio do novo governo”, disse Carlos Souza Jr, coordenador do monitoramento da Amazônia no instituto, no material de divulgação.
Cerca de 80% da área desmatada em 2022 ficam em terras sob responsabilidade do governo federal (8.443 km²). Outros 11% de território destruído fica sob jurisdição dos governos estaduais (1.130 km²).
Ainda de acordo com o relatório, o estado que mais desmatou em 2022 foi o Pará (3089 km²), seguido por Amazonas (2270 km²) e Mato Grosso (1228 km²).
Todas as informações sobre o relatório de monitoramento do desmatamento da Amazônia pode ser encontrado no portal do Imazon.
#Envolverde
Há provas de que Bolsonaro cometeu genocídio contra os Yanomami, diz organização indígena
Por Murilo Pajolla para o Brasil de Fato –
Maior entidade indígena de Roraima diz que denúncias foram ignoradas e responsabiliza políticos e empresários do garimpo
O Conselho Indígena de Roraima (CIR) garante haver evidências suficientes para julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por genocídio de povos indígenas. Entre elas, o sucateamento e a militarização da Funai, que fortaleceu o garimpo ilegal e resultou na crise humanitária enfrentada pelos Yanomami.
“Há relatos, documentos e registros oficiais de que estava em curso um projeto de extermínio dos povos indígenas no Brasil, principalmente na Terra Indígena Yanomami”, declarou o assessor jurídico do CIR, o advogado Ivo Macuxi, em entrevista disponível na íntegra a seguir.
O CIR acompanhou a visita de Lula (PT) à Boa Vista (RR), onde o presidente anunciou medidas emergenciais para acabar com o garimpo ilegal. Com mais de 50 anos de existência, a entidade atua em 35 terras indígenas e ajudou a denunciar o descaso do governo federal com a emergência sanitária dos Yanomami.
“A gente espera que sejam adotadas medidas urgentes. É preciso acelerar o processo de retirada de invasores da Terra Indígena, que está gravando a situação”, afirmou o assessor jurídico do CIR.
Ao Brasil de Fato, Ivo Macuxi disse também que é preciso responsabilizar políticos locais, que estimularam a expansão do garimpo em terras indígenas. E pediu punição a empresários, que lucram alto com a atividade ilegal.
Confira abaixo a entrevista completa.
Brasil de Fato: Bolsonaro é responsável pela crise humanitária nos Yanomami?
Ivo Macuxi: Nos últimos quatro anos houve o desmonte de dos órgãos fiscalizadores e de proteção aos povos indígenas. Principalmente da Funai, que passou por um processo de militarização.
Mesmo assim, as lideranças indígenas e organizações Yanomami têm denunciado o descaso e a omissão deliberada do poder público federal. Hoje vemos que não foi em vão, que as denúncias foram encaminhadas e agora estão repercutindo porque o novo governo assumiu o compromisso de fazer alguma coisa para proteger e salvar o povo Yanomami.
Há relatos, documentos e registros oficiais de que o que estava em curso era um projeto de extermínio dos povos indígenas no Brasil, principalmente na Terra Indígena Yanomami.
Ivo Cípio Macuxi, assessor jurídico do Conselho Indígena de Roraima / Reprodução/Facebook
Quantas vezes o CIR pediu ajuda do governo Bolsonaro para a Terra Indígena Yanomami?
A gente fez pelo menos cinco denúncias diante dessa omissão. A Hutukara Associação Yanomami denunciou mais de 20 vezes ao longo dos anos. Denunciamos através de cartas e relatórios.
Mas, diante da omissão, começamos a fazer ações emergenciais para atender os indígenas com alimentação. Começamos a fazer campanhas por atendimento a comunidades que estavam em situação crítica.
Inclusive pedimos apoio do Ministério da Defesa e do Ministério da Justiça e Segurança Pública na questão logística para levar alimentação. Mas a gente não conseguiu resposta. Agora, com esse governo [federal], a gente pretende fortalecer o diálogo para continuar as ações de atender as comunidades indígenas.
Você tem expectativa de que o Bolsonaro responda criminalmente por essa conduta, seja em uma corte internacional ou internamente no Brasil?
Claro. Há provas contundentes de que isso de fato estava acontecendo, que eles [governo Bolsonaro] estavam negando atender o povo Yanomami.
Com a militarização da Funai, foram colocadas pessoas sem conhecimento técnico, sem conhecimento da realidade dos povos indígenas, dessas particularidades culturais. Pessoas que desconhecem tudo isso e não sabem lidar com povos indígenas.
Tudo o que se revelou nos últimos dias reforça as denúncias de que o governo Bolsonaro cometeu crime de genocídio contra os povos indígenas
Isso causou o atraso da execução de políticas públicas, que gerou a falta de atendimento na saúde, na educação e na proteção territorial.
Qual a responsabilidade dos políticos do estado de Roraima?
Pouco se fala dos governos locais. Mas houve sim participação integral de muitos deles, inclusive do governo do estado de Roraima. O governador Antônio Denarium, por exemplo, apresentou um projeto de lei para legalizar o garimpo que posteriormente foi derrubado pelo Supremo Tribunal Federal, porque os povos indígenas se mobilizaram.
Mesmo assim, foi apresentado um novo projeto proibindo destruição de equipamentos apreendidos no garimpo e proibindo a participação das forças policiais do estado de Roraima no apoio à Polícia Federal e Exército nessas operações. Então houve sim participação de políticos e governantes locais e, inclusive, de vários empresários.
Há uma investigação em curso sobre a participação do empresário Rodrigo Cataratas [por suspeita de promover apoio logístico ao garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami. Esse empresário foi candidato [a deputado federal] pelo partido de Bolsonaro. Felizmente ele não chegou a ganhar. Então há forte influência de políticos e empresários locais.
Uma operação da Polícia Federal chegou investigar desvio de medicamentos que foram comprados para tratar os indígenas…
Isso, há essa influência de políticos locais de indicar pessoas e apadrinhados políticos para desviar recursos e atender empresários locais. Então chegou o momento de mudar isso. O governo deve respeitar as indicações do movimento indígena.
Qual deve ser o próximo passo para solucionar de uma vez por todas a situação dos Yanomami?
A gente espera que sejam adotadas medidas urgentes. É preciso ações para atender o povo Yanomami e, de fato, acelerar o processo de retirada de invasores da Terra Indígena, que está gravando a situação.
Há inclusive decisão judicial determinando que a União cria o plano emergencial de atendimento aos indígenas e de retirada dos invasores. Isso tem que ser feito na prática, com participação das lideranças e organizações indígenas que atuam com o povo Yanomami.
As lideranças indígenas seguem ameaçadas nos territórios. Estão expostas a garimpeiros armados, muitas vezes ligados a facções criminosas do Sudeste. Como protegê-las?
É verdade. Existe uma rede proteção federal, mas deveria ser adaptada à realidade indígena. A gente precisa garantir a proteção dessas pessoas, ouvindo as lideranças e a realidade de cada uma. Não existe nenhum programa específico de proteção a esses povos.
Há inclusive lideranças que estão no Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH). Mas isso não garante, de fato, a proteção interna. E, com essas denúncias, a repercussão da situação da terra Yanomami veio à tona, inclusive essa dificuldade na segurança.
Edição: Rodrigo Durão Coelho
*Crédito da imagem destacada: Bolsonaro é acusado por organizações indígenas de negar atendimento aos Yanomami – Mauro Pimentel / AFP
#Envolverde
No Brasil, 64% desejam trabalhar menos
Estudo encomendado pela VR traz a visão do trabalhador em sua relação com o trabalho e rotina
Uma pesquisa encomendada pela VR ao Instituto Locomotiva apontou que a maioria dos trabalhadores gostaria de dedicar menos tempo ao trabalho e às tarefas domésticas. O levantamento foi realizado no final do segundo semestre de 2022 e ouviu trabalhadores em todo Brasil.
Segundo o estudo, o número de trabalhadores que gostariam de dedicar menos tempo ao trabalho chega a 64%, enquanto 52% dos entrevistados afirmam que gostariam de dispensar menos tempo nas tarefas domésticas. Por outro lado, quando questionados sobre quais atividades gostariam de dispensar mais tempo, 81% responderam saúde, 75% ao lazer e cultura, e 70% aos estudos.
“A pandemia trouxe reflexões sobre a prioridade do bem-estar. Com a mudança de rotina e, em alguns casos, uma maior carga de trabalho impactando a vida pessoal, os trabalhadores passaram a repensar seus hábitos e eleger prioridades. Houve um redirecionamento sobre propósitos e valores, “explica Priscila Abondanza, diretora executiva de Experiência do Cliente da VR.
Sobre a VR
Pioneira no setor, a VR está implementando sua estratégia de ir muito além de benefícios, oferecendo serviços como Conta Digital, Marketplace de Produtos, Programa de Fidelidade, Super APP do trabalhador, Serviços de Mobilidade e Ponto Eletrônico, entre outros. As inovações, desenvolvidas em associação com um ecossistema de startups, são dedicadas aos empreendedores, empresas, estabelecimentos comerciais e trabalhadores. A VR possui mais de 50 mil empresas clientes e mais de 550 mil pontos de aceitação em todo o país.
#Envolverde
Engenheiros criam turbina eólica sem pá que é mais barata e não ameaça pássaros
Por Olhar Animal –
Já imaginou turbinas eólicas que podem ser instaladas em qualquer ambiente externo para gerar eletricidade – como jardins de casas, garagens de prédios e pátios de empresas –, exatamente como já acontece com os painéis solares?
Pois o engenheiro espanhol David Yáñez não só imaginou como já tem protótipos funcionando (com sucesso) mundo afora. Trata-se da Vortex Bladeless, estrutura que desenvolveu com sua equipe, com financiamento da União Europeia, que funciona como uma turbina eólica, mas sem a necessidade de pás.
Isso porque a Vortex Bladeless é composta por cilindros oscilantes que vibram quando em contato com o vento – movimento esse que substitui o feito pelas pás eólicas.
Segundo os engenheiros, o processo todo fica 30% mais barato, já que a instalação e manutenção de uma turbina sem as estruturas de pá são muito mais simples. Além disso, as turbinas sem pá também são silenciosas e não ameaçam a vida dos pássaros que voam pela região, ao contrário das convencionais.
100 protótipos pré-comerciais, com 85 centímetros de altura cada, já estão sendo testados mundo afora, com excelentes resultados. Será que a tendência vem?
Por Débora Spitzcovisky
Fonte: The Greenest Post
#Envolverde
domingo, 22 de janeiro de 2023
MapBiomas é premiado no Fórum Econômico Mundial
A Schwab Foundation for Social Entrepreneurship anunciou hoje, durante o Fórum Econômico Mundial, 16 iniciativas de todo o mundo que foram reconhecidas por seu impacto e inovação social. Entre os premiados está o MapBiomas: a rede colaborativa de mais de 70 organizações, que começou no Brasil e hoje está presente em 14 países, destacou-se por seu trabalho de monitoramento de cobertura e uso da terra para promover a conservação e gestão sustentável dos recursos naturais e combater as alterações climáticas.
O reconhecimento se deu dentro de uma nova categoria do prêmio Inovadores Sociais do Ano – Inovação Social Coletiva. Ela foi criada para dar visibilidade a modelos inovadores de colaboração e impacto coletivo que têm cada vez mais destaque nas ações de transformação social. Nesta categoria, inédita, o MapBiomas é um dos primeiros ganhadores.
“Problemas complexos não podem ser resolvidos por organizações isoladas, e os premiados da Schwab Foundation deste ano mostram novos modelos de colaboração entre setores usando tecnologia inovadora, redes humanas e recursos e conhecimentos compartilhados. Muitos inovadores sociais têm uma longa história de trabalho em colaboração com outros. A ambição agora é criar mudanças sistêmicas por meio de esforços coletivos”, disse François Bonnici, diretor da Schwab Foundation for Social Entrepreneurship.
A geração de mudanças sistêmicas foi uma das metas de Tasso Azevedo, quando liderou a concepção do MapBiomas, reunindo ONGs, universidades e startups de tecnologia. “O acesso livre a informações e dados atualizados, históricos e de qualidade sobre o uso e cobertura da terra é premissa para a implantação de políticas públicas, combate ao desmatamento e para a atuação responsável de empresas. Hoje qualquer pessoa com acesso à internet tem condições de verificar o que está acontecendo em todo o território nacional, que foi repartido em módulos de 30 metros quadrados, analisados segundo sua cobertura, seu uso e sua situação fundiária, entre outros critérios”, detalha.
A categoria Inovação Social Coletiva soma-se a outras três, que nortearam a escolha dos premiados até o ano passado: Empreendedores Sociais, Intraempreendedores Sociais Corporativos e Intraempreendedores Sociais Públicos. Os vencedores são selecionados pelos membros do Conselho da Fundação Schwab. O comitê de seleção inclui Helle Thorning-Schmidt, que foi Primeira Ministra da Dinamarca entre 2011 e 2015, a especialista em inovação social Johanna Mair, Professora de Organização, Estratégia e Liderança na Hertie School of Governance na Alemanha, e H.M. Rainha Mathilde da Bélgica, Membro Honorário do Conselho.
“Os Inovadores Sociais do Ano de 2023 representam uma geração de líderes de mudanças sociais e ambientais que demonstram que modelos inovadores de cooperação e ação em todos os setores são essenciais para progredir nos desafios complexos que enfrentamos”, disse Hilde Schwab, cofundadora e presidente da Fundação Schwab para Empreendedorismo Social.
Os Prêmios da Fundação Schwab 2023 são realizados em uma parceria de longo prazo com a Fundação Motsepe, baseada na filosofia de “Ubuntu”, o conceito africano de doar e cuidar de seu próximo e outros membros de sua comunidade. “Os empreendedores sociais atuam como uma ponte que conecta a ética e os valores aos nossos princípios de negócios. Acredito que esses empreendedores estão projetando um modelo para economias significativas, reimaginando o progresso durante esses tempos incertos”, disse Precious Moloi-Motsepe, copresidente da Fundação Motsepe e chanceler da Universidade da Cidade do Cabo.
Sobre MapBiomas: iniciativa multi-institucional, que envolve universidades, ONGs e empresas de tecnologia, focada em monitorar as transformações na cobertura e no uso da terra no Brasil,
para buscar a conservação e o manejo sustentável dos recursos naturais, como forma de combate às mudanças climáticas. Esta plataforma é hoje a mais completa, atualizada e detalhada base de dados espaciais de uso da terra em um país disponível no mundo. Todos os dados, mapas, métodos e códigos do MapBiomas são disponibilizados de forma pública e gratuita no site da iniciativa. Além disso, a rede MapBiomas ampliou-se para outras regiões e países como na Amazônia, Chaco, Bosque Atlântico, Pampa Sul-americano e Indonésia, como também gera outros produtos como MapBiomas Alerta, MapBiomas Fogo e MapBiomas Água.
Sobre a Fundação Schwab: A Fundação Schwab apoia novos modelos de mudança social, aliando valores e dedicação aos melhores princípios empresariais para criar um mundo mais justo, sustentável e equitativo. Hoje, a fundação tem uma próspera comunidade de mais de 450 empreendedores sociais globais que impactaram a vida de quase 1 bilhão de pessoas em 190 países. Os empreendedores oferecem acesso a saúde, educação, moradia, finanças, habilidades digitais e redes de defesa, resultando em empregos, criação de oportunidades econômicas, melhoria da saúde e estabilidade.
#Envolverde
5àsec promove ação que prevê plantio de 4 mil mudas de árvores nativas brasileiras
A campanha ‘Quem planta sustentabilidade, colhe Ecobag’ conta com a parceria do Projeto Plantar
Tendo a operação brasileira como a mais bem sucedida em nível global, a 5àsec no País promove diversas ações com objetivo de engajar o público com iniciativas que envolvem as esferas sociais e ambientais. Para iniciar 2023, a rede, que é a maior do segmento de lavanderia no Brasil, lança o projeto ‘Quem planta sustentabilidade, colhe Ecobag’. A campanha será realizada de janeiro a abril deste ano e visa o plantio de 4 mil mudas de árvores nativas brasileiras.
A ação será realizada em parceria com o Projeto Plantar, que é uma startup de reflorestamento voluntário da América Latina, garantindo que as mudas sejam plantadas em áreas degradadas pertencentes a Bacia do Rio São Francisco. Todas as árvores plantadas, por meio da participação dos clientes 5àsec, contam ainda com um QR Code para acompanhamento das etapas do processo de plantio, sendo elas: a germinação, a produção da muda, o plantio e o acompanhamento pós plantio. As informações poderão ser acessadas pelo site da marca.
Muito além do reflorestamento, a iniciativa da rede também reforça a importância da reciclagem para o meio ambiente. Desta forma, além do plantio de mudas, a campanha oferece aos consumidores uma Ecobag produzida a partir de garrafas PETs, permitindo a redução do descarte irregular de plásticos na natureza. Para ganhar uma bolsa exclusiva da marca, o cliente deve juntar quatro selos na mesma unidade, sendo que a cada compra acima de R$ 150, um selo é retirado.
“O projeto foi criado com a intenção de conscientizar a população sobre a importância da reciclagem e do meio ambiente em nossas vidas. A 5àsec, há muito anos, conta com iniciativas que protegem a natureza, como o descarte correto da água usada nas máquinas de lavar, uso de produtos químicos menos evasivos e economia de água e luz, porém, sentimos que era preciso uma iniciativa mais efusiva. A campanha ‘Quem planta sustentabilidade, colhe Ecobag’ veio para reforçar o papel fundamental de todos na luta contra o desmatamento das nossas florestas e saúde do planeta”, finaliza o presidente da marca no Brasil, Fábio Roth.
Para fortalecer o projeto, as lojas participantes, espalhadas pelo Brasil, contarão com uma identidade visual exclusiva da ação, além de ativações em redes sociais para elevar o engajamento para a proposta de reflorestamento de uma das mais importantes Bacias Hidrográficas do Brasil.
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