Powered By Blogger

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Mudar o desenvolvimento para salvar a biodiversidade

Uma drástica mudança no rumo do desenvolvimento econômico é essencial para evitar o desaparecimento dos ecossistemas do planeta, que são a base da vida, afirma um estudo publicado ontem na revista científica norte-americana Science. A mudança climática, a contaminação, o desmatamento e as transformações no uso da terra empurram as espécies à extinção, reduzindo sua abundância e os lugares que habitam.

“As sociedades e as infraestruturas humanas evoluíram e dependem de espécies e ecossistemas particulares”, disse Paul Leadley, da Universidade de Paris-Sud, que encabeçou o estudo. “Mesmo os cenários mais otimistas para este século sistematicamente preveem a extinção e a redução das populações de muitas espécies”, declarou Paul, da França, à IPS em conversa telefônica. A meta de frear a perda de biodiversidade até 2020 está sendo discutida esta semana nesta cidade japonesa, onde acontece a 10ª Conferência das Partes do Convênio sobre Diversidade Biológica. Porém, o objetivo de 2020 é, tristemente, algo “irreal”, admitiu Paul, baseando-se em cinco recentes estudos ambientais mundiais.

Paul e seu colega Henrique Miguel Pereira, da Universidade de Lisboa, lideraram uma equipe de 23 cientistas de nove países que compararam os resultados dos últimos estudos e uma ampla gama de literatura para avaliar as possíveis mudanças futuras na biodiversidade. A análise traça uma inevitável e contínua perda de biodiversidade no Século 21, mas oferece esperanças de que possa diminuir essa deterioração se forem adotadas as medidas políticas adequadas.

O termo biodiversidade é usado para descrever a ampla gama de variedades de seres viventes – árvores, insetos, plantas, animais – que formam a infraestrutura biológica e nos fornecem saúde, riqueza, alimento, água, combustível e outros serviços úteis. Muitos não entendem o quanto a humanidade é dependente de numerosos serviços proporcionados pela natureza e a rapidez com que isto está mudando, afirmou Paul.

Embora a atenção pública se concentre na extinção de espécies, é a mudança em sua distribuição e no tamanho de suas populações, o ponto mais grave para o bem-estar humano, bem como os melhores indicadores da pressão que é exercida pelas pessoas sobre os ecossistemas, diz o estudo. Nos oceanos, a combinação de pesca em excesso e mudança climática – causada pelas emissões de dióxido de carbono das atividades humanas – está transformando rapidamente a vida marinha a ponto de no futuro haver menos peixes grandes.

Além disso, o desmatamento e o aquecimento global estão transformando as paisagens terrestres. Uma pesquisa na selva amazônica concluiu que, se as temperaturas mundiais aumentarem dois graus centígrados, como parece provável, a mescla de incêndios com desmatamento acabará com a capacidade única dessa região para gerar a metade de sua própria chuva. Sem estas, a selva se converterá em região de pradarias, causando maciça liberação de dióxido de carbono e a perda de muitas espécies.

Mesmo se o desmatamento terminasse, a maior parte da selva amazônica poderia desaparecer em 50 ou 60 anos devido ao aquecimento do planeta, disse o biólogo Thomas Lovejoy, principal conselheiro sobre biodiversidade do presidente do Banco Mundial e membro do painel científico assessor do Fundo para o Meio Ambiente Mundial. “Dois graus de aquecimento será algo duradouro para muitos ecossistemas. As florestas tropicais estarão em dificuldades. Haverá poucos arrecifes de coral, a temperatura das florestas será muito diferente da atual”, afirmou Lovejoy à IPS em Nagoya.

Uma solução para esfriar o planeta e salvar a selva amazônica é restaurar florestas e áreas verdes, com a finalidade de remover dióxido de carbono da atmosfera, acrescentou o cientista. O crescimento econômico deve deixar de focar os lucros que proporciona a conversão de terras e procurá-los por meio da restauração da biodiversidade. Combater a mudança climática é uma forma de frear a perda de diversidade biológica, disse Paul. Colocar preço nas emissões de carbono em todas suas formas, desde a gerada pelo desmatamento até a agricultura seria uma maneira de enfrentar o problema, prosseguiu.

O desmatamento e a agricultura contribuem com 35% a 50% de todas as emissões de gás carbono na atmosfera. Também são os principais causadores da conversão de ecossistemas naturais. É necessário um forte peso de impostos sobre as emissões, incentivo aos esforços para capturar carbono e criação de áreas protegidas efetivas. Proteger apenas 20% da terra e 15% do mar, segundo proposto originalmente como meta para 2020 no Convênio, não é suficiente para deter a perda de biodiversidade.

As ações devem ser adotadas com urgência, disseram os cientistas, já que a janela de oportunidades se fecha rapidamente. Medidas imediatas poderiam garantir até 2030 uma ampliação de 15% das áreas florestais do planeta, mas a falta de ações pode gerar uma perda superior a 10% destas até esse ano. O maior desafio continua sendo convencer os políticos.

Os cientistas acreditam que a criação da Plataforma sobre Biodiversidade e Serviços de Ecossistemas (IPBES, um mecanismo do grupo Intergovernamental de Especialistas sobre a Mudança Climática - IPCC) poderia fazer uma diferença. “Os temas são tão urgentes e o que está em jogo para a humanidade é tão importante que os cientistas devem unir-se e, por meio do IPBES, e informar os governantes com voz única e autorizada”, disse Henrique Miguel. Delegações governamentais expressaram em Nagoya seu apoio à criação do IPBES, mas alguns negociam seu apoio para conseguir a aprovação de um acordo sobre o acesso equitativo aos recursos biológicos.
*****************
FONTE : Envolverde/IPS

RS : ANIMAIS MORTOS NO LITORAL PREOCUPAM PESQUISADORES

Animais mortos foram encontrados no litoral do Estado
entre os dias 14 e 19 de outubro. A expedição foi realizada pela pesquisadora do Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, Daniela Sanfelice, que esteve acompanhada do biólogo César Jaeger Drehmer, do Departamento de Zoologia e Genética da Universidade Federal de Pelotas, e do técnico do Museu, Tomaz Vital Aguzzoli.

Somados os dois trechos percorridos (Balneário Pinhal à Barra da lagoa do Peixe e Bojurú aos molhes de São José do Norte) foram observadas quatro carcaças de leões-marinhos, 11 de lobos-marinhos, 39 de albatrozes/petréis, 43 cetáceos (dentre baleias e golfinhos), 93 tartarugas-marinhas e 375 pinguins.

Segundo os pesquisadores, o número de aves marinhas encontradas não foi preciso pelas dificuldades de visualização impostas pela rápida decomposição dos exemplares.
Ainda que muitos destes animais possam ter morrido por causas naturais, os especialistas encontraram diversas evidências de interações antrópicas, como emalhamento em redes, cortes provavelmente produzidos pelas hélices de grandes embarcações, sinais indicativos de perfuração por projétil, entre outras.

“Temos certeza de que diversos destes espécimes morreram em decorrência de conflitos com o homem ou com atividades humanas relacionadas à pesca”, assegura a Bióloga Daniela.
*************************
FONTE : Coordenadoria de Comunicação Social/FZB-RS. Jorn. Elisabete Monlleo Martins da Silva - Reg. Prof. nº 1427. Fone: 51.3336.3281.

"Primeiro Seminário de Pesquisa em Planejamento e Gestão Territorial" - Criciuma,SC

Encaro com grande responsabilidade,muita honra e extrema alegria o fato da UNESC,SC, através de seu ilustre professor Dr. Nilzo Ladwig,ter me convidado para proferir a palestra de encerramento do "I Seminário de Pesquisa em Planejamento e Gestão Territorial".
O seminário será realizado de 3 a 5 de novembro na UNESC, em Criciuma, SC.
Minha palestra versará sobre o tema "ECOPOLÍTICA" e será na noite de 5/novembro.
Abaixo o programa oficial do seminário :

03 de novembro

19h - Cerimônia de Abertura
19h30 - Mesa de debate com o tema: Produção de Dados de Referência Cartográfica.

Temas Correlatos:
-Contribuições do IBGE para a Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais
-Produção de Dados Geoespaciais de Referência no Estado de Santa Catarina - SDS/SC

Debatedores:
-ENG. JOÃO BOSCO DE AZEVEDO - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - Diretoria de Geociências/Coordenador de Cartografia - DGC/CCAR.
Possui graduação em Engenharia Cartográfica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2000) , especialização em Infraestructura de Datos Espaciales pela Universidad Politécnica de Madrid (2007), mestrado em Engenharia da Computação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2003).

-ENG. PAULO ROBERTO GUIMARÃES LEAL - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - Gerente de Geodésia e Cartografia da Unidade Estadual de Santa Catarina - GGC/SC.
Possui graduação em Engenharia Cartográfica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1975), mestrado em Engenharia Civil - UFSC (2007).

-ENG. THOBIAS LEÔNCIO ROTTA FURLANETTI - Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Sustentável - SDS/SC - Coordenador de Dados Geoespacias.
Possui graduação em Engenharia Cartográfica pela Universidade Estadual Paulista (2002), mestrado em Engenharia Civil - UFSC (2007).

Coordenador da mesa de debate: Prof. Eduardo Preis - UNESC


04 de novembro

14h às 15h30 - Apresentação de trabalho – Mesa 1

-O PROCESSO HISTÓRICO DE CRICIÚMA NA PERSPECTIVA DA PSICOLOGIA AMBIENTAL
Autores: João Alberto Ramos Batanolli, Edevar Boteon, Daniel Teixeira Jerônimo

-VULNERABILIDADE URBANA, ANÁLISE DO PROCESSO DE APROPRIAÇÃO DO ESPAÇO POR PESSOAS ATINGIDAS POR DESASTRES AMBIENTAIS URBANOS: UM ENFOQUE DA PSICOLOGIA AMBIENTAL
Autores: Rudnei Joaquim Martins Aline H. P. Oliveira

-BIODIVERSIDADE E DIREITO A CIDADE: O OLHAR DA PSICOLOGIA AMBIENTAL SOBRE O PLANEJAMENTO URBANO
Autores: Thaiane Teixeira da Silva Campos, Camila Hulse, Caroline Elise Schnack

15h30 às 16h – Intervalo

16h às 18h30 - Apresentação de trabalho – Mesa 2

-DESASTRES NATURAIS URBANOS E SUBJETIVIDADE: UMA ANÁLISE DA PSICOLOGIA AMBIENTAL FRENTE À CATÁSTROFE NO VALE DO ITAJAÍ
Diandra de Souza Jora, Marília Tavares Dávila

-AS FUNÇÕES DOS ESPAÇOS PÚBLICOS E A CONTRIBUIÇÃO DA PSICOLOGIA AMBIENTAL AO PLANEJAMENTO URBANO: UM ESTUDO SOBRE O PARQUE CENTENÁRIO EM CRICIÚMA
Autores: Kelly Daiane Savariz Bôlla, Pedro Luiz Kestering Medeiros, Gláucia Cardoso de Souza

-VULNERABILIDADE URBANA: O USO FUTURO DE ÁREAS DEGRADADAS PELA MINERAÇÃO DE CARVÃO COMO ALTERNATIVA À SUSTENTABILIDADE LOCAL - UMA REFLEXÃO DA PSICOLOGIA AMBIENTAL NA PERSPECTIVA DO PLANEJAMENTO URBANO REGIONAL
Autores: Gabriela Thomaz da Silva, Mainara Figueiredo Cascaes, Priscila de Stéfani Castro

-PROGRAMA DE ARQUEOLOGIA PREVENTIVA DO SÍTIO ARQUEOLÓGICO SANTA ROSA DE LIMA V MUNICÍPIOS DE SANTA ROSA DE LIMA E RIO FORTUNA/SC.
Autores: Juliano Bitencourt Campos, Claudio Ricken, Rafael Casagrande da Rosa, Juliano Gordo Costa; Guilherme Bitencourt, Alan Sezara, Mayla Steiner

19h30 - Mesa de debate com o tema: PSICOLOGIA AMBIENTAL E ARQUITETURA
Debatedoras:
-Profª Drª GLEICE AZAMBUJA ELALI - Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN.
Graduada em Arquitetura e Urbanismo (1982) e em Psicologia (1987) pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN, tem mestrado e doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (1996 e 2002). Atualmente é professor adjunto da UFRN com experiência na graduação e pós-graduação nas duas áreas, e interesses de pesquisa relacionados a Projeto de Arquitetura e Psicologia Ambiental, envolvendo, especialmente, avaliação do ambiente construído, percepção ambiental, acessibilidade e apego ao lugar.

-Leonora Cristina da Silva
Graduação em Arquitetura e Urbanismo (UFSC) - 2004
Mestrado em Pós-Arq (UFSC)- 2008 - Área de Projeto e Planejamento de Arquitetura, com enfoque em Psicologia Ambiental
Professora do Curso de Arquitetura - ( UNESC ) 2009
Coordenadora da mesa de debate: Profª Drª Teresinha Maria Gonçalves - UNESC
05 de novembro

14h às 16h30 - Apresentação de trabalho – Mesa 3

-APLICAÇÃO DO INDICADOR DE SALUBRIDADE AMBIENTAL (ISA) PARA ÁREAS URBANAS. ESTUDO DE CASO: MUNICÍPIO DE CRICIÚMA, SC.
Autores: Morgana Levati Valvassori, Nadja Zim Alexandre

-GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS, COM ENFASE NA PROTEÇÃO DO RIO SANGÃO, EM SUA EXTENSÃO SITUADA NO BAIRRO SÃO FRANCISCO, CRICIÚMA, SANTA CATARINA
Autores: Felipe Bianchini, Gabriel Z. Nunes, Sheila L. da Silva, Marta V. G. de S. Hoffmann, Paula T. Pavei

-ESTUDO DE PROJETOS PARA MORADIAS ATINGIDAS POR CATÁSTROFES: CASA EFICIENTE CONTRA VENDAVAL, ENCHENTES OU DESLIZAMENTOS
Autores: Eduardo Rocha, Lisiane Ilha Librelotto

-TENDÊNCIAS DOS ÍNDICES CLIMÁTICOS EXTREMOS DE PRECIPITAÇÃO NA REGIÃO DE SÃO LUDGERO-SC
Autores: José Luiz Rocha Oliveira, Alan Henn, Álvaro José Back

19h30 - Mesa de debate com o tema: ECOPOLÍTICA
Debatedor: Prof. James Pizarro
Eng. Agrônomo, Professor aposentado da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Mestrado em Ecologia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Ecologista, Conferencista em várias universidades do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Inúmeras publicações de artigos, produtor e apresentador do primeiro programa de educação ecológica do rádio brasileiro (Rádio Universidade da UFSM), ex presidente da FZB (Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul).
Coordenador da mesa de debate: Prof. Nilzo Ivo Ladwig - UNESC
**************************
FONTE : http://www.unesc.net/post/213/11/11347

Biólogo Angelo Augusto Santos explica a dimensão econômica da biodiversidade


Angelo Augusto Santos também fala sobre sua expectativa sobre a COP-10, encontro entre 192 países que vão definir metas de preservação ambiental para 2020. Entrevista no Jornal das Dez, GloboNews.
*********************
FONTE : EcoDebate, 27/10/2010

Saiba Mais: Recuperação de Pedreiras - Roberto Naime

O uso de jazidas para obtenção de materiais de empréstimo para a construção civil é uma das atividades responsáveis por muitas áreas degradadas, tanto em áreas isoladas, como em cidades ou regiões metropolitanas.

Os projetos de recuperação de áreas degradadas identificam os principais aspectos da degradação produzida pelos agentes antrópicos e não questionam os processos que causaram a degradação. Estes procedimentos em geral estão associados a reduzida eficiência produtiva dos empreendimentos, onde efluentes líquidos, resíduos sólidos e emissões atmosféricas são resultantes de desperdícios ou obsolecência, de processos e equipamentos.

Nas áreas degradadas, os projetos de recuperação necessitam o entendimento da dinâmica dos processos de degradação, para que sejam indicadas as soluções mais adequadas.

Em geral são necessários materiais para recomposição geomorfológica da área, e solos orgânicos que sejam capazes de garantir as ações de re-vegetação das áreas, com espécies gramíneas, leguminosas, arbustivas e arbóreas.

As modernas concepções dos empreendimentos aplicam os princípios da prevenção, para que não sejam necessárias ações corretivas ao final das atividades antrópicas (humanas). Os projetos ambientais devem ocorrer de forma concomitante a explotação do bem mineral, de maneira que ao final do processo, tanto a exploração quanto a recuperação estejam implantadas.

Isto exige uma atividade fiscalizatória muito eficiente dos órgãos ambientais na implementação dos projetos, realidade que em geral não correspondem ao cotidiano dos órgãos ambientais, carentes de equipamentos e recursos humanos.

Esta moderna concepção realiza previsão dos danos ambientais e a implantação de medidas mitigadoras e atenuadoras durante a atividade, para evitar que o dano ambiental previsto se realize, além de melhorar o aproveitamento dos recursos minerais.

Estes procedimentos são próprios de um novo ramo da ciência denominado engenharia ambiental integrada, onde os processos produtivos são compatibilizados e adaptados de forma a não produzir danos ao meio ambiente, numa ação preventiva que minimize a geração de impactos e possibilite a ação exploratória juntamente com a atividade de recomposição ambiental.

Durante a exploração de uma pedreira, os taludes e detonações de explosivos podem ser planejados para causar o menor impacto possível. As explosões podem ter horário fixo para não causar transtornos e o empreendedor pode manter a área permanentemente úmida com o uso de carros pipa, para que não se produza pó, proveniente das estradas e também da ação de britagem, onde aspersores de água evitam o pó.

O ruído pode ser minimizado com o emborrachamento dos britadores. Os materiais de bota-fora (que são inservíveis para beneficiamento e comercialização) podem ser utilizados para recomposição geomorfológica (do relevo) da área.

Solos orgânicos do local podem ser reservados para utilização na recuperação das áreas, ou mesmo serem trazidos de outros locais para que sejam atingidos resultados relevantes na re-vegetação das áreas.
*****************************
FONTE : Roberto Naime, Professor no Programa de pós-graduação em Qualidade Ambiental, Universidade FEEVALE, Novo Hamburgo – RS, é colunista do EcoDebate. (EcoDebate, 27/10/2010).