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terça-feira, 9 de junho de 2015

 
Newsletter SOS Mata Atlântica
SOS Mata Atlântica
09 de Junho de 2015
nº. 522
Sustentabilidade para os Oceanos

Mares e oceanos oferecem recursos, oportunidades e serviços ambientais para as nações. Marcia Hirota e Leandra Gonçalves abordam em artigo a questão: será possível desenvolver economicamente, explorar novas fronteiras tecnológicas e ainda assim manter os oceanos protegidos e saudáveis? Veja também nesta edição do Ecos da Mata que novas espécies de sapinhos da Mata Atlântica foram descobertas por pesquisadores do Sul do Brasil. E fique por dentro dos nossos eventos e novidades. Boa leitura!

Um mar de oportunidades

Artigo de Marcia Hirota e Leandra Gonçalves*, originalmente publicado no Brasil Post - O oceano vem se destacando como uma nova fronteira para o desenvolvimento e crescimento das maiores nações do mundo. Iniciativas ambiciosas como o recente Plano de Ação para o Atlântico, da Comissão Europeia, e o plano chinês para economia marinha são alguns […]

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Fundação firma parceria com a Prefeitura de Campinas para Plano de Mata Atlântica

A Fundação SOS Mata Atlântica firmou Termo de Cooperação Técnica com a Prefeitura de Campinas, por meio da Secretaria Municipal do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, para apoiar a construção do Plano Municipal de Mata Atlântica da cidade. O acordo, firmado em 20 de maio, integra uma série de parcerias que a Fundação vem […]

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Araruama (RJ) recebe o projeto ?A Mata Atlântica é Aqui?

Entre os dias 12 a 21 de junho, Araruama (RJ) receberá o projeto da Fundação SOS Mata Atlântica e do Ministério da Cultura “A Mata Atlântica é Aqui”. O objetivo da ação é de estimular a sensibilização ambiental através de atrações culturais e atividades educativas. Gratuito e aberto ao público, o projeto consiste em um […]

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Sete espécies de mini sapos são descobertas na Mata Atlântica

Pertencentes ao gênero Brachycephalus, elas foram encontradas na Serra do Mar, entre o Paraná e Santa Catarina. Pesquisadores do Sul do Brasil acabam de descobrir sete novas espécies de sapos, com tamanhos que variam de 0,6 mm a um centímetro. Os anfíbios descobertos são endêmicos da Mata Atlântica e foram encontrados no alto das montanhas […]

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Portas Abertas: conheça de perto o trabalho da Fundação

No próximo dia 24 de junho (quarta-feira), das 14h às 17h, a SOS Mata Atlântica receberá, em sua sede na Avenida Paulista, em São Paulo, interessados em conhecer o trabalho da ONG. Trata-se de mais uma edição do programa  de visitação “Portas Abertas”. Além de conhecer a sede, os participantes saberão detalhes sobre projetos da […]

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Fundação assina parceria para mapeamento de áreas prioritárias em bacias de SP

A Fundação SOS Mata Atlântica e a Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo uniram esforços para mapeamento de propriedades nas bacias do Alto Tietê, Cantareira e Paraíba do Sul que sejam prioritárias para o trabalho de regularização da mata ciliar e para o abastecimento público de água no Estado. A iniciativa foi consolidada […]

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(11) 3262-4088
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Resumo diário de notícias selecionadas
dos principais jornais, revistas, sites especializados e blogs,
além de informações e análises direto do ISA
 
 
HOJE:
Água, Código Florestal, Licenciamento Ambiental, Mudanças Climáticas
Ano 15
09/06/2015

 

Código Florestal

 
  Trabalho realizado em três municípios - Brasil Novo (PA), Querência e Canarana (MT) - na zona de expansão do desmatamento na Amazônia, mostra que número de produtores rurais que precisará se regularizar não caiu com o novo Código Florestal e que entrada no Cadastro Ambiental Rural não significa redução do desmatamento em Mato Grosso - Direto do ISA, 8/6.
  
 

Mudanças Climáticas

 
  Os líderes do G7 divulgaram ontem um comunicado anunciando a intenção de banir os combustíveis fósseis de seus países até o fim deste século. Os sete governantes reunidos na Alemanha concordaram em apoiar uma redução de 40% a 70% das emissões de CO2 até 2050 (em relação aos níveis de 2010). As emissões seriam zeradas até 2100. No comunicado, os líderes também deram garantias vagas de que trabalharão para doar US$ 100 bilhões por ano, até 2020, para ajudar as nações mais pobres a lidar com eventos climáticos extremos. Este programa foi firmado em 2009 e jamais posto em prática - OESP, 9/6, Metrópole, p.A10; FSP, 9/6, Mundo, p.A14; O Globo, 9/6, Sociedade, p.24.
  Uma pesquisa divulgada pela Oxfam mostrou que, dos sete países mais ricos do mundo, cinco aumentaram o uso de carvão entre 2009 e 2013. O crescimento somado da adoção do combustível fóssil em Reino Unido, Alemanha, Itália, Japão e França foi de 16%. Em outra reunião, realizada em Bonn (Alemanha), negociadores de quase 200 países trabalham no rascunho de um acordo que seria assinado por todos os governantes na Conferência do Clima de Paris. No encontro, cujo encerramento está previsto para quinta-feira, a União Europeia afirmou que não vai se comprometer a reduzir em 20% as suas emissões de carbono nos próximos cinco anos (em relação aos níveis de 1990) - medida estabelecida no Protocolo de Kioto, em 1997 - O Globo, 9/6, Sociedade, p.24.
  A proposta do G-7 para "descarbonizar" a economia até 2050 teve a aprovação da maioria dos ativistas ambientais. Entidades como Greenpeace e European Climate Foundation (ECF) consideraram o entendimento um avanço. "Trata-se de marco importante na rota para um novo acordo climático em Paris", saudou a ECF. Para o coletivo European Climate, trata-se de "declaração histórica que anuncia o fim da era da energia fóssil". Já a Oxfam foi mais cética. "Os dirigentes do G-7 fizeram tímidos progressos", afirmou Nicolas Vercken, diretor da Oxfam France. "Não está à altura dos engajamentos em redução de emissões de gases que são esperados" - OESP, 9/6, Metrópole, p.A10; FSP, 9/6, Mundo, p.A14; O Globo, 9/6, Sociedade, p.24.
  "A declaração do G-7, de que pretende 'descarbonizar' a economia até o fim do século, é politicamente importante, mas não reflete o que está sendo feito na prática. A redução das emissões entre 40% e 70% até 2050 em tese se sustenta em cenários do IPCC. Mas nesses cenários seria preciso retirar muito carbono da atmosfera na segunda metade deste século e, para isso, seriam necessárias tecnologias que hoje nem sequer estão disponíveis. A 'descarbonização' não pode esperar até o fim do século 21. É preciso que essa mudança seja feita até o meio do século. Chegar a 2050 com altas emissões significa reduzir nossas chances de conseguir gerenciar os impactos da mudança climática global", artigo de Carlos Rittl - OESP, 9/6, Metrópole, p.A10.
  "Ao declararem, em comunicado, que 'cortes profundos na emissão de gases-estufa são necessários junto com a descarbonização da economia global ao longo deste século', os líderes do G7 provocaram alvoroço. Mas o texto não firma compromissos nem prevê mudança de atitudes. É, essencialmente, uma declaração de boas intenções para se forjar algum consenso na Conferência do Clima que ocorrerá em dezembro em Paris. A própria palavra 'descarbonização' é ambígua, como notou a agência Associated Press. "O termo está aberto a interpretações que incluem o uso de alguns combustíveis fósseis". Ou, também, a ideia de "compensar" o uso desses combustíveis com medidas como o plantio de florestas", artigo de Luciana Coelho - FSP, 9/6, Mundo, p.A14.
  
 

Licenciamento Ambiental

 
  A presidente Dilma Rousseff quer fixar prazos para a concessão de licenciamentos ambientais. "Qualquer licenciamento tem de ter um prazo para ser concluído, para a resposta ser dada. Você não está discutindo que a resposta é sim ou não, mas a resposta tem de ser dada. Aí, dada a resposta, precisa ter clareza sobre prazo de recurso e como será o procedimento", declarou a presidente. Para Dilma, este é um dos principais obstáculos para a realização de obras em todo o País, ressaltando que o problema não se limita a licenciamentos ambientais, mas que atinge outros tipos de licenciamentos. A presidente determinou que seja feito um estudo sobre o tema para se transformar em projeto de lei - OESP, 9/6, Economia, p.B4.
  
 

Água

 
  Contratada de forma emergencial por R$ 26,5 milhões há um ano, a instalação de membranas ultrafiltrantes para ampliar a produção de água potável não atingiu 40% da capacidade de tratamento anunciada pela Sabesp no Sistema Rio Grande, braço da Represa Billings. Em setembro de 2014, a Sabesp anunciou que as membranas aumentariam a produção da Estação de Tratamento de Água Rio Grande de 5 mil para 5,5 mil litros por segundo, o que seria suficiente para abastecer ao menos 150 mil pessoas que eram atendidas pelos Sistemas Cantareira e Alto Tietê. Contudo, mesmo após a instalação das membranas, a produção média do Rio Grande não passou de 5.160 l/s entre janeiro e junho deste ano - OESP, 9/6, Metrópole, p.A11.
  
 
Imagens Socioambientais

PRAIA DO CASSINO: RIO GRANDE, RS.

Se constatar infração ambiental, Ibama pode aplicar multa sem laudo técnico
 
Praia do Cassino, Rio Grande/RS. Foto: Antonio Soler/CEA
Praia do Cassino, Rio Grande/RS. Foto: Antonio Soler/CEA

Boletim de atualização do Portal‭ ‬EcoDebate - Edição 2.317‭ ‬de‭ ‬09/‭ ‬junho‭ ‬/‭ ‬2015

Consumo colaborativo, artigo de Roberto Naime
Social, Ecológica e Humana, artigo de Marcus Eduardo de Oliveira
O que o meio ambiente tem a ver com a sua saúde? artigo de Beatriz Carvalho Diniz
Chinguelingues neste hemisfério, artigo de Bruno Peron
Pesca desenfreada nos oceanos pode causar impacto maior que poluição, diz ONG
MPF/MG consegue demolição de construções irregulares em APPs, às margens de reservatórios
MPF obtém decisão judicial contrária à liberação da criação de camarões em áreas de manguezal no RN
Agrotóxicos e transgênico podem ser barreira para exportação para Europa
Sete espécies de mini sapos são descobertas na Mata Atlântica
Survival ataca editorial da revista Science e o considera ‘perigoso e enganador’


“Compreendemos desenvolvimento sustentável como sendo socialmente justo,‭ ‬economicamente inclusivo e ambientalmente responsável.‭ ‬Se não for assim não é sustentável.‭ ‬Aliás,‭ ‬também não é desenvolvimento.‭ ‬É apenas um processo exploratório,‭ ‬irresponsável e ganancioso,‭ ‬que atende a uma minoria poderosa,‭ ‬rica e politicamente influente.‭” [‬Cortez,‭ ‬Henrique,‭ ‬2005‭]

Ambiente Energia Treinamentos - Agenda  
 
23 e 24
jun / 2015


Rio de Janeiro
Últimas Vagas
Carga horária: 16h



 IntroduÇÃO ao Gerenciamento e ExecuÇÃO de Projetos de EficiÊncia EnergÉtica para indÚstria e comÉrcio


O curso destina-se aos profissionais da indústria e do comércio que estejam interessados em coordenar e/ou desenvolver projetos de eficiência energética nas empresas em que trabalham ou profissionais que queiram atuar como consultores.

O objetivo do curso é desenvolver, nos profissionais técnicos da indústria, a visão necessária que lhes permita antever e aplicar as ações de eficientização energética nas suas instalações, nos equipamentos e em procedimentos existentes. As eventuais substituições de equipamentos em programas de atualização tecnológica serão sempre bem-vindas porém o que se propõe não se volta para a montagem destes programas e, sim, dirige-se para a estrutura fabril sobre a qual se desenvolve a produção em uso, adicionando-lhes conhecimentos específicos que lhes facilite pré-verificar e, após, implementar ações capazes de melhorar a produtividade desta estrutura fabril existente.
 
   
           
     Curso Energia Solar Fotovoltaica - São Paulo    
 01 e 02
jul / 2015

Rio de Janeiro
Inscrições Abertas
Carga horária: 16h
Inscrições
Informações


29 e 30
set / 2015

São Paulo
Inscrições Abertas
Carga horária: 16h

InscriçõesInformações
 Energia Solar Fotovoltaica: desenhos e aplicaÇÕes no mercado brasileiro 


A Energia Solar Fotovoltaica deixou de ser uma solução de futuro. Hoje ela se apresenta como uma das principais alternativas de auxilio ao Sistema Integrado Nacional (SIN) para o problema de geração de energia. Empresas buscam a necessária segurança energética para seus empreendimentos enquanto outras visualizam o potencial deste mercado para seus negócios. Apesar do cenário positivo, ainda são poucos os profissionais capacitados para a implantação da tecnologia e para atender a grande demanda do mercado.

No curso serão repassados:

- Conhecimentos e critérios técnicos de avaliação dos principais componentes de uma instalação solar fotovoltaica: painéis, estrutura, inversores, baterias e cabeamento.
‐ Análise de viabilidade econômica dos sistemas interligados a rede elétrica.
‐ Estudo para a estimação de produção energética. Exemplo prático.
‐ Dimensionamento de instalações. Casos práticos.
‐ Conhecimento da atualidade normativa no Brasil.
- Previsões e potencial do mercado.