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sábado, 2 de agosto de 2014

FMI: reforma no preço da energia pode combater mudanças climáticas

por Jéssica Lipinski, do CarbonoBrasil
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Novo estudo afirma que preço dos combustíveis fósseis não reflete seu impacto ambiental, e que melhora nas políticas fiscais energéticas poderia reduzir as emissões e estimular eficiência energética e combustíveis mais limpos
O Fundo Monetário Internacional (FMI) declarou nesta quinta-feira (31) que os preços da energia na maior parte do mundo estão muito abaixo do que deveriam ser para refletir adequadamente os efeitos adversos do uso dos combustíveis fósseis para o meio ambiente e a saúde, e pediu que os países imponham taxas mais altas às energias ‘sujas’, que estejam de acordo com os impactos causados.
Em um relatório publicado em formato de livro, intitulado ‘Getting Energy Prices Right: From Principle to Practice’ (Acertando os Preços da Energia: do Princípio à Prática), a organização afirma que “muitos preços de energia em vários países estão errados”, e apoia uma reforma tributária que inclua no valor dos combustíveis fósseis, como carvão, gás natural, petróleo e diesel, os custos das mudanças climáticas, da poluição atmosférica etc.
Apesar de isso significar que provavelmente os valores desses combustíveis aumentariam também para os consumidores, o documento afirma que muitos benefícios seriam sentidos. Por exemplo, a reforma tarifária poderia incentivar as pessoas a usarem menos combustíveis fósseis, o que por consequência reduziria as mortes e problemas de saúde provocados por poluição.
Para se ter uma ideia, o relatório diz que, se isso acontecesse, as mortes devido à poluição do ar provocada pelos combustíveis fósseis, especialmente o carvão (veja a figura), poderiam cair 63%, e as emissões de gases do efeito estufa (GEEs) diminuiriam 23%. Também o produto interno bruto (PIB) mundial seria elevado em uma média de 2,6%.
Christine Lagarde, diretora-gerente do FMI, admitiu que a imposição de uma taxa extra nos combustíveis fósseis poderia não ser bem aceita por muitos países. Contudo, ela argumentou que a reforma tributária não significaria necessariamente um aumento dos preços.
“Nesse ponto, deixe-me ser absolutamente clara: estamos geralmente falando de taxas mais inteligentes em vez de mais altas”, comentou Lagarde no discurso para o lançamento do livro.
“Em tudo isso, a política fiscal deve tomar o papel central. A mensagem é clara: para fazer isso direito, [é preciso] precificar direito. Ter certeza de que os preços não refletem apenas os custos do fornecimento de energia, mas também os efeitos colaterais ambientais”, continuou ela.
A diretora-gerente do FMI também apontou que preços de energia mais altos não apenas direcionariam mais dinheiro aos esforços para combater as mudanças climáticas, mas também poderiam fazer as pessoas usarem combustíveis mais limpos, reduzirem o consumo ou substituirem seus automóveis por carros mais eficientes. Além disso, o aumento arrecadado poderia ser usado para compensar outros impostos, pagar dívidas públicas etc.
Lagarde afirmou que a abordagem econômica aos impactos ambientais das mudanças climáticas faz muito sentido, pois os prejuízos ambientais refletem diretamente na economia mundial.
“Um meio ambiente degradado leva a uma economia degradada. Danos ambientais têm implicações macroeconômicas”, alertou ela.
* Publicado originalmente no site CarbonoBrasil.
(CarbonoBrasil)

São Paulo fracassa nas políticas climáticas

por Fernando Beltrame*
beltrame ecod São Paulo fracassa nas políticas climáticas
Aprovada em 2009 pela Câmara Municipal, ainda na gestão Gilberto Kassab, as medidas previstas na Lei de Mudanças Climáticas (Lei 14.933, de 5 de junho de 2009) ainda não saíram do papel. Em vez de uma redução de 30% na emissão de gases de efeito estufa (GEE) até o fim de 2012, em relação ao valor de 2003, houve um crescimento de 7,2% na concentração destes gases na atmosfera.
No inventário de gases de efeito estufa de São Paulo, 82% das emissões são ligadas ao uso de energia, sendo que, deste percentual, 61% são emissões relacionadas ao transporte.
Resíduos sólidos respondem por 15,6% das emissões paulistas. Hoje a participação da reciclagem é de apenas 1,8% do total gerado.
No cenário Estadual, o alto volume de emissões relacionadas ao uso de energia e a baixa taxa de reciclagem não é diferente.
Desta forma, a Cetesb – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, considerando a importância de conhecer a emissão de GEE pelas atividades industriais, para a elaboração de planos e programas de mitigação, instituiu em agosto de 2012 (Decisão de Diretoria 254/2012/V) a obrigatoriedade da realização do inventário de emissões de GEE para indústrias de diversos setores e todos as instalações com consumo de combustível fóssil que emitam quantidade superior a 20.000 t/ano de CO2 equivalente.
A Cetesb prorrogou até 31 de agosto de 2014, o prazo para que as empresas listadas no artigo 3º da citada Decisão de Diretoria 254/2012/V/I encaminhem, via eletrônica, ao órgão, o respectivo inventário de emissões de GEE.
Independente da obrigatoriedade legal, a elaboração do inventário de gases de emissões de Gases e Efeito Estufa (GEE) é o primeiro passo para que uma instituição ou empresa possa avaliar como as suas atividades impactam o meio ambiente e identificar estratégias para contribuir para o combate às mudanças climáticas.
Conhecendo o perfil das emissões, qualquer organização pode dar o passo seguinte: estabelecer estratégias, planos e metas para redução e gestão das emissões de gases de efeito estufa, engajando-se na solução desse enorme desafio para a sustentabilidade global.
Principais Benefícios da realização do Inventário de Gases de Efeito Estufa:
• Identificar e priorizar ações para reduzir seu impacto ambiental
• Orientar políticas da organização para mudanças climáticas
• Subsídio para indicadores de performance
• Avaliar potenciais projetos de crédito carbono
• Traçar e alcançar metas de responsabilidade ambiental
• Preparar-se para futuras políticas de emissões de GEE
• Rotulagem ambiental
* Fernando Beltrame é presidente da Eccaplan, responsável por Programas de Gestão de Resíduos, Quantificação e Compensação de Gases de Efeito Estufa.
** Publicado originalmente no site EcoD.
(EcoD)

Cerca de 47% das cidades do RS não têm plano para o lixo

Prazo para acabar com os lixões e dar destino correto aos dejetos termina neste sábado


Prazo para acabar com os lixões e dar destino correto aos dejetos termina neste sábado<br /><b>Crédito: </b> André Ávila
Prazo para acabar com os lixões e dar destino correto aos dejetos termina neste sábado
Crédito: André Ávila
Prazo para acabar com os lixões e dar destino correto aos dejetos termina neste sábado
Crédito: André Ávila
Nenhum município brasileiro atende, na íntegra, a Lei dos Resíduos Sólidos, segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM). A má notícia para os prefeitos é que o prazo para acabar com os lixões e dar destino correto aos dejetos termina neste sábado no Rio Grande do Sul. O cenário é preocupante na visão do presidente da CNM, Paulo Ziulkoski. Para ele, a legislação é inexequível, uma vez que não há recursos disponíveis para isso e nem corpo técnico para elaborar e executar os projetos.

• Porto Alegre tem o maior índice de recicláveis entre sete capitais brasileiras

Diante desse cenário, a CNM busca no Congresso Nacional a prorrogação do prazo para livrar as prefeituras e os prefeitos de sanções por desrespeito à lei. A Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) também apoia a extensão do prazo. No ano passado fez o pedido aos Ministérios das Cidades e do Meio Ambiente e à Presidência da República. Ziulkoski entende que o período de quatro anos foi necessário apenas para as cidades avançarem na questão. Além de fechar os lixões, os municípios são obrigados a implantar a coleta seletiva, fazer compostagem com os dejetos orgânicos, articular o descarte de objetos reutilizáveis e recicláveis e elaborar os Planos de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos.

O prazo para a elaboração desses planos se encerrou em agosto de 2012. No entanto, uma pesquisa realizada pela CNM em municípios brasileiros com até 300 mil habitantes mostrou que 45,7% ainda não possuem plano de gestão. O Tribunal de Contas do Estado fez o mesmo questionamento às prefeituras gaúchas entre fevereiro e abril deste ano. Das 442 que deram retorno ao TCE, 211 (47%) admitiram ainda não ter conseguido cumprir com a exigência.

De acordo com cálculos da CNM, para resolver o problema dos resíduos sólidos em nível nacional seria necessário o aporte financeiro de R$ 70 bilhões. No entanto, Ziulkoski alega que o governo federal “vende uma falsa ilusão” de garantia de recursos. “Os prefeitos não acreditam mais na União. O prefeito gasta para ir até Brasília pleitear dinheiro e 97% dos projetos não saem do papel”, desabafa.,

Cinco prefeituras ainda têm pendências

Segundo a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), cinco cidades gaúchas ainda apresentam pendências em relação aos lixões. São Gabriel é um dos municípios que ainda possuem lixão em uso. A cidade de Santa Margarida do Sul também deposita seus rejeitos nele. Em Uruguaiana e Viamão os casos estão judicializados, buscando abertura de aterros. A situação de Ipiranga do Sul ainda consta como pendente.

Outras 458 cidades gaúchas têm destinado os resíduos aos aterros, próprios ou particulares, como é o caso de Minas do Leão, que recebe lixo de cerca de 250 cidades. Outras 12, segundo a Fepam, enviam seus lixos para Santa Catarina. “O Rio Grande do Sul é um dos estados mais avançados em relação a essa questão. Muitos outros estados têm dezenas de cidades com lixões, enquanto nós temos apenas cinco”, considera o superintendente técnico da Famurs, Edivilson Brum. Destaca que o Plano de Saneamento será obrigatório até 2015. Além dos resíduos, o programa trata do abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto e drenagem das águas pluviais.

Brum também acredita que municípios gaúchos já estão deixando de receber recursos, desde 2012, porque ainda não providenciaram seus planos de resíduos sólidos. “A lei condiciona o acesso à verbas à existência dos planos”, lembra. Para o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, o Rio Grande do Sul evoluiu no sentido de eliminar os lixões, mas não avançou a ponto de pôr fim a todos os problemas. “Tem muitos produtos que as fábricas teriam que ser as responsáveis por receber adequadamente, e não fazem, deixando um passivo ao município”, observa.

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) realizou, entre fevereiro e abril, uma pesquisa com as cidades gaúchas.

Veja alguns resultados:

• 52,3% (231) dos municípios declararam possuir o Plano Municipal de Resíduos Sólidos.
• 47,7% (211) declararam não possuir o plano.
• 80,9% que afirmaram ter o plano indicaram ter contratado empresas para a sua elaboração.
• Apenas 34,2% dos municípios informaram que houve a participação da comunidade e de entidades da sociedade civil na elaboração do plano.
• 50 cidades declararam ter concluído seus planos até agosto de 2012, cumprindo o prazo definido.
• Pesquisa da CNM em nível nacional, com municípios com até 300 mil habitantes, mostrou que:
• 1.280 (51,6%) informaram possuir Plano de Resíduos Sólidos.
• 1.132 (45,7%) disseram não possuir o plano.
• 67 (2,7%) não souberam informar a situação.
• 807 (32,5%) disseram que encaminham os resíduos sólidos aos lixões.
• 1.525 (61,4%) encaminham os dejetos diretamente aos aterros sanitários.
• 153 (6,2%) não souberam informar como é feito o descarte no município.
• 3.005 municípios não responderam ao questionamento.

Fonte: Cíntia Marchi / Correio do Povo

O GRITO DO BICHO - 2/8/2014

Tráfico de animais: um flagelo brasileiro

  • Meus-tratos contra cavalos de Poços de Caldas - MG

  • Juiz considerou normal críticas feitas ao Deputado Feliciano de SP

  • União da Vitória tem cerca de três mil cães pelas ruas - PR

  • Campanha do Esquadrão Pet: Drausio Varella, deleta isto!

  • Homem é flagrado transportando um cavalo dentro de uma carro de passeio

  • Cachorro ou gato? Mapa mostra como os países estão divididos entre os dois

  • Vídeos engaçados: cão para de modo estranho

  • Elefantes - "Os 5 animais mais inteligentes do mundo" 

  • abração a todos, muito obrigado pela divulgação do nosso trabalho e acompanhe a coluna "Ultimas Notícias" .
    sheila moura

    PELOTAS, RS : COMPAM abre edital para projetos ambientais de interesse público


    Edital 01 COMPAM FMAM I Sem 2014 Jornal Diario Popular 290614 cópia
    O CONSELHO MUNICIPAL DE PROTEÇÃO AMBIENTAL (COMPAM), órgão máximo da política ambiental municipal, atendo as previsões legais, publicou edital visando o uso de recursos públicos do Fundo Municipal de Proteção e Recuperação Ambiental (FMAM) para aplicação em projetos nas seguintes áreas temáticas, as mais carentes de investimentos no âmbito da politica ambiental local:
                – Unidades de Conservação;
                – Educação ambiental;
                – Fortalecimento do controle ambiental do município e dos Órgãos Públicos;
                – Pesquisa para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis;
                – Projetos de organizações não governamentais (ONGs) sem fins lucrativos que tenham como objetivo principal o fortalecimento institucional.
    Os requerimentos de pedido de apoio financeiros deverão ser apresentados por Pessoa Jurídica, legalmente constituída, entre outras condições estabelecidas em lei. Os projetos devem ser realizados nos limites administrativos de Pelotas.
    Desde que foi regulamentado, em 1998, o FMAM apoiou diversos projetos de ONGs e do Poder Público, como o recente e em execução CONTROLE POPULACIONAL DE CÃES E GATOS, da ONG SOS Animais, em parceria com a Prefeitura Municipal, o qual só foi possível pela existência do FMAM, uma vez que não haviam recursos no orçamento municipal para esse fim. O projeto esta orçado em aproximadamente vinte mil reais e trará grandes benefícios para a população, uma vez que visa
    O FMAM conta hoje com dois milhões de reais, sendo que parte desse montante já esta destinado a diversos projetos de instituições publicas como: UFPel, Cia. Ambiental da Brigada Militar, SDR e a própria SQA, a que mais se vale dos recursos do FMAM.
    O FMAM também é fundamental para que o munícipio possa realizar licenciamento ambiental.
    Mais informações junto a Secretaria Executiva do COMPAM: no prédio da Centro Administrativo Professor Araújo (CAPA), sito à Rua Professor Araújo, no. 1653, fone (53) 3284.4445 e na internet (http://www.compampelotas.com.br/).
    Mais em: http://ongcea.eco.br/?s=fmam
    Veja também: http://ongcea.eco.br/?p=40933

    sexta-feira, 1 de agosto de 2014

    Garoto provoca tigre aprisionado e estressado : perde o braço em zoológico de Cascavel (PR)

    31 de julho de 2014


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    A imprensa erroneamente está divulgando o caso com o título de “Menino de 11 anos é atacado por tigre em zoológico”, mas os vídeos mostram que o garoto irritava os animais e estava na área proibida.
    Nos vídeos gravados é possível ver o garoto instigando o leão. Já na área do tigre, ele chuta as grades, corre, pega impulso e se pendura nelas. Tenta de toda forma chamar a atenção do animal, ora passando a mão, ora dando tapinhas, correndo de um lado para outro da área.
    O menino, que mora em São Paulo, tem 11 anos e estava acompanhado do irmão e do pai, que mora em Cascavel.
    Conforme a bióloga do Zoológico, o tigre chamado Hu tem mais de 200 kg e três anos incompletos. Ele é um animal bastante dócil e deve ter ficado estressado com a movimentação do garoto. Populares que assistiam à cena, registraram um vídeo do comportamento do menino com os animais. O tigre foi isolado na área de manejo.
    Segundo integrantes da equipe de cuidadores do zoo, o menor foi incentivado pelo próprio pai a correr em volta da jaula, dentro da grade de proteção, provocando o animal. O pai ignorou todas as placas de alerta para evitar se aproximar do local e não ouviu apelos de quem observava e pedia para cessar a brincadeira.
    De acordo com eles, o menino estava em uma área proibida (entre a grade de proteção e a grade das jaulas) e dava comida para o tigre e também para o leão, além de acariciá-los.
    O garoto, teve o braço direito amputado na altura do ombro na quarta-feira (30), de acordo com o Hospital Universitário (HUOP). Ele passou por uma cirurgia durante a noite e permanece internado, mas seu estado de saúde é estável, sem risco de morte.
    “Até o presente momento, nós estamos apurando uma lesão corporal, até porque o pai, quando está num ambiente desses com os filhos, tem o dever legal de guarda e proteção. Nós temos que analisar no curso do inquérito policial até que ponto o pai foi realmente descuidado e negligente, para que acontecesse o que aconteceu”, afirmou o delegado Denis Merino, que investiga o caso.

    Fonte: Mural Animal

    Girafa transportada em caminhão morre ao bater a cabeça em ponte

    01 de agosto de 2014


    (da Redação da ANDA)
    Foto: Thinus Botta
    Foto: Thinus Botta
    Uma girafa morreu ao bater a cabeça em uma ponte baixa quando era transportada por uma movimentada rodovia na África do Sul. As informações são do Daily Mail.
    O fato aconteceu nesta quinta-feira à tarde. Momentos anteriores ao incidente os animais foram fotografados por um motorista horrorizado, que também presenciou a cena e contou ter ouvido um alto estalo no momento da tragédia.
    A SPCA (Society for the Prevention of Cruelty to Animals) da África do Sul disse à mídia local que a girafa morreu e que o motorista do caminhão irá enfrentar acusações criminais. O engenheiro Thinus Botha tirou uma foto das duas girafas, quando passou perto do caminhão na rodovia na periferia de Pretoria, capital da África do Sul.
    Ele decidiu acelerar um pouco para capturar o momento – e testemunhou o horrível acidente segundos depois.
    “Eu me encontrava dirigindo pouco antes da ponte, e alguns segundos depois eu tirei a foto da primeira girafa batendo a sua cabeça na ponte”, disse ele ao MailOnline. ”Ouvi um grande estrondo e vi sangue saindo do nariz da girafa. Eu soube que o animal não sobreviveu e não estou surpreso. Foi um golpe e tanto em seu crânio”, contou o motorista.
    O responsável pelas girafas disse a um repórter do jornal Citizen que o caminhão havia passado por diversas outras pontes antes do acidente e que a girafa “esticava o seu pescoço”. Mas o motorista que testemunhou o caso disse ao MailOnline: “Ela estava de pé, estática, como está na foto. Ela não parecia ter discernimento ou liberdade de se mover e se esticar conforme a necessidade”.
    Rick Allan, porta-voz da SPCA, disse ao Eye Witness News: “Tudo o que podemos apurar a essa altura é um traumatismo craniano grave. Nós vamos continuar a nossa investigação, visando possivelmente mover ações incriminatórias contra os responsáveis”.
    A foto foi postada por Thinus Botha no Twitter e gerou diversos comentários.
    A usuária Liesl Schoonraad escreveu: “Algumas vezes eu fico sem esperanças na humanidade”. Nikki Botha, por sua vez, postou: “Isso me faz ficar vermelha de vergonha”, enquanto a usuária @Itschydo acrescentou: “Como se pode supor que a girafa ía saber que precisaria abaixar a cabeça?!”.
    Segundo a reportagem, acredita-se que o caminhão tivesse tido um problema mecânico na manhã da quinta-feira, o que deixou as girafas esperando na carroceria durante muitas horas.