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terça-feira, 5 de março de 2019

Ministério Público entra com ação contra mineração em terras indígenas

MPF aponta inconstitucionalidade em milhares de pedidos de títulos minerários.
O Ministério Público Federal do Amazonas ingressou com ação civil pública (ACP) pedindo o indeferimento de todos os requerimentos de pesquisa ou lavra minerais incidentes sobre terras indígenas (TIs) no estado do Amazonas. Os pedidos encontram-se suspensos (sobrestados, no linguajar técnico) na Agência Nacional de Mineração (ANM), o que confere às mineradoras solicitantes preferência em uma eventual regulamentação de artigos constitucionais relacionados à exploração minerária em TIs.
A ação requer, ainda, que a ANM seja impedida de sobrestar futuros pedidos voltados para a mineração em terras indígenas, tendo o órgão, obrigatoriamente, que indeferir solicitações dessa natureza. Segundo o texto protocolado pelos procuradores do MPF, a “suspensão dos procedimentos, levada a cabo pela ANM, não é albergada pela legislação brasileira constitucional e infraconstitucional, tratando-se de prática violadora das normas protetivas ao meio ambiente e às comunidades tradicionais indígenas”.
Para fundamentar parte da ação, MPF utilizou o estudo Mineração na Amazônia Legal e Áreas Protegidas, lançado pelo WWF-Brasil em outubro de 2018. Segundo a publicação, que utilizou dados do Ministério do Meio Ambiente, da Agência Nacional de Mineração e da Fundação Nacional do Índio (Funai), existem mais de 4 mil requerimentos de títulos minerários sobrepostos a terras indígenas na região amazônica, colocando em risco comunidades, biodiversidade e recursos naturais nesses territórios.
Segundo Maurício Voivodic, diretor-executivo do WWF-Brasil, a ação ajuizada pelo Ministério Público é oportuna e deve ser vista como um importante alerta público. “No atual contexto, em que ganham força as ameaças a unidades de conservação, aos direitos e territórios dos povos tradicionais, é fundamental que toda a sociedade brasileira esteja vigilante em relação a ameaças como a mineração em terras indígenas”, analisou.
O texto da ACP reitera que qualquer ação voltada para pesquisa ou lavra minerária no interior de terras indígenas só pode ocorrer mediante autorização expressa do Congresso Nacional. Isso ocorre, ainda conforme os procuradores do MPF, pelas “peculiaridades inerentes aos impactos da atividade sobre o meio ambiente e as comunidades tradicionais”. Porém, uma vez que a regulamentação da atividade de mineração nas TIs não existe, tais solicitações não poderiam sequer ser acolhidas pela Agência Nacional de Mineração.
Adicionalmente, o artigo 231 da Constituição, bem como a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, da qual o Brasil é signatário, determinam que qualquer projeto que proponha empreendimento com potencial impacto a povos tradicionais deva ser objeto de consulta prévia, livre, de boa-fé e informada, cabendo às comunidades deliberar sobre a possibilidade de se levar adiante ou não o processo. No caso em discussão, conforme o texto da ação civil pública, ao não rejeitar prontamente as solicitações das mineradoras, a ANM concretiza “medida administrativa capaz de afetar o povo titular do território sobre o qual incide o requerimento”, sem qualquer consulta, caracterizando flagrante inconstitucionalidade.
Os procuradores do MPF apresentaram, ainda, algumas decisões já tomadas em cortes em Roraima e Amapá (ainda em fase de apelação) em ações similares ingressadas pelo MPF. As duas ACPs mencionadas condenam a ANM, à época DNPM, a cancelar requerimentos pendentes de pesquisa e lavra mineral em terras indígenas nos dois estados amazônicos.
O coordenador de políticas públicas do WWF-Brasil, Michel Santos, lembrou que o garimpo ilegal é, reconhecidamente, um importante vetor de desmatamento na Amazônia. “É necessário o rápido indeferimento dos requerimentos de títulos em toda área protegida, com vistas a minimizar a corrida pela mineração e as atividades ilegais nesses territórios”, afirmou.
A ação é subscrita pelos procuradores Ana Carolina Haliuc Bragança, Fernando Merloto Soave e José Gladston Viana Correia.
(#Envolverde)

Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, exonera 21 superintendentes do Ibama

Por Redação Brasil de Fato* – 
Um dos superintendentes demitidos é o de MG que alertou em 2018 sobre risco de rompimento na barragem em Brumadinho
O Diário Oficial da União publicou nesta quinta-feira (28) a exoneração de 21 superintendentes regionais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama). O motivo das demissões ainda não foi divulgado pelo órgão responsável, o Ministério de Meio Ambiente (MMA), chefiado por Ricardo Salles.
Um dos funcionários exonerados foi Julio Cezar Dutra Grillo, superintendente do Ibama em Minas Gerais. Dutra Grillo participou de uma reunião extraordinária da Câmara de Atividades Minerárias (CMI), em 11 dezembro de 2018, cujo resultado foi a aprovação da licença para que as operações da Mina de Córrego de Feijão da Vale continuassem.
O superintendente expressou na reunião que algumas barragens no estado, como a de Brumadinho) não apresentavam “risco zero”. Conforme a ata da reunião extraordinária, Dutra Grillo teria afirmado: “Em uma negligência qualquer de quem está à frente de um sistema de gestão de risco, aquilo rompe. Se essa barragem ficar abandonada alguns anos, não for descomissionada, ela rompe, e isso são 10 milhões m³, é um quarto do que saiu de Fundão – em Mariana (MG), que rompeu há três anos –, inviabiliza Casa Branca e inviabiliza ao menos uma das captações do Paraopeba”.
Em entrevista à Rádio Itatiaia nesta quinta (28), o funcionário afirmou que a exoneração não foi surpresa. “O ministro do Meio Ambiente já tinha se manifestado algumas vezes dizendo que era intenção deles exonerar todos os superintendentes e encaminhar militares reformados para o lugar”, contou na entrevista.
Em novembro de 2018, superintendentes do Ibama de três estados da Amazônia enviaram uma carta ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, com críticas ao “esvaziamento das superintendências estaduais”.
A maioria dos superintendentes exonerados atuava no Norte e Nordeste. Seis deles no Norte (Tocantins, Roraima, Rondônia, Amapá, Acre e Amazonas), nove no Nordeste (Sergipe, Rio Grande do Norte, Piauí, Pernambuco, Paraíba, Alagoas, Bahia, Ceará e Maranhão), três no Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal), dois no Sudeste (Minas Gerais e Espírito Santo) e um no Sul (Santa Catarina).
Mais mudanças no Ibama
A Folha de S. Paulo divulgou, na terça-feira (26), o conteúdo de uma minuta de decreto enviada pelo MMA ao Ibama para análise. O texto propõe criar um “núcleo de conciliação” com poderes para analisar, mudar o valor e até anular as multas que são aplicadas pelo Ibama por crimes ambientais cometidos no território nacional.
Com a minuta, o MMA também propõe extinguir um sistema que hoje permite a participação de entidades públicas e organizações não governamentais em projetos de recuperação ambiental. 
O núcleo seria composto por “no mínimo dois servidores efetivos”, que seriam designados através de portaria conjunta do ministro do Meio Ambiente, ou seja Ricardo Salles, e “do dirigente máximo do órgão ambiental federal”. O novo presidente do Ibama, Eduardo Bim, já tem se manifestado a favor da flexibilização das regras de regulação ambiental. Antes de assumir, em dezembro de 2018, Bim defendeu, por exemplo, o “licenciamento automático para o agronegócio”.
*Com informações da BBC e Rádio Itatiaia
(#Envolverde)

Participação da comunidade é essencial na conservação

Por  – 
O trabalho com as pessoas que habitam o entorno de Unidades de Conservação (UCs) é fundamental para o êxito das ações de preservação, na medida em que os serviços ecossistêmicos não são apenas explicados, mas percebidos. Essa terceira parte encerra uma série de reportagens especiais sobre o trabalho que a Associação Caatinga vem desenvolvendo na Serra das Almas e que envolve 40 comunidades, no Ceará e Piauí.
Existem aproximadamente 1.700 famílias no entorno da Reserva Natural Serra das Almas (RNSA). A maioria vive no município de Crateús, no Estado do Ceará, nos distritos de Tucuns, Queimadas, Poty e Ibiapaba; e uma pequena parcela no distrito de Jatobá, no município de Buriti dos Montes (Piauí). São 40 comunidades, sendo 30 no Ceará e dez no Piauí, incluindo três assentamentos e duas reservas indígenas (Tabajara e Potiguara).
A Associação Caatinga, informa o biólogo e coordenador de conservação, Gilson Nascimento, acredita que, além dos esforços empregados na conservação do bioma, é preciso promover o envolvimento de toda comunidade do entorno em planos de ecodesenvolvimento, visando unir a preservação ambiental com a geração de renda para as famílias das comunidades. Por esse motivo, criou-se o Modelo Integrado de Conservação da Caatinga, que foi finalista do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, na Edição 2009.
Foram desenvolvidos, junto às comunidades, projetos que buscam identificar atividades produtivas e ambientais que gerassem oportunidades e melhorias na qualidade de vida dos habitantes. Dentre as atividades realizadas, estão: a construção participativa de cisternas, a produção de mel de abelhas nativas, de sabonetes e essências naturais de plantas da Caatinga e de artesanatos, além do replantio de mudas de árvores nativas em áreas degradadas.

Resultados

  • 27 mil pessoas beneficiadas diretamente
  • Proteção dos 6.146 hectares de caatinga da RNSA
  • Dois planos de desenvolvimento local sustentável elaborados em conjunto com a comunidade
  • Dois planos ambientais comunitários elaborados
  • 400 agricultores capacitados para o uso de queimadas controladas
Capacitação
  • 25 meliponicultores (produtores de mel)
  • 14 jovens artesãos
  • 30 artesãs em palha de carnaúba
  • 12 trabalhadores em granja comunitária

Valor da floresta em pé

“No modelo de gestão da unidade tanto na RNSA quanto para o desenvolvimento sustentável das comunidades do entorno, o importante não é só ter a reserva bem cuidada, mas ter a participação de quem está próximo como aliado. Mudar um pouco a ideia de explorar a natureza, para ser sustentável. Um grande exemplo é a Meliponicultura, que demonstra o valor da floresta em pé”, afirma Gilson.
“A Meliponicultura, no Projeto “No Clima da Caatinga” (NCC), entra como Tecnologia Social. Os agricultores do entorno da Reserva Natural Serra das Almas (RNSA) recebem uma capacitação para o manejo básico com a jandaíra, abelha sem ferrão, e saem daqui aptos a desenvolver essa atividade”, destaca Carlito Rodrigues Lima, agente de mobilização da Associação Caatinga.
Gilson explica que, nas fases 1 e 2 do Projeto “No Clima da Caatinga”, patrocinado pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Sociambiental, foram capacitados em meliponicultura 86 agricultores familiares das comunidades do entorno, que receberam 200 enxames. Carlito explica, no entanto, que a irregularidade das chuvas, que vem se repetindo desde 2010, afetou muito a atividade. “Essa ainda não é uma fonte de renda, mas uma promessa, uma vez que o manejo é fácil e o mel tem um valor dez vezes superior ao das abelhas africanas com ferrão”, esclarece.
Cícero Rufino do Nascimento continua cuidando das abelhas, apesar das dificuldades provenientes das chuvas irregulares | Foto: Eduardo Queiroz
No Assentamento Xavier, nós visitamos a casa do agricultor familiar Cícero Rufino do Nascimento, tornado também meliponicultor graças ao trabalho da Associação Caatinga. Ele conta que, antes, vivia só no cultivo de sequeiro (aquele que depende das águas das chuvas), principalmente na produção de milho e feijão. Participante do projeto entre 2006 e 2008, recebeu uma colmeia e fez mais quatro.
Em 2009, ainda chegou a tirar um bocado de mel, mas daí veio a seca e a atividade minguou. Mas ele não desistiu. “Eu quero muito bem as abelhas. É tão fácil que até uma criança pode cuidar delas”, declara. Hoje, além do cultivo de sequeiro, Cícero mantém uma pequena horta no quintal.
“Fora as tecnologias voltadas à produção, tem as de melhoria de qualidade de vida, como as cisternas, numa região que a água é bem salina para o consumo; e o fogão ecoeficiente, que usa menos lenha e tem uma chaminé que joga a fumaça para fora da casa, reduzindo o risco de doenças”, ressalta Gilson.
Antônia Generosa Lima está feliz da vida com o seu fogão ecoeficiente | Foto: Eduardo Queiroz
Na localidade de Pendência, conhecemos a agricultora e dona de casa Antônia Generosa Lima, 59. Hoje, ela gasta menos lenha e tem uma cozinha mais saudável e com uma aparência bem melhor que antes. “O fogão ecoeficiente economiza lenha por transmitir melhor o calor para a panela”, explica Carlito. “Diminuiu a fumaça, é mais rápido”, aprova dona Generosa.
Na localidade de Santa Luzia, nós visitamos a agricultora familiar Núbia Cardoso, 51, que transformou o seu pequeno quintal num verdadeiro oásis, em um ano e seis meses, graças a uma Tecnologia Sustentável que ainda é um projeto piloto para a Associação Caatinga, mas que já produz seus primeiros frutos: o Bioágua (sistema de reúso de águas cinzas).
A agricultora familiar Núbia Cardoso mostra com orgulho o seu quintal produtivo | Foto: Eduardo Queiroz
O Sistema Bioágua, explica Carlito, foca na limpeza das águas cinzas, usadas na lavagem de roupas, louças e banho. “Por meio de uma caixa de gordura, filtro, tanque de reúso e bomba, leva a água ao quintal produtivo”, enumera.
“Tinha um poço de lama no quintal, juntava muito mosquito. Só tinha dois pés de goiaba. Agora, além de goiaba, tem cebola, maxixe, laranja, coco, manga, mamão, maracujá, cheiro verde, pimenta de todo tipo, uma fartura”, alegra-se a pequena agricultora Núbia.
Antônio José Rodrigues Vale conquistou a sonhada cisterna de placas para garantir água às necessidades básicas da casa | Foto: Eduardo Queiroz
Em Malinhos, estivemos com Antônio José Rodrigues Vale, 49, aposentado por invalidez. Ele, que mora sozinho, conta que estava desesperançoso de conseguir uma cisterna para ter água para beber e cozinhar, até conhecer a Associação Caatinga. Ele trabalhava como manobrista em São Paulo e, por causa de um tumor na coluna, se aposentou e resolveu retornar à sua terra e conta com o apoio de uma empregada, todas as manhãs.


(#Envolverde)

sexta-feira, 1 de março de 2019

Imazon divulga dados do desmatamento na Amazônia e aponta aumento em comparação com janeiro do ano passado

Boletim do desmatamento da Amazônia Legal (janeiro de 2019) SAD

Por Stefânia Costa
O Imazon publicou os dados do Boletim do Desmatamento (SAD) referentes ao mês de janeiro de 2019. No total, foram detectados 108 km² de desmatamento na Amazônia Legal. Segundo o boletim, no primeiro mês de 2019, houve um aumento de 54% em comparação com os dados de janeiro de 2018.
O estado do Pará é o primeiro do ranking com áreas mais desmatadas em janeiro, com 37% do total. O Mato Grosso tem 32%, Roraima tem 16%, Rondônia ficou com 8% e os estados do Amazonas e do Acre ficaram com 6% e 1%, respectivamente.
Em janeiro de 2018, não houve detecção de degradação florestal, porém, em 2019, foram detectados 11 km² de florestas degradadas. Essa degradação ocorreu nos estados do Mato Grosso (55%), Pará (27%), Amazonas (9%) e de Rondônia (9%).
Ainda de acordo com o boletim do Imazon, em janeiro de 2019, a maioria (67%) do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. O restante do desmatamento foi registrado em assentamentos (21%), Terras Indígenas (7%) e Unidades de Conservação (5%).
A Unidade de Conservação mais desflorestada foi a APA Triunfo do Xingu, com 3 km² de desmatamento. Outras áreas de conservação como, a APA do Tapajós e a Resex Verde para Sempre, também localizadas no Pará, aparecem no ranking. A Terra Indígena Ituna/Itatá, no Pará, e Aripuanã, em Rondônia e Mato Grosso, foram as que apresentaram maiores índices de desmatamento, com 4 km² e 1,5 km², respectivamente.

Saiba mais a seguir:
Desmatamento na Amazônia
Clique na imagem para ampliar

Fonte: Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia – Imazon

in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 01/03/2019
"Imazon divulga dados do desmatamento na Amazônia e aponta aumento em comparação com janeiro do ano passado," in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 1/03/2019, https://www.ecodebate.com.br/2019/03/01/imazon-divulga-dados-do-desmatamento-na-amazonia-e-aponta-aumento-em-comparacao-com-janeiro-do-ano-passado/.

Sinopse e vídeo sobre a relações entre o crescimento do consumo de energias fósseis, do PIB, da população e do C02

videocast

Por Tomas Togni Tarquinio
Podemos afirmar que a modernidade nasce com o emprego das energias fósseis. Antes da revolução industrial a humanidade era tributária de energias renováveis, particularmente da energia humana e a dos animais. Mesmo antes do neolítico, o homem empregou a força dos seus músculos para uma produção de bens e serviços extremamente pequena. O salto na produção ocorre com a revolução industrial.
Onde há transformação, há emprego de energia. Quanto maiores forem as quantidades de energia injetadas em um sistema, maiores serão as transformações operadas neste sistema. Sem aumento do consumo de energia, não há aumento do PIB.
Com o advento das energias fósseis, carvão, petróleo e gás natural, os setores produtivos da economia jamais conheceram um processo de crescimento da produção de bens e consumo semelhante ao atual, o qual está provocando transformações importantes no meio natural.
Depois da máquina a vapor, houve crescimento vertiginoso da produção de bens e serviços (riqueza), crescimento da população e crescimento dos gases de efeito estufa. E as energias fósseis são as responsáveis por pelas transformações que ocorrem desde a revolução industrial.


in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 01/03/2019
"Sinopse e vídeo sobre a relações entre o crescimento do consumo de energias fósseis, do PIB, da população e do C02," in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 1/03/2019, https://www.ecodebate.com.br/2019/03/01/sinopse-e-video-sobre-a-relacoes-entre-o-crescimento-do-consumo-de-energias-fosseis-do-pib-da-populacao-e-do-c02/.


EcoDebate - Edição 3.159 de 01 / março / 2019


Desejamos a todos(as) um bom dia e uma boa leitura
A terra inabitável: o futuro segundo David Wallace-Wells, artigo de José Eustáquio Diniz Alves
Conhecimento indígena, chave para projetos de restauração ecológica bem-sucedida
Imazon divulga dados do desmatamento na Amazônia e aponta aumento em comparação com janeiro do ano passado
Ambientalistas criticam revisão açodada no funcionamento do Conama proposta pelo Ministério do Meio Ambiente
Sinopse e vídeo sobre a relações entre o crescimento do consumo de energias fósseis, do PIB, da população e do C02
Justiça condena ICMBio a promover regularização fundiária da Floresta Nacional (Flona) do Itacaiúnas, em Marabá, PA
“Compreendemos desenvolvimento sustentável como sendo socialmente justo, economicamente inclusivo e ambientalmente responsável. Se não for assim não é sustentável. Aliás, também não é desenvolvimento. É apenas um processo exploratório, irresponsável e ganancioso, que atende a uma minoria poderosa, rica e politicamente influente.” [Cortez, Henrique, 2005]