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domingo, 2 de março de 2014

Gestão Integrada de Resíduos Sólidos


clip image002 300x74 Gestão Integrada de Resíduos Sólidos
Gestão Integrada de Resíduos Sólidos
Como transformar lixo em dinheiro
18 de março de 2014 – Centro Empresarial Rio – Botafogo – Rio de Janeiro – RJ
Geração excessiva de resíduos faz cidades caminharem para o caos
Reciclagem de Lixo poderia movimentar no Brasil R$ 20 bilhões por ano, mas o País só recicla 1,4% dos
resíduos sólidos e perde R$ 8 bilhões anualmente nesse segmento, deixando de gerar emprego e renda
O lixo é uma fonte de riquezas. As indústrias de reciclagem produzem papéis, folhas de alumínio, lâminas de borracha, fibras e energia elétrica, gerada com a combustão. A reciclagem movimenta hoje, no Brasil, cerca de R$ 12 bilhões. Mas o País ainda deixa de ganhar por ano R$ 8 bilhões por não reciclar tudo que é possível, segundo estudo do Instituto de Pesquisas Econômicas (IPEA).
O planeta não agüenta continuar gerando lixo no ritmo atual. Muito menos o Brasil. Se o mundo tivesse hoje padrões de consumo semelhantes aos dos europeus ou norte americanos, seriam necessários mais dois planetas “Terra” párea garantir recursos naturais para a produção e consumo. É preciso, portanto, mudar, de forma que as cidades, cada vez mais inchadas, possam implantar formas mais sustentáveis de vida, reduzindo a geração, reaproveitando e reciclando o que é possível reciclar, gerando renda e trabalho ao mesmo tempo.
O 4º Encontro de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, que acontece no próximo dia 18 de março, no Centro Empresarial Rio (RF), tem exatamente esse propósito: buscar e difundir experiências novas ou já implementadas em várias cidades brasileiras, estados, empresas privadas e ONGs. As boas práticas existem e precisam ser divulgadas, debatidas e multiplicadas. Este ano, quando realizaremos a Copa do Mundo no Brasil, a questão da gestão integrada dos resíduos deveria estar equacionada, com o fim dos lixões, mas essa meta parece cada dia mais difícil de ser cumprida.
Cidades no limite
Somente a cidade de São Paulo produz mais de 12.000 toneladas de lixo por dia. Com este lixo, em uma semana dá para encher um estádio para 80.000 pessoas. No Rio de Janeiro, a quantidade de lixo produzida chega a 1,2 milhão tonelada por ano. Esse número representa apenas o que é recolhido nas ruas, nas praias e nas lagoas. Se somar com o que vem das casas, esse dado chega a nove toneladas por dia. Desse total de lixo recolhido, apenas três por cento é reciclado.
Em 2012, das 64 milhões de toneladas de resíduos gerados, 24 milhões seguiram para destinos inadequados. Isso equivale a 168 estádios do Maracanã lotados de lixo, segundo estudo da Abrelpe. Atualmente, apenas 1,4% dos resíduos sólidos é reciclado no país. E ainda assim, a reciclagem desempenha um papel importante na economia como geradora de empregos.
O Brasil avançou com o Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). O esforço para aumentar os índices de coleta seletiva e reciclagem, a partir dele, deixou de ser um problema do governo. Passou a ser responsabilidade compartilhada entre estados, municípios, empresas e sociedade. Muitas cidades ainda têm pouca ou quase nenhuma infraestrutura para implementar o patamar necessário de reciclagem no país, mas terão de se estruturar. E a chave para isso é separar os resíduos, buscar modelos e soluções eficientes para promover a coleta seletiva.
O momento é oportuno para o debate. O Encontro de “Gestão Integrada de Resíduos Sólidos” é uma oportunidade para essa discussão em torno de modelos, soluções, “cases” e experiências que possam ser difundidas por todo o País, de forma séria e criativa, apontar fontes de recursos, tecnologias e mecanismos destinados a buscar a capacitação dos gestores públicos, privados e de empreendedores que possam explorar essa verdadeira riqueza que é o lixo, com o engajamento da sociedade na busca de modelos eficientes de coleta seletiva e reciclagem.
As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo email inscricao.planeja@gmail.com , além dos telefones (21) 2262-9401 / 2215-2245. Mais informações no Blog http://planejabrasil.wordpress.com/
Estudantes e ONGs têm isenção na inscrição até o limite de 70 vagasm que são limitadas.
Empresas de projetos e tecnologia, fabricantes de materiais e equipamentos e prestadores de serviços, gestão, coleta e reciclagem de resíduos, construtoras, empresas de engenharia, gestão de resíduos da construção interessadas em apresentar soluções e tecnologias para o setor através de palestras ou divulgar sua marca e produtos através de patrocínio podem entrar em contato com a área comercial da Planeja & Informa Comunicação e Marketing, através do telefone (21) 2244-6211.
Principais temas em debate
· A RIQUEZA DO LIXO
· O POTENCIAL DE NEGÓCIOS DO LIXO
· COLETA SELETIVA
· RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO
· MODELOS DE REDUÇÃO, REAPROVEITAMENTO E RECICLAGEM
· MODELO DE GESTÃO INTEGRADA
· EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Planeja & Informa Comunicação e Marketing
http://planejabrasil.wordpress.com/
carlos.emmiliano@gmail.com
( Informações para a Imprensa: (21) 2262.9401 e 2215.2245

sábado, 1 de março de 2014

 HISTÓRIA DE PONY

Orangotangos são prostituídos na Ásia

01 de março de 2014 

(da Redaçãoda ANDA)
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(Foto: BOS)
Uma veterinária espanhola, que trabalha no Borneo Orangutan Survival (BOS), informou que orangotangos fêmea são capturados para serem forçados a se prostituírem em alguns países da Ásia. Karmele Llano disse que esta prática tornou-se comum em países asiáticos. Os primatas são encontrados acorrentados e com sinais de abuso sexual. As informações são do La Republica e BOS.
Karmele contou que, em 2003, encontrou na Ilha de Bornéu, a terceira maior ilha do mundo localizada no sudeste da Ásia, um orangotango fêmea de 6 anos de idade. Pony, como é chamada, tinha seus pelos raspados, usava perfume e baton.
(Foto: BOS)
(Foto: BOS)
Normalmente, esses animais são acorrentados a uma cama para que os estupradores que estão por vir, não tenham problemas. De acordo com a veterinária, os clientes mais frequentes são os trabalhadores de empresas madeireiras e plantações de óleo de palma. ”Quando tentamos libertá-la, houve uma revolta, nos ameaçaram com facas e facões. Tivemos de recorrer à polícia estadual, que enviou cerca de 30 agentes para resgatar Pony”, disse ela.
O orangotango foi transferido para o centro de reabilitação BOS. ”Este caso não é isolado. Sabemos que na Tailândia orangotangos são muitas vezes explorados em bordéis como diversão sexual para os clientes”,acrescentou.
Pony tem hoje 17 anos e encara um longo processo de reabilitação. Por ter passado tanto tempo sendo explorada e violentada por humanos, não foi fácil para ela re-aprender como ser um animal selvagem e livre. Após passar anos em um local de socialização, o orangotango pôde ser finalmente transferido para a ilha de Kaja, em junho do ano passado.
(Foto: BOS)
(Foto: BOS)
Suas habilidades de sobrevivência estão crescendo de forma satisfatória em relação aos anos anteriores, segundo a instituição. Ela agora é capaz de fazer ninhos e mostra um comportamento selvagem. Esta fêmea pesa 72,1 kg e é muito dominante em relação aos seus amigos. Na ilha, Pony receberá cuidados especiais e atenção da equipe que irá monitorar suas habilidades de desenvolvimento e sobrevivência.

    CEARÁ : Animais com calazar vivem em situação de abandono no Centro de Zoonoses


    01 de março de 2014 A prática de induzir à morte animais diagnosticados com Leishmaniose – ou Calazar, como é popularmente conhecida – existe há 10 anos em Fortaleza (CE), e sempre causou polêmica entre veterinários e associações de defesa aos animais.

    Visita surpresa ao CCZ flagra abandono de animais (Foto: OAB-CE)
    Visita surpresa ao CCZ flagra abandono de animais (Foto: OAB-CE)
    Uma denúncia anônima da morte induzida de animais com requintes de crueldade nas dependências do Centro de Controle de Zoonoses de Fortaleza (CCZ) chegou até o gabinete da Sub Comissão de Defesa dos Direitos dos Animais, na Ordem dos Advogados do Estado do Ceará (OAB-CE). Após analisarem a denúncia, um grupo de 10 advogados da Sub Comissão decidiu realizar uma visita surpresa ao órgão para apurar a veracidade da denúncia.
    Durante a visita, os funcionários informaram que os animais são alimentados uma única vez ao dia, o que ocorre sempre por volta do meio dia. Além disso, em cada baia são mantidos 25 a 30 animais, disputando um único recipiente de ração. O objetivo, segundo as denúncias, é de enfraquecer o animal para que ofereça pouca resistência no procedimento da morte induzida. O anestésico necessário para ser utilizado antes da eutanásia também não foi encontrado.
    “O local é sujo, com grades enferrujadas. Eu não vi nem água pros animais se hidratarem. Mas o que mais me impressionou foi uma marreta suja e enferrujada que encontramos na sala em que os animais são mortos.”, relembra Tiziane Machado, advogada membro da Sub Comissão de Defesa dos Direitos dos Animais na OAB-CE.
    O Dr. Nélio Morais, administrador do Centro de Controle de Zoonoses de Fortaleza e vice-presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Ceará (CRMV-CE) informou que as condições precárias do Centro, como ferrugem e sujeira, são consequências da gestão anterior:
    Móveis velhos e enferrujados foram encontrados no local. (Foto: OAB-CE)
    Móveis velhos e enferrujados foram encontrados no local. (Foto: OAB-CE)
    “Quando eu cheguei aqui era muito pior. Eu queria que o grupo da OAB tivesse vindo aqui antes pra ver como era a situação.”
    Segundo ele, o centro passará por uma reforma e contará com parcerias de Organizações Não Governamentais (ONGs) e da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual do Ceará (UECE) para ampliar os serviços. Também enfatizou que possui todas as notas fiscais que comprovam as compras de ração e de anestésicos, rebatendo as denúncias.
    Apesar de ser uma prática legal e adotada pelo Ministério da Saúde, a morte induzida é questionada pela advogada Tiziane Machado:
    Visita surpresa ao CCZ flagra abandono de animais. (Foto: OAB-CE)
    Visita surpresa ao CCZ flagra abandono de animais. (Foto: OAB-CE)
    “Quem transmite a doença não é o animal, e sim o mosquito. Então porque mata-se o animal e não há um combate ao mosquito? Enquanto esses animais morrem, o mosquito continua vivo. Precisamos, na verdade, tratar esses animais, e não sacrificá-los.”
    O grupo enviou um ofício à administração do CCZ em que pedia a relação de todos os animais eutanasiados e os processos que comprovam que o animal estava doente, além de questionar a eficácia do exame que detecta o calazar, mas até hoje não teve resposta. Então o grupo fez um relatório com fotos e informações do que presenciou no local e enviou ao Ministério Público. O promotor já pediu ao juiz que determine a suspensão das mortes. “Agora estamos aguardando a decisão do juiz.”, explica a advogada.

    Animais saudáveis são mortos em zoológicos europeus


    01 de março de 2014 

    Bengt Holst, diretor científico do jardim zoológico Dinamarquês, garante que “esta é uma prática comum em muitos zoos”. Organizações Não-governamentais Dinamarquesas (ONG’s) classicificam-na como uma enorme “falta de ética”.
    Nos últimos anos terão sido mortos vários animais como leopardos, tigres, leões, ursos, antílopes e hipopótamos, devido ao seu elevado número e para evitar problemas de consanguinidade.
    De acordo com os dados do diretor executivo da Associação Europeia de Zoológicos e Aquários (EAZA), Lesley Dickie cinco girafas foram mortas, na Dinamarca, desde outubro de 2012; quatro hipopótamos em Portugal, Espanha, Alemanha e Dinamarca no mesmo ano; vinte e duas zebras saudáveis entre 2000 e 2012 e onze antílopes africanos em Edimburgo, Londres, Roterdão e Zurique, entre 2000 e 2009, além de animais de dezenas de outros em zoológicos no Qatar e os Emirados Árabes Unidos.
    Mas há quem peça cautela relativamente ao número de mortes divulgado. “Um título de uma publicação a dizer: Zoológico induz à morte milhares de animais por ano, seria enganador. Pois alguns deles são pequenos roedores” afirma Simon Tonge, director executivo dos parques Ambientais do Sudoeste do Reino Unido.
    A EAZA não divulga o registo com o número total de animais mortos, mas de acordo com as declarações do diretor executivo é estimado que entre 3 a 5 mil animais sejam mortos, nos jardins zoológicos europeus, por ano. A BBC realça, no entanto, que o número pode mesmo ser maior, uma vez que existem zoológicos que não registam o número de mortes ocorridas e outros que não são membros da Associação.
    *Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.
    Fonte: Visão

    O ABOMINÁVEL COMÉRCIO DE PRIMATAS


    Imagens revelam macacos sendo torturados em criadouro de laboratórios

    28 de fevereiro 

    (da Redação da ANDA)
    Milhares de macacos são importados a cada ano para o Reino Unido para serem explorados em experiências científicas. Mas de onde eles vêm, e como é que eles acabam em laboratórios britânicos? As informações são do blog da ONG PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais).
    Uma recente investigação secreta realizada pela Sociedade Nacional Anti-Vivissecção (NAVS) lançou uma nova luz sobre o abominável comércio de primatas. As imagens, que expõem a crueldade presente em um criadouro em Maurício (no oceano Índico) – um dos maiores fornecedores de macacos de laboratório do mundo – contam uma história revoltante de abuso rotineiro infligido a esses animais, muitos dos quais foram capturados na natureza.
    Mãe e filho: um macaco fêmea é pego com armas e rabo preso atrás das costas, como seu bebê se apega a ela. Eles vão em breve ser stressfully separados - para sempre.
    Mãe e filho: uma macaca é segurada com as mãos e o rabo preso atrás das costas, com o seu bebê abraçado nela. Eles em breve serão brutalmente separados – para sempre.
    O manuseio descuidado: trabalhadores capturar os animais de suas jaulas. No lado esquerdo, um macaco é rodado pela cauda. À direita, um bebê se apega à sua mãe. Os investigadores também viu macacos bateu contra pisos de concreto.
    Trabalhadores tiram os animais de suas jaulas. No lado esquerdo, um macaco é rodado pela cauda. À direita, um bebê se apega à sua mãe. Os investigadores também viram macacos sendo jogados contra pisos de concreto.
    Impotente: um macaco macho sedado tem sangue tirado de sua coxa.
    Impotente, um macaco sedado tem sangue tirado de sua coxa.
    Cercado: um macaco grávida medo é pressionado por um grupo de homens mascarados em um procedimento de rotina.
    Uma macaca grávida assustada é brutalmente manuseada por um grupo de homens durante um procedimento de rotina.
    Um macaco adulto passando por um teste de tuberculose, em que uma agulha é inserida em sua pálpebra. As fotos foram tiradas em uma fazenda que fornece animais para experimentos em laboratórios do Reino Unido.
    Um macaco adulto passa por um teste de tuberculose, em que uma agulha é inserida em sua pálpebra. As fotos foram tiradas em uma fazenda que fornece animais para experimentos em laboratórios.
    Cruel: a muito jovem bebê macaco grita enquanto é tatuado para identificação - sem quaisquer analgésicos.
    Um bebê muito jovem grita enquanto tem sua identificação tatuada – sem anestesia.
    Muitos desses macacos serão trancados dentro de pequenas caixas e irão voar pela Air France para laboratórios, onde provavelmente serão alimentados à força com drogas e produtos químicos em testes de toxicidade, ou terão suas cabeças furadas para experimentos neurológicos.
    Nos laboratórios, esses seres altamente sociais e inteligentes vão passar anos sendo fisicamente e psicologicamente atormentados, bem como confinados em jaulas apertadas sozinhos, antes de finalmente serem mortos quando não forem mais considerados “úteis”.
    A Air France é a única companhia aérea que transporta macacos de Maurício até os laboratórios.Escreva para os funcionários da empresa e manifeste sua indignação.

    SÃO JOSÉ DO RIO PARDO (SP)

    Voluntários criam cadeiras de rodas de tubos de PVC para ajudar animais

    28 de fevereiro de 2014 

    Gato Jorge com cadeira feita pelos voluntários (Foto: Luís Henrique Artioli Tobias/Gazeta do Rio Pardo)
    Gato Jorge com cadeira feita pelos voluntários (Foto: Luís Henrique Artioli Tobias/Gazeta do Rio Pardo)
    Agentes do serviço de zoonoses de São José do Rio Pardo (SP) têm produzido cadeiras de rodas para cães e gatos que perderam os movimentos nas patas traseiras em decorrência de acidentes. O trabalho voluntário é desenvolvido em parceria com outras pessoas da cidade que buscam uma melhor qualidade de vida para os animais com dificuldade em se locomover.
    A cadeirinha é feita com tubos de PVC, uma forma encontrada pelos voluntários de baratear o produto. Atualmente os modelos disponíveis no mercado custam entre R$ 450 e R$ 650. “Um amigo dono de uma loja de material de construção doou os canos e conexões. Outra amiga costura os panos de suporte para o animal. Com isso conseguimos montar a primeira cadeira”, explicou o agente Ronaldo Luiz Carreiro da Silva.
    O acessório criado por ele e outros dois agentes beneficiou o gato Jorge, que foi atropelado há três meses e perdeu o movimento nas patas traseiras. A professora Luceli de Souza Baptistão, que adotou o bicho, contou que sofria ao ver o felino se arrastar para se locomover. “Achei a iniciativa espetacular, os agentes são muito dedicados e têm ajudado muitos bichos na cidade. A cadeirinha melhorou muito a vida de Jorge, que toma de três a quatro banhos por dia por conta de um problema urinário causado pelo acidente. Depois, deixo ele no quintal para andar enquanto cuido dos outros animais”, contou Luceli.
    A professora mantém um espaço no Jardim Eunice onde há atualmente cerca de 20 gatos e 22 cães. Debilitados, muitos deles foram abandonados pelos tutores. Luceli gasta R$ 1 mil por mês entre ração e remédios. Para manter os bichos em boas condições, recebe ajuda de voluntários e amigos.
    Iniciativa
    Cadeira de canos PVC foi produzida por voluntários (Foto: Luís Henrique Artioli Tobias/Gazeta do Rio Pardo)
    Cadeira de canos PVC foi produzida por voluntários (Foto: Luís Henrique Artioli Tobias/Gazeta do Rio Pardo)
    Os agentes da zoonoses produzem as cadeirinhas fora do horário de trabalho diário na Prefeitura. Cada acessório leva em média sete dias para ficar pronto. Eles aprenderam a montar o acessório após pesquisa feita na internet. Agora a próxima beneficiada pelo andador será uma cadela que tem cinomose, doença canina com alto índice de mortalidade.
    “Já fizemos os ajustes e vai dar certo. Somos contra sacrificar e orientamos sempre a cuidar do animal até o final. É gratificante ver o bicho debilitado poder se locomover com essa ajuda. É uma alegria para ele, para nós, para o tutor. A gente faz com carinho, amor e dedicação, isso é o mais importante”, afirmou Ronaldo.
    O agente disse acreditar que, com a divulgação do trabalho, moradores da cidade devem procurar o serviço de zoonoses para ajudar outros animais com sintomas de paralisia.
    Fonte: G1

      FREQUENTADA POR CELEBRIDADES

      Casa noturna de Londres proíbe a entrada de pessoas usando peles

      28 de fevereiro de 2014 

      (da Redação da ANDA)
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      (Foto: Photofab/Rotello/MCP/Rex/Nigel Howard)
      O lugar favorito dos famosos e da realeza, Mahiki arriscou irritar seus clientes depois de se tornar a primeira casa noturna de Londres a para banir o uso de peles. As informações são do London Evening Standard.
      Frequentadores da boate serão recebidos por um novo sinal de néon doado pelo PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais), com a palavra “pele” e um símbolo de proibido. Quem estiver vestindo pele não poderá entrar no local, e os convidados, ganharão na porta um crachá escrito “No Fur”.
      Meg Mathews está por trás da iniciativa e irá treinar os funcionários do local como diferenciar os itens verdadeiros dos falsos. Os visitantes do Mahiki incluem Kate Middleton, o príncipe Harry, e as princesas Beatrice e Eugenie.
      Meg disse: “Eu amo a idéia de ser capaz de mostrar como pode ser fabuloso não usar pele. Mahiki é um dos pontos mais legais em Londres, por isso foi a minha primeira escolha para promover a compaixão na moda. Não me importa quem você é – se você estiver vestindo peles, você não tem coração, e você não vai entrar.”
      “Vinte anos depois da famosa campanha do PETA ‘Prefiro andar nua do que usar peles’, vestir peles é agora visto com repulsa. Você sempre pode encontrar algumas pessoas que não se importam, e sempre haverá gente que usa por ser tão desesperada por atenção – mas você não pode ter qualquer respeito por alguém que ouve sobre o sufocamento, espancamento e eletrocussão de animais e, em seguida, decide sair vestindo algo feito dessa forma. Há tantos grandes estilistas que trabalham com tecidos livres de crueldade, e isso é o que nós deveríamos estar celebrando durante a temporada de moda”, acrescentou Meg.
      As celebridades Rihanna e Lindsay Lohan já foram vistas deixando o Mahiki usando o que parecia ser pele. Kate Moss é fã e na semana passada Rita Ora foi vista em um casaco de £ 30 mil da Fendi feito de vison e pele de castor. O estabelecimento pretende manter sua política, mesmo correndo o risco de perder seus clientes mais ricos e famosos.
      Porta-voz da PETA, Mimi Bekhechi afirmou: “Qualquer um que quer ser ‘in’ precisa saber que a pele é o mais ‘out’ possível. A tendência mais quente na moda é a compaixão, por isso aplaudimos Mahiki por se posicionar contra a pele de animais.”
      A mesma iniciativa foi tomada por uma popular casa de shows na Noruega, chamada Felix Club, no começo deste ano. Norheim, ex-vocalista da banda Mayhem e proprietário do estabelecimento disse: “Muitos estão engajados na proteção animal e este é um ato simbólico para nós. É uma pequena declaração do nosso lado.”