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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Governo prorroga prazo para inscrição no Cadastro Ambiental Rural

Foi prorrogado o prazo para que proprietários rurais se inscrevam no Cadastro Ambiental Rural (CAR). A base eletrônica de dados foi criada a partir do novo Código Florestal e contém informações das propriedades e posses rurais, além dos limites das posses com áreas de vegetação nativa e reservadas para preservação. O novo prazo final para inscrição é 31 de maio de 2018. O decreto foi assinado na sexta-feira (29) pelo presidente Michel Temer. O prazo anterior era 31 de dezembro deste ano. A inscrição no cadastro eletrônico é obrigatória para todos os imóveis rurais do país. A regularização ambiental das propriedades pode garantir acesso a benefícios e compensações para imóveis que possuem excedentes de vegetação nativa ou cotas de reserva ambiental. (Envolverde)


02/01/2018    
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sheila moura

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Com a Rota da Seda, a China entra no vácuo aberto por Trump

por Carlos Drummond, especial para Carta Capital  — 
Pequim conecta 66 países em três continentes com o canteiro de obras global. O Brasil de Temer despreza os investimentos
Deutsche Bank, maior banco da Alemanha, anunciou em maio sua participação, com 3 bilhões de dólares, no financiamento do projeto chinês das novas Rotas da Seda, de conexão com países da Ásia, África e Europa por ferrovias e estradas, ao Norte, e por mar, ao Sul.
A decisão, que deverá ser acompanhada de iniciativas semelhantes de várias instituições financeiras, é uma resposta positiva ao chamamento do presidente Xi Jinping de unir aquele que é considerado o maior programa de infraestrutura do mundo ao plano europeu de investimento, conhecido como Plano Juncker. Além de vias de transporte, serão construídos portos, aeroportos, barragens, dutos de petróleo e gás, obras para geração e distribuição de eletricidade e telecomunicações, sistemas de água e esgoto e habitações.
DPA/FotoArena
Putin China
Na reunião de cúpula em Pequim, Xi Jinping, o anfitrião, Vladimir Putin, presidentes de vários países e um funcionário brasileiro do 3º escalão
A união dos projetos chinês e europeu de investimentos significa a ocupação de parte do espaço deixado com o abandono, pelos Estados Unidos, por iniciativa de Donald Trump, dos tratados Transatlântico e Transpacífico, propostos pelo ex-presidente Barack Obama para barrar a influência econômica do país oriental no mundo.
A decisão do Deutsche Bank foi anunciada duas semanas depois da realização do Belt and Road Forum, em Pequim, sobre as Rotas da Seda, convocado por Xi Jinping e prestigiado por 29 chefes de Estado, inclusive o presidente Vladimir Putin, da Rússia. A América Latina foi representada por dois presidentes, Mauricio Macri, da Argentina, e Michelle Bachelet, do Chile. O Brasil enviou só seu secretário da Presidência da República.
O pouco caso brasileiro para com o projeto chinês, considerado a maior oportunidade de investimentos e negócios internacionais das últimas décadas e de grande significado político e diplomático, ocorre no quarto ano de economia doméstica estagnada, sem que o governo consiga colocar em pé nem mesmo seu acanhado programa de infraestrutura.
Lançada em 2013, a iniciativa adota o mesmo nome da estrada construída entre 206 a.C. e 220 d.C., durante a dinastia Han, e tem potencial para ser a maior plataforma mundial de colaboração regional, segundo Kevin Sneader, presidente da consultoria McKinsey na Ásia. Abrange 66 países, com 65% da população do planeta, cerca de um terço do PIB e um quarto de todo o transporte de mercadorias e serviços.
Só no ano passado, os projetos e negócios realizados geraram 494 bilhões de dólares, contabiliza a consultoria PwC. Números preliminares da McKinsey indicam que os novos empreendimentos anunciados em 2016 somaram 400 bilhões de dólares, valor 2,1% acima do previsto, mas eles podem superar em mais de 10% as projeções, prevê a consultoria.

Papa Francisco: fim da fome exige compromisso contra as mudanças climáticas e contra as guerras

Nações Unidas – 
Combater a fome exige lutar contra as mudanças climáticas e prevenir conflitos, defendeu o papa Francisco neste 16 de outubro, Dia Mundial da Alimentação. Em cerimônia na sede da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, o líder da Igreja Católica descreveu como “infeliz” a decisão de alguns países de se retirar do Acordo de Paris
Em 2017, a data está sendo observada pela ONU com um alerta — a fome voltou a aumentar, afetando 815 milhões de pessoas em 2016. O número representa uma alta de mais de 38 milhões de indivíduos na comparação com 2015. O crescimento, segundo as Nações Unidas, foi causado pela proliferação de conflitos e de eventos climáticos extremos — ambos os tipos de fenômenos associados também a deslocamentos populacionais.
“Está claro que as guerras e as mudanças climáticas são algumas das causas da fome. Logo, não apresentemos a fome como se se tratasse de uma doença incurável”, afirmou Francisco em pronunciamento na FAO.
O chefe do Vaticano fez ainda um apelo a líderes mundiais, para que garantam a segurança dos migrantes, se comprometam com o desarmamento e protejam o planeta conforme utilizem os recursos naturais para a produção e consumo de alimentos. O papa descreveu como “infeliz” a decisão de alguns Estados-membros da ONU de abandonar o Acordo de Paris. “O que está em jogo é a credibilidade de todo o sistema internacional”, disse o pontífice.
Lembrando as negociações do Pacto Global para a Migração Segura, Regular e Ordenada, Francisco defendeu que o gerenciamento da mobilidade humana “requer ações coordenadas, sistemáticas e intergovernamentais, em acordo com as normas internacionais (já) existentes, e plenas de amor e de inteligência”.
Para marcar o dia mundial, a FAO escolheu o tema “Mudar o futuro da migração. Investir em segurança alimentar e desenvolvimento rural”. “É nossa meta abordar as causas da migração, como pobreza, insegurança alimentar, desigualdade, desemprego e falta de proteção social”, explicou o diretor-geral da agência da ONU, José Graziano da Silva, durante o evento.
“Acreditamos firmemente que aumentar investimentos em segurança alimentar, no desenvolvimento rural sustentável e em esforços para adaptar a agricultura às mudanças climáticas ajudará a criar as condições por meio das quais as pessoas, especialmente os jovens, não mais terão de ser forçadas a abandonar suas terras para buscar uma vida melhor em outro lugar”, acrescentou o dirigente.
Também presente no encontro na capital italiana, David Beasley, diretor-executivo do Programa Mundial de Alimentos (PMA), disse que o maior problema do mundo é “o conflito produzido pelo homem”. Segundo o chefe da agência humanitária, situações de confronto armado consomem 80% do orçamento do organismo internacional — o que equivale a mais de 6 bilhões de dólares.
“Eu chamo aqueles no poder, as pessoas com as armas, a pararem com o conflito agora”, afirmou Beasley, lembrando suas recentes viagens ao Iêmen, Sudão do Sul e Bangladesh. “Eu vi os ferimentos deles (da população afetada) com os meus próprios olhos e ouvi suas histórias com as minhas próprias lágrimas. Eles estavam apavorados, com fome e malnutridos após suportarem um pesadelo que a maioria das pessoas mal pode imaginar.”
O chefe do PMA acrescentou que, “se vamos verdadeiramente erradicar a fome, temos que parar esse tipo de desumanidade”.
O diretor-geral da Organização Internacional para as Migrações (OIM), William Lacy Swing, também se pronunciou para a data, descrevendo a ação contra as mudanças climáticas como “primordial”. Segundo o dirigente, as mudanças climáticas estão entre as “principais razões para os números recordes de pessoas obrigadas a migrar de zonas rurais para cidades em todo o mundo”.
Em 2018, a OIM e a FAO copresidirão o Grupo de Migração Global da ONU e defenderão a máxima de que “a migração deve ser uma escolha e não uma necessidade”. As duas agências da ONU trabalharão juntas para fortalecer a resiliência de comunidades do campo que estão mais suscetíveis aos fenômenos naturais extremos.
“É uma cooperação que eu acho que continuará crescendo e se fortalecendo, uma vez que a migração continuará a ser uma mega-tendência no mundo, tornando-se (um fenômeno) ainda maior com os efeitos cada vez piores das mudanças climáticas.” (Nações Unias/Envolverde)

Terra, um planeta envenenado

Por correspondentes da IPS – 
ROMA (IPS) – Os solos estão contaminados por conta das atividades dos homens, que descartam uma grande quantidade de produtos químicos nas áreas utilizadas para produzir alimentos. O alerta é da Organização das nações unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). Há no solo excesso de nitrogênio e metais pesados, como arsênico, cadmio, chumbo e mercúrio, segundo a FAO. “Quando esses compostos entram na cadeia alimentar representam riscos para a segurança alimentar, para os recursos hídricos, para a subsistência das populações rurais e para a saúde das pessoas”, assinalou um relatório da FAO divulgado dia 23 de junho. E destaca ainda que o combate à contaminação dos solos e a busca por uma gestão sustentável dos recursos agrícolas é essencial para fazer frente às mudanças climáticas e à insegurança alimentar que se acerca.
A poluição dos solos é um problema cada vez mais importante e que acontece de muitas maneiras. A única forma da combate-la é aumentar a disponibilidade de informações a respeito e promover a gestão sustentável da terra. “É preciso intensificar a colaboração global na busca de provas científicas confiáveis para que se mude a forma de plantar e o uso dos agrotóxicos”, disse Ronald Vargas, secretário geral da Aliança Mundial pelo Solo.


Maria Helena Semedo, diretora geral adjunta da FAO

A assembleia da Aliança Mundial pelo Solo é uma plataforma neutra e multipartite para discutir os temas globais em relação aos solos e busca agrupar conhecimentos sobre boas práticas de manejo, “além de estimular medidas para manter os solos saudáveis para que sigam garantindo os serviços ambientais que garantem alimentos para todos”, disse Maria Helena Semedo, diretora geral adjunta da FAO.
A Assembleia realizada no final de junho aprovou novas iniciativas para facilitar a troca de informações sobre solo, a criação da Rede Global de Laboratórios de Solos, que deverá coordenar e criar modelos de medição para uso entre todos os países, a Rede Internacional e Solos Negros, que pretende melhorar o conhecimento sobre os solos agrícolas mais férteis, que também são conhecidos por seu alto conteúdo de carbono.
Cerca de um terço dos solos do mundo estão contaminados, devido principalmente a práticas insustentáveis de gestão. Além disso bilhões de toneladas de terra se perdem a cada ano na agricultura e uma das causas principais é a poluição por agrotóxicos e pelo manejo ineficiente do solo. Em alguns países cerca de um quito de todas as terras cultiváveis estão comprometidas com contaminações diversas.
Contaminação do solo significa a presença na terra de substâncias químicas que estão fora de lugar ou em concentrações superiores às normais, por ação de mineração, atividades industriais ou má gestão das águas.
A FAO alerta que em alguns casos as contaminações se estendem por grandes áreas por conta das chuvas e dos ventos. Os insumos agrícolas, como os fertilizantes, os herbicidas e os pesticidas, incluindo os antibióticos que são encontrados nos estercos dos animais, são importantes contaminantes que provocam problemas também por conta de suas fórmulas que são constantemente alteradas.
“A contaminação dos solos é um risco traiçoeiro porque é mais difícil de ser observada do que outros processos de degradação, como a erosão. Os perigos estão, também, em como os contaminantes reagem com os elementos já presentes no solo e a velocidade com que esses contaminantes penetram nos ecossistemas”, alerta o documento da FAO. Segundo a organização, a diversidade de contaminantes e tipos de solos, assim como as formas que agem, fazem com que os estudos para determinar os riscos sejam especialmente difíceis e caros.
Solos Negros
A nova rede internacional de solos negros define como negros aqueles que contém ao menos 25 centímetros de húmus e com uma taxa de carbono orgânico superior a dois por cento. Segundo essa definição estão em um território de 916 milhões de hectares e cobrem 7% da superfície do planeta.
Cerca de 25% dos solos negros são do tipo clássico, co um metro de húmus, e se encontram em regiões de plantios de cereais da Europa Oriental e Ásia Central, além de antigas pradarias da América do Norte, disse o informe da FAO. São considerados solos de extrema importância para a segurança alimentar da humanidade. A Rede Internacional de Solos Negros tem como missão a conservação da produtividade a longo prazo desses solos através da colaboração técnica e intercâmbio de conhecimentos. (IPS/Envolverde)
Traduzido por Dal Marcondes

O amor mora no Jardim da Infância

por Maria Helena Masquetti* – 
Na contramão do egoísmo, uma garota se desprende, literalmente, da conversa animada com seu grupo e caminha até a esquina, ombro a ombro com um idoso, a fim de lhe mostrar melhor o endereço que ele estava procurando. No metrô, uma mulher faz questão de dar lugar à uma jovem que tenta, mesmo em pé, resolver algumas questões escolares numa apostila. Na sala de espera de uma clínica, um grupo de pessoas concorda em passar à frente dos demais uma senhora que apenas comentava com outras sobre seu temor de ter ou não esquecido o forno ligado em casa.
Claro que existem dramas piores pedindo atenção ao nosso redor, mas em tempos de tanta intolerância, cenas simples assim até emocionam, talvez por nos lembrar que o amor também é simples e, ao mesmo tempo, indestrutível por ser, enfim, a matéria prima da paz.
No clássico O Jardim Secreto, de Frances Burnett, duas crianças descobrem o esconderijo da chave para um velho jardim abandonado. Ao cortarem, então, o galho de uma das árvores aparentemente mortas, descobrem que a seiva delas permanece intacta. A partir dali, as crianças “curam” o jardim com sua presença, com sua alegria e com seus cuidados até que ele, enfim, novamente floresce numa exuberância de cores.
Não fosse essa interferência doce e súbita do amor nos cenários mais ingratos, há muito, nossa raça teria perdido a razão de se chamar humana. A poesia, a literatura, as histórias, a música, as artes, a ciência, o brincar, o riso solto das crianças e a própria esperança nos dão pistas dessa imortalidade do amor e dos lugares onde ele se aninha, ao mesmo tempo que nos ajuda a compreender também sobre os lugares onde ele se esconde à espera de uma oportunidade de florescer novamente.
No fundo dos corações mais ressequidos, ele provavelmente se encontra sufocado, seja por abandonos, mágoas, ausências, violências, abusos e negligências, em sua maioria ocorridos na tenra infância. Diante do mais hostil ser humano, lembrar do bebê indefeso e da criança frágil que ele foi um dia, com as mesmas necessidades e anseios de outras tantas crianças, pode, pelo menos por um instante, tocar nossa emoção e abrandar nosso julgamento sobre ele.
Nenhuma criança nasce para ser má. A primeira expectativa de todas é a de serem bem recebidas, de um colo amoroso, de um leite quentinho e, depois, de voltas de cavalinho em ombros nos quais possam confiar, espaços para brincar, boa educação e assistência familiar e social adequadas. Para que o amor cresça e dê frutos dentro delas, todo jardim da infância deve ser equipado assim. Quase impossível imaginar que alguém criado dessa maneira possa se tornar cruel algum dia.
Governo, justiça, comunidade e família, somos todos responsáveis pela sobrevivência e bem-estar de cada criança, seja por nossa humanidade ou pela simples constatação inteligente de que honrar a infância e fundamental para a preservação de nossa espécie e para o futuro do planeta. Cuidar e proteger todas as crianças deve ser a mais imprescindível das metas de desenvolvimento de cada país, de cada cidade e de cada sociedade que sonha verdadeiramente com um mundo de paz e de fraternidade.
Quem puder mais, faça mais pela infância, criando leis, políticas públicas, direcionando verbas prioritárias à infância, combatendo as desigualdades, denunciando abusos e defendendo o direito delas a uma educação com qualidade e liberdade e de brincar em segurança. Quem puder menos, dê o que o dinheiro não compra: uma palavra, um elogio, um carinho, um abraço, uma denúncia sobre violência ou negligência. E que de todos emane a compreensão de que a chamada “criança difícil” não existe, o que existe são as dificuldades que ela enfrentou ou enfrenta. Um pássaro ferido não voa, e reage arisco mesmo quando se quer ajudá-lo.
Como lembra o educador e escritor, Severino Antonio, “Para a criança, tudo tem vida, tudo tem alma”, e isto certamente equivaleria dizer que, para um adulto que viveu plenamente sua infância, a vida do outro dá sentido a sua própria vida e deve, portanto, ser valorizada e aceita. Cada criança conta para a humanidade, não por quem ela possa vir a ser, mas pelo que ela já é hoje: a fase onde a vida se apresenta em sua forma mais humana e onde o amor flui, brinca e sorri de corpo inteiro.
(*) Maria Helena Masquetti é graduada em Psicologia e Comunicação Social, possui especialização em Psicoterapia Breve e realiza atendimento clínico em consultório desde 1993. Exerceu a função de redatora publicitária durante 12 anos e hoje é psicóloga do Alana.

ODS11 – Reciclagem do concreto pode beneficiar o meio ambiente

Um dos problemas enfrentados nas construções é o descarte dos materiais, em especial do concreto, que deve ser dispensado de forma consciente, para não causar impacto ambiental. Em média, entre 2% e 3% de tudo que uma concreteira produz acaba retornando para as plantas e é descartado como resíduo.Para reciclagem do concreto endurecido é utilizado um britador especialmente desenvolvido para essa finalidade. O agregado que é produzido na britagem das sobras de concreto endurecido é conhecido como agregado reciclado. Há duas maneiras de se reciclar o concreto fresco. A primeira é por meio de um aditivo estabilizador que reduz a velocidade de hidratação do concreto, prolongando o tempo o material em estado fresco. A segunda envolve o uso de equipamentos mecânicos – os recicladores – e a lavagem forçada do material, com água sob pressão, que separa o cimento dos agregados. O agregado obtido deste processo de reciclagem é conhecido como agregado recuperado. O principal ganho na reciclagem é o ambiental. Porém, é importante avaliar o balanço ambiental caso a caso, considerando quesitos como método de reciclagem, equipamentos, demanda de energia do processo e qualidade do produto resultante. Mais informações sobre cada tipo de concreto que pode ser reciclado estão disponíveis no site Mapa da Obra, da Votorantim Cimentos: www.mapadaobra.com.br (Envolverde)