<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739</id><updated>2012-01-27T03:40:39.904-08:00</updated><title type='text'>ANTES QUE A NATUREZA MORRA</title><subtitle type='html'>Meu caso de amor com o planeta azul</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3310</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-8768546252240609773</id><published>2012-01-27T03:40:00.001-08:00</published><updated>2012-01-27T03:40:39.915-08:00</updated><title type='text'>Energia Solar: Aquele bem comum chamado Sol</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Imperativo energético&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, do estudioso alemão &lt;strong&gt;Hermann Scheer &lt;/strong&gt;(foto), é um formidável documento sobre um modelo de produção energética alternativa ao petróleo, ao carvão e ao átomo. E que prevê uma gestão descentralizada e auto-organizada pelos por indivíduos e pelas populações locais.&lt;br /&gt;A análise é de &lt;strong&gt;Guglielmo Ragozzino&lt;/strong&gt;, publicada no jornal &lt;strong&gt;Il Manifesto&lt;/strong&gt;, 18-01-2012. A tradução é de &lt;strong&gt;Moisés Sbardelotto&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;A vantagem competitiva alemã em comparação com a economia italiana – alguns a chamam familiarmente de &lt;em&gt;spread&lt;/em&gt; – reside preponderantemente no formidável ativo da &lt;strong&gt;Alemanha &lt;/strong&gt;nas trocas internacionais de bens e serviços, a diferença do passivo que caracteriza a &lt;strong&gt;Itália&lt;/strong&gt;. Essa é a explicação em que insistem os mais renomados economistas (às vezes também de esquerda). E muitos sugerem de sair do atoleiro reconvertendo o sistema econômico e social do país para dispor de bens exportáveis, contendo mais inovação de produto, ou para produzi-los através de processos mais eficientes (leia-se: com demissões em massa).&lt;br /&gt;Submissamente, sugerimos uma outra via. A de imitar a sério os alemães, mas na sua transição para as energias renováveis e ao contemporâneo abandono das energias fósseis, incluindo a nuclear. Esse caminho é o que um autor, um verdadeiro cientista político, &lt;strong&gt;Hermann Scheer&lt;/strong&gt;, sociólogo, descreveu na íntegra em seu último livro, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Imperativo energético&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, publicado no fim de 2011, nos Kyoto Books das Edizioni Ambiente (269 páginas). O tema está resumido nas frases que completam o título original: “100% renovável agora! Como realizar a completa conversão do nosso sistema energético”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O advogado do verde&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Scheer&lt;/strong&gt;, saudado como “advogado do Sol”, “herói verde”, faleceu em outubro de 2010. O seu papel não foi apenas o de pensar o futuro “renovável” e escrever livros para explicá-lo e torná-lo familiar para os alemães e outros, na Europa e no mundo, mas também o de construir uma extraordinária obra de convicção, através de associações como Eurostar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Scheer &lt;/strong&gt;tornou realmente mais próximo e acessível o “seu” futuro, na ação de todos os dias, escrevendo livros, participando de congressos, proferindo conferências. Mas ele fez muito mais, trabalhando sem trégua na esfera política, utilizando no parlamento, no seu partido, o SPD, e também nas administrações das cidades e das &lt;em&gt;Länder&lt;/em&gt;, todos os espaços permitidos. Em busca contínua de escolhas concretas, de leis para tornar o mundo “renovável” prático, vantajoso e convincente.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Imperativo energético&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; está entre os trabalhos do seu último período e é, ao mesmo tempo, ciência, informação, política. Certamente, deve ser lido como um programa muito concreto para aqueles que continuarão a sua obra e se dedicarão à reconversão energética da sociedade ou, melhor, à revolução social praticada através da mudança de paradigma energético.&lt;br /&gt;A &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/42692-sol-fonte-renovavel-de-energia-de-vida-de-espiritualidade-entrevista-especial-com-enrico-turrini"&gt;energia de origem solar&lt;/a&gt; deve substituir totalmente e o mais rápido possível aquela que hoje é utilizada, que é quase inteiramente de origem fóssil. Para &lt;strong&gt;Scheer&lt;/strong&gt;, não há mediações possíveis, os atrasos tornam-se intoleráveis, não se pode aceitar compromissos, soluções confusas. As grandes empresas tradicionais do gás, do petróleo, elétricas, incluindo o átomo, mostram agora, em grande parte, uma atitude tolerante com relação às energias renováveis. É falso. Fingir dar espaço às novidades é uma medida que permite se mostrar na moda, serve para dar uma demão de verniz de elegância a um mundo energético ainda e sempre dominado pelas energias fósseis.&lt;br /&gt;Scheer rejeita essa atitude complacente. O modelo renovável não deve e não pode ser apenas uma variante, um enchimento, nem a oferta de uma área de descanso gratuito e de tempo indeterminado para desenvolver experimentos com toda a calma, à espera que as energia fósseis se esgotem.&lt;br /&gt;Ao contrário, &lt;strong&gt;Scheer &lt;/strong&gt;é movido pela urgência. Não está apenas convencido de que as energias fósseis estão esgotando rapidamente, muito mais perto do que se pensa e que, por isso, será preciso abrir mão delas o quanto antes. Elas devem ser eliminadas hoje, por serem prejudiciais por causa da poluição que determinam, por causa dos desastres naturais crescentes e pelo aquecimento global que provocam.&lt;br /&gt;Portanto – ele tem certeza disso – quanto antes nos libertarmos delas, melhor. Ou, melhor, essa é a única via para permitir um futuro para a humanidade, é um imperativo categórico se quisermos não só sobreviver, mas também continuar sendo humanos. Nesse sentido, deve ser proibido qualquer compromisso. A energia não pode coexistir com a fóssil, com as suas redes extensas por toda a parte.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Uma rede pequena e flexível&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A energia solar e a fóssil são modelos totalmente alternativos, inclusive de um ponto de vista econômico. Não há capital suficiente para ambos. Uma verdadeira política de desenvolvimento para as energias renováveis implica que os fundos disponíveis para a energia sejam todos postos à disposição para esse projeto, excluindo qualquer outra escolha. Nem um centavo a mais, nem um metro quadrado a mais de território para a expansão da energia de petróleo, carvão, gás, nuclear. As suas redes, as suas gigantescas plantas chegaram ao fim. Não devem ser revitalizadas com novos capitais, com mais espaço, com reedições de concessões administrativas. Ao contrário: é preciso finalmente calcular de verdade a economia da energia fóssil, não ignorando os custos postos em cima das comunidades às escondidas. Só assim então a comparação econômica vai se tornar aceitável e se poderá julgar se os custos efetivos da energia tradicional são ou não mais altos do que os incentivos à energia solar.&lt;br /&gt;Atualmente, a mídia proclama que estes últimos têm custos exorbitantes nas contas, mas na maioria das vezes as contas provêm diretamente dos escritórios de estudos das companhias elétricas e semelhantes e, portanto, são pouco confiáveis. Os interesses vitais das companhias energéticas são defendidos sem equívocos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Scheer &lt;/strong&gt;não conseguiu conhecer a escolha do governo alemão de fechar inteiramente o capítulo da energia nuclear até 2022. Ele certamente teria apreciado a sua direção geral, mesmo criticando qualquer compromissos a mais. A sua atitude – como ilustra no livro – sempre era pragmática sobre as formas e as táticas, uma vez estabelecidos os termos gerais da questão, a certeza ética de jamais confundir os fins com os meios, contanto que, finalmente, permanecesse sempre fixo o objetivo final, o Sol, que nunca deveria ser posto em discussão ou alcançado às pressas.&lt;br /&gt;O que une entre si as energias fósseis, incluindo também a variante dos reatores nucleares, é a necessidade de dispor de redes extensas ao máximo. O objetivo ao qual as companhias fósseis tendem é a &lt;strong&gt;SuperGrid&lt;/strong&gt;, a rede de todas as redes, como se disséssemos o monopólio de todos os monopólios energéticos. Ela contrasta em máximo grau com a &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/noticias-anteriores/29648-redes-eletricas-inteligentes-como-desenvolver-uma-infraestrutura-para-o-seculo-21"&gt;&lt;strong&gt;SmartGrid&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, a rede inteligente, a rede democrática que Scheer indica como modelo e como objetivo a ser alcançado.&lt;br /&gt;A energia deve ser, por assim dizer, feita em casa, para evitar que se dependa de produtores fósseis, patrões dos seus carvões e dos patrões das redes, aqueles cujos governos de todo o mundo se inclinam como fossem realmente os reis dos territórios atravessados.&lt;br /&gt;A energia que é necessária nasce de uma mistura de tudo o que existe, a partir da cultura, do conhecimento da história e de química e física, e depois o Sol, o vento, os resíduos agrícolas, a água. A economia obtida com os materiais projetados para os novos edifícios e as novas máquinas, feitas de modo a se consumir o mínimo possível. Tudo isso e o dinheiro necessário para avançar na pesquisa de máquinas, sistemas, materiais cada vez mais adaptados a capturar a força do Sol serão em breve suficientes para cobrir todas as exigências energéticas dos seres vivos em uma área determinada.&lt;br /&gt;Scheer, por outro lado, não mostra nenhuma intenção de eliminar o automóvel privado. Certamente, não será para sempre o meio de transporte mais inteligente e livre. O futuro saberá fazer melhor. Os automóveis, todos os automóveis, também deverão ter uma transição muito próxima para a eletricidade. Os longos percursos serão possíveis com baterias capazes, já disponíveis industrialmente, e com estações de recarga, alimentadas por redes inteligentes à beira das estradas e das rodovias. Será uma série de redes locais, capazes de interagir quando necessário, mas todas com uma forte marca comunitária e local.&lt;br /&gt;Em geral, os municípios deverão retomar a posse das suas redes e gerenciar diretamente com as próprias forças e sob o impulso dos cidadãos a água, os resíduos, a energia, os transportes. Assim, se tornará necessário um caminho inverso à linha atual, perceptível também na Alemanha, de privatização com passagem para grandes grupos acionistas dos serviços públicos locais.&lt;br /&gt;Conta mais a rede local ou a eliminação imediata das energias fósseis?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Renovável e de curto alcance&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“Imperativo energético” não foge desse dilema, ou, melhor, o enfrenta com ardor no caso de &lt;strong&gt;Desertec&lt;/strong&gt;. Esse é um programa de exploração de plantas solares termodinâmicas e eólicas, nos desertos, as primeiras, e ao longo das costas atlânticas da &lt;strong&gt;África&lt;/strong&gt;, as segundas, para produzir energia elétrica a ser canalizado para a &lt;strong&gt;Europa &lt;/strong&gt;de modo a cobrir – em um ano ainda não especificado – uma fração importante da necessidade energética europeia. Um programa intrigante, capaz de convencer além das companhias financeiras e os gigantes energéticos da &lt;strong&gt;Alemanha &lt;/strong&gt;e de meia Europa, também uma parte dos ambientalistas. Mas não Scheer. E a oposição ao Desertec é uma das passagens mais significativas do livro.&lt;br /&gt;O &lt;strong&gt;Desertec &lt;/strong&gt;é muito caro, bilhões de euros. Não é possível fazer nada melhor, usando esse capital, com as renováveis de curto alcance, tanto na &lt;strong&gt;Europa &lt;/strong&gt;como na &lt;strong&gt;África&lt;/strong&gt;? De um ponto de vista técnico-científico, &lt;strong&gt;Scheer &lt;/strong&gt;indica as perdas de potência em um sistema de transmissão tão longo. Ele mostra depois o perigo político, além de econômico, que um sistema tipo Desertec pode gerar e a sua afinidade com aqueles sistemas elétrico-fósseis tradicionais, que deveriam ser substituídos: rigidez extrema, fragilidade, problemas de segurança. Razão pela qual o Desertec acabaria invertendo a intenção de libertar as populações dos vínculos energéticos fósseis, substituindo-o por outros vínculos não menos graves. E afastando-se de qualquer perspectiva democrática, essencial na pesquisa de Scheer.&lt;br /&gt;Abre-se o confronto fundamental: há uma energia renovável, &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/42692-sol-fonte-renovavel-de-energia-de-vida-de-espiritualidade-entrevista-especial-com-enrico-turrini"&gt;solar&lt;/a&gt;, que também é local, cidadã, cresce nos telhados e ao longo dos muros, é controlável de perto, é sempre substituível, pode ser consertada, é fácil de mudar e de melhorar, sem interromper o serviço, não custa muito, ou, melhor, torna-se concorrencial se for deixada viva e ao mesmo tempo não se facilita a hipótese energética contrária: um bem comum, em suma, para o qual se devem construir, dia após dia, as condições. Um modelo de sociedade em que todas as pessoas são “obrigadas” a discutir, a escolher um modelo de vida, a elaborar um projeto comum para alcançá-lo: para fazer, um dia após o outro, a democracia.&lt;br /&gt;Por outro lado, há uma energia poderosa, de amplo alcance, governada de longe, inalcançável pelos usuários que parece (parecia) responder às exigências dos engenheiros, mas que, na realidade, responde desde sempre às exigências das finanças e dos poderes mais fortes . “Eu tenho a resposta”, dizia &lt;strong&gt;Hermann Scheer&lt;/strong&gt;. “Agora, cabe a vocês”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : (&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/abR"&gt;Ecodebate&lt;/a&gt;, 27/01/2012) publicado pela &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506124-aquele-bem-comum-chamado-sol" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;IHU On-line&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, parceiro estratégico do EcoDebate na socialização da informação.&lt;br /&gt;[&lt;em&gt;IHU On-line é publicada pelo Instituto Humanitas Unisinos - IHU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São Leopoldo, RS.&lt;/em&gt;]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-8768546252240609773?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/8768546252240609773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=8768546252240609773&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/8768546252240609773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/8768546252240609773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/energia-solar-aquele-bem-comum-chamado.html' title='Energia Solar: Aquele bem comum chamado Sol'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-4878604685799260389</id><published>2012-01-27T03:38:00.000-08:00</published><updated>2012-01-27T03:38:01.786-08:00</updated><title type='text'>O grande desafio da Causa dos Animais, artigo de Vininha F. Carvalho</title><content type='html'>&lt;em&gt;O grande desafio da causa dos animais é construir uma nova mentalidade&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Proteger os animais é compreender suas necessidades&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Os cães são muito mais inteligentes do que pensam os humanos. É o que afirmam cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Em uma reportagem da revista “New Scientist”, os pesquisadores afirmam que o melhor amigo do homem sabe contar e que tenta passar mensagens usando diferentes tipos de latidos.&lt;br /&gt;Em geral, os cães latem alto quando são separados de seus donos. Já quando estranhos se aproximam ou a campainha toca, emitem latidos baixos e secos, explica a especialista em comportamento animal da universidade, Sophia Yin. Quando brincam, os sons são altos e espaçados.&lt;br /&gt;Por isto, acredito que não existem raças “problemas” e sim humanos que cuidam de cães, de raças ou não, de forma inadequada. Numa sociedade cada vez mais urbana e distante da natureza, poucas pessoas conseguem compreender a “linguagem” do seu animal e, por isto, acabam abandonado-o a própria sorte.&lt;br /&gt;O grande desafio da causa dos animais é construir uma nova mentalidade, conduzindo as ações para que haja um amadurecimento no relacionamento entre as pessoas e os animais. Para que isto se torne possível , se faz necessário diferenciar responsabilidade social de caridade.&lt;br /&gt;A responsabilidade social enfoca a busca da solução do problema, agindo diretamente na causa. A caridade investe na consequência, dificultando que o problema seja resolvido, pois não estimula a união de esforços para descobrir a verdadeira causa do problema. O assistencialismo é imediatista. A responsabilidade social é um atitude que envolve determinação e persistência, que garante um futuro muito melhor.&lt;br /&gt;A meu ver, o ideal não é apenas lutar para combater as crueldades. É preciso educar as pessoas para que não ocorra os maus tratos, tornando cada cidadão responsável pelo seu animal.&lt;br /&gt;Precisamos dar futuro aos animais, e isto com certeza, não se faz através de esmolas, e sim, através da conscientização de seus direitos, incidindo no adestramento adequado, que propiciará um convívio harmonioso.&lt;br /&gt;Precisamos despertar a criatividade, através de novas idéias, ecoar nos corações sensíveis, conseguindo instalar nas mentes o desejo de amar e respeitar os animais .Agindo assim, formaremos uma legião de educadores, capazes de promover a posse responsável e o controle de natalidade, onde a vontade de fazer o bem será o elo forte entre o cidadão e o cumprimento das leis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;********************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;FONTE : Vininha F. Carvalho – ambientalista e presidente da Fundação Animal Livre ( www.animalivre.org.br)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/abY"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 27/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-4878604685799260389?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/4878604685799260389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=4878604685799260389&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/4878604685799260389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/4878604685799260389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/o-grande-desafio-da-causa-dos-animais.html' title='O grande desafio da Causa dos Animais, artigo de Vininha F. Carvalho'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-7657045831154393446</id><published>2012-01-26T05:47:00.000-08:00</published><updated>2012-01-26T05:47:21.809-08:00</updated><title type='text'>Queda na atividade do Sol até 2100 não vai atrasar aquecimento global, diz estudo</title><content type='html'>Menor radiação solar não vai atrasar aquecimento global, diz estudo. Queda na atividade do Sol até 2100 deve reduzir temperatura em 0,08ºC. Aumento é menor que o provocado pelo efeito estufa, de 2º C nesse século. Matéria da &lt;strong&gt;Reuters&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Atividades solares mais fracas nos próximos 90 anos não devem ter impactos significativos no atraso do aumento da temperatura global causada por gases do efeito estufa, segundo um relatório divulgado na segunda-feira (23).&lt;br /&gt;O estudo, realizado pelo Escritório Meteorológico da Grã-Bretanha e pela Universidade de Reading, descobriu que a radiação solar vai cair até 2100, mas isso iria apenas produzir uma queda de 0,08 º C na temperatura global.&lt;br /&gt;Cientistas têm alertado que condições climáticas mais extremas devem ocorrer com mais freqüência em todo o planeta conforme o clima da Terra aumenta.&lt;br /&gt;As estimativas são de que o mundo deve aquecer mais de 2 º C esse século devido ao crescimento das emissões de gases do efeito estufa.&lt;br /&gt;Os compromissos globais existentes atualmente para cortar o dióxido de carbono e outros gases do efeito estufa são vistos como insuficientes para impedir o aquecimento do planeta além de 2º C, um limiar que deve provocar um clima instável com freqüentes condições meteorológicas extremas, segundo cientistas.&lt;br /&gt;“Essa pesquisa mostra que as mudanças mais prováveis na atividade solar não terão um grande impacto nas temperaturas globais, nem farão muito para reduzir o aquecimento provocado por gases estufa que nós esperamos”, disse Gareth Jones, cientista que detecta mudanças climáticas no Escritório Meteorológico.&lt;br /&gt;“É importante notar que este estudo está baseado em um modelo climático único, em vez de modelos múltiplos que pudessem captar mais incertezas do sistema climático”, ele adicionou.&lt;br /&gt;Durante o século 20, a atividade solar aumentou para um nível máximo. Estudos recentes sugerem que esse nível já atingiu um fim ou está se aproximando dele.&lt;br /&gt;Os pesquisadores usaram esse nível máximo como ponto de partida para projetar possíveis mudanças na atividade solar ao longo deste século.&lt;br /&gt;O estudo também mostrou que, se a radiação solar cair além do patamar atingido entre 1645 e 1715 – chamado de mínimo de Maunder, quando a atividade solar atingiu valor o mínimo já observado – a temperatura global cairia 0,13 º C.&lt;br /&gt;“O cenário mais provável é que vamos ver uma redução geral da atividade solar, em comparação com o século 20, que faça com que a radiação caia para os valores do mínimo Dalton (atingido em cerca de 1820)”, disse Mike Lockwood, especialista em estudos de energia solar na Universidade de Reading.&lt;br /&gt;“A probabilidade da atividade cair aos níveis do Mínimo de Maunder – ou mesmo voltar para a alta atividade verificada no século 20 – é de cerca de 8%”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : Matéria da &lt;strong&gt;Reuters&lt;/strong&gt;, no &lt;strong&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/01/menor-radiacao-solar-nao-vai-atrasar-aquecimento-global-diz-estudo.html" target="_blank"&gt;G1 Natureza&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/abA"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 26/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-7657045831154393446?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/7657045831154393446/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=7657045831154393446&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/7657045831154393446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/7657045831154393446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/queda-na-atividade-do-sol-ate-2100-nao.html' title='Queda na atividade do Sol até 2100 não vai atrasar aquecimento global, diz estudo'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-4107041966799280852</id><published>2012-01-26T05:45:00.000-08:00</published><updated>2012-01-26T05:45:15.684-08:00</updated><title type='text'>Emergências no Brasil, artigo de Roberto DaMatta</title><content type='html'>No Brasil a palavra emergência é um desses vocábulos com muitos sentidos, quase todos reveladores da dimensão mais profunda da atmosfera local. Dou um exemplo: se um inglês grita “help!”, ele é imediatamente socorrido. Se uma companhia aérea americana, pequena ou grande, recebe um pedido de passagem numa “emergency” – isso já ocorreu comigo – o lugar vai ser obtido. Palavras como socorro, perigo, ajuda, emergência e expressões como vida ou morte têm o poder de suspender as rotinas diárias e deflagram atitudes condizentes. O atendimento e a atenção têm que ser imediatos.&lt;br /&gt;No Brasil, elas dizem o mesmo, mas dependem de quem está do lado de cá (como vítima ou doente) ou do lado de lá da porta do hospital ou do balcão de atendimento. Entre nós existem mediações e tudo depende do “caso” – e o “caso”, conforme sabemos, mas não discutimos, tem a ver com conceitos tipicamente brasileiros como “a pinta”, “a cara”, “o jeito” – a tal aparência. O modo pelo qual a vítima ou o doente é socialmente classificado.&lt;br /&gt;Em todos os encontros impessoais no Brasil, o modo de falar, o tom de voz, o porte, a roupa, a cor da pele, a gesticulação, o cabelo e o penteado, os adereços, o andar e até mesmo o grau e limpeza, o cheiro, o relógio ou o anel – com maior ou menor peso, mas com a cor da pele, sejamos sinceros, sendo muito importante – são peças básicas no acolhimento ou na rejeição de uma emergência. Acostumados a ver as pessoas situando-as apenas como inferiores ou superiores e jamais como iguais, as emergências e os socorros (esses momentos que nos igualam como seres mortais e capazes de ser ofendidos, feridos e socorridos) passam numa primeira instância a “saber quem é a vítima” para, em seguida, dar-lhe atenção ou desamparo.&lt;br /&gt;Donde, o antipático mas preventivo “você sabe com quem está falando?”. Diante de balcões de repartições públicas, hospitais e postos de saúde. Nas emergências, tendemos a seguir a mesma lógica das tramoias políticas. Diante da suspeita de crime, ou, como diz a presidente, do “malfeito”, procuramos primeiro saber quem é para depois demitir, indiciar ou blindar! Embora, como estamos fartos de saber, o bom-senso quase sempre demande providências imediatas.&lt;br /&gt;Fala-se muito em cidadania, mas o fato é que esse papel continua sendo dependente de quem o desempenha. Se for nosso, recebe a blindagem que o torna superior às leis e fica dispensado dos socorros; se for pessoa comum, entra nas emergências. Esses atendimentos que, com ou sem plano de saúde, podem levar ao cemitério independentemente de quaisquer circunstâncias.&lt;br /&gt;Pois “socorro” e “emergência” são palavras que em todo lugar, exceto no Brasil, têm a força de suspender as circunstâncias.&lt;br /&gt;Em maio do ano passado tive um mal-estar e descobri, depois de uma consulta de emergência, que estava com uma crise de vesícula. Tinha que extirpá-la o mais rapidamente possível, o que fiz dois dias depois. Passei, assim, pela famosa cadeia medicinal deflagrada pelo estado de emergência que vai do atendimento imediato ao diagnóstico; passando pela intervenção, recuperação e retorno à vida normal.&lt;br /&gt;Mas esse processo só foi feliz porque durante todo o tempo eu tive a sorte e o privilégio de estar acompanhado por médicos amigos. Recebi, deste modo, não só a competência da sabedoria médica habitual, mas uma decisiva e grata atenção. Eu pago caro por um plano de saúde mas, mesmo em plena crise, eu demorei mais ou menos seis horas para ser internado num grande hospital de Niterói porque o plano fala em Rio de Janeiro e Niterói é nele classificado como Leste Fluminense! Quer dizer, a contiguidade entre o Rio de Janeiro e Niterói sumiu porque o plano de saúde comporta um detalhe burocrático típico do moderno-brasileiro. Esperei mas comigo esperou a equipe médica, até que as tramas do plano fossem resolvidas e deixassem passar o doente.&lt;br /&gt;O fato concreto é que cheguei no hospital às 9 da manhã e só fui operado às 6 da tarde, depois de uma troca interminável de mensagens e telefonemas entre Rio e Niterói. Felizmente tudo deu certo. Mas e se eu fosse – digamos como hipótese – um negro desconhecido e educado na boa norma da igualdade que abomina o “você sabe com quem está falando?” que recria a desigualdade, onde deveria reinar uma equidade plena mas devidamente enfartado? Em caso afirmativo, eu estaria escrevendo essa crônica no outro mundo.&lt;br /&gt;É preciso rever as condutas que tipificam o espaço público brasileiro, sobretudo no que diz respeito a emergências. Não cabe, numa democracia e num governo voltado para a justiça social e para o povo pobre, nenhuma desculpa que acaba incidindo sobre detalhes legais e que, no final, tentam demonstrar que o doente vitimou-se a si próprio. O caso da trágica morte do sr. Duvanier Paiva Ferreira, secretário de um ministério voltado justamente para os recursos humanos e uma agência de saúde, é exemplar. Primeiro porque não houve o famoso “você sabe quem está falando?”; depois porque a vítima era um negro importante. Será que em todos os atendimentos os doentes devem fazer um escarcéu?&lt;br /&gt;O socorro e a emergência não podem admitir demoras, desculpas e, sobretudo, esse detestável legalismo nacional que trava o mundo (e a vida) em nome de uma serenidade jurídica que simplesmente não deve existir nas crises de saúde e jamais pode prevalecer na batalha entre a vida e a morte! Bem faz a presidente Dilma em mandar averiguar o caso. Melhor ainda seria interferir, com maior consciência sociológica, nos protocolos dos atendimentos emergenciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : &lt;a href="http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/1/25/emergencias-no-brasil" target="_blank"&gt;Artigo&lt;/a&gt; originalmente publicado em &lt;strong&gt;O Globo&lt;/strong&gt; e socializado pelo &lt;strong&gt;ClippingMP&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/abz"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 26/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-4107041966799280852?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/4107041966799280852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=4107041966799280852&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/4107041966799280852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/4107041966799280852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/emergencias-no-brasil-artigo-de-roberto.html' title='Emergências no Brasil, artigo de Roberto DaMatta'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-2999906214201296885</id><published>2012-01-26T05:42:00.000-08:00</published><updated>2012-01-26T05:42:24.914-08:00</updated><title type='text'>Poyang, maior lago de água doce da China, sofre as consequências da represa de Três Gargantas</title><content type='html'>&lt;em&gt;Pequim culpa a falta de chuvas pela secura do lago, mascarando a responsabilidade da represa de Três Gargantas.&lt;/em&gt;Para quem pensava em se deparar com o maior lago de água doce da China, Poyang é um espetáculo desolador. Dos mais de 3.500 quilômetros quadrados que costumam ficar imersos, somente 200 quilômetros quadrados estão sob as águas neste mês de janeiro. Uma planície ressecada se estende a perder de vista. Um pagode se projeta sobre um pequeno monte que parece ser uma ilhota. Em uma bruma característica das regiões do Baixo Yangtzé, barcaças estão ancoradas diante de um magro curso d’água enquanto os pescadores estão sem trabalho. Matéria de Harold Thibault, &lt;strong&gt;Le Monde&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;De acordo com a agência oficial de notícias Xinhua, essa seca, a mais grave em seis décadas, se deve a “uma falta de chuvas na região do lago e na nascente de seus afluentes”. A severidade do clima este ano tem sua parte de responsabilidade, mas mencioná-la como única causa é omitir o papel da colossal barragem de Três Gargantas, 500 quilômetros acima. A relação de causalidade nem sempre é reconhecida oficialmente, mesmo que o governo tenha admitido, em maio de 2011, que a maior represa do planeta criou “problemas que devem ser resolvidos com total urgência”.&lt;br /&gt;“Todo ano, quando a barragem de Três Gargantas armazena água para funcionar durante a estação seca invernal, a vazão do Yangtzé cai. Isso acelera a queda do nível do lago Poyang, cujo período de águas baixas é antecipado”, analisa Ye Xuchun, pesquisador da Universidade do Sudoeste da China. Ele é coautor, junto com cientistas do Laboratório de Estudos Ambientais da Nanquim, de uma análise cruzada de levantamentos dos níveis de água na bacia de Três Gargantas e no local onde os fluxos do “Longo Rio” se misturam aos do lago Poyang, em sua extremidade norte, frente à cidade de Hukou.&lt;br /&gt;Os autores concluem a partir disso que o ajuste artificial da represa, que deve ser enchida para maximizar sua produção de eletricidade, reduz o nível de água do Yangtzé em sua foz. E que o rio não garante mais seu papel de “bloqueio” ao norte do lago. Assim, os outros rios que abastecem o Poyang só atravessam, como simples cursos d’água, o lago que desaparece. Foi o que aconteceu em 2006, ano muito seco que caiu em plena fase de enchimento da represa de Três Gargantas: “Quando o nível de água da barragem foi elevado em 15 metros, chegando a 155 metros em outubro, o lago declinou a um nível extremamente baixo em Hukou”, diz o relatório.&lt;br /&gt;O início de 2012 está sendo pior. O equilíbrio ecológico da região foi “gravemente afetado”, lamenta Dai Nianhua, vice-diretor do Centro de Pesquisas sobre o lago Poyang, em Nanchang, capital da província. Sem um nível de água suficiente não há peixes, e portanto não há víveres necessários aos pássaros migratórios para os quais Poyang é uma etapa. O governo decidiu abastecer o lago com peixes e camarões, por helicóptero.&lt;br /&gt;O balanço econômico segue a mesma linha. No canteiro naval de Xingzi, um operário conta: “Os navios comerciais não podem mais circular com a bacia vazia”, sendo que o lago é um pulmão da atividade na província rural do Jiangxi. Há quem proponha que seja construída uma nova barragem na junção do lago e do Yangtzé, mas sabem-se quais seriam seus efeitos secundários.&lt;br /&gt;Quanto aos pescadores, eles viraram suas embarcações sobre a margem ou simplesmente as abandonaram no leito seco do Poyang. Guo Jintao, morador de Yumincun, vila de uma centena de pescadores, não mexe em seu barco há mais de um ano. Fazia meio século que ele não via o lago tão seco assim – ele, que começou a pescar aos 13 anos de idade. Sua esposa e ele passaram a procurar pequenos trabalhos temporários de construção.&lt;br /&gt;“No ano que vem é que saberemos. Se houver água o suficiente, voltaremos a pescar. Senão, continuaremos com essa nova atividade”, diz Guo, tragando seu cigarro sem parar. Zhang Jingzen, sua mulher, acha que, aos 55 anos, empilhar tijolos é exaustivo: “Prefiro a pesca, é uma atividade que nossa família pratica há quatro gerações”, ela diz, fazendo seu marido mostrar o certificado de pescador profissional.&lt;br /&gt;A família costumava ganhar entre 10 mil a 20 mil yuans por ano (R$2.736 a R$5.472 ), mas os Guo só conseguiram juntar 5 mil yuans em 2011. As autoridades locais lhes ofereceram uma indenização de 4 mil yuans. Um outro pescador, curioso com a discussão, interveio para contar que ele só recebeu 500 yuans do governo da cidade, sendo que a província teria liberado 1.000 yuans para cada pescador.&lt;br /&gt;“As rendas das vilas de pescadores estão caindo tão rápido quanto o nível de água do lago. Alguns habitantes estão tendo de mudar de profissão”, constata Xu Bin, autor de uma tese sobre as consequências socioeconômicas dos desequilíbrios ambientais do lago. Ele avisa: “A terra na China é seca, então o Yangtzé é vital. Poyang é uma de suas chaves, e sua situação atual serve de alerta para o futuro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;********************************&lt;br /&gt;FONTE : &lt;br /&gt;Tradutor: Lana Lim&lt;br /&gt;Matéria [&lt;em&gt;En Chine, le plus grand lac d'eau douce est à sec&lt;/em&gt;] do &lt;strong&gt;Le Monde&lt;/strong&gt;, no &lt;strong&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/lemonde/2012/01/26/maior-lago-de-agua-doce-da-china-sofre-as-consequencias-da-represa-de-tres-gargantas.htm"&gt;UOL Notícias&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/abB"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 26/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-2999906214201296885?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/2999906214201296885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=2999906214201296885&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/2999906214201296885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/2999906214201296885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/poyang-maior-lago-de-agua-doce-da-china.html' title='Poyang, maior lago de água doce da China, sofre as consequências da represa de Três Gargantas'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-114554999436278651</id><published>2012-01-24T05:27:00.000-08:00</published><updated>2012-01-24T05:27:18.364-08:00</updated><title type='text'>Oceanos já estão até cem vezes mais ácidos devido a emissões de CO2</title><content type='html'>&lt;div class="addthis_toolbox addthis_default_style "&gt;&lt;a addthis:ui_language="pt" class="addthis_button_preferred_1 addthis_button_hotmail at300b" 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Mudanças causadas pelo homem são cem vezes maiores que as naturais. Em 90 anos, a calcificação de corais e moluscos pode cair 40%, afirma estudo científico. Do &lt;strong&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/01/emissao-de-co2-aumenta-acidez-do-oceano-e-prejudica-corais-diz-estudo.html" target="_blank"&gt;Globo Natureza&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;O aumento da acidez dos oceanos verificado nos últimos 100 a 200 anos foi muito maior que as transformações que ocorreriam naturalmente, sem a interferência da ação do homem. A conclusão é de um time de cientistas internacionais ligados ao Centro de Pesquisa Internacional do Pacífico, da Universidade do Havaí, em um estudo publicado neste domingo (22), na “Nature Climate Change”.&lt;br /&gt;De acordo com a pesquisa, cerca de 65% do gás proveniente de atividades humanas entram no mar e, em contato com a água salgada, aumentam sua acidez. O fenômeno reduz a taxa de calcificação de organismos marinhos, como corais e moluscos.&lt;br /&gt;As conclusões do estudo são baseadas em simulações de condições do clima e do oceano verificadas na Terra nos últimos 21 mil anos, desde a última Era Glacial até o século 21. Durante as simulações, os pesquisadores analisaram o nível de concentração do aragonito, um tipo de carbonato de sódio que ajuda a medir a acidez dos oceanos. Quanto mais ácida é a água do mar, menor é a quantidade de aragonito.&lt;br /&gt;Os resultados obtidos revelaram que o nível atual de aragonito é cinco vezes menor que o verificado na fase pré-industrial. De acordo com a pesquisa, essa redução pode representar uma queda de 15% na calcificação de corais e moluscos. Já nos próximos 90 anos, a redução da calcificação pode cair 40% em relação aos valores pré-industriais, considerando o contínuo uso de combustíveis fósseis, que emitem CO2.&lt;br /&gt;“Em algumas regiões, as mudanças na acidez do oceano provocadas pelo homem desde a Revolução Industrial são cem vezes maiores que as mudanças naturais verificadas entre a última Era Glacial e os tempos pré-industriais”, disse Tobias Friedrich, um dos cientistas que lideraram a pesquisa, em material de divulgação.&lt;br /&gt;Segundo ele, após o fim do último período glacial, a concentração de CO2 atmosférico aumentou de 190 partes por milhão (ppm) para 280 ppm ao longo de seis mil anos. Assim, os ecossistemas marinhos tiveram tempo suficiente para se adaptar. Já o aumento para o nível atual, de 392 ppm, levou apenas entre 100 e 200 anos, prejudicando a vida marinha.&lt;br /&gt;De acordo com a pesquisa, os corais são vistos em locais com concentração de aragonito presentes em 50% do oceano atualmente. Até o final do século 21, essas condições seriam encontradas em apenas 5%.&lt;br /&gt;“Nosso estudo sugere que severas reduções devem ocorrer na diversidade, complexidade e resistência dos corais até metade deste século”, afirmou o co-autor do estudo, Alex Timmermann.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*******************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/ab3"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 24/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-114554999436278651?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/114554999436278651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=114554999436278651&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/114554999436278651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/114554999436278651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/oceanos-ja-estao-ate-cem-vezes-mais.html' title='Oceanos já estão até cem vezes mais ácidos devido a emissões de CO2'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-301170428047350487</id><published>2012-01-24T05:25:00.000-08:00</published><updated>2012-01-24T05:25:05.523-08:00</updated><title type='text'>Estudos sobre resíduos de agrotóxicos em alimentos terão que seguir padrões internacionais</title><content type='html'>Estudos sobre resíduos de agrotóxicos em alimentos, elaborados pelas empresas para registrar esse tipo de produto no Brasil, terão que seguir metodologias semelhantes às adotadas em países como Estados Unidos, Canadá, Japão, Austrália e União Europeia.  É o que estabelece a Resolução RDC 4/2011 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada nesta segunda-feira (23/1).&lt;br /&gt;A norma da Anvisa detalha todas as condições técnicas que devem ser observadas pelas empresas na condução dos estudos de resíduos de agrotóxicos em alimentos, tais como: critérios para preservação de amostras, apresentação de estudo de estabilidade de agrotóxico na cultura, curva de dissipação, entre outros.Com esse regulamento, a Agência pretende dar mais segurança na condução dos estudos de resíduos de agrotóxicos em alimentos.&lt;br /&gt;De acordo com o diretor da Agência, Agenor Álvares, muitas vezes as empresas de agrotóxicos apresentam estudos de resíduos elaborados em condições insatisfatórias ou inadequadas, o que aumenta o custo e o tempo de análise dos produtos. “Tendo regras bem claras e detalhadas, esperamos receber estudos elaborados em condições corretas, pois quando conduzidos de forma inadequada não são suficientes para que os técnicos da Agência consigam estabelecer um limite seguro de resíduos de agrotóxicos em alimentos”, explica Álvares.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Normas Internacionais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O novo regulamento é uma atualização da Resolução RDC 216/ 2006 da Agência.  Com essa norma, os estudos de resíduos de agrotóxicos em alimentos, no Brasil, passam a seguir as recomendações metodológicas do Codex Alimentarius – programa da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação e da Organização Mundial de Saúde (FAO/ONU) para alimentação segura.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Registro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, o registro de agrotóxicos é realizado pelo Ministério da Agricultura, órgão que analisa a eficácia agronômica desses produtos. Porém, a anuência da Anvisa e do Ibama é requisito obrigatório para que o agrotóxico seja registrado.&lt;br /&gt;A Anvisa realiza avaliação toxicológica dos produtos quanto ao impacto na saúde da população e estabelece os limites máximos de resíduos em alimento, bem como o intervalo de segurança que deve ser observado entre a última aplicação do agrotóxico e  a colheita. Já o Ibama observa os riscos que essas substâncias oferecem ao meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**********************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;strong&gt;Anvisa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/abc"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 24/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-301170428047350487?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/301170428047350487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=301170428047350487&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/301170428047350487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/301170428047350487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/estudos-sobre-residuos-de-agrotoxicos.html' title='Estudos sobre resíduos de agrotóxicos em alimentos terão que seguir padrões internacionais'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-1829359118557074524</id><published>2012-01-24T05:23:00.001-08:00</published><updated>2012-01-24T05:23:37.317-08:00</updated><title type='text'>Anvisa abre consulta pública para banir os agrotóxicos parationa metílicia e forato, prejudiciais à saúde humana</title><content type='html'>Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta segunda – feira (23/1), duas consultas públicas recomendando o banimento dos agrotóxicos parationa metílicia e forato. As recomendações da Anvisa estão baseadas em estudos científicos que relacionam o uso desses agrotóxicos à problemas de saúde.&lt;br /&gt;“Nossa medida pretende reduzir o risco da população exposta a esses produtos, tendo em vista que são extremamente tóxicos e estão sofrendo restrições de uso em diversos países”, afirma o diretor da Agência, Agenor Álvares.&lt;br /&gt;A parationa metílica é um inseticida e acaricida que tem uso autorizado nas culturas do algodão, alho, arroz, batata, cebola, feijão, milho, soja e trigo.  “Este agrotóxico possui características neurotóxicas, imunotóxicas, mutagênicas e provoca toxicidade para os sistemas endócrino e reprodutor e para o desenvolvimento de embriões e fetos, além de gerar desordens psiquiátricas”, explica Álvares.&lt;br /&gt;Quanto ao forato, o diretor da Anvisa destaca que produto pode provocar letalidade em doses baixas, por diferentes vias de exposição, e está associado com diabetesmellitus na gravidez, toxicidade reprodutiva e para o sistema respiratório, nefrotoxicidade  e neurotoxicidade. Esse agrotóxico é um inseticida, acaricida e nematicida (empregado para combater alguns parasitas) utilizado no cultivo do algodão, amendoim, batata, café, feijão, milho, tomate e trigo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cenário internacional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No cenário internacional, os dois produtos são proibidos na Comunidade Europeia.  A parationa metílica também não pode ser utilizada na China, Japão, Indonésia, Sri Lanka e Tanzânia. Nos Estados Unidos, esse agrotóxico está classificado como restrito, o que significa que as formulações a base de parationa metílica só podem ser compradas e usadas por aplicadores certificados. Ainda, nos Estados Unidos, a aplicação do produto é mecanizada, o que diminui a exposição dos trabalhadores ao produto.&lt;br /&gt;O forato está em processo de descontinuidade de uso para a cultura da batata no Canadá e tem prioridade para ser reavaliado na Austrália. Nos Estados Unidos, o uso desse agrotóxico sofre diversas restrições, tais como: uso em sistemas fechados, proibição de aplicação aérea, restrição de culturas autorizadas e regiões e definição de uma única aplicação por safra.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Retirada voluntária&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma das empresas, fabricante de produtos à base de parationa metílica no Brasil, já se manifestou formalmente à Anvisa de que irá retirar esse agrotóxico do mercado nacional, de forma voluntária, em 2012.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Contribuições&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As contribuições às Consultas Públicas 8 e 9/2011 podem ser feitas pelo site da Anvisa ou pelo e-mail &lt;a href="mailto:toxicologia@anvisa.gov.br"&gt;toxicologia@anvisa.gov.br&lt;/a&gt;. Outros canais de participação são o fax (61) 3462 – 5726 e cartas para o endereço Agência Nacional de Vigilância Sanitária / Gerência-Geral de Toxicologia, SIA, Trecho 5, Área Especial 57, Lote 200, Brasília, DF, CEP 71.205.050.&lt;br /&gt;Confira as notas técnicas que recomendam a proibição de uso da &lt;a href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/03f1108049e63087b45ab66dcbd9c63c/Paration+Metilico.pdf?MOD=AJPERES"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;parationa metílica &lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e do &lt;a href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/cf41640049e62f75b44db66dcbd9c63c/Forato.pdf?MOD=AJPERES"&gt;forato&lt;/a&gt; no Brasil.&lt;br /&gt;Veja ainda publicação das &lt;a href="http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=23/01/2012&amp;amp;jornal=1&amp;amp;pagina=52&amp;amp;totalArquivos=120"&gt;consultas públicas&lt;/a&gt; da Anvisa no Diário Oficial da União.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;******************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;strong&gt;Anvisa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/abd"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 24/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-1829359118557074524?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/1829359118557074524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=1829359118557074524&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/1829359118557074524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/1829359118557074524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/anvisa-abre-consulta-publica-para-banir.html' title='Anvisa abre consulta pública para banir os agrotóxicos parationa metílicia e forato, prejudiciais à saúde humana'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-7923438637461835145</id><published>2012-01-24T05:22:00.000-08:00</published><updated>2012-01-24T05:22:00.387-08:00</updated><title type='text'>Anvisa constata uso de agrotóxicos não autorizados no plantio de diversos alimentos</title><content type='html'>&lt;div class="addthis_toolbox addthis_default_style "&gt;&lt;a addthis:ui_language="pt" class="addthis_button_preferred_1 addthis_button_hotmail at300b" href="http://www.addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;amp;winname=addthis&amp;amp;pub=xa-4d821e2c223d4c09&amp;amp;source=tbx-250&amp;amp;lng=pt&amp;amp;s=hotmail&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.ecodebate.com.br%2F2012%2F01%2F24%2Fanvisa-constata-uso-de-agrotoxicos-nao-autorizados-no-plantio-de-diversos-alimentos%2F&amp;amp;title=Anvisa%20constata%20uso%20de%20agrot%C3%B3xicos%20n%C3%A3o%20autorizados%20no%20plantio%20de%20diversos%20alimentos%20%7C%20Portal%20EcoDebate&amp;amp;ate=AT-xa-4d821e2c223d4c09/-/-/4f1eb00969863bf6/1&amp;amp;frommenu=1&amp;amp;cr=1&amp;amp;uid=4f1eb00945621e29&amp;amp;ct=1&amp;amp;pre=http%3A%2F%2Fco105w.col105.mail.live.com%2Fdefault.aspx%3Frru%3Dinbox&amp;amp;tt=0&amp;amp;captcha_provider=recaptcha" target="_blank" title="Send to Hotmail"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_hotmail"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class="addthis_button_preferred_2 addthis_button_orkut at300b" href="http://www.addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;amp;winname=addthis&amp;amp;pub=xa-4d821e2c223d4c09&amp;amp;source=tbx-250&amp;amp;lng=pt&amp;amp;s=orkut&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.ecodebate.com.br%2F2012%2F01%2F24%2Fanvisa-constata-uso-de-agrotoxicos-nao-autorizados-no-plantio-de-diversos-alimentos%2F&amp;amp;title=Anvisa%20constata%20uso%20de%20agrot%C3%B3xicos%20n%C3%A3o%20autorizados%20no%20plantio%20de%20diversos%20alimentos%20%7C%20Portal%20EcoDebate&amp;amp;ate=AT-xa-4d821e2c223d4c09/-/-/4f1eb00969863bf6/2&amp;amp;frommenu=1&amp;amp;cr=0&amp;amp;uid=4f1eb0092542386e&amp;amp;ct=1&amp;amp;pre=http%3A%2F%2Fco105w.col105.mail.live.com%2Fdefault.aspx%3Frru%3Dinbox&amp;amp;tt=0&amp;amp;captcha_provider=recaptcha" target="_blank" title="Send to Orkut"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_orkut"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class="addthis_button_preferred_3 addthis_button_twitter at300b" 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href="http://www.ecodebate.com.br/2012/01/24/anvisa-constata-uso-de-agrotoxicos-nao-autorizados-no-plantio-de-diversos-alimentos/#"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_compact"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="atclear"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;!-- AddThis Button END --&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Anvisa constata uso de agrotóxicos não autorizados no plantio de diversos alimentos" class="aligncenter" height="368" src="http://www.ecodebate.com.br/foto/agrotox.jpg" width="518" /&gt;&lt;/div&gt;A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) constatou que os produtores rurais têm usado agrotóxicos não autorizados no plantio de determinados alimentos. Em 2010, a Vigilâncias Sanitária avaliou 2.488 amostras de alimentos, sendo que 28% apresentaram resultado insatisfatório para a presença de resíduos dos produtos. Deste total, 605 (24,3%) amostras estavam contaminadas com agrotóxicos não autorizados.&lt;br /&gt;Quando o uso de um agrotóxico é autorizado no país, os órgãos responsáveis por essa liberação, indicam para que tipo de plantação ele é adequado e em que quantidade pode ser aplicado.&lt;br /&gt;Em 42 amostras (1,7%), o nível de agrotóxico estava acima do permitido. Em 37% dos lotes avaliados, não foram detectados resíduos de agrotóxicos.&lt;br /&gt;“Os resultados insatisfatórios devido à utilização de agrotóxicos não autorizados resultam de dois tipos de irregularidades, seja porque foi aplicado um agrotóxico não autorizado para aquela cultura, mas cujo [produto] está registrado no Brasil e com uso permitido para outras culturas, ou seja, porque foi aplicado um agrotóxico banido do Brasil ou que nunca teve registro no país, logo, sem uso permitido em nenhuma cultura”, conclui o relatório do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos de Alimentos (Para).&lt;br /&gt;O pimentão lidera a lista dos alimentos com grande número de amostras contaminadas por agrotóxico. Em quase 92% das amostras foram identificados problemas. Em seguida, aparecem o morango e o pepino, com 63% e 57% das amostras com avaliação ruim.&lt;br /&gt;Em uma amostra de pimentão, foram encontrados sete tipos diferentes de agrotóxicos irregulares. A batata foi o único alimento sem nenhum caso de contaminação nas 145 amostras analisadas.&lt;br /&gt;A agência reguladora constatou também que, das 684 amostras consideradas insatisfatórias, 208 (30%) tinham resíduos de produtos que estão sendo revistos pela Vigilância Sanitária ou serão banidos do país, como é o caso do endossulfan e do metamidófos, que serão proibidos no Brasil nos próximos dois anos.&lt;br /&gt;Em 2010, foram avaliados resíduos de agrotóxicos em 18 tipos de alimentos em 25 estados e no Distrito Federal. São Paulo não participou do programa.&lt;br /&gt;A lista com os dez alimentos com mais amostras contaminadas com resíduos de agrotóxicos é a seguinte:&lt;br /&gt;1) pimentão&lt;br /&gt;2) morango&lt;br /&gt;3) pepino&lt;br /&gt;4) cenoura&lt;br /&gt;5) alface&lt;br /&gt;6) abacaxi&lt;br /&gt;7) beterraba&lt;br /&gt;8) couve&lt;br /&gt;9) mamão&lt;br /&gt;10) tomate&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : Reportagem de Carolina Pimentel, da &lt;strong&gt;Agência Brasil&lt;/strong&gt;, publicada pelo &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/abe"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 24/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-7923438637461835145?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/7923438637461835145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=7923438637461835145&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/7923438637461835145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/7923438637461835145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/anvisa-constata-uso-de-agrotoxicos-nao.html' title='Anvisa constata uso de agrotóxicos não autorizados no plantio de diversos alimentos'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-9005920508587139051</id><published>2012-01-23T04:20:00.001-08:00</published><updated>2012-01-23T04:20:48.689-08:00</updated><title type='text'>Como inventar um novo planeta, artigo de Washington Novaes</title><content type='html'>Afinal a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou, em 19 páginas, seu documento preliminar sobre a conferência mundial Rio+20, a realizar-se em junho no Rio de Janeiro. O texto &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/2012/01/16/rascunho-zero-do-documento-final-para-a-rio20-o-futuro-que-queremos/" target="_blank"&gt;O Futuro que Queremos&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; está repleto de boas intenções, mas quase vazio de meios concretos, específicos, para a sua realização – reforçando os temores de tantos estudiosos, muitos deles já mencionados neste espaço, de que a conferência venha a ser um malogro, ou apenas um espaço para palavras, sem consequências práticas.&lt;br /&gt;O documento reafirma “a determinação de livrar a humanidade da fome”, por meio da “erradicação de todas as formas de pobreza”. E assume o compromisso de “lutar para que as sociedades sejam equitativas e inclusivas”, de modo a atingirem “estabilidade econômica e crescimento que beneficie todos”.&lt;br /&gt;Também reitera o desejo de atingir, em 2015, os “Objetivos do Milênio”, que incluem essa erradicação da pobreza, a universalização do saneamento básico (do qual estão excluídos 40% da humanidade), renda mínima para todos (hoje 40% vivem abaixo da “linha da pobreza”). E que os países industrializados cumpram o compromisso, assumido na Rio-92, de ampliar de 0,37% de seu produto interno bruto (PIB) para 0,70% a ajuda aos países em desenvolvimento, para que se atinjam os objetivos – atualmente a ajuda é de 0,30%, inferior à de 20 anos atrás, e pouquíssimos países cumpriram o que assumiram.&lt;br /&gt;Complicadíssimo. O próprio documento reconhece que hoje nada menos que 1,4 bilhão de pessoas vivem na pobreza; que 1,6 bilhão são subnutridas, sob a ameaça de pandemias e epidemias “onipresentes”; que o “desenvolvimento insustentável” agravou o estresse na área dos recursos naturais.&lt;br /&gt;Por isso tudo e muito mais, diz o documento, o desenvolvimento sustentável é um “objetivo distante” – e a “governança global” dessa sustentabilidade é exatamente um dos temas centrais da conferência, juntamente com a “economia verde”. Ainda mais que a ONU pressupõe, para chegar a esses objetivos, que haja “participação da sociedade nas decisões”, a qual, por sua vez, depende de “acesso à informação”. Pressupõe até a inclusão, nas estratégias, do que está escrito na Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas.&lt;br /&gt;Da mesma forma, exige eliminar barreiras comerciais e subsídios, eliminar o “gap tecnológico” entre países desenvolvidos e os demais, criar até 2015 indicadores para avaliar as transformações, tendo ainda em conta que crescimento do PIB dos países é um indicador considerado insuficiente, porque não leva em conta fatores sociais e ambientais. Sem esquecer que tudo isso deverá estar no âmbito de uma “governança ambiental internacional”, que pode exigir até a criação de uma agência especializada da ONU.&lt;br /&gt;E vai por aí o documento das Nações Unidas, enumerando objetivos como reduzir o desperdício de água no mundo, planejar e implantar “cidades sustentáveis”, impedir a perda da biodiversidade e a acidificação dos oceanos, proteger estoques pesqueiros ameaçados, combater a desertificação na África, a deposição de lixo eletrônicos e de plásticos no mar. E, em meio a isso tudo, reduzir os subsídios para combustíveis fósseis, para proteger a agricultura dos países centrais, para sustentar a pesca predatória. Assim como duplicar a porcentagem de energias renováveis na matriz mundial.&lt;br /&gt;Este último item remete ao relatório recente da Agência Internacional de Energia, lembrando que o aumento de 5% no consumo de energia primária em 2010 levou a novo “pico” nas emissões de dióxido de carbono, graças inclusive aos subsídios ao consumo de energias derivadas de fontes fósseis, que estão em US$ 400 bilhões anuais. Ainda assim, 1,3 bilhão de pessoas não têm acesso à energia elétrica. E os cenários traçados para o período que vai até 2035 chegam a prever um aumento de um terço na demanda de energia, mantida a previsão de aumento de 1,7 bilhão de pessoas na população mundial nesse período e crescimento médio anual de 3,5% do PIB – 90% do aumento estará fora dos países industrializados. Tudo isso exigirá investimentos de US$ 38 trilhões em 25 anos, principalmente em estruturas para transporte de energia. O consumo de combustíveis fósseis deverá baixar apenas dos 81% totais de hoje para 75%. As energias renováveis – principalmente hidrelétrica e eólica – responderão por 50% da capacidade que será adicionada.&lt;br /&gt;Num quadro tão difícil, com as dificuldades da conjuntura econômica mundial, a pouca praticidade dos objetivos da convenção tem gerado críticas fortes. O renomado economista Jeffrey Sachs, da Universidade de Colúmbia, tem dito que a conferência do Rio “deve servir para admitir duas décadas de fracasso no campo ambiental”; para reconhecer que “não há propostas para a crise”; que “o lobby da indústria de energia venceu Obama” (Estado, 18/11/2011). Suzana Kahn, que representa o Rio de Janeiro na conferência, admite que há “um grande risco de a Rio+20 ser um evento sem consequência nenhuma”, já que “não tem nada prático que vá sair do encontro” (Estado, 21/12/2011).&lt;br /&gt;Muito mais complexa ainda é a questão levantada pelo teólogo Leonardo Boff, ao lembrar que sustentabilidade é tema muito abrangente: “É toda ação destinada a manter condições energéticas, informacionais, físico-químicas que sustentam todos os seres, especialmente a Terra viva, a comunidade de vida e a vida humana” – e ainda assegurando os direitos das gerações futuras. Meio ambiente, diz ele, não é “algo secundário e periférico”. Que fará a Rio+20 para abrir caminhos que assegurem tudo isso?&lt;br /&gt;Como haverá também, paralela à conferência do Rio, uma Cúpula dos Povos por Justiça Social e Ambiental, certamente se dirá que esse avanço da consciência social poderá abrir caminhos para transformações políticas que levem à superação das lógicas apenas financeiras no mundo – e ao desejado desenvolvimento sustentável. Difícil, mas não é impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;FONTE : Washington Novaes, jornalista. E-mail: wlrnovaes@uol.com.br&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Artigo originalmente publicado em &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,como-inventar-um-novo-planeta-,824937,0.htm" target="_blank"&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/aaS"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 23/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-9005920508587139051?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/9005920508587139051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=9005920508587139051&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/9005920508587139051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/9005920508587139051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/como-inventar-um-novo-planeta-artigo-de.html' title='Como inventar um novo planeta, artigo de Washington Novaes'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-2725060142260076287</id><published>2012-01-23T04:17:00.000-08:00</published><updated>2012-01-23T04:17:15.913-08:00</updated><title type='text'>Mobilização na praia de Canasvieiras, Florianópolis-SC</title><content type='html'>&lt;div class="ecxMsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt;"&gt;Para  o próximo sábado, dia 28 de janeiro de 2012, das 9hs ao meio-dia, está prevista  uma atividade de conscientização socioambiental na praia de Canasvieiras, norte  da Ilha da Magia, na beira do Rio do Braz, próximo ao trapiche das escunas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt;"&gt;O  evento contará com a participação do Movimento SOS CANASVIEIRAS, Instituto  Eco&amp;amp;Ação e dos integrantes do projeto CECA (Centro de Educação e Cidadania  Ambiental), com distribuição de material informativo sobre conduta consciente em  praias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt;"&gt;Precisamos da  colaboração de todos: moradores e turistas. As praias da Baia de Canasvieiras  estão sofrendo forte degradação. Principalmente pelo despejo de esgoto &lt;i&gt;in natura&lt;/i&gt; nas suas águas e areia. No dia  22 de janeiro último, o DC - Diário Catarinense* publicou que, em Florianópolis, &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;“dos 65 pontos monitorados pelos técnicos da  Fatma, 29 não são indicados para o banho. Quem está curtindo o verão no Norte da  Ilha não tem muito o que comemorar. A incidência de chuva combinada ao  gigantesco fluxo de turistas e um sistema de esgoto sobrecarregado agrava a  situação. Pelo menos cinco pontos em praias em Canasvieiras, Santo Antônio de  Lisboa e Sambaqui estão com a qualidade sanitária da água  comprometida”.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt;"&gt;E prestem  atenção ao recado deixado por essa reportagem do DC: &lt;b&gt;&lt;i&gt;“Independente das placas de balneabilidade,  os técnicos do órgão ambiental não indicam o banho de mar após dias chuvosos. A  chuva "lava as ruas", levando água contaminada para o mar. Locais próximos de  braços de rios, córregos e tubulações também devem ser  evitados”.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt;"&gt;O número de  pessoas que contraíram ‘virose’ – principamente crianças – nesse início de 2012  já é alarmante. Problemas gastrointestinais dos usuários da praia, esperas nos  postos de atendimento, despesas com medicamentos são uma constante nas conversas  diárias. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt;"&gt;Precisamos  descruzar os braços e lutar pela qualidade sanitária das nossas praias. Se nada  for feito, elas não mais poderão ser utilizadas em um futuro bem próximo. E não  é isso o que queremos: &lt;b&gt;queremos praia  limpa! Para a presente e futura geração.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 1cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt;"&gt;Participe do  nosso evento: ajude a salvar a Baia de Canasvieiras!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;* - &lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/praias-sc/19,859,3638308,Sobe-para-66-pontos-improprios-para-banho-em-praias-no-Litoral-de-Santa-Catarina.html"&gt;http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/praias-sc/19,859,3638308,Sobe-para-66-pontos-improprios-para-banho-em-praias-no-Litoral-de-Santa-Catarina.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**************************************************&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: Bookman Old Style;"&gt;FONTE : Ana Echevenguá - advogada ambientalista - OAB/SC 17.413&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:ana@ecoeacao.com.br"&gt;ana@ecoeacao.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Instituto  Eco&amp;amp;Ação - &lt;a href="http://www.ecoeacao.com.br/" target="_blank"&gt;www.ecoeacao.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(48) 91343713  (vivo)&lt;br /&gt;(48) 96459621 (tim)&lt;br /&gt;Florianópolis - SC.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-2725060142260076287?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/2725060142260076287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=2725060142260076287&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/2725060142260076287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/2725060142260076287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/mobilizacao-na-praia-de-canasvieiras.html' title='Mobilização na praia de Canasvieiras, Florianópolis-SC'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-2839685411241826427</id><published>2012-01-20T12:13:00.000-08:00</published><updated>2012-01-20T12:13:17.578-08:00</updated><title type='text'>Bacia amazônica está virando emissora de carbono, alerta estudo na revista Nature</title><content type='html'>A bacia amazônica, tradicionalmente considerada uma proteção contra o aquecimento global, pode estar se tornando um contribuinte-chave de emissões de dióxido de carbono (CO2) como resultado do desmatamento, alertaram cientistas em artigo [&lt;a href="http://www.nature.com/nature/journal/v481/n7381/full/nature10717.html" target="_blank"&gt;The Amazon basin in transition&lt;/a&gt;] publicado nesta quarta-feira.&lt;br /&gt;Em um resumo divulgado na revista Nature, cientistas chefiados por Eric Davidson, do Centro de Pesquisas Woods Hole (WHRC), em Massachusetts, a Amazônia está “em transição” em consequência das atividades humanas. Matéria da &lt;strong&gt;France Presse&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Ao longo de 50 anos, a população na região aumentou de 6 para 25 milhões de habitantes, levando a uma limpeza maciça de terreno para a exploração de madeira de corte e a agricultura, afirmaram.&lt;br /&gt;O balanço de carbono da Amazônia – quantidade de dióxido de carbono que é liberada ou retirada da atmosfera – está mudando, embora seja difícil estimar com precisão, acrescentaram.&lt;br /&gt;“O desmatamento alterou o balanço líquido da bacia de um possível sumidouro de carbono, no final do século XX, para uma fonte líquida”, afirmaram os cientistas no artigo.&lt;br /&gt;Florestas maduras, como a amazônica, são fatores importantes na equação do aquecimento legal.&lt;br /&gt;Suas árvores sugam CO2 da atmosfera, através da fotossíntese. Mas quando apodrecem ou são queimadas ou a área de florestas é desmatada, o carbono volta para o ar, incrementando o efeito estufa.&lt;br /&gt;O artigo calcula que a biomassa da Amazônia contenha colossais 100 bilhões de toneladas de carbono, o equivalente a mais de 10 anos de emissões globais de combustíveis fósseis.&lt;br /&gt;Desencadeador de mudanças no clima, o aquecimento global pode liberar parte deste estoque, alertaram.&lt;br /&gt;“Grande parte da floresta amazônica é resiliente à seca sazonal e moderada, mas esta resiliência pode ser e foi exacerbada com secas severas experimentais e naturais, indicando um risco de perda de carbono se a seca aumentar com as mudanças no clima”, acrescentaram.&lt;br /&gt;No artigo, os cientistas também destacaram que tem sido registradas secas extremas e cheias nas bacias do Tocantins e do Araguaia, cujos rios drenam a região do Cerrado, fortemente desmatada.&lt;br /&gt;“Onde o desmatamento é extenso em escalas local e regional, a duração da estação seca está se alongando e a descarga da estação úmida está se intensificando”, destacou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*****************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;FONTE : &lt;a href="http://www.nature.com/nature/journal/v481/n7381/full/nature10717.html" target="_blank"&gt;The Amazon basin in transition&lt;br /&gt;Nature 481, 321-328 doi:10.1038/nature10717&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Matéria da &lt;strong&gt;France Presse&lt;/strong&gt;, no &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2012/01/18/interna_ciencia_saude,286809/bacia-amazonica-esta-virando-emissora-de-carbono-alerta-estudo.shtml" target="_blank"&gt;Correio Braziliense&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/aay"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 20/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-2839685411241826427?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/2839685411241826427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=2839685411241826427&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/2839685411241826427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/2839685411241826427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/bacia-amazonica-esta-virando-emissora.html' title='Bacia amazônica está virando emissora de carbono, alerta estudo na revista Nature'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-5520802068272341521</id><published>2012-01-20T12:11:00.001-08:00</published><updated>2012-01-20T12:11:37.325-08:00</updated><title type='text'>Mudanças Climáticas: ‘Setor de energia é 80% responsável por emissões’, diz secretária da ONU</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Termelétrica à carvão, em foto de arquivo" class="aligncenter" height="374" src="http://www.ecodebate.com.br/foto/termocarvao3.jpg" width="512" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Termelétrica à carvão, em foto de arquivo&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;Christiana Figueres disse que revolução energética tem que ser ‘grande’. Ela discursou em Abu Dhabi, durante evento sobre o futuro da energia. Matéria do &lt;strong&gt;Globo Natureza&lt;/strong&gt;, com agências internacionais*&lt;br /&gt;A secretária-executiva da Organização das Nações Unidas para o Câmbio Climático (UNFCCC, na sigla em inglês), Christiana Figueres, acusou nesta quinta-feira (19) o setor energético de ser responsável em 80% pela mudança climática.&lt;br /&gt;Durante conferência realizada em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, que debate o futuro da energia no mundo, Christiana assegurou que, por este motivo, o setor energético deve deter “a maior parte da solução”.&lt;br /&gt;Ela acrescentou que o mundo necessita de uma “revolução energética muito grande para solucionar o problema”, embora disse que os governos já avançam pelo “bom caminho”.&lt;br /&gt;Durante o discurso, a secretária-executiva para assuntos climáticos afirmou que 180 nações já têm algum tipo de política de contra a mudança climática e que no ano passado foi batido o recorde de instalação de centrais de energia renovável, apesar da crise financeira.&lt;br /&gt;Isto indica “uma ambição crescente e universal” para reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2), embora, apontou, que para conseguir isto será necessária a colaboração do setor privado. Figueres destacou também os êxitos obtidos na conferência do clima de Durban, realizada na África do Sul, em 2011, onde a maior parte dos países industrializados se comprometeram a reduzir suas emissões de CO2.&lt;br /&gt;COP 17&lt;br /&gt;Os 200 países signatários da Convenção Quadro das Nações Unidas Sobre Alterações Climáticas (UNFCCC, na sigla em inglês), aprovaram em dezembro uma série de medidas com o objetivo de reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa e que estabelece metas para países desenvolvidos e em desenvolvimento.&lt;br /&gt;O feito inédito, considerado o maior avanço na política climática desde a criação do Protocolo de Kyoto, em 1997, acontece após duas semanas de negociações que envolveram diplomatas e ministros do Meio Ambiente na Conferência das Partes (COP 17), realizada em Durban, na África do Sul.&lt;br /&gt;O documento denominado “Plataforma de Durban para Ação Aumentada” aponta uma série de medidas que deverão ser implementadas, mas na prática, não há medidas efetivas urgentes para conter em todo o planeta o aumento dos níveis de poluição nos próximos nove anos.&lt;br /&gt;*Com informações da EFE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***********************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/aau"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 20/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-5520802068272341521?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/5520802068272341521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=5520802068272341521&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/5520802068272341521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/5520802068272341521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/mudancas-climaticas-setor-de-energia-e.html' title='Mudanças Climáticas: ‘Setor de energia é 80% responsável por emissões’, diz secretária da ONU'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-8089855883558376542</id><published>2012-01-20T12:09:00.000-08:00</published><updated>2012-01-20T12:09:08.336-08:00</updated><title type='text'>Peixes do Madeira desaparecem como os cientistas previram. Depois vem Belo Monte</title><content type='html'>Os peixes do rio Madeira estão desaparecendo. E as causas desse desaparecimento são sistêmicas, conseqüência de uma grande intervenção humana no ecossistema do rio, que os cientistas haviam previsto que teria impacto dramático sobre a população de peixes do rio. E é isso que está ocorrendo neste momento, como revelou a “Folha de S.Paulo” em sua edição de 8/1: os peixes do rio Madeira já sumiram na região do lago da hidrelétrica de Santo Antônio; outra hidrelétrica está em construção, chamada Jirau, com danos cumulativos previstos há pelo menos seis anos.&lt;br /&gt;As decisões que levaram ao desaparecimento da população de peixes do rio Madeira foram tema de discussão longa nos anos anteriores, com envolvimento de inúmeros cientistas especializados em clima, em hidrografia e ictiologia (estudo dos peixes) e o que está acontecendo foi previsto naqueles relatórios, mas o presidente da República e a ministra da Casa Civil mandaram atropelar os estudos e tocar as obras.&lt;br /&gt;E o que acontece agora no Madeira é uma sombra sobre os argumentos do governo em relação à próxima vítima, o rio Xingu e Belo Monte.&lt;br /&gt;Pense o seguinte: de todos os rios deste planeta, em todos os países de todos os continentes, o rio Madeira é o 17º. maior. E os seus peixes estão desaparecendo como mostrou a “Folha de S.Paulo” no domingo, 8/1. A causa dessa destruição foi a decisão do governo brasileiro de construir duas grandes hidrelétricas naquele rio sem levar em consideração de fato os relatórios ambientais que alertavam para o risco de que a obra poderia dizimar a fauna do rio e por conseqüência toda a economia formada naquela região da Amazônia em torno da pesca artesanal.&lt;br /&gt;O rio Madeira é um dos afluentes do rio Amazonas, com uma fauna tão peculiar e rica que é dos únicos rios do mundo de que se pode dizer que tinha uma espécie animal rara completamente exclusiva de suas águas: o boto vermelho do rio Madeira. Sobre essa espécie, ameaçada, ainda não há estudos sobre o que aconteceu nos últimos meses. Mas o jornal revelou em sua reportagem do dia 8 que se inviabilizou a pesca dedicada a uns tantos tipos de peixe (chamados genericamente de “bagres”), que gerava 29 mil toneladas/ano de pescados. São estes peixes que “sumiram” segundo o relato dos pescadores ao jornal. Esta atividade econômica acabou.&lt;br /&gt;O governo federal dirá que não, que a pesca está reduzida temporariamente em algum trecho do rio, tentará levar o caso com a barriga mais para a frente, afastará os jornalistas com desculpas improvisadas enquanto os pescadores se acostumam com a falta de peixes, aceitam esmolas oficiais e arrumam outra ocupação. Mas o fato é que acabou.&lt;br /&gt;A “Folha de S.Paulo” noticiou com destaque médio (manchete de página interna) no dia 8 que os pescadores deslocados pela represa da hidrelétrica de Santo Antônio pedem prorrogação da ajuda que recebem do Estado a guisa de indenização porque os peixes desapareceram e não têm como sobreviver de seu trabalho tradicional, apesar de estar acabando a ajuda de custo prevista no orçamento da obra. Ao lado da reportagem, um texto de uma coluna continha uma declaração de um funcionário da área de sustentabilidade da empresa, chamado Ricardo Márcio Martins Alves, alegando que os pescadores terão que aprender novas técnicas de pesca, pois os peixes que eles pescavam costumavam se concentrar junto a corredeiras do rio e que agora, com a formação do açude para alimentar as turbinas da hidrelétrica, as corredeiras foram cobertas e os peixes se espalharam pelo lago todo. A técnica para achá-los deverá ser outra.&lt;br /&gt;A informação pode ensejar pelo menos estas hipóteses:&lt;br /&gt;1) A que desconfia da versão dos pescadores: eles preferem seguir sem trabalhar, vivendo às custas do Estado e por isso alegam que os peixes sumiram para conseguir mais dinheiro;&lt;br /&gt;2) Uma menos apocalíptica, que desconfia da versão da empresa: os peixes sumiram temporariamente e o orçamento da obra subestimou a necessidade de ajuda de custo a populações da região, agora essa ajuda de custo terá que ser prorrogada por certo período de tempo, o governo terá que providenciar cursos de técnicas alternativas de pesca, aumentando razoavelmente o custo do projeto;&lt;br /&gt;3) Uma hipótese mais apocalíptica, que também desconfia da versão oficial: os peixes foram extintos ou reduzidos radicalmente para sempre, o impacto ambiental da obra foi subestimado pelo governo e agora o orçamento da obra terá que ser substancialmente ampliado para dar conta do custo eterno da extinção da pesca regional e o país terá que se entender com o grande impacto ambiental real causado pela hidrelétrica.&lt;br /&gt;Recentemente foi inaugurado o lago da primeira hidrelétrica do rio Madeira construída a partir da decisão do então presidente Lula e da então ministra Dilma Rousseff de construir na Amazônia o plano produzido nos anos 1970 pelos governos da Ditadura Militar de 1964-1985. Depois de anos de governo em que pouco havia realizado em produção de energia, com medo de um novo apagão como o que assolou a popularidade de seu antecessor, FHC, o governo Lula resolveu desarquivar o projeto militar de construir um complexo de hidrelétricas na planície Amazônica. A primeira, Santo Antônio, está começando a funcionar no rio Madeira; a segunda, Jirau, logo vai produzir seus efeitos. Em breve, conforme a vontade do governo, começa a construção de Belo Monte. Na semana passada, a presidente autorizou a redução de cinco reservas florestais para seu alagamento alimentar três hidrelétricas. Várias outras hidrelétricas de grande porte estão em projeto ou construção na Amazônia, no Tapajós; outras virão no Xingu após Belo Monte, tudo sendo realizado estritamente conforme o plano produzido pelo regime ditatorial, quando não havia oposição; plano que foi congelado por causa da reação das populações da região a partir da redemocratização e agora descongelado e retomado, em um regime democrático peculiar, sem oposição.&lt;br /&gt;É muito difícil saber exatamente o que vai acontecer no Madeira após a inauguração das duas hidrelétricas, mas algumas informações concretas já existem:&lt;br /&gt;1) O funcionário da usina introduziu em toda a discussão uma novidade absoluta: em nenhum estudo de impacto ambiental anterior, do governo ou externo, foi mencionada a necessidade ensino de novas técnicas de pesca por decorrência desse efeito “espalhamento” que ele sugere em sua declaração à Folha. O que sugere a hipótese de que os cientistas todos que se debruçaram sobre o assunto não tenham previsto este aspecto que os fatos concretos revelaram; ou outra, de que o funcionário tenha inventado agora essa versão.&lt;br /&gt;2) Os relatórios de impacto ambiental anteriores à obra previam danos graves para a população de peixes da região, especialmente para as várias espécies de bagres que sustentavam a riqueza da pesca artesanal do rio Madeira que são bem coerentes com o que está acontecendo, sugerindo a hipótese de que apesar de o presidente Lula, pessoalmente, ter desacreditado os cientistas e mandado o governo atropelar a resistência das áreas ambientais, os relatórios estavam certos.&lt;br /&gt;Entre os estudos de impacto ambiental que alertavam para o risco definitivo à população de peixes do rio Madeira, talvez os mais significativos sejam os produzidos pelo cientista Philip Fearnside, cientista do Inpa, americano radicado na Amazônia desde 1978, que participou pessoalmente da revelação (ainda durante a Ditadura) do plano de construção de várias hidrelétricas no Xingu, incluindo a hidrelétrica que agora foi denominada de Belo Monte. Como membro do IPCC (o painel intergovernamental sobre mudanças climáticas da ONU), Fearnside ganhou o prêmio Nobel de 2007. Mas embora seja um cientista trabalhando no Brasil, cujos conhecimentos são produzidos para órgãos brasileiros e revertem para a comunidade científica brasileira, ele não recebeu o reconhecimento ufanista que o Brasil costuma conceder a seus destaques internacionais.&lt;br /&gt;Seus textos (acessíveis no site &lt;a href="http://philip.inpa.gov.br/" target="_blank"&gt;http://philip.inpa.gov.br/&lt;/a&gt; ) reúnem uma infinidade de dados sobre o meio ambiente e o clima na Amazônia, em estudos seus ou em referências aos estudos de outros cientistas, como é o caso do texto publicado em &lt;a href="http://www.mp.ro.gov.br/web/guest/Interesse-Publico/Hidreletrica-Madeira" target="_blank"&gt;http://www.mp.ro.gov.br/web/guest/Interesse-Publico/Hidreletrica-Madeira&lt;/a&gt; que é um resumo comentado dos estudos feitos, inclusive das ameaças para as espécies pescadas na região. O texto é de 2006. Nada foi feito para evitar os danos. O governo tratou a obra como irreversível e inegociável.&lt;br /&gt;Em resumo, o que Fearnside diz (nesse estudo e em entrevista a este repórter) é que os bagres pescados no Madeira são peixes de fundo de rio, onde há oxigênio. Com a criação de um grande lago, o fundo desse reservatório não tem oxigênio (devido à profundidade) e não há peixe portanto. Além disso, esses peixes nadam rio acima para pôr ovos e a passagem pela barreira da hidrelétrica se torna muito difícil ou impossível (neste momento, inclusive, está fechada a rampa de transposição criada para dar uma possibilidade de os peixes subirem o rio); e as larvas (os filhotes) dos peixes descem o rio à deriva enquanto crescem para se alimentar no Baixo rio Amazonas. Agora, nessa deriva, as larvas terão que atravessar as turbinas da hidrelétrica, um triturador de grandes proporções. Esses três fatores foram apontados como ameaças possivelmente intransponíveis para as espécies de peixe. O desaparecimento apontado pelos pescadores indica que o cientista americano e todos os outros tinham razão.&lt;br /&gt;Os peixes se foram e como eles outras formas de vida do rio, já ameaçado pelo esgoto das todas as cidades ribeirinhas. Tudo vai piorar com a hidrelétrica de Jirau. E o mesmo vai acontecer com Belo Monte, no Xingu, pois o governo atropela os alertas ambientais e depois dá desculpas esfarrapadas para enganar jornalistas, como aconteceu com a Folha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : Matéria do blogue &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.observadorpolitico.org.br/2012/01/peixes-do-madeira-desaparecem-como-os-cientistas-previram-depois-vem-belo-monte/" target="_blank"&gt;SE O POVO SOUBESSE&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; / Observador Político&lt;br /&gt;Matéria indicada por &lt;a href="http://telmadmonteiro.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Telma Monteiro&lt;/a&gt; e publicada no &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/aaz"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 20/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-8089855883558376542?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/8089855883558376542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=8089855883558376542&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/8089855883558376542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/8089855883558376542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/peixes-do-madeira-desaparecem-como-os.html' title='Peixes do Madeira desaparecem como os cientistas previram. Depois vem Belo Monte'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-7400486674222172333</id><published>2012-01-19T04:41:00.000-08:00</published><updated>2012-01-19T04:41:28.774-08:00</updated><title type='text'>FLORIANÓPOLIS : PROTESTO CONTRA CRUELDADE A ANIMAIS</title><content type='html'>&lt;span class="messageBody" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:3}"&gt;&lt;div class="text_exposed_root text_exposed" id="id_4f180ea19e95e6379714952"&gt;LOCAL : TRAPICHE DA BEIRA MAR, Avenida Beira Mar Norte, Florianópolis : grande protesto contra a crueldade a animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DATA : 22 de janeiro de 2012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudamos o local pq acreditamos que no Trapiche teremos mais visibilidade.&lt;br /&gt;&lt;span class="text_exposed_hide"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;Chamem o máximo de pessoas possível para o evento!!!!&lt;br /&gt;Compartilhe, compareça, divulgue! Essa luta é por eles!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normas do evento: &lt;a href="http://www.crueldadenuncamais.com.br/" rel="nofollow nofollow" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;http://&lt;/span&gt;&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;&lt;span class="word_break"&gt;&lt;/span&gt;www.crueldadenuncamais.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoal, faremos num horário diferente devido a problemas de público, mas teremos o nosso evento, ok?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem conhecer pessoas de TV, rádio, que queiram cobrir o evento... CHAMEM, precisamos ser vistos!!! FAÇAM CARTAZESSS!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No site do evento eles pedem que não levamos nossos animais... podemos ter problemas de briga entre eles, fugas, e estaremos na Beira Mar, não podemos colocar nossos bichanos em risco, ok??? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="text_exposed_hide"&gt;&lt;span class="text_exposed_link"&gt;&lt;a href=""&gt;Ver mais&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="mvm plm uiStreamAttachments clearfix uiAttachmentNoMedia" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:10}"&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="fsm fwn fcg"&gt;&lt;div class="uiAttachmentTitle" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:11}"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.crueldadenuncamais.com/" rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;http://&lt;/span&gt;&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;&lt;span class="word_break"&gt;&lt;/span&gt;www.crueldadenuncamais.com/&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;span class="caption"&gt;&lt;a href="http://www.crueldadenuncamais.com/" rel="nofollow nofollow" target="_blank"&gt;www.crueldadenuncamais.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-7400486674222172333?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/7400486674222172333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=7400486674222172333&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/7400486674222172333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/7400486674222172333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/florianopolis-protesto-contra-crueldade.html' title='FLORIANÓPOLIS : PROTESTO CONTRA CRUELDADE A ANIMAIS'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-5901760401174548683</id><published>2012-01-18T06:23:00.000-08:00</published><updated>2012-01-18T06:23:26.713-08:00</updated><title type='text'>Chuvas de verão, todo verão</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: xx-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="post-content"&gt;&lt;a href="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/chuva1.jpg?9d7bd4"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: xx-small;"&gt;&lt;img alt="chuva1 300x214 Chuvas de verão, todo verão" class="alignleft size-medium wp-image-39646" height="214" src="http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/chuva1-300x214.jpg?9d7bd4" title="chuva1" width="300" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Até o poeta sabe que todo verão chove até chegarem as águas de março, fechando o verão. Mas a cada ano as promessas de vida ficam mais distantes, porque são nomeados os culpados de sempre, a própria chuva ou essa gente indigente que insiste em viver nas beiras de córregos e de morros.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;As chuvas de verão agora tem nome chique, na TV chamam de “Zona de Convergência do Atlântico Sul”, que é quando a umidade que vem da Amazônia se encontra com o frio que vem do Sul. O resultado é que a cada ano chove muito e pode chover ainda cada vez mais, porque tem outra novidade que veio para ficar, as “mudanças climáticas”, que já criaram até furacão em Santa Catarina. E todo ano morre gente, no Rio de Janeiro, em Minas, em Pernambuco, nas Alagoas e até em São Paulo. Não escapa ninguém. Mas se é assim todo ano porque não se dá um jeito? Até ministro balança por conta das “obras de contenção de enchentes”, mas as águas insistem em subir, em ocupar as várzeas dos rios e em escorrer forte pelas encostas dos morros.&lt;br /&gt;Nos jornais o brado é porque o governo, incompetente, não fez as obras. As organizações correm para a filantropia nossa de cada dia e recolhem alimentos, águas e roupas para os desabrigados. Mas ninguém pergunta onde está o Plano Diretor das cidades alagadas, onde está o planejamento urbano que pode tirar as pessoas das “áreas de risco”, onde está a política habitacional que pode dar casa decente a toda essa gente? Mas, acima de tudo, onde estão as prioridades de governos que tapam córregos e cimentam praças para dar lugar a carros e avenidas? Os mesmos córregos e rios que deveriam das vazão a toda essa água? Rios que seguem espremidos pelo cimento e sem lugar para se espalhar e cumprir seu papel de fertilizar os campos.&lt;br /&gt;Vai chover todo ano. Vai ter enchente todo ano, só não precisa morrer gente. Não precisa ter tanto prejuízo. E não é só aqui no Brasil, é em todo o mundo. Um estudo de uma seguradora alemã (Munich Re) informou que em 2011 o prejuízo do setor por conta de catástrofes naturais ficou em US$ 115 bilhões, muito acima dos US$ 42 bilhões de 2010. E nada Indica que as coisas venham a melhorar nos próximos anos. No Brasil o prejuízo não é dimensionado, as pessoas dos morros e das várzeas não tem seguro de suas roupas, fogões e geladeiras carregados pela lama e pelas lágrimas.&lt;br /&gt;Clamar por obras de emergência não adianta muito. Pode satisfazer a mídia, mas não resolve nada. Devíamos é clamar por planejamento, por ações de recuperação urbana e de estruturação social. Não adianta tirar a lama das casas e rezar para que no ano que vem não chova tanto. Vai chover e não há nada que se possa fazer em relação a isso. O melhor mesmo é botar nossa engenharia e nossos políticos a serviço de cidades mais sustentáveis e menos vulneráveis. Aliás, em minhas andanças por esse Brasil, nunca vi uma aldeia indígena alagada. Deve ser porque eles sabem onde a água é forte e não constroem em seu caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*********************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : &lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: xx-small;"&gt;Autor  do texto :  Dal Marcondes, especial para Envolverde &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(Envolverde).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-5901760401174548683?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/5901760401174548683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=5901760401174548683&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/5901760401174548683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/5901760401174548683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/chuvas-de-verao-todo-verao.html' title='Chuvas de verão, todo verão'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-898860396317113633</id><published>2012-01-17T11:36:00.000-08:00</published><updated>2012-01-17T11:37:03.063-08:00</updated><title type='text'>RS : AGENDA DO ENSINO</title><content type='html'>Meio Ambiente: A Capital irá sediar, de 25 a 27/1, o II Encontro Brasileiro de  Secretários de Meio Ambiente, no Salão Nobre do Ministério Público. Inscrições  gratuitas. Estudantes e público em geral podem se inscrever pelo  meioambientecamara@gmail.com ou (51) 3221-9711.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mérito Farmacêutico: A  professora da Faculdade de Farmácia da PUCRS Flavia Thiesen receberá, do  Conselho Federal de Farmácia (CFF), dia 20/1, em Brasília, a Comenda do Mérito  Farmacêutico - maior honraria do setor no país. O evento também festeja o Dia do  Farmacêutico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OAB: A Ordem dos Advogados do Brasil divulgou o desempenho  das instituições de Ensino Superior no 5 Exame da OAB, realizado em dezembro  2011. O RS ficou em 3, com 28,78% de candidatos aprovados. A UFPel obteve 74,67%  de aprovação; Furg, 69,44%; e Ufrgs, 66,13%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;******************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : CORREIO DO POVO, ANO 117 Nº 109 - PORTO ALEGRE, TERÇA-FEIRA, 17 DE JANEIRO DE 2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-898860396317113633?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/898860396317113633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=898860396317113633&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/898860396317113633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/898860396317113633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/rs-agenda-do-ensino.html' title='RS : AGENDA DO ENSINO'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-6761179096352309743</id><published>2012-01-17T11:32:00.001-08:00</published><updated>2012-01-17T11:32:57.371-08:00</updated><title type='text'>Tapajós: o rio da vez para construção de hidrelétricas</title><content type='html'>O ano de 2012 começou com uma má notícia para a conservação da biodiversidade amazônica e das florestas brasileiras. Foi publicada no Diário Oficial da União, no dia 06,&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/2012/01/11/medida-provisoria-altera-limites-de-areas-de-conservacao-na-amazonia/" target="_blank"&gt; Medida Provisória (MP 558) para redução da área de quatro unidades de conservação (UC) na Amazônia brasileira e alteração de outras duas&lt;/a&gt;. Como principal motivo dessa iniciativa, está a construção de duas das mega-usinas hidrelétricas previstas no Complexo Tapajós, São Luiz (6.133 MW) e Jatobá (2.336 MW).&lt;br /&gt;A reportagem é da WWF, 12-01-2012.&lt;br /&gt;As unidades de conservação ameaçadas desta vez são a Área de Proteção Ambiental do Tapajós (PA), Floresta Nacional do Crepori (PA), as Florestas Nacionais de Itaituba I e II (PA) e Parque Nacional da Amazônia (AM/PA).&lt;br /&gt;Para Maria Cecília Wey de Brito, secretária-geral do WWF-Brasil, a modificação de áreas e limites de unidades de conservação por meio de medida provisória é lamentável, pois é mais uma ação que coloca em risco a riqueza ambiental do país.&lt;br /&gt;“As unidades de conservação são criadas por meio de decreto presidencial ou estadual, após avaliação detalhada sobre sua importância ecológica, mas somente só podem ser alteradas e reduzidas diretamente por lei, sem que esta alteração comprometa a razão original de sua criação”, explica Wey de Brito. “Deveriam ser objeto do mesmo tratamento técnico e jurídico em caso de alteração de limites. O governo não pode querer, a cada nova obra ou interesse, modificar as UCs a ‘toque de caixa’ por meio de MPs”, completa.&lt;br /&gt;O WWF-Brasil defende que o governo aborde a questão hidrelétrica, de forma inovadora, no Brasil todo e na Amazônia em particular, com uma visão integrada da bacia hidrográfica que se pretende explorar, considerando o impacto cumulativo dos projetos à luz das áreas prioritárias de conservação da bacia em questão, para minimizar não só os impactos de um projeto específico, mas também o impacto do programa hidrelétrico que se pretende implantar.&lt;br /&gt;O próprio setor elétrico brasileiro já desenvolveu uma metodologia de análise do impacto cumulativo de represas, a Avaliação Ambiental Integrada (AAI), aplicada a diversos casos inclusive no Rio Xingu. No entanto, para a bacia do Tapajós, a metodologia do governo não foi até agora considerada e aplicada. Esse é um passo que deveria anteceder qualquer tomada de decisão sobre construção de hidrelétricas em rios do Brasil.&lt;br /&gt;A necessidade de conservação da biodiversidade, dos serviços dos ecossistemas e da vida na escala de uma bacia como a do Rio Tapajós, que representa quase 6% do território nacional, depende da manutenção de alguns rios que corram livremente – sem qualquer contenção –para garantir a integridade social, econômica e cultural das comunidades que lá habitam e cujas vidas dos rios dependem.&lt;br /&gt;Outras alternativas&lt;br /&gt;Ao invés de construir barragens em cada um dos grandes rios da Amazônia, causando imensos impactos ambientais e sociais, o Brasil deveria explorar muito mais seu potencial em fontes renováveis modernas, de baixo impacto, como a energia dos ventos, a energia solar, a de biomassa, e deveríamos investir em medidas de aumento de nossa eficiência energética.&lt;br /&gt;“Somente em energia eólica, estima-se em mais de 400 GW o potencial brasileiro, o que é mais de 3 vezes superior à toda demanda atual de eletricidade no Brasil. Como todos os novos projetos, nos próximos anos, chegaremos a usar pouco mais de 1% deste potencial, o que é insignificante diante do que temos à nossa disposição. Além disso, o pleno aproveitamento da biomassa da cana-de-açúcar para geração de eletricidade poderia substituir a energia gerada por algumas usinas hidrelétricas, como Belo Monte ou São Luis do Tapajós”, explicou Carlos Rittl, coordenador do programa de Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil.&lt;br /&gt;“Alternativas e o potencial nós temos. Mas para aproveitá-los e para reduzir os impactos da expansão de geração de energia, é necessário haver decisão e vontade política”, concluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*********************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : (&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/aa3"&gt;Ecodebate&lt;/a&gt;, 17/01/2012) publicado pela &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/505763-tapajos-o-rio-da-vez-para-construcao-de-hidreletricas" target="_blank"&gt;IHU On-line&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, parceiro estratégico do EcoDebate na socialização da informação.&lt;br /&gt;[&lt;em&gt;IHU On-line é publicada pelo Instituto Humanitas Unisinos - IHU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São Leopoldo, RS.&lt;/em&gt;]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-6761179096352309743?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/6761179096352309743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=6761179096352309743&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/6761179096352309743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/6761179096352309743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/tapajos-o-rio-da-vez-para-construcao-de.html' title='Tapajós: o rio da vez para construção de hidrelétricas'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-4786065277673982623</id><published>2012-01-17T11:31:00.000-08:00</published><updated>2012-01-17T11:31:13.928-08:00</updated><title type='text'>ONU lança iniciativa para difundir energia sustentável</title><content type='html'>Objetivos incluem garantir o acesso à eletricidade para todas as casas e duplicar o peso global da energia renovável&lt;br /&gt;O “&lt;em&gt;Ano Internacional de Energia Sustentável para Todos&lt;/em&gt;” começou nesta segunda-feira, 16, em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos) com o triplo objetivo de garantir o acesso à eletricidade para todas as casas, duplicar o peso global da energia renovável e melhorar a eficiência energética antes de 2030. Reportagem da &lt;strong&gt;Agência EFE&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Durante o discurso de inauguração do World Future Energy Summit, o secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, disse que esta iniciativa é um empenho pessoal que procura lutar contra a desigualdade e defender a “dignidade humana”.&lt;br /&gt;Ban manifestou que garantir o acesso à eletricidade é uma forma de combater a pobreza, opinião semelhante à do ministro brasileiro de Minas e Energia, Edison Lobão, para quem a extensão da rede a regiões remotas do país melhorou a situação econômica de 15 milhões de pessoas.&lt;br /&gt;O desafio de duplicar o peso das energias renováveis no consumo mundial de energia antes de 2030, até alcançar 30%, é difícil, como reconheceu o próprio Ban Ki-moon, embora factível, segundo todos os participantes do fórum.&lt;br /&gt;Segundo o comissário europeu de Desenvolvimento, Andris Piebalgs, esta transição custaria cerca de 50 bilhões de euros, algo que para a diretora geral da União Internacional para a Conservação da Natureza, Julia Marton-Lefèvre, é pouco quando comparado com o preço de importar combustíveis fósseis.&lt;br /&gt;Uma das ideias mais recorrentes durante a primeira sessão do congresso é a apontada pelo enviado especial do Banco Mundial para a Mudança Climática, Andrew Steer, que insistiu em que “há financiamento”, mas que os investidores exigem segurança normativa para assumir o risco de investir em energias renováveis.&lt;br /&gt;Da mesma maneira, o presidente do Bank of America, Charles Holliday, disse que os bancos investirão em indústrias de energia solar ou eólica em qualquer lugar do mundo que puder obter benefícios com isso.&lt;br /&gt;“Os Governos têm que entender os benefícios da estabilidade normativa e econômica”, assinalou o diretor-geral da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), Adnan Amin.&lt;br /&gt;O próprio secretário-geral da ONU apelou à colaboração entre o setor público e o privado, que se encarregassem de aprovar as leis adequadas para o fomento das energias renováveis e de seu financiamento e desenvolvimento.&lt;br /&gt;Esta transmissão de conhecimento deveria afetar, segundo o primeiro-ministro da Coreia do Sul, Kim Hwang-sik, também a relação entre países desenvolvidos e países emergentes, com o objetivo de compartilhar a experiência em uma “política verde” comum.&lt;br /&gt;Outro dos fatores que favorecem os otimistas sobre o cumprimento do triplo objetivo do Ano Internacional de Energia Sustentável para Todos é o compromisso feito pelos países emergentes com as energias renováveis.&lt;br /&gt;Apesar disso, para conseguir a transição a economias com baixos níveis de emissão de dióxido de carbono – advertiu o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao – é imprescindível a energia nuclear.&lt;br /&gt;Wen defendeu o uso pacífico deste tipo de energia e lembrou que seu país combina um forte desenvolvimento das energias renováveis – tanto solar como eólica e hidráulica – com a construção de novas usinas nucleares.&lt;br /&gt;Definitivamente, o triplo objetivo fixado pelas Nações Unidas para 2030 supõe, em palavras de seu secretário-geral, uma forma de “reduzir a pobreza, oferecer oportunidades a todos, dinamizar a economia e lutar contra a mudança climática”.&lt;br /&gt;O World Future Energy Summit é um congresso convocado anualmente por Masdar – uma empresa pública dos Emirados Árabes dedicada à pesquisa e à promoção de energias renováveis – que na edição 2012 receberá 26 mil visitantes e 600 empresas de todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : Reportagem da &lt;strong&gt;Agência EFE&lt;/strong&gt;, no &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,onu-lanca-iniciativa-para-difundir-energia-sustentavel,823296,0.htm" target="_blank"&gt;Estadão.com.br&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/aa0"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 17/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-4786065277673982623?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/4786065277673982623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=4786065277673982623&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/4786065277673982623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/4786065277673982623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/onu-lanca-iniciativa-para-difundir.html' title='ONU lança iniciativa para difundir energia sustentável'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-4512520282803628085</id><published>2012-01-17T11:28:00.001-08:00</published><updated>2012-01-17T11:28:48.799-08:00</updated><title type='text'>Energia Eólica: ‘Pré-sal’ do Sertão</title><content type='html'>Um grupo de investidores paranaenses encontrou no sertão da Bahia o que classifica de “Pré-sal do Sertão”. Mas, ao contrário das reservas marítimas de petróleo, localizadas a mais de 5 mil metros de profundidade, o potencial energético daquela região está no ar – ou melhor, no vento que sopra forte em uma área até então inexplorada pelos investidores do setor de energia.&lt;br /&gt;A reportagem é de &lt;strong&gt;Alexandre Costa Nascimento &lt;/strong&gt;e publicado pela &lt;strong&gt;Gazeta do Povo&lt;/strong&gt;, 15-01-2012.&lt;br /&gt;A Empresa Paranaense de Energia (&lt;strong&gt;EPP&lt;/strong&gt;), holding formada por empresários com atuação em diversos setores, está desbravando novos territórios e já tem três projetos de geração eólica no interior da Bahia. A carteira de investimentos na região passa de R$ 6 bilhões e tem um potencial de geração de 1,7 mil megawatts (MW), equivalente à da usina de Foz do Areia, segunda maior hidrelétrica do Paraná, menor apenas que Itaipu.&lt;br /&gt;“Fomos do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte em busca de locais para investimento. Na costa do Nordeste, enfrentamos uma forte especulação imobiliária. Na Bahia, encontramos uma nova fronteira, com condições técnicas favoráveis e uma velocidade média do vento de 10 metros por segundo, cerca de 30% acima do que é considerado ideal”, conta o diretor executivo da &lt;strong&gt;EPP, Luiz Fernando Cordeiro.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A companhia comprou cerca de 40 mil hectares de terras em três regiões da Bahia. Esses investimentos devem ajudar a mudar o perfil local, diz o executivo. “São áreas sem vocações econômicas, com pequenos municípios extremamente dependentes de repasses de programas federais. Algumas cidades nem sequer têm água potável. A cidade de Gentio do Ouro, antiga área de garimpo, poderá prosperar com a mina de ventos.”&lt;br /&gt;A viabilização dos projetos da &lt;strong&gt;EPP &lt;/strong&gt;tem como base os contratos de venda dessa energia no mercado livre (no qual o contrato é firmado diretamente com o consumidor industrial) ou nos leilões do governo federal – haverá pelo menos um neste ano, para negociar a energia que será gerada nos empreendimentos.&lt;br /&gt;Segundo &lt;strong&gt;Cordeiro&lt;/strong&gt;, 75% dos recursos devem vir do &lt;strong&gt;BNDES &lt;/strong&gt;– que tem linhas específicas para incentivar a geração de energias renováveis – e o restante, dos sócios da EPP e outros parceiros. “Esse investimento é feito ao longo dos anos e se paga”, garante.&lt;br /&gt;O objetivo do grupo é ser referência nacional no segmento de energia limpa e renovável em um horizonte de 20 a 30 anos. “Nosso plano não é vender projetos, é fornecer energia”, afirma o presidente do conselho de administração da &lt;strong&gt;EPP, João Elisio Ferraz de Campos&lt;/strong&gt;, que governou o Paraná entre 1986 e 1987.&lt;br /&gt;Ele diz que o pioneirismo do grupo pode encorajar o empresariado paranaense a ser mais ousado. “Montamos um grupo heterogêneo, com empresários de vários setores, como transportadora, concessionárias de rodovias, seguros. O Paraná está esquecido no plano nacional. O empresariado paranaense tem de se mobilizar e lutar para conquistar espaço. Queremos ser referência para que essa experiência se reproduza em outros setores.”&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PCHs ficam na gaveta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Criada com foco no desenvolvimento de pequenas centrais hidrelétricas (&lt;strong&gt;PCHs&lt;/strong&gt;), a &lt;strong&gt;EPP &lt;/strong&gt;perdeu a chance de investir nesse tipo de projeto quando o vento era favorável. Mas a demora na liberação de licenças ambientais, a queda no custo da energia e o aumento no orçamento das obras impediram essas usinas de sair do papel. Na semana passada, uma de suas &lt;strong&gt;PCHs &lt;/strong&gt;recebeu licença prévia do Instituto Ambiental do Paraná (&lt;strong&gt;IAP&lt;/strong&gt;), mas não há prazo para o início da construção.&lt;br /&gt;Atualmente, o custo do megawatt instalado na construção de uma &lt;strong&gt;PCH &lt;/strong&gt;é de R$ 7 milhões – exatamente o dobro do custo da geração eólica. Sem competitividade, os projetos de &lt;strong&gt;PCHs &lt;/strong&gt;ficarão alguns anos guardados na gaveta esperando um cenário mais favorável. “A PCH se tornou um projeto economicamente inviável. Os geradores são caros e 70% do custo é de obra civil, que encareceu muito. Além disso, os locais com melhor potencial já foram explorados”, explica &lt;strong&gt;Odilon Camargo&lt;/strong&gt;, sócio-diretor da empresa de engenharia Camargo Schubert.&lt;br /&gt;Uma conjuntura que obrigou a &lt;strong&gt;EPP &lt;/strong&gt;a rever seus planos. “Mudamos o nosso foco e buscamos participar dos leilões oferecendo o produto eólico”, diz &lt;strong&gt;Luiz Fernando Cordeiro, &lt;/strong&gt;diretor executivo da companhia.&lt;br /&gt;Para que as PCHs voltem a ser interessantes, o custo médio da energia – atualmente em torno de R$ 100 por megawatt-hora (MWh) – deve subir para, no mínimo, R$ 150. “Os projetos ficam na gaveta, mas prontos para serem retomados quando a conjuntura voltar a ser favorável”, garante &lt;strong&gt;Cordeiro&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Se por um lado as &lt;strong&gt;PCHs &lt;/strong&gt;são caras, o Brasil tem hoje o custo de geração de energia eólica mais barato do mundo, de menos de R$ 100 por MWh, o que torna o investimento cada vez mais atraente – só a China cresce mais nesse ramo. “É tudo uma questão de competição. O investidor se interessa pelas fontes mais competitivas”, diz &lt;strong&gt;Camargo&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="" border="0" class="aligncenter" height="1732" src="http://www.gazetadopovo.com.br/midia/energialimpa_140112.jpg" style="border: 0pt currentColor;" width="199" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3&gt;&lt;/h3&gt;(&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/aa1"&gt;Ecodebate&lt;/a&gt;, 17/01/2012) publicado pela &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/505761-pre-sal-do-sertao" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;IHU On-line&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, parceiro estratégico do EcoDebate na socialização da informação.&lt;br /&gt;[&lt;em&gt;IHU On-line é publicada pelo Instituto Humanitas Unisinos - IHU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São Leopoldo, RS.&lt;/em&gt;]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-4512520282803628085?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/4512520282803628085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=4512520282803628085&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/4512520282803628085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/4512520282803628085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/energia-eolica-pre-sal-do-sertao.html' title='Energia Eólica: ‘Pré-sal’ do Sertão'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-6778226216053505960</id><published>2012-01-17T11:26:00.001-08:00</published><updated>2012-01-17T11:26:46.190-08:00</updated><title type='text'>Rio+20: os equívocos da economia verde e das tecnologias. Entrevista com Kathy Jo Wetter</title><content type='html'>&lt;strong&gt;“Está claro para a maioria das pessoas que chamar algo de ‘verde’ não significa que ele de fato o seja”, declara a pesquisadora do Grupo ETC.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Confira a entrevista. &lt;/strong&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://eco4u.files.wordpress.com/2011/02/economia_verde.jpg" width="300" /&gt;&lt;br /&gt;A economia verde e “seu eixo central”, a tecnologia, estarão no centro das discussões ambientais a serem debatidas na Rio+20, em junho deste ano, no Rio de Janeiro. Entretanto, &lt;strong&gt;Kathy Jo Wetter&lt;/strong&gt;, &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/18754-o-consumo-excessivo-e-injusto-e-intrinseco-a-logica-capitalista-entrevista-especial-de-silvia-ribeiro"&gt;pesquisadora do Grupo ETC&lt;/a&gt;, alerta para a falta de clareza em torno do conceito, e para as apostas nas soluções tecnológicas. “A ausência de uma definição consensual de ‘economia verde’ no processo da &lt;a href="http://www.ihuonline.unisinos.br/index.php?secao=384"&gt;&lt;strong&gt;Rio+20&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; é estratégico na medida em que assegura que ela pode significar qualquer coisa – ou nada! (…) Na ausência de fortes políticas sociais e de novas estruturas de governança, as mesmas companhias gigantes e transnacionais que controlam a nossa economia atual irão permanecer no controle de &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/505669-governancaambientaledivergencianario20"&gt;qualquer economia que possa haver no nosso futuro&lt;/a&gt; – seja qual for a sua cor. O pior cenário é que a economia verde simplesmente forneça camuflagem para a perpetuação da atual economia gananciosa”, esclarece em entrevista concedida por e-mail à &lt;strong&gt;IHU On-Line&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;As tecnologias, segundo ela, estão sendo apontadas pelos governos como uma alternativa para sanar os problemas climáticos e resolver, consequentemente, as questões sociais, especialmente em relação à fome e à distribuição de alimentos. “Meio século depois do nascimento do movimento ambiental moderno, todos os problemas sociais parecem exigir não políticas, mas sim soluções tecnológicas. De acordo com a sabedoria predominante, o antídoto para a doença é a medicina personalizada (via genômica); a fome pode ser saciada com a biotecnologia &lt;strong&gt;–&lt;/strong&gt; a resposta ao Pico do Petróleo é a biologia sintética (isto é, a transformação da biomassa); a cura para Kyoto é a geoengenharia; a resposta ao “déficit de democracia” é a internet; e o fim da pobreza há de vir quando &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/505669-governancaambientaledivergencianario20"&gt;os governos adotarem a economia verde&lt;/a&gt;”, ironiza.&lt;br /&gt;Entre as tecnologias testadas pelos países que fazem parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE, &lt;strong&gt;Kathy &lt;/strong&gt;destaca os investimentos na geoengenharia, uma tecnologia que garante a “intervenção intencional e de larga escala em sistemas planetários com a intenção de afetar o clima”, explica. Crítica dessa política, a pesquisadora argumenta que a “geoengenharia permite que os governos que desejam fazer pouco ou nada com relação às mudanças climáticas finjam que uma &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/505448-ambientalistas-esperam-pouco-da-rio20-mas-defendem-mobilizacao-"&gt;‘solução’ tecnológica&lt;/a&gt; significa que eles podem agir unilateralmente para resfriar o planeta, mantendo estilos de vida exorbitantes”. E reitera: “A geoengenharia não pode fazer parte de um desenvolvimento e/ou economia socialmente justos e ecologicamente sustentáveis. A geoengenharia deveria ser banida completamente pelas Nações Unidas na Rio+20”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Kathy Jo Wetter&lt;/strong&gt; é pesquisadora do Grupo ETC, uma organização da sociedade civil internacional com sede em Ottawa, Canadá. Kathy dedica-se ao estudo das nanotecnologias, tecnologias convergentes, biologia sintética e concentração empresarial.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Confira a entrevista.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line – O que significa economia verde? Qual é o princípio desta economia e quem a controla?&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://nanoequity2009.cns.ucsb.edu/images/stories/participants/wetter.jpg" width="250" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Kathy Jo Wetter – &lt;/strong&gt;A “economia verde” pode significar, é claro, coisas muito diferentes, dependendo da sua perspectiva. A &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/505411-qodiscursoparaario20vendeaideiadequeasolucaodetodososestanatecnologia"&gt;ausência de uma definição consensual&lt;/a&gt; de “economia verde” no processo da Rio +20 é estratégica na medida em que assegura que ela pode significar qualquer coisa – ou nada!&lt;br /&gt;Embora seja popular nestes dias afirmar que a “operação padrão” não é uma opção, nossa pesquisa (ao preparar nosso recente relatório &lt;strong&gt;Who Will Control the Green Economy?&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Quem vai controlar a Economia Verde?&lt;/strong&gt;) levou-nos a concluir que, na ausência de fortes políticas sociais e de novas estruturas de governança, as mesmas companhias gigantes e transnacionais que controlam a nossa economia atual irão permanecer no controle de qualquer economia que possa haver no nosso futuro – seja qual for a sua cor. O pior cenário é que a economia verde simplesmente forneça camuflagem para a perpetuação da atual economia gananciosa.&lt;br /&gt;No período que antecedeu a &lt;strong&gt;Rio+20&lt;/strong&gt;, a noção de uma “grande transformação tecnológica verde” que possibilite a economia verde está sendo amplamente promovida como a chave para a sobrevivência do nosso planeta. A ideia é que iremos substituir a &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/505452-a-natureza-no-forno-mudanca-climatica-energia-supostamente-renovavel-e-biomassa"&gt;extração de petróleo pela exploração de biomassa&lt;/a&gt; (safras de alimentos e de fibras, pastos, resíduos florestais, óleos vegetais, algas etc.). Os propositores preveem um futuro pós-petróleo em que a produção industrial (de plásticos, de produtos químicos, de combustíveis, de medicamentos, de energia etc.) dependerá não de combustíveis fósseis, mas sim de matérias-primas biológicas transformadas através de plataformas de bioengenharia de alta tecnologia. Muitas das maiores corporações e dos governos mais poderosos do mundo estão promovendo o uso de novas tecnologias para transformar a biomassa em produtos de alto valor.&lt;br /&gt;A biologia sintética está possibilitando a mudança de deslocar genes individuais de uma espécie para outra (plantações biotecnológicas ou geneticamente modificadas, por exemplo) para a construção de DNA artificial e a incorporação de DNA em células para criar algas e micróbios únicos, que são capazes de converter quase qualquer biomassa em quase qualquer bioproduto. Com bilhões de dólares de investimentos públicos e privados ao longo dos últimos anos (incluindo das maiores companhias de energia e produtos químicos do mundo), a biologia sintética vê a biodiversidade da natureza como biomassa, que pode ser convertida por micróbios sintéticos em combustíveis, produtos químicos, plásticos, fibras, produtos farmacêuticos ou até mesmo alimentos – dependendo da demanda do mercado na época da colheita.&lt;br /&gt;Os maiores celeiros de biomassa terrestre e aquática estão localizados no Sul global e estão protegidos principalmente por camponeses, cuidadores de animais, pescadores e moradores das florestas cujos meios de vida dependem deles. A &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/505230-rio20-o-momento-e-potencial-para-a-reflexao-entrevista-especial-com-aron-belinky"&gt;“economia verde”&lt;/a&gt; biobaseada poderia estimular uma convergência do poder corporativo ainda maior e desencadear a posse de recursos mais massivos em mais de 500 anos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line – Por que a economia verde está em destaque nos debates sobre sustentabilidade?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Kathy Jo Wetter –&lt;/strong&gt; Porque a orientação da maioria dos governos, liderados pelos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico &lt;strong&gt;–&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;OCDE&lt;/strong&gt;, deslocou-se fortemente em favor de mecanismos baseados no mercado como uma forma de provocar todo resultado desejado – por exemplo, reduções de gases do efeito estufa, proteção da biodiversidade e, agora, desenvolvimento sustentável – apesar dos óbvios fracassos desses mecanismos nestes e em outros contextos.&lt;br /&gt;O papel da tecnologia na economia verde é central aqui: meio século depois do nascimento do movimento ambiental moderno, todos os problemas sociais parecem exigir não políticas, mas sim soluções tecnológicas. De acordo com a sabedoria predominante, o antídoto para a doença é a medicina personalizada (via genômica); a fome pode ser saciada com a biotecnologia &lt;strong&gt;–&lt;/strong&gt; a resposta ao Pico do Petróleo é a biologia sintética (isto é, a transformação da biomassa); a cura para Kyoto é a geoengenharia; a resposta ao “déficit de democracia” é a internet; e o fim da pobreza há de vir quando os governos adotarem a economia verde.&lt;br /&gt;Assim como na &lt;strong&gt;Cúpula da Terra &lt;/strong&gt;no Rio em 1992, a &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/505186-rioteraprimeiraqbolsaverdeqdo-pais"&gt;tecnologia também será importante na Rio+20&lt;/a&gt;. Na luta pelo acesso, alguns governos não estão questionando se as tecnologias que eles querem são seguras, úteis, em última análise, ou trazem amarras consigo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line – A economia verde dialoga com as políticas sociais?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Kathy Jo Wetter –&lt;/strong&gt; Não até agora. No ETC Group, costumamos dizer que, se a “operação padrão” não é uma opção, a “governança padrão” também não. Novos modelos de economia mais sociais e ecologicamente sustentáveis são necessários para salvaguardar a integridade dos sistemas planetários para a nossa e para as futuras gerações. Mecanismos antitruste de autoridade e inovadores (que atualmente não existem) devem ser criados para &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/504909-durbantrazavancosmasnaoresolveameaca-aoclima"&gt;reter o poder corporativo&lt;/a&gt;. Legisladores internacionais devem superar a atual desconexão entre segurança alimentar, agricultura e política climática – especialmente apoiando a soberania alimentar como o marco global para abordar essas questões. Todas as negociações devem ser moldadas pela forte participação dos movimentos sociais e da sociedade civil.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line – Que características deveriam fazer parte de uma economia sustentável?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Kathy Jo Wetter –&lt;/strong&gt; Além das políticas mencionadas na resposta anterior, os governos devem apoiar economias verdes diversificadas, centradas no local, sendo social, cultural e ecologicamente apropriadas e justase que estejam baseadas no uso adequado da biodiversidade para ir ao encontro das necessidades humanas e salvaguardar os sistemas planetários.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line – A economia verde será um dos temas centrais das discussões da Rio+20 no próximo ano. Como vê esta discussão em uma conferência para o desenvolvimento sustentável?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Kathy Jo Wetter –&lt;/strong&gt; A discussão não é surpreendente, dada a atual orientação dos governos aos mercados, o posicionamento das corporações transnacionais para permanecer no assento do motorista e a falta de precisão no próprio conceito de economia verde. No entanto, está claro para a maioria das pessoas que &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/504897-rio20desafioseperspectivas"&gt;chamar algo de “verde” não significa que ele de fato o seja&lt;/a&gt;, e que devemos pressionar por resultados concretos na Rio+20, resultados que nos levem na direção do desenvolvimento sustentável.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line – Que avaliação você faz da COP-17, que aconteceu em Durban? O que os acordos políticos desta conferência demonstram sobre a preocupação mundial com as mudanças climáticas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Kathy Jo Wetter –&lt;/strong&gt; Tanto o processo confuso como o instrumento legal sem força escolhido para substituir o &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/504862-alertaeesperancaentrevistacom-cristovambuarque"&gt;&lt;strong&gt;Protocolo de Kyoto&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; em 2020 não são necessariamente sinais de que os governos mundiais não estão preocupados com as mudanças climáticas. Em nossa opinião, eles poderiam sinalizar algo ainda mais preocupante: ao não fazer nada de construtivo com relação às mudanças climáticas, os governos estão, com efeito, lançando as bases para uma “emergência climática” que providenciaria a sua justificação para a implantação de tecnologias de geoengenharia.&lt;br /&gt;A geoengenharia é a intervenção intencional e de larga escala em sistemas planetários com a intenção de afetar o clima, e diversos governos da OCDE estão explorando as opções da geoengenharia. A geoengenharia permite que os governos que desejam fazer pouco ou nada com relação às mudanças climáticas finjam que uma “solução” tecnológica significa que eles podem agir unilateralmente (sem um acordo multilateral) para resfriar o planeta, mantendo estilos de vida exorbitantes. A geoengenharia, para esses governos, poderia ser politicamente popular dentro de casa e permitir-lhes economizar dinheiro no exterior. A geoengenharia está sendo proposta agora como uma solução rápida para as nossas outras crises ecológicas, como a acidificação dos oceanos, o nitrogênio e os desequilíbrios no ciclo da água. A geoengenharia não pode fazer parte de um desenvolvimento e/ou economia socialmente justos e ecologicamente sustentáveis. A geoengenharia deveria ser banida completamente pelas Nações Unidas na &lt;strong&gt;Rio+20&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line – Qual sua expectativa para a Rio+20, dez anos depois da Eco-92? Que temas são urgentes neste encontro?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Kathy Jo Wetter –&lt;/strong&gt; A nossa expectativa não é alta, e a divulgação nesta semana do &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/505644-rio20-divulga-primeiro-rascunho-de-texto-base-da-conferencia-"&gt;primeiro esboço “zero” do documento final da Rio+20&lt;/a&gt; fizeram pouco para aumentar a nossa expectativa. No entanto, nenhum de nós pode se dar o luxo de descartar a Rio+20 como uma causa perdida neste momento. Em nossa opinião, a questão candente é a tecnologia – incluindo a sua propriedade e o seu controle –, porque a ela é amplamente vista como o eixo central da economia verde. A Rio+20 deve rever os compromissos assumidos na primeira &lt;strong&gt;Cúpula do Rio&lt;/strong&gt;, incluindo os capítulos 34 e 35 da &lt;strong&gt;Agenda 21&lt;/strong&gt;, que convocam os governos a adotar iniciativas de análise de tecnologia globais e nacionais. Nesses anos, desde a Rio-92, a capacidade dos governos e da comunidade internacional de realizar a análise e a avaliação de tecnologia diminuiu. Imediatamente depois da Rio-92, a capacidade da Comissão de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento das Nações Unidas – UNCSTD foi drasticamente reduzida, e a Comissão de Empresas Transnacionais das Nações Unidas – UNCTC, que monitorava as principais indústrias que desenvolvem novas tecnologias, foi eliminada totalmente.&lt;br /&gt;O colapso na capacidade dos governos de analisar novas tecnologias – incluindo seus impactos socioeconômicos – ocorreu exatamente enquanto o mundo experimentava a mais rápida – e mais ampla – expansão de novas tecnologias da história. A preocupação pública pela segurança das novas tecnologias e a falta de confiança na capacidade dos governos de proteger seus interesses aumentaram com a descoberta, primeiro, da doença da “vaca louca”, depois, pela febre aftosa (principalmente nos países industrializados) e, mais tarde, pela rápida expansão de plantações geneticamente modificadas.&lt;br /&gt;O sistema multilateral das Nações Unidas não tem capacidade confiável para avaliar as tecnologias ou para aconselhar os governos. Diversos países experimentam condições de saúde, ambientais e socioeconômicas extraordinariamente diferentes dentro das quais as tecnologias operam. Tendo em conta isso, há uma &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/504631-devemos-erradicar-a-pobreza-e-manter-nossas-florestas-em-pe-entrevista-especial-com-pedro-ivo-de-souza-batista"&gt;necessidade urgente de um monitoramento&lt;/a&gt; e de uma capacidade de compartilhar informações nacionais e globais que incluam a sociedade civil – especialmente aquelas comunidades indígenas e locais que possam ser direta ou indiretamente afetadas pela utilização de tecnologias.&lt;br /&gt;A &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/504820-fracassoemdurbanedanos"&gt;importância da agricultura&lt;/a&gt; e, dentro disso, a importância dos pequenos produtores – e a melhor forma de apoiá-los – também são uma questão candente para a Rio+20. De acordo com um relatório da Unep (intitulado &lt;strong&gt;Rumo a uma Economia Verde: Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável e a Erradicação da Pobreza&lt;/strong&gt;), há 525 milhões de pequenos agricultores, dos quais 404 milhões têm menos de dois hectares. Os pequenos agricultores não apenas são responsáveis por pelo menos 70% da produção agrícola global, mas suas ações coletivas também representam a nossa maior esperança para adaptar e mitigar a crise climática. Os legisladores internacionais devem superar a atual desconexão entre segurança alimentar, agricultura e políticas climáticas, especialmente apoiando a Soberania Alimentar como o marco global para abordar essas questões. (Em contraste ao atual sistema agroindustrial, que permite que regimes de comércio e forças de mercado internacionais ditem as políticas alimentares e agrícolas, a soberania alimentar implica os direitos das nações e dos povos de determinar democraticamente as suas próprias políticas alimentares e agrícolas.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;******************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;FONTE : (Por Patricia Fachin. Tradução de Moisés Sbardelotto)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/aa4"&gt;Ecodebate&lt;/a&gt;, 17/01/2012) publicado pela &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/505705-rio20-os-equivocos-da-economia-verde-e-das-tecnologias-entrevista-especial-com-kathy-jo-wetter" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;IHU On-line&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, parceiro estratégico do EcoDebate na socialização da informação.&lt;br /&gt;[&lt;em&gt;IHU On-line é publicada pelo Instituto Humanitas Unisinos - IHU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São Leopoldo, RS.&lt;/em&gt;]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-6778226216053505960?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/6778226216053505960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=6778226216053505960&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/6778226216053505960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/6778226216053505960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/rio20-os-equivocos-da-economia-verde-e.html' title='Rio+20: os equívocos da economia verde e das tecnologias. Entrevista com Kathy Jo Wetter'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-7880007246838152154</id><published>2012-01-13T02:33:00.000-08:00</published><updated>2012-01-13T02:33:41.674-08:00</updated><title type='text'>RS : Autorizada captação no Rio dos Sinos</title><content type='html'>&lt;table&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt; O Departamento de Recursos Hídricos da Secretaria Estadual  do Meio Ambiente autorizou ontem a retomada da captação de água no Rio dos Sinos  para irrigação de lavouras. A decisão foi tomada com base em dados da Corsan,  Comusa - Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo e Semae (Serviço Municipal  de Água e Esgoto de São Leopoldo), levando em conta o nível de água nesta  quinta-feira, medido entre a parte superior das bombas de captação para  abastecimento e o espelho d''água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A determinação baseia-se nas  resoluções 93 e 97, de 2011, do Conselho Estadual de Recursos Hídricos, e nos  níveis informados. Em Campo Bom, o manancial estava em 1,42 metro; em Novo  Hamburgo, 0,79 metro; e em São Leopoldo, 1 metro. Porém, o departamento estadual  alertou para o fato de que, provavelmente, haverá período de estiagem na região  neste verão e destacou que toda água deve ser utilizada de forma racional, sem  desperdícios, dentro dos valores outorgados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : CORREIO DO POVO, ANO 117 Nº 105 - PORTO ALEGRE, SEXTA-FEIRA, 13 DE JANEIRO DE 2012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-7880007246838152154?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/7880007246838152154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=7880007246838152154&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/7880007246838152154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/7880007246838152154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/rs-autorizada-captacao-no-rio-dos-sinos.html' title='RS : Autorizada captação no Rio dos Sinos'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-9168094498336657447</id><published>2012-01-13T02:29:00.000-08:00</published><updated>2012-01-13T02:29:16.978-08:00</updated><title type='text'>Consórcio Desertec: Usinas solares e eólicas no Saara vão abastecer até 20% da Europa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/71/DESERTEC-Map_large.jpg/800px-DESERTEC-Map_large.jpg"&gt;&lt;img alt="Consórcio Desertec: Usinas solares e eólicas no Saara vão abastecer até 20% da Europa" class="aligncenter" height="406" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/71/DESERTEC-Map_large.jpg/800px-DESERTEC-Map_large.jpg" width="560" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Linhas de transmissão atravessarão o mar. Mapa: Wikipedia&lt;br /&gt;A Europa busca nos desertos um caminho para suprir sua demanda energética. Em 2011, a Espanha começou a usar a todo vapor a maior usina solar no mundo, instalada numa das regiões mais áridas do país. Mas o mais ambicioso projeto europeu está em curso na África, no Deserto do Saara. É lá que o consórcio Desertec http://www.desertec.org/ , formado por 50 empresas alemãs, começa a construir este ano uma usina de energia solar colossal. A ideia é construir usinas solares em várias partes do Saara para atender de 15% a 20% das necessidades europeias.&lt;br /&gt;A primeira usina, que ocupará uma área de 12 quilômetros quadrados, fornecerá 500 megawatts de energia para o Velho Continente a partir de 2014. Mas, de acordo com Paul van Son, chefe do projeto, ainda não foi decidido se será usada a tecnologia de solartermia (aquecimento da água para a movimentação de uma turbina a vapor), ou o método fotovoltaico. A geração fotovoltaica tem a vantagem de ser mais barata, produzindo energia pela ação da luz do Sol no silício das células captadoras. Já a geração fotovoltaica, usada na usina egípcia Kuraymot é mais cara, mas tem a vantagem de permitir a produção de energia à noite. A usina egípcia foi construída pela empresa alemã Solar Millenium, que faz parte do consórcio Desertec e também construiu as usinas Andasol 1, 2 e 3 na Andaluzia, Espanha, entre as mais modernas do mundo e um exemplo do que será a usina do Saara.&lt;br /&gt;Christine Krebs, porta-voz da Solar Millenium, explica que a configuração das usinas espanholas permite que o calor do dia seja guardado para geração à noite. “O calor é armazenado, o que torna possível a produção de energia também depois do pôr do sol.”&lt;br /&gt;Com sede na cidade de Erlangen, a Solar Millenium está instalada onde antigamente funcionava também a filial da empresa Siemens Kraftwerkunion (KWU), responsável pela construção das usinas nucleares brasileiras Angra 2 e 3.&lt;br /&gt;Apesar de o sistema de geração ainda não ter sido decidido, a primeira usina terá um investimento previsto de 2 bilhões de euros. Ao todo, o projeto, que prevê a construção de mais usinas em Marrocos, Egito, Argélia e outros países, deverá custar 400 bilhões de euros, sendo 50 bilhões só nas linhas de transmissão. Há poucos dias, também foi assinado um acordo com o grupo argelino Sonelgaz para a construção de usinas de energia solar no país africano.&lt;br /&gt;Os cabos de transmissão já começaram a ser instalados no Mar Mediterrâneo. Para isso, foi fechado um acordo com o grupo francês Medgrid, um consórcio de 20 empresas do país. A DII (Iniciativa Industrial), o grupo que realiza o projeto Desertec, assinou acordos de cooperação também com uma empresa espanhola que já tem uma linha de transmissão de energia entre Espanha e Marrocos com capacidade de 1.400 megawatts.&lt;br /&gt;Embora o Marrocos tenha Sol em abundância, ele importa energia da Espanha. Com o projeto da Desertec, há produção de energia também para consumo local. Fazem parte do consórcio alemão, criado em 2009, algumas das mais importantes empresas do país nos setores tecnológico (Siemens e ABB); de energia (RWE e E.on); e financeiro (Deutsche Bank e a companhia de resseguros Münchner Rück).&lt;br /&gt;Günther Oettinger, comissário de Energia da União Européia, vê o projeto Desertec como a opção do futuro de uma Europa sem energia atômica. Por enquanto, apenas a Alemanha decidiu por lei abandonar o uso da energia nuclear, mas as alternativas renováveis são vistas como o futuro de todo o continente. Atualmente, 80% da energia da França vêm de centrais atômicas. “Há agora uma perspectiva concreta para a produção de energia solar e eólica para o proveito das populações na Europa, Norte da África e Oriente Médio”, diz Oettinger.&lt;br /&gt;Noureddine Bouterc, chefe da Sonelgaz, conta que a meta de seu país é atingir 40% do abastecimento de energia vinda de fontes renováveis até 2030. Ao participar do projeto Desertec, a Argélia planeja exportar 10 gigawatts por ano.&lt;br /&gt;Segundo Paul van Son, a ideia de produzir energia no deserto para o consumo na Europa deixou de ser uma visão para tornar-se uma realidade concreta. Um dos obstáculos, porém, é o ainda alto custo desta energia. Em comparação com as fontes tradicionais, a geração solar é mais cara. Mas os responsáveis pelo projeto contam com subsídios, pelo menos dos governos europeus, e com uma redução dos custos em longo prazo. “A tecnologia é ainda nova, os custos devem baixar”, pondera o chefe do Desertec.&lt;br /&gt;Atualmente, os custos da energia solar e eólica – as centrais do deserto do Saara terão também turbinas para produção de energia eólica – são muito mais altos do que nuclear, hidrelétrica ou de usinas de carvão. Christine Krebs calcula que um quilowatt-hora de energia hidrelétrica custa seis centavos de euro. Já a mesma quantidade de energia solar custa 40 centavos de euro. Segundo ela, no começo essa forma de energia renovável vai depender dos subsídios públicos. Mas como a Alemanha decidiu depois da catástrofe de Fukushima, no Japão, desativar as usinas nucleares do país em um prazo de cerca de dez anos, a disposição do governo em dar subsídios para o projeto Desertec é grande, mesmo com a crise do euro. Ainda este ano, o consórcio vai decidir quantas usinas e qual será a área total do deserto a ser ocupada com sua rede de usinas solares e eólicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**********************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : Artigo originalmente publicado em &lt;strong&gt;O Globo&lt;/strong&gt; e socializado pelo Jornal da &lt;strong&gt;Ciência/SBPC&lt;/strong&gt;, &lt;a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=80731" target="_blank"&gt;JC e-mail 4415&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a9p"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 13/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-9168094498336657447?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/9168094498336657447/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=9168094498336657447&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/9168094498336657447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/9168094498336657447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/consorcio-desertec-usinas-solares-e.html' title='Consórcio Desertec: Usinas solares e eólicas no Saara vão abastecer até 20% da Europa'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-2817291654440081527</id><published>2012-01-13T02:26:00.001-08:00</published><updated>2012-01-13T02:26:52.622-08:00</updated><title type='text'>Áreas de Risco, Geologia e Arquitetura, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos</title><content type='html'>Os graves e recorrentes problemas de ordem geológico-geotécnica que têm vitimado milhares de brasileiros, como processos de erosão/assoreamento/enchentes e deslizamentos de taludes e encostas, têm tido sua principal origem na incompatibilidade entre as técnicas de ocupação urbana e as características geológicas e geotécnicas dos terrenos onde são implantadas.&lt;br /&gt;No caso específico dos deslizamentos, ou são ocupados terrenos que por sua alta instabilidade geológica natural não deveriam nunca ser ocupados – é o caso das expansões urbanas sobre a Serra do Mar, ou são ocupadas áreas de até baixo risco natural, perfeitamente passíveis de receber a ocupação urbana, mas com tal inadequação técnica que, mesmo nessas condições naturais mais favoráveis, são geradas situações de alto risco geotécnico – é o caso de São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Recife e tantas outras cidades brasileiras.&lt;br /&gt;O fato é que, ao lado das deficiências crônicas de nossas políticas habitacionais, o que acaba obrigando a população mais pobre a buscar solução própria de moradia em áreas geologicamente problemáticas, não possuímos no país uma cultura técnica arquitetônica e urbanística especialmente dirigida à ocupação de terrenos de acentuada declividade. Isso se verifica tanto nas formas espontâneas utilizadas pela própria população de baixa renda na auto-construção de suas moradias, como também em projetos privados ou públicos de maior porte e perfeitamente regulares que contam com o suporte técnico de arquitetos e urbanistas. Em ambos os casos, ou seja, no empirismo popular e nos projetos mais elaborados, prevalece infelizmente a cultura técnica da área plana. Isto é, através de cortes e aterros obtidos por operações de terraplenagem obsessivamente busca-se produzir os platôs planos sobre os quais irá ser edificado o empreendimento. Esse tem sido o cacoete técnico que está invariavelmente presente na maciça produção de áreas de risco a deslizamentos nas cidades brasileiras que, de alguma forma, crescem sobre relevos mais acidentados.&lt;br /&gt;É imperiosa a necessidade da arquitetura e do urbanismo brasileiro incorporarem em sua teoria e sua prática os cuidados com as características geológicas dos terrenos afetados. Essa nova cultura automaticamente levaria a uma mais estreita colaboração entre Arquitetura, Geologia e Geotecnia. Como concisa diretriz, podemos entender que está colocado o seguinte desafio à arquitetura e ao urbanismo brasileiros: usar a ousadia e a criatividade para adequar seus projetos à Natureza, ao contrario de burocraticamente pretender adequar a Natureza a seus projetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : Geól. &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/?s=%C3%81lvaro+Rodrigues+dos+Santos" target="_blank"&gt;Álvaro Rodrigues dos Santos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Ex-Diretor de Planejamento e Gestão do IPT e Ex-Diretor da Divisão de Geologia&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Autor dos livros “Geologia de Engenharia: Conceitos, Método e Prática”, “A Grande Barreira da Serra do Mar”, “Cubatão” e “Diálogos Geológicos”&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Consultor em Geologia de Engenharia, Geotecnia e Meio Ambiente&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Articulista do Portal EcoDebate&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a9B"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 13/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-2817291654440081527?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/2817291654440081527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=2817291654440081527&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/2817291654440081527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/2817291654440081527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/areas-de-risco-geologia-e-arquitetura.html' title='Áreas de Risco, Geologia e Arquitetura, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-8956657332177098979</id><published>2012-01-13T02:24:00.001-08:00</published><updated>2012-01-13T02:24:41.281-08:00</updated><title type='text'>EUA, China e Índia: disputa de hegemonia e destruição do meio ambiente, artigo de José Eustáquio Diniz Alves</title><content type='html'>A história humana tem sido marcada pela sucessão de impérios e civilizações. No passado, houve sucessivos Faraós no Egíto, Nabucodonosor na Babilônia, os reinados de Bimbisara e Asoka na Índia, a Dinastia Qing na China, Péricles em Atenas, Alexandre na Macedônia, os Césares em Roma, Carlos Magno na idade média, Império Otomano, Império Austro-Húngaro, etc.&lt;br /&gt;No século XVIII a França chegou a ser a principal potência do mundo (ao lado de China e Índia), mas foi superada pelo Reino Unido no século XIX. Alemanha e Japão bem que tentaram ficar no topo, mas não tiveram força sufiente. A URSS se desintegrou. A Europa Ocidental foi superada pelos Estados Unidos da América (EUA) no século XX e a Rússia não foi páreo. Embora muitos norteamericanos achem que os EUA são excepcionais e estão destinados a ficar no topo da economia do planeta, a história não acabou e a luta pela liderança mundial continua.&lt;br /&gt;No século XXI, a disputa pela hegemonia global ocorre entre os 3 países mais populosos do mundo. Os EUA continuam sendo a principal potência econômica internacional, mas devem ser superados brevemente pela China e um pouco mais na frente pela Índia. Segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) o PIB mundial (em poder de paridade de compra – ppp) estava em torno de 70 trilhões de dólares, em 2010, sendo 14,6 trilhões para os EUA, 10,1 trilhões para a China e 4,1 trilhões para a Índia. A União Européia poderia ser um forte competidor, mas a crise da zona do Euro parece que vai deixar a Europa fora desta disputa mundial, assim com o Japão que já vive 20 anos de estagnação econômica.&lt;br /&gt;Diversas consultorias internacionais como McKinsey, Goldman Sachs e PricewaterhouseCoopers (PwC) projetam uma ultrapassagem da China sobre os EUA e depois da Índia sobre os EUA. Projeções da PwC, apontam para um crescimento do PIB mundial em torno de 3,5% ao ano, o que daria um montante de 280 trilhões de dólares em 2050, quatro vezes maior do que toda a economia mundial em 2010. Em meados do século, a China chegaria a 59,5 trilhões de dólares, a Índa a 43,2 trilhões de dólares e os EUA a 37,9 trilhões de dólares. Portanto, China seria a maior economia, seguida da Índia, com os EUA em terceiro lugar. Somente estes 3 países seriam maiores, na metade do atual século, que o dobro da economia mundial em 2010 e representariam metade do PIB mundial.&lt;br /&gt;Os números acima podem até estar um pouco inflacionados, mas o anseio de grandeza destes paises já se traduz, por exemplo, em aumento dos gastos militares. O presidente Barack Obama, diferentemente das suas propostas de campanha, se mostrou confiável ao complexo industrial-militar americano e aumentou os gastos militares (cerca de 700 bilhões de dólares ao ano), mesmo com o endividamento do país e o aumento do desemprego e das desigualdades sociais. Agora em 2012, Obama apresentou um plano para o orçamento militar de “somente” US$ 650 bilhões ao ano, dizendo que é para ficar mais clean e ágil. A nova doutrina americana, não é de paz, mas de consolidar a hegemonia, ou seja, reconhece que o país só pode tocar uma guerra de cada vez e vai centrar presença na Ásia e no Pacífico (ver documento de referência abaixo).&lt;br /&gt;A China já protestou contra a nova doutrina americana de guerra e tem aumentado seus investimentos militares para modernizar suas forças armadas, inclusive construindo porta-aviões que vão permitir aumentar a sino presença em diversas partes do mundo. A China também tem investido muito na conquista espacial e pretendem desembarcar na lua no início da próxima década. Até a possibilidade de uma colônia lunar não está descartada, pois os chineses sabem que o país que dominar o espaço dominará a Terra. Segundo a revista The Economist, a China vai ultrapassar os gastos militares dos EUA até 2025.&lt;br /&gt;A índia aposta no crescimento da sua população que deve chegar a 1,7 bilhão, transformando gente em poder de dissuasão. A Índia também investe nas forças armadas para fazer frente ao seus poderosos vizinhos: China e Paquistão. O oceano índico é um dos alvos destas grandes potencias e atrai aliados, como os acordos da Índia com Japão e Austrália para construir bases militares e garantir o fluxo de comércio nesta importante rota de navegação.&lt;br /&gt;Não custa lembrar que EUA, Chína e Índia possuem armas nucleares, com capacidade de destruir várias vezes a Terra.&lt;br /&gt;As guerras entre potências, no passado, foram por disputas por terra e territórios. Atualmente as disputas são por energia e petróleo. No futuro as guerras vão ser pelo controle da água doce. Há ainda as intermináveis guerras religiosas como as que envolvem Israel e os países muçulmanos. As guerras militares são as evidencias mais claras de como a racionalidade instrumental do ser humano pode provocar a destruição em massa. Mas também existe a guerra silenciosa e não declarada à natureza.&lt;br /&gt;A disputa pela hegemonia mundial, além de provocar um novo realinhamento do jogo de nações, tem servido de força para impulsionar a economia destes países e para manter o modelo de desenvolvimento marron, que tem causado tantos danos ao meio ambiente. Dificilmente as grandes potencias vão concordar com cortes profundos na emissão de gases de efeito estufa (GEE) e provavelmente o aquecimento global vai alcançar níveis perigosos. A depleção dos rios e a degradação dos solos nos 3 países deve continuar em ritmo acelerado em função da super exploração do meio ambiiente.&lt;br /&gt;Estes 3 países vão também influenciar no crescimento da economia internacional e na expansão do mercado de bens de consumo industrial de um lado e de aumento da exportação de commodities de outro. Já se prevê que a classe média mundial poderá chegar a mais de 6 bilhões de pessoas até 2050 (segundo a Goldman Sachs) e cerca da metade vai estar nestes 3 países.&lt;br /&gt;No processo de crescimento da economia mundial, o Brasil pode se tornar a 4ª economia global, com um PIB de mais de 8 trilhões de dólares até 2050 (segundo a PwC) e deve continuar sendo o grande fornecedor de minério de ferro, metais, biocombustíveis, soja e outros grãos, além de grande exportador de carnes bovina, suina, ovina e de avicultura. Os principais biomas brasileiros vão estar a serviço da geração de superávits comerciais para que possamos importar os produtos industriais, as inovações de tecnologias computacionais e de comunicações e produtos de luxo para as crescentes camadas afluentes da população brasileira. Se nada mudar, o Brasil vai manter uma relação primário-exportadora, especialmente com China e Índia.&lt;br /&gt;Num cenário de aprofundamento da crise ambiental e de escassez de água, o Brasil pode, inclusive, importar da china industrias de energia solar e fábricas de dessalinização para utilizar a água do mar na produção agro-pecuária, pois, até a metade do século XXI o cerrado e a floresta amazônica (como já aconteceu com a Mata Atlântica) já poderão estar em estágio avançado de degradação. Muitos rios brasileiros deverão estar com pouca água, sendo necessário se recorrer a soluções tecnológicas de transposição das águas dessalinizadas do mar. Provavelmente vai haver reflorestamento com as monoculturas de eucaliptos e pinus e a biodiversidade vai ser apenas ensinada nas escolas, como se ensina sobre as velhas civilizações e impérios do passado.&lt;br /&gt;Enfim, na disputa pela hegemonia mundial entre EUA, China e Índia, o modelo atual de desenvolvimento pode até ser sustentável no longo prazo do ponto de vista estritamente econômico, mas as possibilidades de conflitos militares aumenta, a destruição do meio ambiente deve aumentar, a biodiversidade tenderá a se reduzir drasticamente e, além da instabilidade política, o mundo não vai ser ecologicamente mais agradável do que é hoje.&lt;br /&gt;Referência sobre estratégia militar dos EUA&lt;br /&gt;U.S. Department of Defense. Priorities for 21st Century Defense (pdf), jan 2012&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.defense.gov/news/Defense_Strategic_Guidance.pdf"&gt;http://www.defense.gov/news/Defense_Strategic_Guidance.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**********************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;FONTE : &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/?s=Jos%C3%A9+Eust%C3%A1quio+Diniz+Alves" target="_blank"&gt;José Eustáquio Diniz Alves&lt;/a&gt;, colunista do EcoDebate, é Doutor em demografia e professor titular do mestrado em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE; Apresenta seus pontos de vista em caráter pessoal. E-mail: jed_alves@yahoo.com.br&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a9C"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 13/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-8956657332177098979?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/8956657332177098979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=8956657332177098979&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/8956657332177098979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/8956657332177098979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/eua-china-e-india-disputa-de-hegemonia.html' title='EUA, China e Índia: disputa de hegemonia e destruição do meio ambiente, artigo de José Eustáquio Diniz Alves'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-6152869149414593358</id><published>2012-01-11T04:08:00.001-08:00</published><updated>2012-01-11T04:08:49.442-08:00</updated><title type='text'>Verão, temporada de praias, alergias e inúmeros problemas com a imunidade</title><content type='html'>Saiba que doenças são mais comuns durante a nova estação e conheça o papel do Brasil Sem Alergia no combate destes problemas..&lt;br /&gt;O que gera esses problemas?&lt;br /&gt;O calor, a umidade e o aumento do índice pluviométrico são responsáveis pelo surgimento de uma enorme quantidade de diferentes doenças. Os dias mais quentes do ano, com altíssimas temperaturas e chuvas constantes, formam a combinação perfeita para o elevado número de pacientes com as alergias do verão, por exemplo. Além dos processos alérgicos, a estação mais quente do ano também facilita o aparecimento de outros problemas, que podem ser, de uma simples dermatite de contato, até preocupantes casos de Hérpes ou Candidíase&lt;br /&gt;O que é a Alergia?&lt;br /&gt;A alergia é uma resposta exagerada do sistema imunológico a uma substância estranha no organismo e todos estão sujeitos a aparição desses problemas devido à inúmeros fatores. A estação é a época em que as pessoas, de uma forma geral, mais se expõe ao que pode provocar alergia, com o uso exagerado de cosméticos, além da maior exposição solar e o aumento da transpiração.&lt;br /&gt;“Embora muitos não saibam, cerca de 35% da população mundial sofrem com algum tipo de alergia, mas durante o verão brasileiro,, esse índice é ainda maior, por conta de diversos fatores. Os processos alérgicos chegam a aumentar até 40% durante a época, sendo os mosquitos, os causadores de boa parte das alergias”, afirma Dr. Marcello Bossois.&lt;br /&gt;Insetos podem atrapalhar o verão&lt;br /&gt;Um processo alérgico de grande índice durante a estação mais quente do ano é a alergia dermatológica pela picada de insetos, uma vez que suas populações crescem muito com o calor. Eles são um dos principais vilões desses problemas, pois suas mordidas são extremamente nocivas à saúde das pessoas, principalmente a aqueles que já possuem alto grau de alergia.&lt;br /&gt;A picada desses animais causa uma lesão denominada Prurigo Estrófilo e a pessoa que for mordida terá uma lesão arredondada com pontos avermelhados, que devido a reação inflamatória origina intensos processos alérgicos. A alergia faz surgir preocupantes feridas que coçam demais, podendo gerar graves conseqüências à saúde dos acometidos.&lt;br /&gt;“Vale ressaltar que as feridas provocadas pela picada dos mosquitos são portas de entrada para infecções por germes da pele, podendo levar a doenças como abcessos,celulites ou doenças renais. Esse é um dos fatores mais preocupantes no tratamento das alergias dermatológicas”, lembra Dr. Marcello.&lt;br /&gt;Pessoas de todas as idades sofrem com a picada desses insetos e todos estão sujeitos a contrair alergias dessa natureza, entretanto as crianças são as mais afetadas. Isso ocorre devido a utilização de menos roupas por parte delas, provocando assim uma exposição maior do corpo ao ambiente, além de muitos insetos terem um vôo mais baixo, o que as torna mais vulneráveis aos ataques em suas partes do corpo que estiverem descobertas.&lt;br /&gt;Calor + Suor= Dermatites de Contato&lt;br /&gt;Muito freqüentes durante o verão, as dermatites de contato, responsáveis por uma grande parcela de casos de alergias nas temporadas de calor, caracterizam-se pela vermelhidão, inchaço e podem causar uma descamação da pele. Há alguns fatores que acarretam esse tipo de alergia, mas o uso constante de cosméticos é um dos grandes causadores. Isso deve-se ao produto químico contido em maquiagens, desodorantes e protetores solares, que ao entrar em contato com a pele, liberam substâncias que iniciam o processo alérgico. Além disso, a própria transpiração do corpo facilita em muito a aparição deste problema.&lt;br /&gt;A incidência de alergia de pele causada por bijuteria é outra que sobe, pois o suor estimula o sulfato de níquel, componente desses produtos, que provoca equizemas especialmente no pescoço. Até os telefones celulares podem gerar reações, principalmente nas orelhas, devido ao Lítio, componente da bateria que causa alergia nas pessoas que transpiram em excesso.&lt;br /&gt;Um paciente que apresenta quadros de processos alérgicos desvia naturalmente seu sistema imunológico para o combate das partículas alergênicas. Com isso, o alérgico passa a ter uma grande deficiência em seu sistema de defesa, ficando muito suscetível ao surgimento de infecções, inflamações e outros problemas, dentre eles a Candidíase, doença muito comum na temporada das praias.&lt;br /&gt;Informações sobre a Candidíase&lt;br /&gt;A Candidíase é uma doença que pode ser causada por diversos fatores como má alimentação, estresse ou até sedentarismo, no entanto um dos fatores que mais propicia o seu surgimento, principalmente do verão, é o aumento da transpiração em algumas partes do corpo. A doença é caracterizada pelo crescimento exagerado de um fungo chamado Cândida Albicans, presente no organismo de todos os mamíferos, que pode ser deflagrado a partir dos processos alérgicos com a grande exposição ao sol.&lt;br /&gt;Ao contrário do que muitos imaginam, essa doença não é contraída apenas por relação sexual, podemdo se manifestar em diferentes regiões do corpo, desde uma Candidíase na boca até uma Candidíase intestinal de repetição. Todos estão sujeitos a aparição da doença, mas as mulheres são as mais afetadas, resultando em cerca de 70% dos casos da doença. Isso ocorre devido a alta exposição da região genital da mulher ao surgimento de fungos e bactérias, sobre tudo a essa época do ano.&lt;br /&gt;Hérpes, problema que se acentua com o calor&lt;br /&gt;O Herpes Simples pode se manifestar de duas maneiras, como Herpes Labial, transmissível através do beijo ou no contato direto com a ferida, e o Herpes Genital, que pode ser passado pela relação sexual. Embora aproximadamente 90% das pessoas possuam o vírus, seus sintomas e reações não são apresentados com facilidade, por conta da ação do organismo no combate da doença.&lt;br /&gt;As lesões podem aparecer em qualquer fase da vida, sobretudo em momentos de intensa exposição solar, principalmente em praias e piscinas, além do estresse, fator que impulsiona o aparecimento dos machucados. As reações após a contração do Herpes Labial são a ardência do lábio com a formação de inchaço com bolhas muito dolorosas. Essas bolhas rompem-se ocasionando delicadas feridas com o surgimento de secreção, fase em que o vírus pode ser transmitido a outras pessoas com extrema possibilidade.&lt;br /&gt;“Todos os pais devem estar atentos, pois o vírus do Hérpes Labial pode ser transmitido a recém nascidos com muita facilidade, através de um simples beijo de seus familiares ou amigos da família, principalmente se a pessoa apresentar as reações da doença. Essa transmissão pode ser muito perigosa ao neném, que poderá ter sua vida em risco”, comenta o Coordenador do Brasil Sem Alergia.&lt;br /&gt;O Hérpes Genital é o outro tipo de infecção causada pelo vírus do herpes e é considerado, dentre as doenças sexualmente transmissíveis, a de mais rápido crescimento numérico em todo o mundo. Milhões de pessoas no Brasil têm esse problema e, a cada ano, dezenas de milhares de homens e mulheres, a maioria entre 18 e 35 anos, contrai a infecção, através da relação sexual com alguém que apresente a doença..&lt;br /&gt;Dengue ou Alergia?&lt;br /&gt;Com a chegada do verão, volta a discussão sobre a possibilidade de novos surtos de Dengue, principalmente após o alerta do Ministério da Saúde em relação aos perigos da Dengue do tipo 4. Nesse momento, processos de alergias dermatológicas podem ser muito confudidos com quadros infecciosos de Dengue. Isso deve-se ao fato de que os sintomas apresentados pelos pacientes contaminados pela Dengue se assemelhem com alguns dos sinais de processos alérgicos dermatológicos ou até intoxicações alimentares.&lt;br /&gt;Muitas pessoas que apresentam coceiras pelo corpo e placas avermelhadas, manifestações típicas em casos de Dengue, podem ter suas vidas em risco por conta de uma possível confusão do que pode ser um processo de alergia dermatológica ou um perigoso quadro de Dengue. Em algum momento a identificação de ambas doenças pode ser complicada, sendo necessária a realização de exames específicos para se chegar a um diagnóstico diferencial e mais preciso.&lt;br /&gt;“A fisiopatologia do prurido ( coceira ) da Dengue é diferente do processo alérgico, pois, a primeira está relacionada com uma reação inflamatória causada por infecção, chamada sindrome da resposta inflamatória sistêmica, enquanto na alergia, a coceira uma resposta do sistema imune para combater a doença”, ressalta o Alergista.&lt;br /&gt;Cuidado com o que vai comer&lt;br /&gt;Existem ainda outros processos semelhantes às alergias, como as intoxicações alimentares. Por conta de ser um período de intenso calor, é muito comum que o tempo de validade dos alimentos seja alterado, facilitando quadros de intoxicações por determinados produtos. Um alimento contaminado possui bactérias que liberam toxinas que causam pseudo alergias, ou seja, reações alimentares adversas a tais componentes, que podem ser muito confundidas com alergias.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Projeto Social Brasil Sem Alergia&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Idealizado pelo médico, Dr. Marcello Bossois, o Brasil Sem Alergia é um Projeto Social que oferece gratuitamente a realização de procedimentos de combate, controle e prevenção dos mais variados tipos de processos alérgicos e doenças ligadas ao sistema imunológico. Além do acompanhamento médico gratuito, a Ação Social realiza os testes alérgicos, gratuitamente, em toda população do Rio de Janeiro e assume um papel muito importante no combate das doenças do verão.&lt;br /&gt;Nascido em 2007, o Brasil Sem Alergia já tratou milhares de pessoas com aproximadamente 50 mil atendimentos realizados. As consultas são oferecidas de segunda à sexta, de 09h às 18h, na Rua Conde de Porto Alegre, n167 casa 01, no bairro 25 de Agosto em Duque de Caxias. Os interessados devem agendar suas consultas nos mesmos horários, através do telefone 2652–2175, aonde poderão obter mais informações sobre a realização de todas as atividades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;********************************&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;FONTE : Colaboração de Igor Bahiense, do &lt;strong&gt;Projeto Social Brasil Sem Alergia&lt;/strong&gt;, para o &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a8X"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 11/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-6152869149414593358?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/6152869149414593358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=6152869149414593358&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/6152869149414593358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/6152869149414593358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/verao-temporada-de-praias-alergias-e.html' title='Verão, temporada de praias, alergias e inúmeros problemas com a imunidade'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-5502720543892257833</id><published>2012-01-11T04:06:00.000-08:00</published><updated>2012-01-11T04:06:44.604-08:00</updated><title type='text'>Medida provisória altera limites de áreas de conservação na Amazônia</title><content type='html'>Tramita na Câmara a Medida Provisória 558/12, que altera os limites dos parques nacionais da Amazônia, dos Campos Amazônicos e de Mapinguari; das florestas nacionais de Itaituba I, Itaituba II e do Crepori; e da Área de Proteção Ambiental do Tapajós – todos situados na região amazônica. A medida provisória trata do mesmo tema da MP 542/11, que não foi votada e perdeu sua validade em 12 de dezembro. O texto anterior, no entanto, tratava apenas dos parques nacionais.&lt;br /&gt;A nova MP tanto incorpora quanto exclui terras dessas unidades com o objetivo de aumentar a proteção ambiental em alguns casos, mas também regularizar a situação fundiária de ocupantes nessas regiões e eliminar barreiras à construção de empreendimentos hidrelétricos em outros casos.&lt;br /&gt;Campos Amazônicos&lt;br /&gt;O Parque Nacional dos Campos Amazônicos, por exemplo, será ampliado em aproximadamente 184 mil hectares, mas ao mesmo tempo perderá 34.149 hectares. O resultado será um aumento real de mais de 150 mil hectares. Criado por decreto em 2006, o parque está localizado entre os rios Madeira e Tapajós, abrangendo terras em três estados: Amazonas, Rondônia e Mato Grosso. Com a alteração proposta, a unidade passará a ter 961.320 hectares.&lt;br /&gt;A principal incorporação será a da área da Estrada do Estanho, localizada na maior mancha de savanas amazônicas da região. O processo de criação do parque teve início em 2001 e, ao final, algumas áreas, especialmente as compostas por savanas, foram excluídas da unidade, o que resultou na diminuição da proteção do ecossistema e na fragmentação do parque.&lt;br /&gt;Também estão previstas na medida provisória duas áreas de desafetação com objetivos de regularização fundiária dos ocupantes do Ramal do Pito Aceso e, eventualmente, da Estrada do Estanho e de viabilização da construção do empreendimento de aproveitamento hidrelétrico (AHE) Tabajara.&lt;br /&gt;Mapinguari&lt;br /&gt;No caso do Parque Nacional Mapinguari, a MP prevê a exclusão de algumas áreas. A unidade foi criada em 2008 para resolver impedimentos legais na construção das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia. Sabia-se anteriormente, contudo, que trechos destinados à ampliação do parque seriam inundados pelos lagos das usinas de Jirau e de Santo Antônio. Uma porção foi previamente excluída. Além dela, no entanto, cerca 3,2 mil hectares serão inundados pelo lago de Santo Antônio e aproximadamente 4 mil hectares, pelo de Jirau. Outros 1.055 hectares serão afetados pelo canteiro de obras dessa última usina.&lt;br /&gt;Além dessas áreas, A MP exclui uma porção de cerca de 163 hectares no extremo leste da área recém-incorporada ao Parque Nacional Mapinguari, que, após o enchimento do reservatório de Santo Antônio, ficará isolada do restante da unidade de conservação, perdendo sua importância como área de proteção. Atualmente o parque conta com cerca de 1,7 milhão de hectares.&lt;br /&gt;Parque Nacional da Amazônia&lt;br /&gt;A terceira alteração feita pela MP diz respeito à exclusão de aproximadamente 47 mil hectares dos limites do Parque Nacional da Amazônia, criado em 1974. Desse total, 28,3 hectares entrarão na redefinição dos limites leste do parque a fim de regularizar a situação fundiária de famílias de agricultores familiares que vivem na região. A área atual do parque abrange mais de um milhão de hectares.&lt;br /&gt;O governo argumenta que uma imprecisão na descrição dos limites da unidade impediu sua demarcação adequada, o que levou a conflitos relacionados à ocupação da região. Atualmente, 12 comunidades estão fixadas parcialmente dentro dos limites da unidade, todas em sua face leste.&lt;br /&gt;Os outros 18,7 mil hectares excluídos pela MP decorrem de sobreposição com a área de aproveitamento hidrelétrico de São Luiz do Tapajós. O Parque Nacional da Amazônia, as florestas nacionais de Itaituba I, de Itaituba II e do Crepori e a Área de Proteção Ambiental Tapajós são objeto de redefinição visando retirar as áreas dos reservatórios das usinas hidrelétricas de São Luiz do Tapajós e de Jatobá dos limites dessas unidades de conservação.&lt;br /&gt;No caso da Floresta Nacional de Itaituba I, que hoje conta com 220 mil hectares, a área total excluída pela MP é de 7.705 hectares. Já Itaituba II, que atualmente tem 440 mil hectares, terá 28.453 hectares excluídos. Crepori, por sua vez, perderá 856 de seus 740 mil hectares e a Área de Proteção Ambiental do Tapajós, 19.916 dos seus mais de 2 milhões de hectares.&lt;br /&gt;Conforme a MP, as áreas não inundadas deverão ser reintegradas aos limites originais das unidades de conservação, após a consolidação do reservatório.&lt;br /&gt;Assinam a medida provisória o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e os secretários-executivos dos ministério do Meio Ambiente, Francisco Gaetani; do Desenvolvimento Agrário, Márcia da Silva Quadrado; e do Planejamento, Eva Maria Cella Dal Chiavon.&lt;br /&gt;Tramitação&lt;br /&gt;A medida provisória será analisada pelo Plenário. O texto passará a trancar a pauta da Casa onde estiver tramitando (Câmara ou Senado) a partir de 18 de março.&lt;br /&gt;Íntegra da proposta: &lt;a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=533535" target="_blank"&gt;MPV-558/2012&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : Reportagem – Noéli Nobre&lt;br /&gt;Edição – Juliano Pires&lt;br /&gt;Matéria da &lt;strong&gt;Agência Câmara de Notícias&lt;/strong&gt;, publicada pelo &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a93"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 11/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-5502720543892257833?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/5502720543892257833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=5502720543892257833&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/5502720543892257833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/5502720543892257833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/medida-provisoria-altera-limites-de.html' title='Medida provisória altera limites de áreas de conservação na Amazônia'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-7153428144213984183</id><published>2012-01-10T03:46:00.001-08:00</published><updated>2012-01-10T03:46:57.924-08:00</updated><title type='text'>Na indústria ou em casa, reutilização da água ajuda a evitar o desperdício</title><content type='html'>&lt;em&gt;Cisternas são a opção mais sustentável e de baixo custo para o meio urbano e rural&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;No setor industrial ou no uso doméstico, a reutilização da água e o aproveitamento da água da chuva são recursos cada vez mais populares com as novas tecnologias. Alem da economia, também se evita o desperdício de um bem que está cada vez mais caro e escasso. O arquiteto do Instituto Acqua (Ação, Cidadania, Qualidade Urbana e Ambiental), Fábio Vital, ressalta, porém, que o brasileiro não possui a cultura de reuso de água e, além disso, não há políticas de incentivo. Em casa, a água da chuva e o reuso da água da torneira também são possíveis, porém, pouco explorados, de acordo com Vital.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img alt="Globo Ecologia: Cisterna (Foto: Reprodução de TV)" height="218" src="http://s.glbimg.com/og/rg/f/original/2012/01/05/cisterna_291x218.jpg" title="Globo Ecologia: Cisterna (Foto: Reprodução de TV)" width="291" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Cisterna (Foto: Reprodução de TV)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;“Na esfera residencial você já tem a possibilidade de armazenamento da água da chuva, para lavar calçadas e ruas, além da irrigação do jardim”, cita. Segundo Vital, as cisternas seriam a opção mais sustentável e de baixo custo para esse reaproveitamento nos centros urbanos. “O ideal seria criar e estruturar a legislação de incentivo ao consumo racional de energia e de criação de cisternas”, diz o arquiteto. Além disso, existem empresas que instalam em casas e prédios sistemas que captam a água da chuva. Por meio de filtros, a água pode voltar mais limpa ao prédio e, então, ser usada na descarga dos banheiros, na limpeza de pisos etc.&lt;br /&gt;Na região semiárido brasileira, o programa Um Milhão de Cisternas (P1MC) e o programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2) têm a construção de cisternas como objetivo principal. As ações fazem parte do Programa de Formação e Mobilização Social para a Convivência com o Semiárido, realizadas pela Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA), do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. O público-alvo dos programas são as famílias de baixa renda da zona rural de municípios do semiárido brasileiro, que não contam com fonte de água ou meio suficientemente adequado de armazená-la. Engrossam a lista também as famílias que possuam renda per capita familiar de até meio salário mínimo ou, no caso dos idosos, renda total da família de até três salários mínimos, devendo ser priorizadas aquelas enquadradas nos critérios de elegibilidade do Programa Bolsa Família (PBF).&lt;br /&gt;“Os programas têm a preocupação de cuidar da água de beber, da água para a produção e para os animais. O P1MC quer levar uma cisterna para cada família, para captar água de chuva através do telhado. A ideia é ensinar às famílias como elas podem aproveitar melhor a terra e se inserirem no programa de reforma agrária, pensando a questão da água. Nesse programa, temos trabalhado, além das cisternas, as barragens subterrâneas, a construção de tanques de pedra e outros”, explica José Camelo da Rocha, assessor técnico e coordenador do Programa de Recursos Hídricos da AS-PTA – Agricultura Familiar e Agroecologia.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2011/11/saiba-o-que-e-como-funciona-e-vantagens-da-barragem-subterranea.html" target="_blank"&gt;Veja matéria sobre barragem subterrânea&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para construir uma cisterna, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) investe dinheiro, além de materiais de construção. As famílias beneficiadas também recebem capacitação para gerir os recursos hídricos e para conviver com o semiárido.&lt;br /&gt;Tecnologia não falta e cada vez mais, de acordo com Vital, ela está sendo empregada no campo, na produção animal ou na colheita. “Seja para maximizar a produção ou enxugar o uso dos recursos naturais”, diz o arquiteto. O setor agrário é o que mais consome água, cerca de 70% do total utilizado, e para Vital é preciso agregar essa tecnologia para conservar.&lt;br /&gt;Muitas indústrias já adotaram o sistema de reuso da chamada água não nobre, que não é própria para consumo. Para cortar gastos com a conta, muitas implantaram seus próprios sistemas de tratamento. “A indústria, em grande medida, já reaproveita, conserva e reutiliza a água”, explica. O arquiteto destaca que indústrias de papel e de cosméticos são os grandes consumidores e, logo, o reuso é fundamental para tornar viável e econômica a produção.&lt;br /&gt;De acordo com o arquiteto, é importante pensar em reaproveitamento, mas também em como economizar recursos. Segundo Vital, nossa relação cultural com a água é ruim. “Achamos que é um recurso infinito”, diz. Por isso, segundo ele, é importante repensar essa relação e procurar soluções dentro de casa, como descargas que regulem o fluxo de água, torneiras de pressão e, principalmente, não considerar a água da torneira como algo sem valor. “Devemos valorizar a água, mesmo a que não usamos para beber”, afirma. Dessa forma, é possível conservar e manter um uso sustentável.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Montagem de uma cisterna:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img alt="Globo Ecologia: reservando água (Foto: Reprodução de TV)" height="218" src="http://s.glbimg.com/og/rg/f/original/2012/01/05/reservandoagua_291x218.jpg" title="Globo Ecologia: reservando água (Foto: Reprodução de TV)" width="291" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Preservando água (Foto: Reprodução de TV)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;O processo de construção da cisterna passa por oito etapas: escavação do buraco; fabricação das placas a partir da lavagem da areia e da mistura com o cimento, sendo que são quatro latas de areia para cada uma de cimento; fabricação dos caibros, feita com massa de concreto com vergalhão retorcido com um gancho na ponta, com duas latas de areia, duas de brita e uma de cimento (areia grossa), além de quatro tábuas de 1,30m comprimento, 6 cm de largura e 2 a 3 cm de espessura, 17 varas de vergalhão de ¼ de polegadas; levantamento das paredes com esse material; encaixe da cobertura; colocação do sistema de captação, ou seja, na entrada da cisterna, deve ser colocado um coador para evitar o ingresso de sujeira em seu interior; retoque e acabamentos, que consistem na construção de uma cinta de argamassa para juntar os caibros à parede da cisterna; e instalação da bomba manual.&lt;br /&gt;Cisterna pronta, é hora de tratar a água com hipoclorito de sódio, um composto químico usado como desinfetante e agente alvejante. São duas gotas para cada litro de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOTO : Matéria no &lt;a href="http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2012/01/na-industria-ou-em-casa-reutilizacao-da-agua-ajuda-evitar-o-desperdicio.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Globo Ecologia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a8D"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 10/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-7153428144213984183?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/7153428144213984183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=7153428144213984183&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/7153428144213984183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/7153428144213984183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/na-industria-ou-em-casa-reutilizacao-da.html' title='Na indústria ou em casa, reutilização da água ajuda a evitar o desperdício'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-1439389628615968920</id><published>2012-01-10T03:44:00.000-08:00</published><updated>2012-01-10T03:44:18.377-08:00</updated><title type='text'>‘Todo ano é assim’: novas chuvas e tragédias, velhas ideias e respostas, artigo de Luiz Felipe Martins Candido</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;“Equilibrado num barranco incômodo, mal acabado e sujo, porém, seu único lar, seu bem e seu refúgio.&lt;br /&gt;Um cheiro horrível de esgoto no quintal, por cima ou por baixo, se chover será fatal.&lt;br /&gt;Um pedaço do inferno, aqui é onde eu estou.&lt;br /&gt;Até o IBGE passou aqui e nunca mais voltou. Numerou os barracos, fez uma pá de perguntas.&lt;br /&gt;Logo depois esqueceram, filhos da puta!”&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Racionais Mcs, &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=02-h9t0VpVI" target="_blank" title="O homem na estrada"&gt;O homem na estrada&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=02-h9t0VpVI" target="_blank" title="O homem na estrada"&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;*&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;“Chuvas modernas, sem trovoadas, sem igrejas em prece, mas com as ruas igualmente transformadas em rios, os barracos a escorregarem pelos morros; barreiras, pedras, telheiros a soterrarem pobre gente! Chuvas que interrompem estradas, estragam lavouras, deixam na miséria aqueles que justamente desejariam a boa rega do céu para a fecundidade de seus campos…”&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Cecília Meireles, &lt;em&gt;Chuva com lembranças&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;*&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Pe7sjLtlvzA" target="_blank" title="Todo ano é assim -  Das quebradas"&gt;Todo ano é assim&lt;/a&gt;: fim e início de ano, temporada de chuvas. Nos últimos dias as notícias sobre catástrofes relacionadas às chuvas têm ganhado espaço nos meios de comunicação: jornais impressos, telejornais, redes sociais, rádio, todos noticiando à exaustão os estragos causados &lt;em&gt;pelas chuvas&lt;/em&gt;. Evidentemente, esse deveria ser o papel dos meios de comunicação, informar-nos sobre os acontecimentos. Mas, o que vemos é, mais uma vez, a história contada pelas metades. E, como se sabe, meia verdade, mentira inteira. Chama a atenção as manchetes, as chamadas das notícias: todas, invariavelmente e reiteradamente, ressaltam os &lt;em&gt;resultados&lt;/em&gt; das chuvas, lamentam as perdas materiais e humanas (para em seguida falar sobre qualquer banalidade), louvam a comovente fé e persistência desse tal povo brasileiro, que toma apanha, sofre, perde tudo e não desanima. Povo especialista em levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima. Enfrenta uma enchente aqui, um deslizamento ali: tudo superado, ano que vem tem mais.&lt;br /&gt;Há em toda parte um esvaziamento do conteúdo político desses eventos e a conseqüente naturalização dessas situações. Joga-se a responsabilidade para as chuvas, para a &lt;em&gt;fúria da natureza&lt;/em&gt;. Via de regra, a culpa recai sobre as próprias vítimas: afinal, “por que foi morar na beira do barranco?”, “foi morar na margem do ribeirão, queria o que?”, “foi agredir a natureza… a natureza, quando agredida, dá o troco”. Etc., etc., etc. Ou seja, o que se vê é a contingência do risco ser atribuída à “falta de educação” ou “falta de consciência ambiental”, já que as situações de risco são vistas como conseqüência inevitável de &lt;em&gt;práticas predatórias de ocupação dos espaços&lt;/em&gt; pelos pobres e da falta de iniciativas na preservação do “meio ambiente”, da “natureza”. Esta, uma vez “desrespeitada”, “dá o troco”.&lt;br /&gt;Do lado do poder público, em geral nas figuras das Coordenadorias de Defesa Civil ou Corpo de Bombeiros, é assumida uma visão técnica, lançando mão de determinados indicadores (a composição físico-química dos solos, o grau de declividade dos terrenos etc., enfim, o que possa ser mensurado e prescrevido pelo saber técnico) para classificar uma situação como de risco e calcular as probabilidades de que certos eventos indesejáveis venham a ocorrer, tais como deslizamentos, desmoronamentos, inundações, surtos de doenças relacionadas à precariedade das condições de saneamento… A partir desse diagnóstico técnico, os representantes do poder público geralmente aconselham determinadas medidas de prevenção, reparação e mitigação, que, em quase todas as situações incluem a indicação de abandono temporário ou definitivo da área. De maneira geral, os funcionários do poder público também tendem a creditar as situações de &lt;em&gt;risco ambiental&lt;/em&gt; a uma conjugação entre a ação de fenômenos naturais e a desinformação e ignorância dos moradores. Assim, a ação do poder público se restringe, quase sempre, a promover campanhas de “educação” e “conscientização” (sic) dos atingidos, por meio de orientações sobre hábitos e cuidados de higiene, instruções sobre locais e formas de construção segura de moradias etc. Muitas vezes o saber técnico, ao tomar uma perspectiva unívoca, oprime e se impõe sobre o saber leigo através de um discurso científico e institucionalizado, consagrado como &lt;em&gt;o&lt;/em&gt; discurso racional, relegando assim as outras formas de discurso à clandestinidade, conferindo a estas formas um &lt;em&gt;status&lt;/em&gt; de irracionalidade e ignorância. Além disso, o poder público leva a cabo algumas ações de mitigação dos danos, nos momentos mais críticos. A implementação dessas ações (necessárias, mas não apenas) e concepções exerce um poderoso efeito de naturalização e normalização das situações de risco, elidindo a visualização e o enfrentamento dos mecanismos sócio-econômicos e políticos responsáveis pela construção social dessas situações.&lt;br /&gt;A questão é tratada como um “problema ambiental”, noção vaga e inconsistente (embora essencial à ideologia do desenvolvimento sustentável). Muitas vezes, a mesma situação que se mostra problemática para determinados atores, apresenta-se como cômoda ou funcional para outros. Em uma sociedade dividida em classes, como a nossa, as relações de produção e formas de propriedade vigentes implicam a distribuição desigual dos capitais (materiais e simbólicos), o que acarreta a distribuição desigual das possibilidades de êxito nas lutas pela significação e apropriação das condições naturais, situação que denominamos como “injustiça ambiental”. Essa desigualdade ambiental estrutural repõe sistematicamente os conflitos entre os distintos grupos sociais e seus respectivos interesses e projetos de apropriação territorial. Como o território e a sua respectiva atribuição de diferentes projetos e significados por parte da população está sempre em disputa e, por sua vez, a “situação de risco” manifesta-se no território, pode-se dizer, assim, que o “risco ambiental” encerra uma desigualdade territorial.&lt;br /&gt;As diferentes visões e interesses que animam os conflitos ambientais e as situações de risco &lt;strong&gt;não &lt;/strong&gt;resultam de processos aleatórios, mas liga-se a desigualdades sociais objetivas. Numa sociedade capitalista, as formas de propriedade vigentes determinam a primazia da apropriação das condições naturais como condição para a produção de mercadorias com vistas à acumulação de capital. Ou seja, a “necessidade” da acumulação faz com que a espacialização da economia capitalista&lt;a href="http://ninjaufsj.wordpress.com/Users/Luiz%20Felipe%20M%20C/Desktop/CAT%C3%81STROFES%202012%20-%20TEXTO%20BLOG%20DO%20NINJA.docx#_ftn1" title=""&gt;[1]&lt;/a&gt; implique necessariamente a captura das condições naturais como condições de produção de mercadorias.&lt;br /&gt;O espaço urbano não está isento dessa apropriação, que assume características próprias em nossos dias. Em tempos em que a cidade é tratada ao mesmo tempo como mercadoria e empresa, há uma crescente valorização do espaço na “cidade legal”. O planejamento das cidades é um planejamento excludente, que não contempla as classes pobres. Essas, muitas vezes, tendem a habitar as áreas carentes de infra-estrutura urbana, incluindo, evidentemente, as áreas de risco tais como terrenos geotecnicamente inseguros ou próximos a leitos de rios, por exemplo: “[‘a cidade ilegal’] não cabe nas categorias do planejamento moderno/funcionalista, pois mostra semelhança com as formas urbanas pré-modernas”&lt;a href="http://ninjaufsj.wordpress.com/Users/Luiz%20Felipe%20M%20C/Desktop/CAT%C3%81STROFES%202012%20-%20TEXTO%20BLOG%20DO%20NINJA.docx#_ftn2" title=""&gt;[2]&lt;/a&gt;. Portanto, o Plano diretor está desvinculado da gestão urbana, não ultrapassa a dimensão do “plano discurso”, pois não ultrapassa os limites entre teoria e prática, permanecendo assim as áreas de periferia carentes dos equipamentos urbanos de infra-estrutura. Isto, do ponto de vista da política clientelista comumente observada nas cidades brasileiras é funcional, fomentando relações políticas arcaicas, um mercado imobiliário restrito e especulativo e uma forma de aplicação arbitrária da lei, de acordo com uma relação de favor. As obras de infra-estrutura urbana propiciam e sustentam a especulação fundiária, ao invés de promover a democratização do acesso a terra para a habitação. Proprietários de terras e capitalistas das atividades de promoção imobiliária e construção constituem grupos de poder determinantes das realizações orçamentárias das cidades.&lt;br /&gt;Há o contexto de competição interlocal a nível global: as cidades competem entre si para atraírem os olhares dos investidores. Essa nova maneira de conceber a cidade como mercadoria a ser vendida, mas que deve ser gerida como uma empresa e que, para isto, deve contar com uma forte propaganda de modo a suscitar no “citadino” um forte sentimento patriótico&lt;a href="http://ninjaufsj.wordpress.com/Users/Luiz%20Felipe%20M%20C/Desktop/CAT%C3%81STROFES%202012%20-%20TEXTO%20BLOG%20DO%20NINJA.docx#_ftn3" title=""&gt;[3]&lt;/a&gt;, baseia-se numa tentativa de se aplicar à realidade brasileira (mais comumente nas grandes metrópoles) um modelo de planejamento importado, com todo um histórico de ineficiência no provimento democrático dos recursos urbanos. Segundo Otília Arantes, esta idéia pode ser assim resumida: “(…) coalizões de elite centradas na propriedade imobiliária e seus derivados, mais uma legião de profissionais caudatários de um amplo arco de negócios decorrentes das possibilidades econômicas dos lugares, conformam as políticas urbanas à medida que dão livre curso ao seu propósito de expandir a economia local e aumentar a riqueza”&lt;a href="http://ninjaufsj.wordpress.com/Users/Luiz%20Felipe%20M%20C/Desktop/CAT%C3%81STROFES%202012%20-%20TEXTO%20BLOG%20DO%20NINJA.docx#_ftn4" title=""&gt;[4]&lt;/a&gt;. É a utilização capitalista do espaço urbano que atribui um valor à propriedade privada da terra e é o fluxo do capital que dá à propriedade da terra urbana um conteúdo econômico. Portanto, o capital promove a existência de duas ordens urbanas: “A cidade formal, das elites e das camadas médias, cidade ‘urbanizada’ onde opera o setor imobiliário formal, ou as formas de produção capitalista da moradia; e a cidade informal, ilegal, irregular, das camadas populares, a cidade ‘desurbanizada’, onde operam os mecanismos informais de acesso à terra [...] ou as formas não capitalistas de produção da moradia. A oposição entre essas duas cidades (ou essa cidade partida) se acentua pela permanência de um padrão de urbanização com baixos níveis de investimento público e com alto grau de disputa entre os grupos sociais pelo acesso a esses recursos escassos, sejam de ordem material, sejam de ordem simbólica, permitindo, além da diferenciação das condições de vida, a reafirmação da ‘distinção social’ das elites”&lt;a href="http://ninjaufsj.wordpress.com/Users/Luiz%20Felipe%20M%20C/Desktop/CAT%C3%81STROFES%202012%20-%20TEXTO%20BLOG%20DO%20NINJA.docx#_ftn5" title=""&gt;[5]&lt;/a&gt;. A ausência de alternativas habitacionais, programas verdadeiros de habitação para classes de baixa renda, é o fator que cria o “solo”, o substrato da dinâmica de ocupações ilegais e, digamos, indignas de terras urbanas. Os reflexos de tudo isso estão representados pelo restrito quadro de oportunidades de localização para os mais pobres. Excluídos do acesso aos bens da urbanização e distribuídos pelo espaço segundo uma lógica sistêmica de inclusão/exclusão no mercado de terras urbanas, cada vez mais as pessoas se vêem na contingência de precisarem habitar áreas de risco.&lt;br /&gt;Há, nos últimos tempos, um recorrente sentimento de “consciência de crise”. Nesse sentido, os “problemas ambientais” são tratados como óbvios, já que são todos conhecidos (do saber técnico, do poder público, entre outros, diga-se de passagem, nunca da população &lt;em&gt;ignorante&lt;/em&gt;). Acontece que tal caráter de obviedade perde sentido diante das diferentes percepções, pois o que se configura como um risco para uns, para outros, que não o vivenciam, por exemplo, pode não o ser. Ou ainda, conforme aponta Ermínia Maricato&lt;a href="http://ninjaufsj.wordpress.com/Users/Luiz%20Felipe%20M%20C/Desktop/CAT%C3%81STROFES%202012%20-%20TEXTO%20BLOG%20DO%20NINJA.docx#_ftn6" title=""&gt;[6]&lt;/a&gt;, a desigualdade urbana frente a um forte mercado imobiliário e, com isso, a existência em grande número de áreas ilegais de habitação, são vistas mesmo uma solução, servindo para valorizar os imóveis inseridos no mercado legal e cumprir um papel que deveria ser do poder público, suprindo alternativas habitacionais para as populações mais pobres.&lt;br /&gt;As pessoas não são iguais quanto ao seu acesso a “bens” ambientais, e essa forma de desigualdade pode ser notada pela observação de fenômenos comuns do meio urbano, como a localização de moradia em terrenos “geotecnicamente inseguros”, tais como encostas. A desigualdade ambiental não existe sozinha. A ela subjaz uma série de outras desigualdades tendo as populações economicamente fragilizadas que arcar com os prejuízos do processo civilizatório moderno em diferentes escalas, como a poluição industrial, ou mesmo a má alocação de suas moradias por serem desprovidas de capacidade econômica de acesso aos terrenos dotados de infra-estrutura básica e localizados em locais seguros.&lt;br /&gt;Os riscos e, por conseguinte, as tragédias, são &lt;em&gt;construídos socialmente&lt;/em&gt;, isto é, obedecem a regularidades que dizem respeito à ordem social vigente. Ou seja, construção do risco é um processo social e histórico. O desastre é a expressão mais de uma convivência vulnerável entre os grupos sociais e seu meio. A vulnerabilidade é caracterizada como a possibilidade de um grupo social em &lt;em&gt;antecipar&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;sobreviver&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;resistir&lt;/em&gt; e se &lt;em&gt;recuperar&lt;/em&gt; do impacto de uma ameaça, consistindo isto em uma combinação de fatores sócio-econômicos, políticos, ambientais que determinam o grau a que um evento põe em risco a vida das pessoas. O risco encontra-se localizado no domínio das desigualdades e dinâmicas de vulnerabilização: pelas desigualdades ele é engendrado e ao mesmo tempo as fomenta, formando um círculo vicioso. O que se quer ressaltar são as dinâmicas de vulnerabilização geradas a partir do poder desigual, produzindo uma mobilidade social que também compreende a questão ambiental/territorial, em escala descendente.&lt;br /&gt;As pessoas (e isso também inclui os pobres) produzem seus territórios no dia-a-dia, mas não o fazem em condições de sua escolha, posto que há uma lógica social econômica estrutural subjacente às suas escolhas. O movimento de produção dos territórios urbanos de classes populares orienta-se pelo movimento da acumulação de capital em nível estadual e, pela operação do mercado imobiliário a nível municipal. Processo que é sempre repetido e até incentivado pelas atuação seletiva do poder público na alocação de recursos. Contrariando tais mecanismos, os habitantes dessas periferias da cidade têm que se utilizar de práticas e ações comuns que marcam a longa e vagarosa trajetória de construção das condições de urbanização dos territórios ao mesmo tempo em que desfrutam os benefícios de laços de solidariedade e de uma territorialidade peculiar, marcada pela representação do território como um lugar onde sua identidade se expressa.&lt;br /&gt;Ao contrário do que é propagado nos meios de comunicação de maneira cínica e repercutido por um senso comum desinformado, as situações tidas como de risco e conseqüentemente os resultados adversos, as tragédias, os resultados nefastos dessas situações, resultam da operação de mecanismos objetivos produtores de desigualdades urbanas. As populações de baixa renda são compelidas, pelo mercado imobiliário e pela especulação fundiária, a habitar os terrenos mais baratos, precisamente os mais expostos aos riscos, às degradações ambientais e à carência de infra-estrutura urbana. Além disso, por mediações complexas, a operação de tais mecanismos e as ações e omissões do poder público se reforçam mutuamente, num processo de circularidade funcional que aprisiona as populações de baixa renda, que não dispõem de recursos para se mudarem para áreas ambientalmente mais saudáveis e seguras.&lt;br /&gt;Os moradores atingidos, por sua vez, consideram o risco a partir de uma perspectiva distinta, própria, condizente com seu lugar e sua condição. Eles avaliam e manejam as situações de risco de acordo com um conhecimento prático, que se constitui ao longo da convivência com a situação. Aquilo que Bourdieu chamou de &lt;em&gt;senso de realidade&lt;/em&gt; das classes populares. Desenvolvem saberes, “teorias” e percepções a respeito dos fenômenos que os atingem e sobre as probabilidades de que algo de trágico aconteça efetivamente. Além disso, avaliam essas probabilidades e os possíveis prejuízos em relação a um conjunto maior de outros “riscos” a que se vêem sujeitados. Assim, por exemplo, a hipótese bastante incentivada pelos agentes do poder público, de mudança para outro local mais seguro implica, na visão dos moradores, riscos ainda maiores e de conseqüências mais dolorosas, tais como o abandono de uma moradia que foi construída, ao longo de muitos anos, por meio de enormes sacrifícios; a perda dos benefícios materiais e afetivos decorrentes do fato de morar próximo a amigos de muitos anos e parentes; o aumento dos gastos decorrentes de um provável aluguel (e o medo de não conseguir pagá-lo e se ver na situação humilhante de ser posto na rua com a família); a diminuição das chances de obtenção de trabalho remunerado etc.. Orientados por essas percepções, moradores atingidos desenvolvem práticas de manejo da situação de risco, que vão desde ações de prevenção e mitigação com recursos próprios (possivelmente incorporando visões naturalizadoras e fatalistas) às reivindicações de ações do poder público e, em certos casos, à resistência ao deslocamento compulsório.&lt;br /&gt;Se quisermos uma compreensão efetiva dos problemas, objetiva (para além do simples cálculo técnico das probabilidades envolvendo fenômenos naturais), a fim de forjar soluções eficazes para essa mazela que assola as camadas pobres da população, é necessário que se rompa com esse modelo atual de gestão do espaço urbano. Há a necessidade de soluções técnicas para os problemas. Mas, para além dessas, o problema é político. São as opções políticas dos envolvidos e os posicionamentos tomados pelo estado na figura dos governantes que definem os termos do problema: de sua existência e das soluções possíveis. Hoje, isso diz respeito à atuação seletiva do poder público na alocação de recursos, privilegiando áreas nobres da cidade e negligenciando aquelas áreas que são economicamente “menos atraentes”. É preciso forjar políticas que dêem conta de oferecer alternativas de moradia para as classes mais pobres. É preciso compreender melhor o problema e os mecanismos sociais envolvidos na produção dessas situações. Do contrário, a tragédia anunciada se repetirá indefinidamente.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;hr align="left" size="1" width="33%" /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://ninjaufsj.wordpress.com/Users/Luiz%20Felipe%20M%20C/Desktop/CAT%C3%81STROFES%202012%20-%20TEXTO%20BLOG%20DO%20NINJA.docx#_ftnref1" title=""&gt;[1]&lt;/a&gt; HARVEY, David, &lt;em&gt;A produção capitalista do espaço, &lt;/em&gt;São Paulo:&lt;br /&gt;Annablume, 2005.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://ninjaufsj.wordpress.com/Users/Luiz%20Felipe%20M%20C/Desktop/CAT%C3%81STROFES%202012%20-%20TEXTO%20BLOG%20DO%20NINJA.docx#_ftnref2" title=""&gt;[2]&lt;/a&gt; MARICATO, Ermínia. &lt;em&gt;As Idéias Fora do Lugar e o Lugar Fora das Idéias&lt;/em&gt;: Planejamento Urbano no Brasil. In: ARANTES, Otília B. Fiori; VAINER, Carlos; MARICATO, Ermínia. &lt;em&gt;A Cidade do Pensamento Único&lt;/em&gt;: Desmanchando consensos. Petrópolis/RJ: Vozes, 2000. p. 121–187.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://ninjaufsj.wordpress.com/Users/Luiz%20Felipe%20M%20C/Desktop/CAT%C3%81STROFES%202012%20-%20TEXTO%20BLOG%20DO%20NINJA.docx#_ftnref3" title=""&gt;[3]&lt;/a&gt; VAINER, Carlos B. &lt;em&gt;Pátria, Empresa e Mercadoria&lt;/em&gt;: Notas sobre a estratégia discursiva do Planejamento Estratégico Urbano. In: ARANTES, Otília B. Fiori; VAINER, Carlos; MARICATO, Ermínia. &lt;em&gt;A Cidade do Pensamento Único&lt;/em&gt;: Desmanchando consensos. Petrópolis/RJ: Vozes, 2000. p.75-103.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://ninjaufsj.wordpress.com/Users/Luiz%20Felipe%20M%20C/Desktop/CAT%C3%81STROFES%202012%20-%20TEXTO%20BLOG%20DO%20NINJA.docx#_ftnref4" title=""&gt;[4]&lt;/a&gt; ARANTES, Otília B. Fiori. &lt;em&gt;Uma Estratégia Fatal&lt;/em&gt;: A cultura nas novas gestões urbanas. In: ARANTES, Otília B. Fiori; VAINER, Carlos; MARICATO, Ermínia. &lt;em&gt;A Cidade do Pensamento Único&lt;/em&gt;: Desmanchando consensos. Petrópolis/RJ: Vozes, 2000. p. 11-71.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://ninjaufsj.wordpress.com/Users/Luiz%20Felipe%20M%20C/Desktop/CAT%C3%81STROFES%202012%20-%20TEXTO%20BLOG%20DO%20NINJA.docx#_ftnref5" title=""&gt;[5]&lt;/a&gt; CARDOSO, 2003 &lt;em&gt;apud &lt;/em&gt;VARGAS, Maria Auxiliadora Ramos. &lt;em&gt;Construção social da moradia de risco&lt;/em&gt;: trajetórias de despossessão e resistência – A experiência de Juiz de Fora/MG. Dissertação (mestrado em planejamento urbano e regional): Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2006.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://ninjaufsj.wordpress.com/Users/Luiz%20Felipe%20M%20C/Desktop/CAT%C3%81STROFES%202012%20-%20TEXTO%20BLOG%20DO%20NINJA.docx#_ftnref6" title=""&gt;[6]&lt;/a&gt; MARICATO, Ermínia. &lt;em&gt;As Idéias Fora do Lugar e o Lugar Fora das Idéias&lt;/em&gt;: Planejamento Urbano no Brasil. In: ARANTES, Otília B. Fiori; VAINER, Carlos; MARICATO, Ermínia. &lt;em&gt;A Cidade do Pensamento Único&lt;/em&gt;: Desmanchando consensos. Petrópolis/RJ: Vozes, 2000. p. 121–187.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;******************************&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;FONTE : &lt;a href="http://ninjaufsj.wordpress.com/2012/01/04/todo-ano-e-assim-novas-chuvas-novas-tragedias-velhas-ideias-e-acoes/" target="_blank"&gt;Artigo&lt;/a&gt; indicado pelo Autor e originalmente publicado no blogue do &lt;strong&gt;NINJA&lt;/strong&gt;, Núcleo de Investigações em Justiça Ambiental, vinculado ao Departamento de Ciências Sociais da UFSJ. &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a8J"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 10/01/2012.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-1439389628615968920?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/1439389628615968920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=1439389628615968920&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/1439389628615968920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/1439389628615968920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/todo-ano-e-assim-novas-chuvas-e.html' title='‘Todo ano é assim’: novas chuvas e tragédias, velhas ideias e respostas, artigo de Luiz Felipe Martins Candido'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-4328935239236962190</id><published>2012-01-09T05:52:00.001-08:00</published><updated>2012-01-09T05:52:21.584-08:00</updated><title type='text'>A culpa não é da chuva, artigo de Norbert Suchanek</title><content type='html'>Inundações em Minas Gerais, inundações na Serra e no Norte do Estado do Rio de Janeiro. Cada ano aos enchentes aumentam. “A culpa é da chuva“, os apresentadores, repórteres do TV e os políticos não se cansam de falar.&lt;br /&gt;Mas a culpa não é da chuva. Dois dos grandes vilões são o asfalto e o cimento!&lt;br /&gt;Cada metro quadrado cimentado ou asfaltado é um metro quadrado da terra perdida. Cada nova casa, cada quintal, cada novo estacionamento, cada nova rua, estrada e rodovia cimentadas e asfaltadas é terra perdida, que significa uma redução da capacidade do solo de absorver as águas da chuva.&lt;br /&gt;Cada dia os solos brasileiros tem menos capacidade de incorporar e segurar águas das chuvas e transportá-las até aos recursos hídricos subterrâneos. Cada dia as águas das chuvas têm menos chance de infiltrar-se. Ao invés de se infiltrar no solo para aumentar as águas subterrâneas, as chuvas são transportadas cada vez mais rápido aos riachos e rios, já que não são mais tão bem absorvidas pelo solo. As enchentes aumentaram em sua amplitude e sua força.&lt;br /&gt;Além disso, o cimento já é o grande vilão ambiental desde a sua produção. Cada saco de cimento, cada tonelada de cimento, está responsável pela destruição de um morro com vida e terra. E também responsável por um alto gasto de energia térmica à base de petróleo, carvão, lenha ou pneus usados para a sua produção. Dados da indústria de cimento calculam que para produzir uma tonelada de cimento, é necessário o equivalente a 60 a 130 kg de combustível e 110 kWh de energia eléctrica, o que significa uma emissão de aproximadamente 610 kg de dióxido de carbono (CO2) por tonelada de cimento, além de outros gases tóxicos. Nem só no Brasil, mas mundialmente as fábricas de cimento representam uma das indústrias mais poluentes e uma das maiores consumidoras de energia do planeta.&lt;br /&gt;Cimento nunca foi e nunca vai ser social. Cimento é um crime ambiental!&lt;br /&gt;Na véspera da Rio+20, é hora de questionar a quantidade absurda do uso de cimento no Brasil!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*********************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;FONTE ; Norbert Suchanek, Correspondente e Jornalista de Ciência e Ecologia, é articulista e colaborador do EcoDebate&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a8y"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 09/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-4328935239236962190?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/4328935239236962190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=4328935239236962190&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/4328935239236962190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/4328935239236962190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/culpa-nao-e-da-chuva-artigo-de-norbert.html' title='A culpa não é da chuva, artigo de Norbert Suchanek'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-7556361198592456489</id><published>2012-01-09T05:50:00.000-08:00</published><updated>2012-01-09T05:50:02.573-08:00</updated><title type='text'>O Sol do Brasil presta sim para gerar eletricidade, artigo de Heitor Scalambrini Costa</title><content type='html'>Ao ler o artigo do sociólogo e consultor Ivo Poletto, intitulado “&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/9Lj" target="_blank"&gt;O sol do Brasil não presta para gerar energia elétrica?&lt;/a&gt;”, no Ecodebate de 9 de setembro passado, senti-me na obrigação de responder à sua indagação, visto que tenho consagrado minha vida acadêmica na área de fontes renováveis de energia, em particular da energia solar.&lt;br /&gt;Desde o começo de meus estudos superiores, na época de minha graduação no Instituto de Física Gleb Wataghin da Unicamp/SP, lá pelos idos da década de 70 do século passado, influenciado pelo visionário professor João Alberto Mayer, coordenador do Grupo de Energia, fui atraído por esta área do conhecimento.&lt;br /&gt;Quero lhe afirmar meu prezado Ivo, depois de tantos anos e sem nenhuma dúvida, que o Brasil apresenta características gerais e peculiaridades regionais que já tornam competitivas diversas aplicações da tecnologia solar. Quando digo competitivas não quero somente dizer sobre o aspecto econômico, mas sim na questão ambiental e social, que juntas envolvem o processo de decisão sobre a escolha de fontes de energia que vamos utilizar. São hoje competitivas não só o aquecimento de água para uso doméstico e industrial, mas também para a obtenção de energia elétrica, tanto através da conversão direta da energia solar (eletricidade solar), usando as células fotovoltaicas no processo denominado conversão fotovoltaica; como também transformando a energia do Sol em calor, e assim num ciclo termodinâmico produzir eletricidade (chamado conversão heliotérmica), ou seja, a termoelétrica a Sol.&lt;br /&gt;A quantidade de energia solar incidente diariamente no Brasil, em particular no Nordeste brasileiro é uma das maiores do mundo, entre 5 a 6 kWh/m2, com uma insolação de mais de 3.000 horas de brilho do Sol. Um potencial invejado por países europeus que mesmo não recebendo esta insolação, utilizam muito mais esta tecnologia que o nosso país.&lt;br /&gt;Este enorme potencial não presta somente para o uso direto da energia solar como descrito, visto que, com exceção dos minerais radioativos e da energia elétrica que pode ser extraída dos movimentos das marés (causadas pelas forças gravitacionais do sistema Terra-Lua), todas as fontes energéticas disponíveis, renováveis e não renováveis, dependem da fusão nuclear que ocorre no interior do Sol, com a liberação de enorme quantidade de energia que chega até nós na forma de radiação eletromagnética, e que garante juntamente com outros fatores, vida no nosso planeta.&lt;br /&gt;O Sol está aí para ninguém “botar defeito”, e porque não utilizá-lo já que constitui uma fonte energética abundante, gratuita e menos agressiva ao meio ambiente?&lt;br /&gt;Os preços atuais apontam que houve uma redução drástica nos últimos anos. A geração fotovoltaica já é prometida a menos de R$ 300,00/MWh, e a eletricidade das termelétricas solares a preços inferiores a R$ 180,00/MWh. É bom que se diga que estes preços foram alcançados com pouca (quase nenhuma) participação do Estado brasileiro, cujos governos têm feito mais propaganda do que apoiado efetivamente através de políticas públicas.&lt;br /&gt;Enfim, a resposta para que estas tecnologias não participem com mais peso na matriz energética brasileira (energia eólica menos que 1% e energia solar direta menos que 0,05%) é que não existe interesse político em apoiar, com leis e alocação de recursos, para alavancar a disseminação das fontes energéticas como a solar e a eólica.&lt;br /&gt;Um bom exemplo da falta de interesse está no projeto de Emenda Constitucional, a PEC 630/2003, chamadas “lei das renováveis”, que dorme em sono profundo “nas gavetas” do Congresso Nacional. Os gestores e “especialistas” que se instalaram no Ministério de Minas e Energia há décadas, cooptaram setores da academia, e usam o mantra “do alto custo”, “da inviabilidade técnica”, do fato de não produzirem “energia firme” para desclassificar estas fontes energéticas. Agem como se fossemos idiotas, e não soubéssemos que as escolhas feitas para ofertar energia elétrica, através das usinas nucleares, termoelétricas a combustíveis fósseis e as mega-hidrelétricas na região Amazônica foram escolhas nada republicanas, e sim motivadas essencialmente pelos “negócios”.&lt;br /&gt;O que não presta no Brasil, meu caro Ivo, são pessoas, personagens de nossa história, alguns, imbuídos do voto popular que (des)governam este país há anos. Em particular na área energética onde persiste uma dinastia que manda e desmanda, usufruindo e beneficiando poucos, devido principalmente a completa ausência de instâncias democráticas, onde mais representantes da sociedade brasileira possam discutir e participar diretamente das tomadas de decisão nesta área tão estratégica e envolvida com o desenvolvimento nacional.&lt;br /&gt;Hoje as políticas públicas na área energética são decididas pelo Conselho Nacional de Política Energética (criado pela lei 9.478 de 06/08/1997), órgão de assessoramento direto da Presidência da República, composto por 10 membros: sete ministros, um representante dos Estados e do distrito Federal, um cidadão brasileiro especialista em energia, indicado pelo Ministério das Minas e Energia e designado pela presidenta da Republica, e um representante das universidades brasileiras. Como se pode observar é uma instanciam decisiva e influente nas suas atribuições, mas nada democrática na sua composição. Portanto a conclusão que chego é que o setor energético necessita urgentemente de mais democracia e de uma limpeza ética, para ontem.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Energia elétrica produzida por painéis fotovoltaicos instalados nas residências (sistema descentralizado)" class="aligncenter" height="416" src="http://www.ecodebate.com.br/foto/120109-heitor%20scalambrini.png" width="448" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;Energia elétrica produzida por painéis fotovoltaicos instalados nas residências (sistema descentralizado).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;1. Gerador fotovoltaico (vários módulos fotovoltaicos dispostos em série e em paralelo, com estruturas de suporte e de montagem),&lt;br /&gt;2. Caixa de junção (equipada com dispositivos de proteção e interruptor de corte principal DC),&lt;br /&gt;3. Cabos AC-DC,&lt;br /&gt;4. Inversor,&lt;br /&gt;5. Mecanismo de proteção e instrumentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*********************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;FONTE : Heitor Scalambrini Costa, colaborador do EcoDebate, é Professor da Universidade Federal de Pernambuco&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a8x"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 10/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-7556361198592456489?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/7556361198592456489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=7556361198592456489&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/7556361198592456489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/7556361198592456489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/o-sol-do-brasil-presta-sim-para-gerar.html' title='O Sol do Brasil presta sim para gerar eletricidade, artigo de Heitor Scalambrini Costa'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-5706311219838816608</id><published>2012-01-08T03:41:00.000-08:00</published><updated>2012-01-08T03:41:17.442-08:00</updated><title type='text'>FLORIANÓPOLIS : Relatório de Balneabilidade</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: bold 20px/normal Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px;"&gt;RELATÓRIO DE BALNEABILIDADE&lt;/h3&gt;&lt;div style="font-size: 11px; line-height: 1.6; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px; line-height: 1.4; width: 520px;"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQrDb2_0O9rAIv_0AFK2mT8MAz9qhavfRDZS70rJE8ZvSqCWmoptg" style="clear: right; color: #34810e; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="191" src="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQrDb2_0O9rAIv_0AFK2mT8MAz9qhavfRDZS70rJE8ZvSqCWmoptg" width="263" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: #f99a1a; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Um dos destinos mais concorridos de turistas brasileiros e, principalmente, estrangeiros, está com as suas praias comprometidas. Relatório de balneabilidade , divulgado no dia 23 de Dezembro, aponta para a gravidade das condições do mar nas praias de Florianopolis. A Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma) identificou que só em Florianópolis 59,38% das águas estão impróprias para banho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="color: #f99a1a; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Um fato interessante nessa questão é a relação de saneamento com a balneabilidade das praias; cabendo lembrar que balneabilidade é a qualidade da água para uso recreacional (banho, mergulho, natação, etc.), que em contato direto com o corpo, ou mesmo se ingerida em pequenas quantidades, não prejudica a saúde, mas a água contém uma grande quantidade de bactérias provenientes de esgostos lançados no local que podem  também levar o risco de contrair hepatite A. salmonelose e febre tifóide.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="color: #f99a1a; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Alguns dos sintomas são: ictericia, febre, vômitos, dores de barrida e diarréia.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, sem investimento direcionado para o saneamento básico, as condições de balneabilidade não melhoram nas praias da nossa cidade .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="color: #f99a1a; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;em&gt;O que os órgaos públicos  e ambientais estão fazendo para  para resolver este problema crescente, estão fiscalizando, autuando,multando, ou vamos esperar que nossos balneários fiquem impróprio e que as pessoas não tenham mais nem o direito a diversão pública e democrática também nas praias da nossa cidade?  Fica a pergunta.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" style="width: 501px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Data do Relatório:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; Relatório nº 3 - 23/12/2011   &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Ponto de Coleta&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Resultado&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="134b8fa964b1afc9_lagoa" style="color: #34810e; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Lagoa da Conceição&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente à servidão Pedro Manuel Fernandes&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Lagoa da Conceição&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Nos trapiches dos Serviços de Transportes&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Impróprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Lagoa da Conceição&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente à rua de acesso à Praia da Joaquina&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Lagoa da Conceição&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Canto da Lagoa - Ao lado do Posto de Saúde&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Lagoa da Conceição&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente ao acesso para o Rio Tavares&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Lagoa da Conceição&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Altura do nº 1480 da Av. das Rendeiras&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Lagoa da Conceição&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente à Rua Manuel Isidoro da Silveira&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Impróprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Lagoa da Conceição&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Altura do nº 2267 da Av. Osni Ortiga&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Impróprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Lagoa da Conceição&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente à Rua Canto da Amizade&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Impróprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia Brava&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Próximo à foz do riacho (Costão Sul)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia Brava&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente ao Posto de Salva-Vidas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="min-height: 14.25pt;"&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); min-height: 14.25pt; padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia Brava&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Riacho&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); min-height: 14.25pt; padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia da Armação do Pântano do Sul&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente à Igreja da Vila&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Impróprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia da Armação do Pântano do Sul&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Foz do Rio Sangradouro&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Impróprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="134b8fa964b1afc9_barra" style="color: #34810e; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia da Barra da Lagoa&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Aprox. 50 metros à esquerda dos molhes&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="min-height: 15.75pt;"&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); min-height: 15.75pt; padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia da Base Aérea&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Ao lado do trapiche&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); min-height: 15.75pt; padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia da Beira-mar Norte &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;- Em frente ao monumento da Polícia Militar&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Impróprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia da Cachoeira do Bom Jesus&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Frente ao trevo de acesso a Ingleses&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia da Caiacangaçu&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;b&gt;(Ribeirão da Ilha)&lt;/b&gt; - Altura do nº 12 820 da Estrada Geral do Ribeirão&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia da Daniela&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Frente à Rua dos Cactos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia da Joaquina&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente ao Posto de Salva-Vidas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia da Lagoinha&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - À esquerda da saída da Lagoa&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia da Saudade&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Canto esquerdo da praia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Impróprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia da Solidão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Foz do Rio das Pacas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia da Tapera&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - No meio da praia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="min-height: 15.75pt;"&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); min-height: 15.75pt; padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia das Palmeiras&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - No meio da praia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); min-height: 15.75pt; padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Impróprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="134b8fa964b1afc9_canasvieiras" style="color: #34810e; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia de Canasvieiras&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente à Rua das Flores&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia de Canasvieiras&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente à Av. das Nações&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia de Canasvieiras&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Lado esquerdo do trapiche&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia de Canasvieiras&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente à Rua Heitor Bitencourt&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia de Canasvieiras&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente à Rua Acari Margarida&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Impróprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia de Canasvieiras &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;- Canto esquerdo da praia, próximo às pedras&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="134b8fa964b1afc9_jurere" style="color: #34810e; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia de Jurerê &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;- Em frente à Rua das Moréias&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia de Jurerê&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente à Rod. Maurício Sirotsky Sobrinho&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia de Jurerê&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente à Rua Luis Rampa&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia de Jurerê&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente à Rua Waldemar Medeiros&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia de Jurerê Internacional&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente à Av. dos Salmões&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia de Ponta das Canas &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;- A 100 metros à esquerda da Igreja&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia de Ponta das Canas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Altura do nº 5 281 da Estrada Geral, na Lagoa&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Impróprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia de Ponta das Canas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Frente à Rua Alcina Jannis&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia de Sambaqui&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Frente à Servidão Paraíso das Flores&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia de Sambaqui&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Ponta do Sambaqui&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia de Santo Antônio de Lisboa&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Rua Roldão da Rocha Pires&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia de Santo Antônio de Lisboa&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Frente à Servidão Hipólito Machado&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia do Balneário&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;b&gt;(Estreito)&lt;/b&gt; - Em frente à Rua José Cândido da Silva&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Impróprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia do Bom Abrigo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente à Rua Teófilo Almeida&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Impróprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia do Cacupé&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Próximo ao númer 4000 da Rod. Haroldo S. Glavan&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia do Cacupé&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - No meio da praia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="134b8fa964b1afc9_campeche" style="color: #34810e; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia do Campeche&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Frente à Av. Pequeno Príncipe&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia do Campeche&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Frente à Servidão Família Nunes&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Impróprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia do Forte&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Na entrada da praia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia do Itaguaçu&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Entre o trevo e a Rua Euclides Cunha&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Impróprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia do Jardim Atlântico&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente à Rua Elesbão Pinto da Luz&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Impróprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia do José Mendes&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - No meio da praia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Impróprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia do Matadouro&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Belmira Isabel Martins&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Impróprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia do Meio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;b&gt;(Coqueiros)&lt;/b&gt; - No meio da praia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia do Pântano do Sul &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;- 100 metros da entrada da praia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia do Ribeirão da Ilha&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente à Praça&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia do Santinho&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - 200 metros à esquerda do Costão Sul&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="min-height: 15.75pt;"&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); min-height: 15.75pt; padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="134b8fa964b1afc9_ingleses" style="color: #34810e; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia dos Ingleses&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente ao rio Capivari&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); min-height: 15.75pt; padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 12pt;"&gt;Impróprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia dos Ingleses&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente ao Posto de Salva-Vidas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia dos Ingleses&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente à Rua da Igreja&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia dos Ingleses&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente à Rua do Siri&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia dos Ingleses&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; - Em frente à Rua Dante de Pata&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 304.5pt;" width="406"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Praia Mole &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;- Acesso principal&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="background-color: transparent; border-color: rgb(212, 208, 200); padding: 1.5pt; width: 60.75pt;" width="81"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Próprio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;***************************************************&lt;br /&gt;FONTE :&amp;nbsp; &lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;b&gt;a&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt; E&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;b&gt;q&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff9900;"&gt;&lt;b&gt;u&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000099;"&gt;&lt;b&gt;i&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #6600cc;"&gt;&lt;b&gt;p&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;&lt;b&gt;e &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;span style="color: #993300;"&gt;&lt;b&gt;d&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;&lt;b&gt;o&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;M&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;b&gt;O&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff6600;"&gt;&lt;b&gt;S&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000099;"&gt;&lt;b&gt;A&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #cc33cc;"&gt;&lt;b&gt;L&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #cc33cc;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://mosal-movimentosaneamentoalternat.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://mosal-movimentosaneamentoalternat.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #cc33cc;"&gt;BIBLIOTECA &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #cc33cc;"&gt;&lt;a href="http://mosal-residuossolidos.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://mosal-residuossolidos.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #cc33cc;"&gt;&lt;a href="http://mosal-saneamentodescentralizado-mosal.blogspot.com/"&gt;http://mosal-saneamentodescentralizado-mosal.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li aid="markAsNotJunk" class="ToolbarItem " style="display: none;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" id="bt_MarkAsNotJunk" title="Mover uma mensagem que não é lixo eletrônico para a caixa de entrada"&gt;&lt;span class="Label"&gt;Não é lixo eletrônico&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="ToolbarItem c_mcp " id="bt_CleanUp" style="display: block;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;ul class="c_m t_hovl"&gt;&lt;li aid="unsubscribe" style="display: none;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" id="bt_Unsubscribe"&gt;&lt;span&gt;Cancelar assinatura&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div aid="scheduleCleanup" style="display: block;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;ul class="c_m t_hovl"&gt;&lt;li aid="blockAllFromSender" style="display: none;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" id="bt_BlockAllFromSender"&gt;&lt;span&gt;Bloquear de...&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li aid="markAllRead" style="display: none;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" id="bt_MarkAllRead"&gt;Marcar esta pasta como lida&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li aid="deleteAll" style="display: none;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" id="bt_DeleteAll"&gt;Esvaziar esta pasta&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;div class="c_sep"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;ul class="c_m t_hovl"&gt;&lt;!--tmpl() folderMenuControlTemplate--&gt;&lt;!--item--&gt;&lt;li&gt;&lt;a aid="moveTo" fid="00000000-0000-0000-0000-000000000001" href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" title="Caixa de Entrada"&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;!--/item--&gt;&lt;!--/tmpl--&gt;&lt;li fldrinput="fldrInput" style="display: none; margin: 0px 6px;"&gt;&lt;div id="AddFldrInput"&gt;&lt;div class="errorDiv" hmid="errorDiv" style="display: none;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;input hmid="inputField" maxlength="30" style="display: none;" type="text" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div newfldr="newFldr"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li aid="emptyFolder" class="ToolbarItem " style="display: none;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" id="bt_EmptyFolderButton" title="Exclui todas as mensagens nesta pasta"&gt;&lt;span class="Label"&gt;Esvaziar&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="ToolbarItem " id="bt_AfterMoveToPipe"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="SkyscraperContent"&gt;&lt;div class="SkyscraperContainer" id="RadAd_Skyscraper"&gt;&lt;div style="display: block; width: 160px;"&gt;&lt;div id="Ad160x600_0_p" style="height: 600px; position: relative; width: 160px;"&gt;&lt;div id="Ad160x600_0" name="Anúncio" style="height: 600px; left: 0px; overflow: hidden; position: absolute; top: 0px; width: 160px;"&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="600" id="Ad160x600_0_frm" name="Ad160x600_0_frm" scrolling="no" src="http://js2.wlxrs.com/U1wiIPuI97Zy7erlHLZwEw/adloader.html#pgqp:%26PG%3DWLMBR8%26AP%3D1090%26PN%3DMSFT%26ID%3D7DA55B82DAD65DAA1C8052FFFFFFFFFF%26MUID%3D16E3C80D228A6B6E3539CAEC218A6B58;divid:Ad160x600_0;wt:160;ht:600;pg:WLMBR8;hnegurl:http%3A%2F%2Fco105w.col105.mail.live.com%2FHandlers%2FAdservemsg.mvc%3Fv%3D1%26hostdm%3Dlive.com;hstkn:NfrbgdKU%2FJlA%2Ba8eCk2r3Q%3D%3D" style="height: 600px; left: -300px; position: absolute; top: 0px; width: 460px;" width="160"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="FooterContainer" id="FooterContainer" style="display: block; top: 3498px;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" id="uxp_ftr_control"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td id="uxp_ftr_left"&gt;&lt;/td&gt;&lt;td id="uxp_ftr_right"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" id="uxp_ftr_right_nest"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="PageBottomElt"&gt;&lt;div style="display: none;"&gt;&lt;div id="tmpl_infopane" style="display: none;"&gt;&lt;div class="InfoPane"&gt;&lt;div class="InfoPaneInner ErrorPriMedium"&gt;&lt;img alt="Aviso" class="i_warn ErrorImg" id="infoImg" src="http://co105w.col105.mail.live.com/clear.gif" title="Aviso" /&gt;&lt;span&gt;{0}&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="height: 1em; left: 0em; overflow: hidden; position: absolute; top: 0em; width: 1em; z-index: -100;"&gt;&lt;div id="EM2PX" style="width: 1000em;"&gt;&lt;s dofirst="doFirst" ns="rs"&gt; &lt;/s&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div aid="ManageFolders" class="c_mcp"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="wideMsgBar" style="display: none;"&gt;&lt;div class="WideMessageBar BorderBox"&gt;&lt;span&gt;Esta mensagem é muito grande para ajustar-se à sua tela. &lt;a class="NonThemedLinks" href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#"&gt;Mostrar toda a mensagem&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="cm Enabled" enabled="true" id="mlcm" style="display: none; left: 303px; top: 291px;"&gt;&lt;div class="MenuTop"&gt;&lt;div class="MenuHeading" id="mlcm_heading" style="display: block;"&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="SenderName TextSizeLargeLoc"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;mosal.contato&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="SenderEmail"&gt;mosal.contato@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MenuItemGroup" id="mlcm_message" style="display: none;"&gt;&lt;div class="MenuItemGroupTitle"&gt;&lt;span class="MenuTitle"&gt;Para esta mensagem&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MenuItems t_hovl"&gt;&lt;ul&gt;&lt;li key="reply" style="display: none;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Responder&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="replyAll" style="display: none;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Responder a todos&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="forward" style="display: none;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Encaminhar&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="CmSep"&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li key="markAsRead" style="display: none;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Marcar como lida&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="markAsUnread" style="display: none;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Marcar como não lida&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="deleteMsg" style="display: none;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Excluir&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="markAsJunk" style="display: none;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Lixo Eletrônico&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="markAsNotJunk" style="display: none;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Não é lixo eletrônico&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="moveToPopup" style="display: none;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Mover&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="viewSource" style="display: none;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Ver código-fonte mensagem&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MenuItemGroup" id="mlcm_sender" style="display: block;"&gt;&lt;div class="CmSep"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MenuItemGroupTitle" style="display: none;"&gt;&lt;div class="Enabled"&gt;&lt;span class="SenderTitle"&gt;Para este remetente&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Disabled"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#"&gt;&lt;span class="SenderTitle"&gt;Para este remetente&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MenuItems t_hovl"&gt;&lt;ul&gt;&lt;li key="sendEmailToSender" style="display: block;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Enviar email&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="viewAllFromSender" style="display: block;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Localizar email&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="moveAllFromSender" style="display: block;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;&lt;span&gt;Mover tudo de...&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="deleteAllFromSender" style="display: block;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;&lt;span&gt;Excluir tudo de...&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="scheduleCleanup" style="display: block;"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;&lt;span&gt;Agendar limpeza&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="shadow"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="cm Enabled" enabled="true" id="qvlcm" style="display: none;"&gt;&lt;div class="MenuTop"&gt;&lt;div class="MenuItemGroup" id="qvlcm_quickview"&gt;&lt;div class="MenuItemGroupTitle"&gt;&lt;span class="MenuTitle"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MenuItems t_hovl"&gt;&lt;ul&gt;&lt;li key="renameQv"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Renomear&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="deleteQv"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Excluir&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="colorCode"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Colorir código da exibição&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="markAsRead"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Marcar todas como lidas&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="emptyQv"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Esvaziar exibição&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="shadow"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="cm Enabled" enabled="true" id="flcm" style="display: none;"&gt;&lt;div class="MenuTop"&gt;&lt;div class="MenuItemGroup" id="flcm_folder"&gt;&lt;div class="MenuItemGroupTitle"&gt;&lt;span class="MenuTitle"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MenuItems t_hovl"&gt;&lt;ul&gt;&lt;li key="newSubFldr"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Nova subpasta&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="renameFldr"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Renomear&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="deleteFldr"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Excluir&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="markAsRead"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Marcar todas como lidas&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li key="emptyFldr"&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/default.aspx?rru=inbox#" unselectable="on"&gt;Esvaziar pasta&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="shadow"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="m_whm"&gt;&lt;div id="c_hmc" style="display: none;"&gt;&lt;ul id="c_ht_mail"&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/mail/InboxLight.aspx?n=1717395965" target="_self"&gt;Caixa de Entrada&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://calendar.live.com/calendar/calendar.aspx"&gt;Calendário&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/mail/ContactMainLight.aspx?n=902518247" target="_self"&gt;Contatos&lt;/a&gt;&lt;span class="c_ms"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://co105w.col105.mail.live.com/mail/EditMessageLight.aspx?n=1405757692"&gt;Enviar email&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul id="c_ht_skydrive"&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://skydrive.live.com/?sc=documents&amp;amp;cid=09b688d39a33a7eb"&gt;Documentos&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://skydrive.live.com/?sc=photos&amp;amp;cid=09b688d39a33a7eb"&gt;Fotos&lt;/a&gt;&lt;span class="c_ms"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://skydrive.live.com/?qt=mru&amp;amp;cid=09b688d39a33a7eb"&gt;Documentos recentes&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://skydrive.live.com/?qt=shared&amp;amp;cid=09b688d39a33a7eb"&gt;Compartilhados&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://groups.live.com/"&gt;Grupos&lt;/a&gt;&lt;span class="c_ms"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://skydrive.live.com/peopletags.aspx?cid=09b688d39a33a7eb"&gt;Fotos de você&lt;/a&gt;&lt;span class="c_ms"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://skydrive.live.com/newlivedocument.aspx?xt=docx&amp;amp;cid=09b688d39a33a7eb"&gt;&lt;span class="is_c" dir="ltr"&gt;&lt;img alt="" class="is_img" src="http://secure.wlxrs.com/$live.controls.images/is/invis.gif" style="background-image: url(&amp;quot;http://secure.wlxrs.com/$live.controls.images/h/s7.png&amp;quot;); background-position: -94px -8px; height: 16px; width: 16px;" /&gt;&lt;/span&gt; Novo documento do Word&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://skydrive.live.com/newlivedocument.aspx?xt=xlsx&amp;amp;cid=09b688d39a33a7eb"&gt;&lt;span class="is_c" dir="ltr"&gt;&lt;img alt="" class="is_img" src="http://secure.wlxrs.com/$live.controls.images/is/invis.gif" style="background-image: url(&amp;quot;http://secure.wlxrs.com/$live.controls.images/h/s7.png&amp;quot;); background-position: -62px -8px; height: 16px; width: 16px;" /&gt;&lt;/span&gt; Nova pasta de trabalho do Excel&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://skydrive.live.com/newlivedocument.aspx?xt=pptx&amp;amp;cid=09b688d39a33a7eb"&gt;&lt;span class="is_c" dir="ltr"&gt;&lt;img alt="" class="is_img" src="http://secure.wlxrs.com/$live.controls.images/is/invis.gif" style="background-image: url(&amp;quot;http://secure.wlxrs.com/$live.controls.images/h/s7.png&amp;quot;); background-position: -78px -8px; height: 16px; width: 16px;" /&gt;&lt;/span&gt; Nova apresentação do PowerPoint&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://skydrive.live.com/newlivedocument.aspx?xt=one&amp;amp;cid=09b688d39a33a7eb"&gt;&lt;span class="is_c" dir="ltr"&gt;&lt;img alt="" class="is_img" src="http://secure.wlxrs.com/$live.controls.images/is/invis.gif" style="background-image: url(&amp;quot;http://secure.wlxrs.com/$live.controls.images/h/s7.png&amp;quot;); background-position: -46px -8px; height: 16px; width: 16px;" /&gt;&lt;/span&gt; Novo bloco de anotações do OneNote&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul id="c_ht_msn"&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://g.live.com/9uxp9msn/mhm-pt-br??su=http://shared.live.com/Live.Mail" target="_top"&gt;Início&lt;/a&gt;&lt;span class="c_ms"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://g.live.com/9uxp9msn/mau-pt-br??su=http://shared.live.com/Live.Mail" target="_top"&gt;Automóvel&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://g.live.com/9uxp9msn/mga-pt-br??su=http://shared.live.com/Live.Mail" target="_top"&gt;Jogos&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://g.live.com/9uxp9msn/mmo-pt-br??su=http://shared.live.com/Live.Mail" target="_top"&gt;Dinheiro&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://g.live.com/9uxp9msn/mmv-pt-br??su=http://shared.live.com/Live.Mail" target="_top"&gt;Filmes&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://g.live.com/9uxp9msn/mmu-pt-br??su=http://shared.live.com/Live.Mail" target="_top"&gt;Música&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://g.live.com/9uxp9msn/mnw-pt-br??su=http://shared.live.com/Live.Mail" target="_top"&gt;Notícias&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://g.live.com/9uxp9msn/msp-pt-br??su=http://shared.live.com/Live.Mail" target="_top"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a 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No entanto, o canadense &lt;strong&gt;Pat Mooney&lt;/strong&gt;, diretor do&lt;strong&gt; ETC Group&lt;/strong&gt;, ONG que monitora novas tecnologias, alerta que a&lt;strong&gt; Rio+20&lt;/strong&gt; corre o risco de legitimar o desenvolvimento de tecnologias que podem causar enormes impactos sociais, econômicos e ambientais se empregadas indiscriminadamente, incluindo a apropriação dos recursos naturais por grandes corporações e alterações de larga escala nos sistemas naturais da Terra. &lt;strong&gt;Mooney&lt;/strong&gt;, que há 40 anos integra entidades da sociedade civil ligadas ao monitoramento do comércio mundial de alimentos, produtos agrícolas e minérios, fala sobre aquelas que, segundo ele, são as principais tecnologias discutidas nos preparativos da &lt;strong&gt;Rio+20&lt;/strong&gt;: a biologia sintética, a nanotecnologia e a geoengenharia. Segundo ele, empresas como &lt;strong&gt;Shell &lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;Syngenta &lt;/strong&gt;investem pesado nelas, bem como governos de países como os EUA.&lt;br /&gt;A entrevista é de &lt;strong&gt;André Antunes&lt;/strong&gt; para a &lt;strong&gt;Revista Poli&lt;/strong&gt; de jan/fev de 2012 e reproduzida pelo sítio da &lt;strong&gt;Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio – Fiocruz&lt;/strong&gt;, 04-01-2012.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eis a entrevista.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por que se acredita que essas tecnologias podem acabar com nossa dependência de recursos naturais e solucionar o problema climático?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A nanotecnologia permite a manipulação da matéria em escala nanométrica, ou seja, um bilionésimo de metro. Nessa escala, as características dos elementos químicos se alteram: sua condutividade elétrica, sua cor, a forma com que ele reage à pressão atmosférica, etc. Ela oferece a possibilidade de que seja usada muito menos matéria prima para produzir determinados produtos e acredita-se que com ela seja possível tornar determinadas commodities desnecessárias, sendo possível substituir uma por outra. Por exemplo, o giz que é usado nas escolas: manipulado na escala nanométrica, ele fica 100 vezes mais duro que o aço e mais leve. Então, acredita-se que algo barato como o giz poderá ter características que permitam que ele seja usado para construir prédios ou pontes.&lt;br /&gt;A biologia sintética pode ser descrita como o lado biológico da nanotecnologia, pois possibilita a manipulação dos elementos que compõem o DNA dos organismos vivos. O que os investidores estão dizendo é que com o desenvolvimento da biologia sintética será possível criar qualquer tipo de organismo; ela possibilita a criação de uma nova forma de vida, o que, aliás, já foi feito no ano passado por um pesquisador chamado &lt;strong&gt;Craig Venter&lt;/strong&gt;. Com isso acredita-se que seja possível sintetizar micróbios capazes de utilizar biomassa transformá-la em eletricidade, em combustíveis, em comida, no que for. Na teoria, seria possível sintetizar um micróbio capaz de produzir plástico, por exemplo, a partir da celulose presente nos vegetais. A diferença entre essa tecnologia e a engenharia genética, usada na criação dos organismos geneticamente modificados, é que a biologia sintética teoricamente possibilita a síntese do DNA a partir do zero, enquanto a engenharia genética ‘apenas’ transfere um ou mais genes de um organismo para outro. Pesquisas nessa área estão sendo feitas por todo o mundo, inclusive no Brasil. Em São Paulo, por exemplo, há uma empresa norteamericana chamada Amyris, que tem parcerias com usinas de cana-de-açúcar brasileiras para utilizar a biologia sintética para a produção de melhores biocombustíveis utilizando-se de organismos artificiais.&lt;br /&gt;A geoengenharia é basicamente uma estratégia que engloba várias tecnologias – inclusive biologia sintética e a nanotecnologia – para intervir em larga escala nos oceanos e na atmosfera, e está sendo proposta para lidar com a mudança climática. Os cientistas que estão trabalhando em projetos desse tipo alegam que é impossível reverter as mudanças climáticas a menos que consideremos utilizar a geoengenharia. Isso está sendo proposto de duas maneiras diferentes: uma é diminuir a quantidade de luz solar que chega à Terra, por meio de uma estratégia chamada de gestão da radiação solar. A ideia é bloquear a luz do sol bombardeando a estratosfera com sulfatos, para simular o que acontece quando um vulcão entra em erupção. Alguns pesquisadores alegam que é possível construir enormes ‘tubos’ com cerca de 25 quilômetros de altura, que ficariam espalhados por todo o mundo bombardeando a atmosfera com sulfatos e fazendo com que a temperatura se estabilizasse. A segunda estratégia de geoengenharia é a fertilização oceânica: a proposta é escolher uma parte do oceano que seja pobre em nutrientes, como ferro e uréia, e despejar nanopartículas desses nutrientes para criar uma proliferação de fitoplâncton [conjunto de organismos vegetais aquáticos microscópicos, principalmente algas]. Esse fitoplâncton absorveria o dióxido de carbono na atmosfera e quando morresse afundaria ficaria depositado no solo marítimo. Desde 1993 já foram conduzidos 13 experimentos desse tipo em todo o mundo, financiados principalmente por governos de países como os EUA, Inglaterra e Alemanha. E todos foram um fracasso, mas eles continuam tentando, cada vez gastando mais do que antes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quem está investindo nessas tecnologias?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A nanotecnologia já conta com investimentos pesados, principalmente de governos como o dos EUA, Japão, Reino Unido e China. Somados, esses países gastaram em torno de US$ 50 bilhões em pesquisa em nanotecnologia desde 2001, apenas em pesquisa básica. Comparativamente, é mais dinheiro do que foi investido no &lt;strong&gt;Projeto Manhattan&lt;/strong&gt;, que criou a primeira bomba atômica. Inicialmente, a maior parte desses gastos vinha dos governos, mas por volta de 2007 o setor privado começou a superá-los. E os investimentos vêm de empresas da área de energia, mineração, química, informática. Como exemplos de corporações que estão investindo nisso posso citar a &lt;strong&gt;Nestlé&lt;/strong&gt;, a &lt;strong&gt;Monsanto&lt;/strong&gt;, a &lt;strong&gt;Syngenta&lt;/strong&gt;, entre outras. Os investimentos do setor privado em nanotecnologia já andam na casa dos US$ 7 bilhões anuais em pesquisa básica. Também impressiona o nível de investimentos destinados à biologia sintética. As maiores companhias petrolíferas, como &lt;strong&gt;Exxon &lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;Shell&lt;/strong&gt;, investiram maciçamente nessa área. Só a &lt;strong&gt;Exxon &lt;/strong&gt;investiu US$ 600 milhões em uma empresa de biologia sintética no ano passado. O governo dos EUA investiu US$ 1 bilhão em pequenas empresas desse setor em 2010.&lt;br /&gt;Já os gastos com geoengenharia ainda podem ser considerados modestos. Isso pode ser explicado pelo fato de que, no ano passado, a&lt;strong&gt; Convenção de Diversidade Biológica das Organizações das Nações Unidas&lt;/strong&gt; estabeleceu uma moratória sobre os experimentos em geoengenharia que poderiam acarretar consequências que ultrapassassem as fronteiras dos países ou que tivessem efeitos de larga escala. Apenas pequenos experimentos foram permitidos. Essa determinação foi assinada por 193 países. Na verdade, existem duas moratórias contra a geoengenharia: a primeira foi colocada pela ONU em 2008 contra experimentos com fertilização oceânica. No ano seguinte, a Alemanha conduziu experimentos que violaram essa moratória e causou uma onda enorme de protestos, inclusive no próprio país, e desde então eles resolveram parar. Em 2010, essa moratória foi estendida para abranger também a gestão da radiação solar. Mas elas não impedem que os governos tentem fazer experimentos, desde que sejam em pequena escala. Já a biologia sintética e a nanotecnologia não estão submetidas a nenhum tipo de regulação praticamente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O uso dessas técnicas como solução para os problemas ambientais possui credibilidade no meio acadêmico?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Muita. Se você olhar quem ganhou os últimos prêmios Nobel em física e em química, a maioria desses pesquisadores trabalha com nanotecnologia e biologia sintética. Todas as maiores universidades do mundo estão envolvidas nisso: Oxford, Cambridge, Harvard, MIT, Stanford. E não há debates acerca dos riscos envolvidos nessas tecnologias, há um consenso no meio acadêmico de que elas têm um enorme potencial. Ninguém está discutindo os riscos ambientais e para a saúde envolvidos no uso indiscriminado dessas tecnologias, não há nenhuma regulação. Também acho que há um risco relacionado ao potencial de transformar a economia global, porque não se sabe quem teria o controle sobre essas transformações, quem seria o dono dessas tecnologias. A &lt;strong&gt;Academia Nacional de Ciências dos EUA&lt;/strong&gt;, a &lt;strong&gt;Sociedade Real no Reino Unido &lt;/strong&gt;e outras instituições alemãs já produziram relatórios a respeito da geoengenharia. Todas dizem a mesma coisa: é extremamente perigoso e é um último recurso, mas devem ser feitos experimentos porque há a possibilidade de que não se consiga encontrar outra solução.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O sr. afirma que a proposta de utilizar essas tecnologias obedece a critérios políticos, e não científicos. O que quer dizer com isso?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Há uma suposição de que é possível usar a geoengenharia de maneira segura. Só que no momento que você a propõe como solução, os políticos podem alegar que não é preciso reduzir nossa emissão de gases causadores de efeito estufa e transformar nossas economias. Basta jogar sulfatos na estratosfera ou fertilizar a superfície dos oceanos que tudo ficará bem. No momento em que se diz que a geoengenharia é aceitável, ela deixa de ser uma questão científica e se torna uma questão política. E não dá para acreditar que os mesmos políticos que não tiveram coragem para tratar da questão climática até agora terão a integridade e a inteligência para utilizar a geoengenharia de maneira segura. E isso é verdade também para a biologia sintética e a nanotecnologia. Não há capacidade em nível global – como, por exemplo, dentro da ONU – para monitorar e avaliar novas tecnologias.&lt;br /&gt;No caso da nanotecnologia, devido ao tamanho reduzido das partículas e ao fato de que as características dos materiais mudam muito, é necessário uma regulação especial, e os governos não têm implementado isso. Fui conversar com agências reguladoras nos EUA e na Europa e todas dizem que não têm como exercer maior regulação sobre a nanotecnologia e a biologia sintética até que haja um grande acidente envolvendo uma das duas. Os governos já investiram demais nessas tecnologias para desistir agora. Os reguladores sabem que estão de mãos atadas porque essa é uma questão política.&lt;br /&gt;Isso viola o princípio da precaução, uma das principais conquistas da Rio 92, que diz que se não se sabe ao certo se uma tecnologia é segura, a precaução sugere que ela não seja usada até que se saiba mais. Só que, em 1993, os dois órgãos da ONU que tinham alguma competência para avaliar novas tecnologias foram praticamente ou completamente dissolvidos: a Comissão de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento, que ocupava um prédio inteiro em Nova York, perdeu tantos recursos que hoje não passa de duas pessoas em uma sala no prédio das Nações Unidas em Genebra. Também em 1993 houve a dissolução da Comissão sobre as Empresas Transnacionais, que era o único órgão da ONU que monitorava o setor privado em nível global e as transferências de tecnologias entre empresas privadas. Essa teve seu orçamento cortado pelo governo dos EUA.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E quais os impactos envolvidos no emprego dessas tecnologias?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Com relação à nanotecnologia, uma grande preocupação é com as patentes que estão sendo concedidas, que de certa forma estão privatizando os elementos da tabela periódica. Por exemplo, você pode obter uma patente que se aplique a um fio produzido por meio de nanotecnologia a partir de qualquer um entre 33 elementos. Isso é como ser dono de um terço da tabela periódica. Ou então você obtém uma patente que diz que determinado produto usado na indústria eletrônica também se aplica à indústria farmacêutica, automobilística e assim por diante. Estamos falando de manipulação no nível mais básico da natureza e há grande possibilidade de que uma empresa monopolize um enorme pedaço da produção industrial.&lt;br /&gt;Hoje é possível encontrar no mercado milhares de produtos que de alguma forma se utilizam da nanotecnologia. Filtros solares, cosméticos, roupas e outros produtos já usam nanopartículas. Mas há uma dificuldade na regulação porque as nanopartículas que estão sendo usadas são de materiais que historicamente eram usados na elaboração desses produtos. Um exemplo: hoje já é possível comprar filtros solares com nanopartículas de óxido de zinco em sua formulação, que são compostos que sempre foram usados, só que sem a utilização da nanotecnologia. Então os governos não exigem que as empresas refaçam os testes e nem regulam de maneira diferente. Mas quando você usa nanopartículas de um material ele se comporta de maneira completamente diferente. Particularmente, o óxido de zinco pode passar através da pele e ir parar nos nossos órgãos, e ninguém sabe ao certo os riscos que isso acarreta. Apenas nos últimos oito anos começaram a aparecer pesquisas que tentavam analisar o que acontece quando as nanopartículas penetram no organismo ou no meio ambiente. Todas elas dizem que há risco envolvido nisso e que é preciso fazer mais pesquisas.&lt;br /&gt;Com a biologia sintética, se é verdade que um dia será possível fazer o que eles alegam, ou seja, manipular o DNA para ‘construir’ qualquer coisa em laboratório a partir de biomassa, provavelmente o que aconteceria é que as pessoas famintas de todo o mundo teriam que competir com a indústria pela terra para produzir biomassa. Eu sempre ouço de investidores de risco que apenas 23,8% de toda a produção terrestre anual de biomassa do planeta está inserida no mercado global de commodities, o que significa que 76,2% não foi convertido em valores monetários. Para esses investidores, essa produção não está ‘sendo usada’, mas na verdade elas desempenham funções importantes no equilíbrio dos ecossistemas, ou então servem como áreas de pastoreio e cultivo para populações tradicionais, por exemplo. Mas não estão no mercado, e o objetivo é encontrar uma forma de lucrar com isso.&lt;br /&gt;Outro risco é a liberação no meio ambiente de organismos que não existem na natureza. É provável que quase todos sejam incapazes de sobreviver fora do laboratório, mas pode ser que consigam. É impossível prever a velocidade com que eles seriam capazes de sofrer mutações ou desenvolver a capacidade de se reproduzir e dar origem a algo novo. O que nós sabemos é que os laboratórios, por mais seguros que sejam, não garantem que esses organismos fiquem confinados. Tome-se o exemplo do vírus da febre aftosa. Nos últimos dez anos, houve 15 casos em que ele escapou de laboratórios pertencentes ao governo em todo o mundo.&lt;br /&gt;Já a geoengenharia ainda é muito teórica. Em princípio, ela funciona, haja vista que a humanidade, depois da Revolução Industrial, foi capaz de causar modificações climáticas que nos levaram à crise atual. O que está sendo defendido agora é que não há escolha a não ser transformar o planeta uma segunda vez e tentar reverter esse quadro. O que preocupa é que essas técnicas podem ser bem desleixadas. Simplesmente lançar sulfatos na estratosfera pode ser extraordinariamente perigoso. Por exemplo, se isso fosse feito na zona temperada, poderia causar efeitos indesejados sobre as chuvas de monção, que deixariam de passar por sobre a Ásia e passariam sobre o oceano. O impacto disso seria uma enorme seca em alguns países. Nós não sabemos o suficiente sobre os fenômenos climáticos do planeta para conseguir utilizar a geoengenharia de maneira segura. Mesmo aqueles que endossam a geoengenharia dizem que ela é extremamente arriscada. A certeza é que haverá um grande impacto. Mas não se sabe ainda como a geoengenharia afetaria o regime de ventos, as correntes oceânicas, a quantidade de chuva, e isso pode ter um impacto enorme ao determinar o que pode ou não ser cultivado em determinados lugares e quem pode ou não habitar determinadas regiões.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual é a relação entre essas tecnologias e a Rio+20?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os países do Norte estão pressionando pela adoção, na &lt;strong&gt;Rio+20&lt;/strong&gt;, da ideia de que a melhor maneira para sair da crise é a economia verde, em que a biologia sintética e a nanotecnologia desempenhariam um papel central. O que eles querem é o reconhecimento de que uma nova economia baseada nessas tecnologias é ‘limpa’, é ‘verde’. A &lt;strong&gt;Rio+20&lt;/strong&gt; será praticamente uma campanha por parte da Europa e América do Norte para tentar convencer o mundo de que essa é a solução para os nossos problemas. Eu estive no Brasil na época em que se falava da Teologia da Libertação, que defendia a participação da sociedade, dos movimentos sociais na busca por soluções para os problemas. O discurso agora para a&lt;strong&gt; Rio+20&lt;/strong&gt; é o da &lt;strong&gt;Tecnologia da Libertação&lt;/strong&gt;, que advoga que a ciência e a tecnologia controladas pela indústria podem ‘tomar conta’ do planeta. Vende-se a ideia de que a solução de todos os problemas está na tecnologia, e não está.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E que análise o sr. faz do discurso da economia verde?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O discurso ambiental está sendo usado como uma oportunidade de criar novos mercados, com a financeirização da natureza. O sentimento por parte de alguns governos europeus é de que, com a crise, eles não têm dinheiro para preservar a natureza. Eles defendem que se há uma maneira de ganhar dinheiro preservando os ecossistemas, isso tornará a preservação ambiental atrativa, para que a natureza seja utilizada no mercado de compensação por emissões de carbono, por exemplo. Essa financeirização é vista como solução, mas ela está na origem da própria crise que estamos enfrentando. Tome-se o sistema de hipotecas do mercado imobiliário, que é um instrumento financeiro usado há séculos: pensava-se que os governos sabiam regular esse mercado e que a indústria sabia operá-lo, isso até 2007. Esse sistema deu origem a uma crise pela qual estamos pagando até hoje. E agora estão tentando nos convencer de que as mesmas pessoas que ‘desarrumaram’ nossa casa devem ter permissão para cuidar do jardim. E isso é ridículo. Enquanto estão ocupando Wall Street – e eu acho ótimo que estejam – &lt;strong&gt;Wall Street&lt;/strong&gt; está tentando ocupar nossas florestas, nossos campos, nossa água e nossa atmosfera. E não podemos permitir que isso seja feito.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas você se diz otimista com relação a Rio+20. Por quê?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Porque os governos se prepararam mal para a &lt;strong&gt;Rio+20 &lt;/strong&gt;e há muita controvérsia entre países do Norte e do Sul a respeito da economia verde. Acho que a sociedade civil pode desempenhar um papel significativo na Conferência, pela própria desorganização dos governos. Podemos chamar a atenção do mundo para a falsidade da economia verde, que é apenas retórica, não significa nada. Precisamos alertar para o perigo da geoengenharia. Nenhum país ou grupo de países do mundo tem o direito de se apoderar do termostato do planeta. Nós queremos um acordo entre os países de que a geoengenharia é muito perigosa para ser levada a cabo, e há uma boa chance de conseguirmos. Eu acho que também podemos obter na Rio+20 um entendimento mais amplo da biologia sintética e da nanotecnologia, de modo que a ONU, no mínimo, chegue à conclusão de que é preciso restabelecer um sistema de avaliação de tecnologias que seja transparente, que possibilite que todos nós possamos acompanhar o desenvolvimento de novas tecnologias desde o laboratório até o mercado, e que possamos interferir. E o mais importante é chamar a atenção da sociedade civil, porque nenhum acordo ou tratado entre países vale alguma coisa se a sociedade não estiver atenta. Mas também pode ser que a &lt;strong&gt;Rio+20 &lt;/strong&gt;se torne um grande evento em que se chegue a um consenso entre os países, como se todos dissessem: ‘agora sim nós aprendemos com os erros do passado, agora entendemos o que precisamos fazer para implantar o desenvolvimento sustentável que foi proposto na Rio 92, ou seja, implantar uma ‘economia verde’ por meio do incentivo à novas tecnologias ‘limpas’”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;********************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : (&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a85"&gt;Ecodebate&lt;/a&gt;, 06/01/2012) publicado pela &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/505411-qodiscursoparaario20vendeaideiadequeasolucaodetodososestanatecnologia" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;IHU On-line&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, parceiro estratégico do EcoDebate na socialização da informação.&lt;br /&gt;[&lt;em&gt;IHU On-line é publicada pelo Instituto Humanitas Unisinos - IHU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São Leopoldo, RS.&lt;/em&gt;]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-2319651858427363311?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/2319651858427363311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=2319651858427363311&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/2319651858427363311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/2319651858427363311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/o-discurso-para-rio20-vende-ideia-de.html' title='‘O discurso para a Rio+20 vende a ideia de que a solução de todos os problemas está na tecnologia, e não está’'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-8885061509186250883</id><published>2012-01-06T05:19:00.000-08:00</published><updated>2012-01-06T05:19:20.525-08:00</updated><title type='text'>Entenda o fenômeno oceânico-atmosférico La Niña</title><content type='html'>&lt;em&gt;La Niña representa um fenômeno oceânico-atmosférico com características opostas ao EL Niño, e que caracteriza-se por um esfriamento anormal nas águas superficiais do Oceano Pacífico Tropical. Alguns dos impactos de La Niña tendem a ser opostos aos de El Niño, mas nem sempre uma região afetada pelo El Niño apresenta impactos significativos no tempo e clima devido à La Niña.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div id="sub"&gt;&lt;strong&gt;La Niña&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Fonte de Informação:&lt;br /&gt;Livro – O El Niño e Você – o fenômeno climático&lt;br /&gt;Autor – Gilvan Sampaio de Oliveira&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Você agora deve estar pensando. Ora, La Niña, como é o oposto, ou seja, é o resfriamento das águas do Oceano Pacífico Equatorial, então os efeitos são exatamente opostos !&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NÃO É BEM ASSIM !!!!!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O termo La Niña (“a menina”, em espanhol) surgiu pois o fenômeno se caracteriza por ser oposto ao El Niño. Pode ser chamado também de episódio frio, ou ainda El Viejo (“o velho”, em espanhol). Algumas pessoas chamam o La Niña de anti-El Niño, porém como El Niño se refere ao menino Jesus, anti-El Niño seria então o Diabo e portanto, esse termo é pouco utilizado. O termo mais utilizado hoje é: La Niña&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img alt="" border="1" height="360" src="http://enos.cptec.inpe.br/saiba/img/globo-azul.gif" width="421" /&gt;&lt;/div&gt;Anomalia de temperatura da superfície do mar em dezembro de 1988. Plotados somente as anomalias negativas menores que -1ºC. Dados cedidos gentilmente pelo Dr. John Janowiak – CPC/NCEP/NWS/NOAA-EUA.&lt;br /&gt;Para entender sobre La Niña, vamos retornar ao nosso “modelinho” descrito no item sobre El Niño. Imagine a situação normal que ocorre no Pacífico Equatorial, que seria o exemplo da piscina com o ventilador ligado, o que faria com que as águas da piscina fossem empurradas para o lado oposto ao ventilador, onde há então acúmulo de águas. Voltando para o Oceano Pacífico, sabemos que o ventilador faz o papel dos ventos alísios e que o acúmulo de águas se dá no Pacífico Equatorial Ocidental, onde as águas estão mais quentes. Há também aquele mecanismo que citei anteriormente, o qual é chamado de ressurgência, que faz com que as águas das camadas inferiores do Oceano, junto à costa oeste da América do Sul aflorem, trazendo nutrientes e que por isso, é uma das regiões mais piscosas do mundo. Até aqui tudo bem, esse é o mecanismo de circulação que observamos no Pacífico Equatorial em anos normais, ou seja, sem a presença do El Niño ou La Niña.&lt;br /&gt;Pois bem. Agora, ao invés de desligar o ventilador, vamos ligá-lo com potência maior, ou seja, fazer com que ele produza ventos mais intensos. O que vai acontecer?&lt;br /&gt;Vamos tentar imaginar ? Com os ventos mais intensos, maior quantidade de água vai se acumular no lado oposto ao ventilador na piscina. Com isso, o desnível entre um lado e outro da piscina também vai aumentar. Vamos retornar ao Oceano Pacífico. Com os ventos alísios (que seriam os ventos do ventilador) mais intensos, mais águas irão ficar “represadas” no Pacífico Equatorial Oeste e o desnível entre o Pacífico Ocidental e Oriental irá aumentar. Com os ventos mais intensos a ressurgência também irá aumentar no Pacífico Equatorial Oriental, e portanto virão mais nutrientes das profundezas para a superfície do Oceano, ou seja, aumenta a chamada ressurgência no lado Leste do Pacífico Equatorial. Por outro lado, devido a maior intensidade dos ventos alísios as águas mais quentes irão ficar represadas mais a oeste do que o normal e portanto novamente teríamos aquela velha história: águas mais quentes geram evaporação e consequentemente movimentos ascendentes, que por sua vez geram nuvens de chuva e que geram a célula de Walker, que em anos de La Niña fica mais alongada que o normal. A região com grande quantidade de chuvas é do nordeste do Oceano Índico à oeste do Oceano Pacífico passando pela Indonésia, e a região com movimentos descendentes da célula de Walker é no Pacífico Equatorial Central e Oriental. É importante ressaltar que tais movimentos descendentes da célula de Walker no Pacífico Equatorial Oriental ficam mais intensos que o normal o que inibe, e muito, a formação de nuvens de chuva.&lt;br /&gt;Em geral, episódios La Niñas também têm freqüência de 2 a 7 anos, todavia tem ocorrido em menor quantidade que o El Niño durante as últimas décadas. Além do mais, os episódios La Niña têm períodos de aproximadamente 9 a 12 meses, e somente alguns episódios persistem por mais que 2 anos. Outro ponto interessante é que os valores das anomalias de temperatura da superfície do mar (TSM) em anos de La Niña têm desvios menores que em anos de El Niño, ou seja, enquanto observam-se anomalias de até 4, 5ºC acima da média em alguns anos de El Niño, em anos de La Niña as maiores anomalias observadas não chegam a 4ºC abaixo da média.&lt;br /&gt;Episódios recentes do La Niña ocorreram nos anos de 1988/89 (que foi um dos mais intensos), em 1995/96 e em 1998/99. ”&lt;br /&gt;&lt;table align="center" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://enos.cptec.inpe.br/saiba/img/fig_normal.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="1" height="167" src="http://enos.cptec.inpe.br/saiba/img/fig_normal.jpg" style="border: 1px solid black;" width="223" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img alt="" border="1" class="aligncenter" height="167" src="http://enos.cptec.inpe.br/saiba/img/fig_lanina.jpg" style="border: 1px solid black;" width="223" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div align="right"&gt;Fonte: O El Niño e Você – o fenômeno climático – Gilvan Sampaio de Oliveira&lt;br /&gt;Editora Transtec – São José dos Campos (SP), março de 2001.&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;************************************************************************&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;Fonte: &lt;a href="http://enos.cptec.inpe.br/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;CPTEC/INPE&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a87"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 06/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-8885061509186250883?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/8885061509186250883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=8885061509186250883&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/8885061509186250883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/8885061509186250883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/entenda-o-fenomeno-oceanico-atmosferico.html' title='Entenda o fenômeno oceânico-atmosférico La Niña'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-649357737605379653</id><published>2012-01-06T05:16:00.001-08:00</published><updated>2012-01-06T05:16:35.235-08:00</updated><title type='text'>La Niña pode durar até maio, dizem meteorologistas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Efeitos globais do fenômeno climático La Niña. Fonte: CPTEC/INPE" class="aligncenter" height="275" src="http://enos.cptec.inpe.br/img/DJF_la.jpg" width="469" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Efeitos globais do fenômeno climático La Niña. Fonte: CPTEC/INPE&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;O &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a87" target="_blank"&gt;fenômeno climático La Niña&lt;/a&gt;, responsável por uma forte seca neste ano na América do Sul e no sudoeste dos Estados Unidos, pode durar mais do que o previsto, talvez até maio, alertou na quinta-feira o Centro de Previsão Climática dos EUA.&lt;br /&gt;“As últimas observações… sugerem que o La Niña será de fraco a moderado neste inverno (boreal), e vai continuar depois disso como um evento fraco, até que deve se dissipar em algum momento entre março e maio”, disse o CPC em seu relatório mensal. Reportagem de Rene Pastor, da Reuters.&lt;br /&gt;Foi a primeira vez que o CPC cogitou a hipótese de que o La Niña persista até a primavera boreal. Os meteorologistas antes esperavam que o fenômeno, que já causa preocupação nos mercados de grãos, oleaginosas, açúcar e café, persistisse durante o inverno boreal.&lt;br /&gt;No relatório anterior, o CPC (ligado à Administração Nacional Oceânica e Atmosférica) disse que o La Niña perderia força no começo da primavera.&lt;br /&gt;O fenômeno, que pode durar vários anos, se deve ao aquecimento anormal das águas na região equatorial do oceano Pacífico – é o contrário do famoso El Niño. Ambos causam transtornos climáticos da América Latina à Índia, e talvez também na África.&lt;br /&gt;Uma seca prolongada pode causar problemas para agricultores em vários Estados dos EUA, numa faixa das Carolinas ao Kansas. Oklahoma e Texas já estão com seus solos esgotados devido à seca, e a persistência do La Niña pode significar mais uma safra ruim para o algodão texano.&lt;br /&gt;Mesmo antes da divulgação do alerta do CPC, a previsão da safra argentina de milho para 2011/12 já havia sido revista para baixo por causa do La Niña. Mesmo assim, a Argentina, segunda maior produtora mundial de milho, deve colher uma safra recorde.&lt;br /&gt;Na Malásia, importante exportador de óleo de palma, fortes chuvas de monções causadas pelo La Niña ameaçam prejudicar a colheita dos frutos, elevando a cotação do produto.&lt;br /&gt;As chuvas no período de dezembro a março também constituem uma ameaça para os cafeicultores da Colômbia, maior produtor mundial de cafés de qualidade.&lt;br /&gt;A persistência do La Niña até depois do inverno boreal também fará com que o fenômeno quase coincida com o início da temporada de furacões no Atlântico. Nos últimos dois anos em que houve La Niña, mais tempestades se formaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***********************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : Reportagem da &lt;strong&gt;Reuters&lt;/strong&gt;, no &lt;strong&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2012/01/05/la-nina-pode-durar-ate-maio-dizem-meteorologistas.jhtm" target="_blank"&gt;UOL Notícias&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a88"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 06/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-649357737605379653?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/649357737605379653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=649357737605379653&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/649357737605379653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/649357737605379653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/la-nina-pode-durar-ate-maio-dizem.html' title='La Niña pode durar até maio, dizem meteorologistas'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-4875255255886330191</id><published>2012-01-06T05:13:00.001-08:00</published><updated>2012-01-06T05:13:34.359-08:00</updated><title type='text'>Dique do Rio Muriaé: Pesquisador sugeriu transferência de moradores de área alagada em 2009</title><content type='html'>Especialista diz que área onde fica Três Vendas, em Campos, é propícia a enchentes&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="A região ameaçada. Infográfico O Estado de S.Paulo" class="aligncenter" height="338" src="http://www.estadao.com.br/fotos/Infografico-CamposEnchente_ARTEAE.jpg" width="295" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A região ameaçada. Infográfico O Estado de S.Paulo&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;O pesquisador Arthur Soffiati, do Núcleo de Estudos Socioambientais da Universidade Federal Fluminense (UFF), disse nesta quinta-feira, 5, que propôs ao Ministério Público e à prefeitura de Campos dos Goytacazes em janeiro de 2009 a transferência de todos os moradores da localidade de Três Vendas para um trecho mais alto conhecido como Colina, que fica a 500 metros de distância, por causa das inundações recorrentes. Reportagem de Felipe Werneck, em &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/geral,pesquisador-sugeriu-transferencia-de-moradores-de-area-alagada-em-2009,819069,0.htm" target="_blank"&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;“Estão fazendo agora provisoriamente o que eu propus como solução permanente”, comentou Soffiati sobre a retirada às pressas de 700 famílias que vivem na comunidade, por causa da iminência de inundação da área urbana. O pesquisador disse que foi chamado pelo MP para preparar um relatório após o rompimento do dique do Rio Muriaé ocorrido em dezembro de 2008.&lt;br /&gt;“Fui a uma audiência pública e quase apanhei”, contou o professor. “Tentei argumentar que muitos moradores perdiam tudo todo ano e que o objetivo era evitar isso. A proposta foi corroborada pelo órgão técnico do MP, mas acabou sendo rejeitada.”&lt;br /&gt;Soffiati propôs que a mesma solução fosse adotada progressivamente no município de Cardoso Moreira, que tem 12 mil habitantes. “Pelo menos 80% da cidade, que também fica no leito do Rio Muriaé, costuma ficar embaixo d’água. Seria um plano de longo prazo.” Para o professor, a recorrente destruição e ocupação de áreas de várzea pela água indica que a BR-356 foi construída de maneira inadequada.&lt;br /&gt;“As inundações na região do Rio Muriaé são recorrentes e a estrada deveria ter sido projetada para que não sofra rompimento. A culpa não é de São Pedro”, acrescentou o engenheiro geotécnico Alberto Sayão, professor da PUC-Rio e ex-presidente da Associação Brasileira de Mecânica dos Solos (ABMS), lembrando que o rompimento de 2008 deveria ter servido de alerta.&lt;br /&gt;“A estrada não está preparada para cheias e é possível que vá romper em outros trechos. Deve ser feita uma avaliação para que seja refeita em condições adequadas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*****************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a8c"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 06/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-4875255255886330191?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/4875255255886330191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=4875255255886330191&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/4875255255886330191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/4875255255886330191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/dique-do-rio-muriae-pesquisador-sugeriu.html' title='Dique do Rio Muriaé: Pesquisador sugeriu transferência de moradores de área alagada em 2009'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-1712445614256003206</id><published>2012-01-06T05:11:00.000-08:00</published><updated>2012-01-06T05:11:15.212-08:00</updated><title type='text'>Dique do Rio Muriaé se rompe e alaga área próxima à comunidade com 4 mil moradores</title><content type='html'>Um dique do Rio Muriaé, em Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, rompeu na manhã de ontem (5) e alagou uma área desabitada, próxima à comunidade de Três Vendas. Segundo a Defesa Civil do município, cerca de 4 mil pessoas vivem na localidade e terão de deixar suas casas.&lt;br /&gt;De acordo com a Defesa Civil, a rodovia BR-356, que funcionava como um dique-estrada entre o rio e a comunidade de Três Vendas, não suportou a força das águas do Muriaé e acabou sendo destruída, abrindo espaço para a enchente.&lt;br /&gt;Campos dos Goytacazes já estava sofrendo com a cheia do Rio Paraíba do Sul, cujas águas estão a 11 metros, três metros acima do nível médio. Pelo menos 600 pessoas estão desabrigadas por conta da cheia do Paraíba do Sul, em diversos locais como a Ilha do Cunha e Matadouro.&lt;br /&gt;O dique-estrada já vinha apresentando problemas de infiltração desde o ano passado. Em dezembro, uma vistoria da Defesa Civil municipal havia constatado a necessidade de reparos. Segundo a própria Defesa Civil, esses ajustes chegaram a ser feitos, depois disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*****************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : Reportagem de Vitor Abdala, da &lt;strong&gt;Agência Brasil&lt;/strong&gt;, publicada pelo &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a8d"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 06/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-1712445614256003206?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/1712445614256003206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=1712445614256003206&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/1712445614256003206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/1712445614256003206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/dique-do-rio-muriae-se-rompe-e-alaga.html' title='Dique do Rio Muriaé se rompe e alaga área próxima à comunidade com 4 mil moradores'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-3440461654292069539</id><published>2012-01-05T04:08:00.000-08:00</published><updated>2012-01-05T04:08:14.290-08:00</updated><title type='text'>Estudos sugerem que modelos climáticos podem estar subestimando extinção de espécies</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Derretimento de geleiras: Mark Urban, da Universidade de Connecticut, afirma que extinção de espécies por causa das mudanças climáticas pode estar subestimado. Foto: Mark Urban, Photo" class="aligncenter" height="286" src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/ak/gu/dx/akgudxk944hb69qwkmsa44qsx.jpg" width="456" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Derretimento de geleiras: Mark Urban, da Universidade de Connecticut, afirma que extinção de espécies por causa das mudanças climáticas pode estar subestimado. Foto: Mark Urban, Photo&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;Perda de animais e plantas pode ser muito maior que previsto se levados em conta fatores como competição e dispersão das espécies&lt;br /&gt;A perda da diversidade de animais e plantas devido a mudanças climáticas pode estar sendo subestimada. A conclusão é de um estudo de três pesquisadores americanos que foi publicado nesta terça-feira (3) no periódico científico Proceedings of the Royal Society B. Reportagem de Alessandro Greco, no &lt;strong&gt;&lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/modelos-climaticos-podem-estar-subestimando-extincao-de-especies/n1597510004129.html" target="_blank"&gt;iG/Último Segundo&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Utilizando um modelo matemático, Mark Urban, da Universidade de Connecticut, Josh Tewksbury e Kimberly Sheldon da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, avaliaram que as previsões atuais não estão levando em conta fatores importantes ao calcular a extinção das espécies. Entre os fatores desprezados estão o fato de animais competirem entre si, se alimentarem uns dos outros e terem níveis de adaptação diferentes às mudanças de clima. “Já esperávamos que a interação entre as espécies afetasse de alguma forma a resposta ao modelo de clima, mas ficamos surpresos com o nível em que isto é verdade”, afirmou Urban ao iG.&lt;br /&gt;O modelo criado pelos pesquisadores mostrou que a capacidade de sobrevivência das espécies está diretamente ligada a capacidade de dispersão que elas têm. “As extinções são mais comuns em espécies pouco aptas à dispersão, e também quando isto acontece mais lentamente do que com seus competidores. A razão é que espécies que se movimentam mais rápido passam por cima das espécies que estão à sua frente e rapidamente tomam seu habitat”, explicou Urban.&lt;br /&gt;Um exemplo disto é o aumento da temperatura que já está fazendo com que plantas e animais se mudem para locais mais altos e frios. No entanto, nem todas as espécies que necessitam migrar conseguem dispersar de modo rápido o suficiente. Muitas morrem antes mesmo de encontrar o novo habitat, ou encontram outras espécies que competem pelo mesmo espaço – para não falar daquelas que já viviam no local.&lt;br /&gt;O próximo passo da pesquisa será fazer previsões mais específicas para diferentes ecossistemas. “Infelizmente ainda não conseguimos fazer uma previsão de valores de extinção. Nosso modelo é muito geral o que faz com que seja bom para testar a sensibilidade das previsões a diferentes premissas. O lado ruim é que o modelo não se aplica a nenhum sistema específico. Nossos resultados, porém, sugerem que os modelos climáticos que não levam em conta as diferenças de competição e dispersão entre as espécies podem estar subestimandoos riscos de extinção”, completou Urban.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**********************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a7I"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 05/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-3440461654292069539?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/3440461654292069539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=3440461654292069539&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/3440461654292069539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/3440461654292069539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/estudos-sugerem-que-modelos-climaticos.html' title='Estudos sugerem que modelos climáticos podem estar subestimando extinção de espécies'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-3242233498278131837</id><published>2012-01-05T04:06:00.000-08:00</published><updated>2012-01-05T04:06:05.453-08:00</updated><title type='text'>A natureza no forno: mudança climática, energia supostamente renovável e biomassa, por Guadalupe Rodríguez</title><content type='html'>Os seres humanos têm utilizado a biomassa para produzir energia desde tempos imemoriais de forma sustentável. De outro lado, a industrialização está acabando com as reservas de combustíveis fósseis e essa é a causa da busca frenética de outras fontes de energia. As bioenergias se baseiam na produção de energia a partir de matéria viva, a biomassa.&lt;br /&gt;A biomassa é matéria viva como árvores, arbustos, ervas, grãos, algas, micróbios e também resíduos vegetais.&lt;br /&gt;Os acordos do protocolo de Kyoto deram lugar na Europa a políticas como a Diretiva de Energias Renováveis, aprovada em dezembro de 2008 pelo Parlamento Europeu. Ela tinha como objetivo diversificar as fontes de energia, mas também abrir novos mercados globalizados para a agricultura industrializada européia. Automaticamente se promoveu um boom de bioenergia em escala industrial em muitos países do continente.&lt;br /&gt;Atualmente, dois terços da energia chamada renovável provêm na UE da biomassa. As outras energias renováveis –solar, eólica, hídrica, etc.- contribuem apenas com um terço. A Comissão Européia objetiva que até 2020, 14% de toda a energia da União Européia provenha da biomassa. A matéria prima não será precisamente –como se diz geralmente- resíduos, mas madeira, e também óleos vegetais e biogás. 75% dos subsídios para as energias renováveis está destinado à biomassa e aos biocombustíveis. Os outros se distribuem entre a energia solar e eólica.&lt;br /&gt;Isso acontece às esconsas da opinião pública. As informações são parcializadas ao venderem os benefícios da economia verde, com a que se tenta continuar crescendo sem limite, em vez de concretizar medidas sólidas de poupança e eficiência energética.&lt;br /&gt;Renovável é o que sempre cresce de novo e sustentável é o que mantendo-se diverso e produtivo, não impacta negativamente sobre o meio. Mas contrariamente ao que costuma afirmar-se, nenhum desses conceitos é aplicável a uma economia globalizada e a um uso energético massivo e sempre crescente, nem aos impactos ambientais e sociais desse modelo econômico.&lt;br /&gt;Os supostos benefícios da geração de eletricidade a partir de biomassa florestal são a disponibilidade ilimitada da madeira, o aproveitamento dos resíduos da poda e a manutenção das florestas, a forma limpa de produção ou a neutralidade em termos do ciclo de carbono.&lt;br /&gt;Mas não nos enganemos: não há resíduos florestais capazes de satisfazer a demanda energética requerida para produzir energia para todas as centrais elétricas de biomassa que estão sendo instaladas. A produção global de pellets era de aproximadamente 10 milhões de toneladas em 2008 e estima-se que se duplicará nos próximos 4-5 anos. Prevê-se um crescimento anual global de 25 a 30% nos próximos 10 anos, de acordo com a organização britânica Biofuelwatch. Esse grande crescimento na demanda de madeira para a produção de eletricidade impacta nas florestas da Europa, da América do Norte e da Rússia e obriga muitos países a importarem a matéria prima de países produtores do Sul global.&lt;br /&gt;A demanda européia prevista de madeira para a produção de energia elétrica e calor é de 700 milhões de metros cúbicos anuais de madeira. Já a indústria madeireira, por exemplo, dos móveis, ou a produção de pasta de celulose e papel, requerem anualmente por sua vez 500 milhões de metros cúbicos de madeira. A FAO afirma que, para 2020, Europa sofrerá uma escassez dramática de aproximadamente 400 milhões de metros cúbicos anuais de madeira.&lt;br /&gt;A demanda de madeira importada significa uma correria pelo uso das terras produtivas e o deslocamento de povos indígenas e camponeses das florestas em benefício das empresas produtoras da madeira como matéria prima industrial. A neutralidade em termos de carbono é igualmente questionável, e não se sustenta sobre qualquer base científica, mas sobre cálculos feitos a conveniência.&lt;br /&gt;Países como a Suécia, a Grã Bretanha ou a Alemanha estão experimentando um desenvolvimento sem precedentes da geração de biomassa em grande escala. Os planos da Grã Bretanha significam, por exemplo, um consumo de 50 a 60 milhões de toneladas de biomassa ao ano, distribuídas entre várias centrais de biomassa planejadas, em construção ou já instaladas. Mas a Grã Bretanha produz apenas entre 8 e 9 milhões de toneladas de biomassa seca ao ano. Conclusão: terão que importar o resto.&lt;br /&gt;O que é apresentado à opinião pública como uma mudança benigna e benéfica, da energia fóssil à renovável, é de fato um despojo global dos recursos naturais do Sul para o Norte, que aprofundará a injustiça e piorará a pobreza e a fome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;FONTE : Por Guadalupe Rodríguez, Salva a Selva, guadalupe@regenwald.org&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.wrm.org.uy/" target="_blank"&gt;Boletim número 172&lt;/a&gt; do &lt;strong&gt;Movimento Mundial pelas Florestas Tropicais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a7G"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 05/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-3242233498278131837?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/3242233498278131837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=3242233498278131837&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/3242233498278131837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/3242233498278131837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/natureza-no-forno-mudanca-climatica.html' title='A natureza no forno: mudança climática, energia supostamente renovável e biomassa, por Guadalupe Rodríguez'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-3557537140811149716</id><published>2012-01-05T04:04:00.000-08:00</published><updated>2012-01-05T04:04:05.602-08:00</updated><title type='text'>Meteorologistas preveem 2012 entre os 10 mais quentes desde 1850</title><content type='html'>Este ano pode se tornar um dos dez mais quentes desde 1850, com temperaturas globais quase 0,5 grau Celsius mais elevadas que a média registrada no período 1961-1990, afirmou o Departamento de Meteorologia da Grã-Bretanha (Met Office) nesta quarta-feira. Matéria de Henning Gloystein, da &lt;strong&gt;Reuters&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;O Met Office e a Universidade de East Anglia divulgaram no mês passado dados preliminares mostrando que 2011 foi o 11º ano mais quente já registrado, 0,36 grau Celsius acima da média de longo prazo aferida entre as décadas de 1960 e 1990, que foi de 14 graus.&lt;br /&gt;Os meteorologistas previram que em 2012 o desvio acima da média será de 0,48 grau, com uma margem de erro de 0,14 grau para mais ou menos.&lt;br /&gt;“Em 2011, vimos um fortíssimo La Niña (fenômeno climático caracterizado pelo resfriamento das águas no Pacífico equatorial), que pode resfriar temporariamente as temperaturas globais.”&lt;br /&gt;“O La Niña voltou, e embora não seja tão forte quanto no começo do ano passado, ainda assim deve influenciar as temperaturas, (e) esperamos que 2012 seja ligeiramente mais quente do que no ano passado, mas não tão quente quanto 2010″, disse Adam Scaife, chefe do departamento do Met Office que realiza previsões de longo prazo.&lt;br /&gt;O Met Office disse que suas cifras relativas a 2011 foram parecidas com as publicadas pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), que estimou a temperatura do ano passado em 0,41º grau acima do normal.&lt;br /&gt;A OMM considera que 2010 foi o ano mais quente já registrado, e todos os 12 anos mais quentes da história foram entre 1998 e 2011. O Met Office também inclui 1997 entre os 12 mais quentes.&lt;br /&gt;As estimativas da OMM se baseiam em dados do Met Office, do Centro Nacional de Dados Climáticos dos Estados Unidos e do Instituto Goddard de Estudos Espaciais, da Nasa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*********************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : Matéria da &lt;strong&gt;Reuters&lt;/strong&gt;, no &lt;strong&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/reuters/2012/01/04/meteorologistas-preveem-2012-entre-os-10-mais-quentes-desde-1850.jhtm" target="_blank"&gt;UOL Notícias&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a7H"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 05/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-3557537140811149716?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/3557537140811149716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=3557537140811149716&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/3557537140811149716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/3557537140811149716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/meteorologistas-preveem-2012-entre-os.html' title='Meteorologistas preveem 2012 entre os 10 mais quentes desde 1850'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-3918023788346895367</id><published>2012-01-05T04:01:00.001-08:00</published><updated>2012-01-05T04:01:38.587-08:00</updated><title type='text'>Descarte inadequado de pneus ainda representa grave problema ambiental no Brasil, diz pesquisador</title><content type='html'>O descarte inadequado de pneus ainda persiste como um grave problema ambiental no Brasil. Apesar de duas resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) obrigarem os fabricantes e importadores a dar uma destinação adequada para pneus que não servem mais, as regras não estão surtindo o efeito desejado. Essa é a conclusão do engenheiro mecânico Carlos Lagarinhos que defendeu uma tese de doutorado, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), sobre o assunto.&lt;br /&gt;“No Brasil, as atividades de reutilização [de pneus] não são regulamentadas e não existem incentivos para a reciclagem ou utilização de matéria-prima de pneus inservíveis [que não servem mais para rodar em automóveis, ônibus e caminhões]”, disse Lagarinhos à Agência Brasil.&lt;br /&gt;Segundo Lagarinhos, de 2002 a abril de 2011, o descarte inadequado correspondeu a 2,1 milhões de toneladas do produto. Nesse período, os importadores de pneus novos cumpriram 97,03% das metas de descarte estabelecidas, os fabricantes, 47,3% e, os importadores de usados, 12,92%.&lt;br /&gt;No país, é possível encontrar pneus jogados em lixões, rios, ruas e, até mesmo, no quintal das casas o que pode ocasionar problemas ambientais e, até mesmo, de saúde – o mosquito transmissor da dengue, por exemplo, se reproduz em água parada alojada, muitas vezes, em pneus velhos.&lt;br /&gt;Lagarinhos observou que o alto custo da coleta e do transporte de pneus descartados é a principal dificuldade para a destinação correta desse material. Outro problema levantado pelo pesquisador é que há falta de conhecimento dos consumidores sobre o destino que deve ser dado aos pneus usados.&lt;br /&gt;“Os fabricantes, importadores, revendas e distribuidores não divulgam programas de coleta e destinação dos pneus inservíveis para incentivar o descarte, após a troca, pela população”, disse Lagarinhos. Em São Paulo, por exemplo, ele cita que, apesar dos mais de 6,6 milhões de veículos licenciados, existem apenas quatro pontos de coleta de pneus.&lt;br /&gt;Uma das saídas apontadas por Lagarinhos como solução para o problema seria o aproveitamento de pneus usados como componente para asfalto. “De 2001 a 2010, somente 4,9 mil quilômetros foram pavimentados com asfalto-borracha. Existe uma série de vantagens para a sua utilização como aumentar a vida útil do pavimento em 30%, retardar o aparecimento de trincas e selar as já existentes e aumentar o atrito entre o pneu e o asfalto, entre outros”, explicou.&lt;br /&gt;“Falta incentivo por parte dos governos federal, estaduais e municipais para a utilização do asfalto-borracha na pavimentação de ruas, estradas e rodovias”, ressaltou o pesquisador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***********************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : Reportagem de Elaine Patricia Cruz, da &lt;strong&gt;Agência Brasil&lt;/strong&gt;, publicada pelo &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a7P"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 05/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-3918023788346895367?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/3918023788346895367/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=3918023788346895367&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/3918023788346895367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/3918023788346895367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/descarte-inadequado-de-pneus-ainda.html' title='Descarte inadequado de pneus ainda representa grave problema ambiental no Brasil, diz pesquisador'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-1513452325035143633</id><published>2012-01-04T08:22:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T08:22:23.644-08:00</updated><title type='text'>Vira-latas ganham espaço na Avenida Paulista</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;Conjunto Nacional receberá a Expo Celebridade Vira-Lata&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O coração financeiro e cultural de São Paulo receberá &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;a Expo Celebridade &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Vira-Lata &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;que acontecerá no &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Conjunto Nacional &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;(Av. Paulista, nº 2.073,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;térreo) de &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;09 &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;a &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;21 de janeiro&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;A exposição traz &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;12 painéis &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;com fotos e histórias inéditas de cães&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; abandonados que foram resgatados e hoje possuem uma vida digna nesse&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; ano produzidas voluntariamente pelo renomado fotógrafo internacional &lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Lionel &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Falcon, &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;especializado em animais. Também fazem parte da exposição, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;imagens de mutirões de castrações e explicações sobre a sua importância.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;O calendário&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Celebridade Vira-Lata &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;está em sua terceira edição e tem 100%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; da renda revertida para a causa com o objetivo de apoiar a adoção, promover&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; obras sociais, atuar na inclusão social de SRDs (Sem Raça Definida)&lt;br /&gt;incentivando os cuidados com esses animais além de ajudar diretamente no&lt;br /&gt;patrocínio de castrações coletivas de cães e gatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;Somados os anos de 2010 e 2011, o &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Projeto Celebridade Vira-Lata &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;patrocinou aproximadamente mil castrações em sete mutirões que, se colocados em projeção de natalidade, chega a um número de mais de milhões de animais a menos nas ruas. Cada fêmea pode ter dois partos por ano, gerando aproximadamente dezesseis filhotes (média de oito filhotes por parto) que estarão em situação de abandono sujeitos à todo tipo de sorte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A &lt;strong&gt;castração &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;(esterilização) &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;é um ato de amor e responsabilidad&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;e e significa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;um benefício direto e vitalício para o animal. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O CCZ de São Paulo &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;(Centro de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Controle de Zoonoses) disponibiliza o serviço &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;gratuitamente &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;em clínicas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;particulares credenciadas. Cada cidadão tem direito a castrar 10 animais por&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;CPF e o procedimento dura em média, 5 minutos nos machos - requerendo&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;menos cuidados no pós-operatório e, nas fêmeas, cerca de 15 minutos e&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;requer alguns dias de atenção após a cirurgia até a cicatrização completa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;Durante seis anos a Av. Paulista abrigou, no antigo Casarão, os animais sem&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;raça definida &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;da Associação Natureza em Forma &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;e, segundo o presidente&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;Lito Fernandes &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;“Os animais merecem estar na Paulista. É o lugar mais&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;importante da cidade”&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;. A responsável pelo projeto do &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Calendário Celebridade &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Vira-Lata, Luli Sarraf &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;comemora :&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;“A Natureza em Forma é minha madrinha na&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; causa animal, tudo o que aprendi sobre o assunto foi lá, e agora tive a honra de montar essa exposição alinhada com a questão ideológica de termos os&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; animais novamente presentes aqui”.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Serviço:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;Expo &lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;Celebridade Vira-Lata&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Data: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;de 09 a 21 de janeiro&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;Horário: &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;das 10 às 22 horas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;Local: &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Conjunto Nacional&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;End.: &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Av. Paulista, 2073 – Térreo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;Curadoria: &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Luciane Sarraf&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;*Os calendários podem ser adquiridos pelo site www.celebridadeviralata.com.br&lt;/div&gt;e pontos de venda credenciados indicados.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-1513452325035143633?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/1513452325035143633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=1513452325035143633&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/1513452325035143633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/1513452325035143633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/vira-latas-ganham-espaco-na-avenida.html' title='Vira-latas ganham espaço na Avenida Paulista'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-3009972663159203642</id><published>2012-01-04T08:05:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T08:05:16.351-08:00</updated><title type='text'>Relatório traz panorama energético para o mundo até 2035</title><content type='html'>O relatório "World Energy Outlook", da Agência Internacional de Energia, traz perspectivas sobre o futuro da energia mundial até 2035. Diante do aumento de 1,7 bilhão de pessoas da população mundial e do crescimento de 3,5% ao ano, seriam necessários investimentos em transporte de energia da ordem de US$ 38 bilhões. Países não membros da OCDE seriam responsáveis por 90% do acréscimo de demanda de energia, com a China assumindo papel proeminente. A procura por novas e mais limpas fontes de energia deve continuar ocorrendo nos próximos anos. Entretanto, a dependência das conhecidas fontes não renováveis continuará elevada. A participação das fontes de energia renováveis tende a passar de 3% em 2009 para 15% em 2035.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**********************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE :&amp;nbsp; &lt;span class="ecxref"&gt;FSP, 4/1, Mercado, p.B4.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-3009972663159203642?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/3009972663159203642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=3009972663159203642&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/3009972663159203642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/3009972663159203642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/relatorio-traz-panorama-energetico-para.html' title='Relatório traz panorama energético para o mundo até 2035'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-5163090125894613794</id><published>2012-01-04T08:02:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T08:02:53.310-08:00</updated><title type='text'>Profundezas antárticas têm novas espécies</title><content type='html'>Cientistas britânicos identificaram espécies nunca antes vistas de caranguejos, anêmonas, estrelas-do-mar e moluscos. As espécies vivem perto de chaminés vulcânicas submarinas da Antártida. Cientistas liderados por Alex Rogers, da Universidade de Oxford (Reino Unido) acabam de publicar a primeira descrição desse ambiente na revista especializada "PLoS Biology". Os dados ainda são preliminares, mas indicam que a região que os pesquisadores estudaram, localizada entre a América do Sul e o continente antártico, no mar de Scotia, é sui generis. Na região, a comunidade de seres vivos parece ter uma composição própria, distinta da de outros locais.&lt;br /&gt;**********************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE :&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;span class="ecxref"&gt;FSP, 4/1, Ciência, p.C11.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-5163090125894613794?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/5163090125894613794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=5163090125894613794&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/5163090125894613794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/5163090125894613794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/profundezas-antarticas-tem-novas.html' title='Profundezas antárticas têm novas espécies'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-1469339374571476680</id><published>2012-01-04T05:26:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T05:26:00.957-08:00</updated><title type='text'>CAXIAS DO SUL,RS : Município revitaliza áreas de lazer</title><content type='html'>&lt;div class="registro"&gt; &lt;table&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;table class="imagem floatLeft"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;  &lt;a class="highslide" getparams="null" href="http://multimidia2.correiodopovo.com.br/thumb.aspx?Caminho=multimidia/2012/01/02/230044.JPG&amp;amp;Tamanho=480&amp;amp;HW=1"&gt;&lt;img alt="O Parque dos Macaquinhos é um dos espaços que receberão melhorias&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;b&amp;gt;Crédito: &amp;lt;/b&amp;gt; CRISTOFER GIacomet / divulgação / cp" rel="O Parque dos Macaquinhos é um dos espaços que receberão melhorias&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;b&amp;gt;Crédito: &amp;lt;/b&amp;gt; CRISTOFER GIacomet / divulgação / cp" src="http://multimidia2.correiodopovo.com.br/thumb.aspx?Caminho=multimidia/2012/01/02/230044.JPG&amp;amp;Tamanho=250&amp;amp;HW=2" title="O Parque dos Macaquinhos é um dos espaços que receberão melhorias Crédito: CRISTOFER GIacomet / divulgação / cp" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="highslide-caption"&gt;O Parque dos Macaquinhos é um dos espaços que  receberão melhorias&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt; &lt;td class="legenda"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Com o apoio de diversas secretarias municipais, teve início  um programa de revitalização dos principais parques e praças de Caxias do Sul. O  trabalho prevê manutenção dos parquinhos, pintura dos cordões, meios-fios e  bancos, além de poda, ajardinamento e iluminação. Também estão programadas a  revisão e a troca de lixeiras e a manutenção de quadras  poliesportivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As melhorias já estão sendo executadas na praça João  Pessoa. Os serviços no Parque dos Macaquinhos começam nesta segunda-feira e no  Cinquentenário, no próximo dia 17. Estão previstos, também, trabalhos na lagoa  do Desvio Rizzo e em outras praças de Caxias do Sul, que terão início ao longo  de janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor-geral da Secretaria do Meio Ambiente, José Luiz  Plein, diz que as obras serão intensificadas durante este mês, para recuperar os  espaços e garantir a infraestrutura adequada aos frequentadores. Segundo ele,  decidiu-se começar o trabalho pelas praças centrais, que são os cartões-postais  da cidade. Em fevereiro, os representantes de cada secretaria vão avaliar a  segunda etapa do processo de recuperação das áreas de lazer.&lt;br /&gt;****************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : CORREIO DO POVO, edição de 2/janeiro/2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-1469339374571476680?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/1469339374571476680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=1469339374571476680&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/1469339374571476680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/1469339374571476680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/caxias-do-sulrs-municipio-revitaliza.html' title='CAXIAS DO SUL,RS : Município revitaliza áreas de lazer'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-4492937900239794202</id><published>2012-01-04T05:18:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T05:19:22.063-08:00</updated><title type='text'>Incêndio no Parque Delta do Jacuí se espalha, mas casas estão a salvo</title><content type='html'>Bombeiros de Porto Alegre, Guaíba e voluntários de Eldorado do Sul seguiam  combatendo um incêndio de grandes proporções no Parque Estadual do Delta do  Jacuí, na noite desta terça-feira. Apesar das chamas não estarem controladas, o  tenente Lauro Henkes relatou que não há risco para residências das vilas Cidade  Verde e da Paz, que ficam nas proximidades da área atingida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A situação  está relativamente tranquila, pois o vento está nos ajudando, soprando em  direção ao rio", informou o bombeiro. "É o sentido contrário às residências o  que ajuda a diminuir o risco de fogo nas casas", explicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equipes  trabalham desde o meio da tarde de segunda-feira no controle do incêndio. O fogo  começou na faixa de domínio da Concepa, às margens da BR 290, no km 106, em  Eldorado do Sul, e se alastrou por cerca de dois hectares. A área total do  Parque é de 23 mil hectares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Henkes afirmou que não é possível enfrentar  o fogo no meio da área de banhado entre a vegetação. "Não tem como entrar.  Precisamos esperar as chamas se aproximarem e, então, fazer o controle",  detalhou o tenente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas viaturas e dez homens, de Guaíba e Porto Alegre,  trabalham no incêndio. Eles também recebem auxílio dos bombeiros voluntários de  Eldorado do Sul. A chefe da Divisão de unidades de Conservação da Secretaira do  Meio Ambiente do Estado (Sema), Vânia Mara Ângelo da Costa, informou que a  secretária do Meio Ambiente, Jussara Cony, solicitou à Secretaria da Segurança  Pública um helicóptero da Brigada Militar para ajudar no combate ao  incêndio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="absMiddle" alt="" border="0" height="479" hspace="5" src="http://multimidia2.correiodopovo.com.br/thumb.aspx?Caminho=multimidia/2012/01/03/230425.JPG&amp;amp;Tamanho=480&amp;amp;HW=1" vspace="5" width="740" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;i&gt; Incêndio no Delta do  Jacuí não oferece risco imediato para residências | Foto: Fernando Mainar /  Especial CP&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*************************&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;FONTE : Correio do Povo, 3/janeiro/2012.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-4492937900239794202?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/4492937900239794202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=4492937900239794202&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/4492937900239794202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/4492937900239794202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/incendio-no-parque-delta-do-jacui-se.html' title='Incêndio no Parque Delta do Jacuí se espalha, mas casas estão a salvo'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-4271361982249532311</id><published>2012-01-04T05:13:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T05:13:00.156-08:00</updated><title type='text'>ONU diz que temperatura mais quente do oceano pode diminuir produção de peixes</title><content type='html'>&lt;em&gt;Em 24 anos, temperatura de ambientes marinhos subiu cerca 1,5 ºC. Regiões pobres do planeta podem ser as mais prejudicadas pelo aquecimento.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Relatório divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) afirma que o aquecimento das águas superficiais dos oceanos limita o movimento dos nutrientes e pode resultar em diminuição da produção de peixes, o que afetaria o cotidiano da população. Matéria do &lt;strong&gt;Globo Natureza&lt;/strong&gt;, em São Paulo, no &lt;strong&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/01/superficie-do-oceano-mais-quente-reduz-producao-de-peixes-diz-onu.html" target="_blank"&gt;G1&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Segundo as projeções apontadas no documento, a limitação do movimento ascendente dos nutrientes das águas mais profundas e frias (fenômeno conhecido como ressurgência) afetaria os grandes ecossistemas marinhos de países em desenvolvimento situados em áreas mais quentes na Ásia, África e América Latina, regiões que são dependentes dos recursos costeiros para segurança alimentar.&lt;br /&gt;Foram analisadas 64 áreas classificadas como grandes ecossistemas marinhos (que incluem bacias hidrográficas e estuários) e verificou-se que entre 1982 e 2006, houve elevação da temperatura em 61 zonas (sendo que três delas estão no Brasil).&lt;br /&gt;Além disso, em cerca de um terço dessas áreas a temperatura tem se elevado até quatro vezes mais rápido do que as tendências de aquecimento global relatadas pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC).&lt;br /&gt;Consequências&lt;br /&gt;Uma das regiões onde foi constatada elevação rápida da temperatura é a do Mar Báltico, no nordeste da Europa e que banha nove países. Segundo o órgão da ONU, em 24 anos a temperatura na superfície do oceano se elevou em 1,35 ºC.&lt;br /&gt;O documento aponta que o degelo nas regiões próximas ao Ártico poderia amornar a água e elevar a quantidade de pesca nesta região (que inclui também o Mar da Noruega), porém, o tamanho dos peixes diminuiria.&lt;br /&gt;Este efeito sobre a população reprodutora, de acordo com o Pnud, pode resultar no colapso de outras espécies de peixes. O relatório recomenda neste caso providências para estabelecer níveis de captura sustentáveis para a pesca em latitudes mais quentes.&lt;br /&gt;Outro ponto abordado pelo estudo é a inclusão de medidas para sustentar a pesca marinha, restaurar e proteger os habitats costeiros, principalmente os sumidouros de carbono, e reduzir a carga de poluentes no oceano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a7r"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 04/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-4271361982249532311?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/4271361982249532311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=4271361982249532311&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/4271361982249532311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/4271361982249532311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/onu-diz-que-temperatura-mais-quente-do.html' title='ONU diz que temperatura mais quente do oceano pode diminuir produção de peixes'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-938874490287502958</id><published>2012-01-04T05:10:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T05:10:06.134-08:00</updated><title type='text'>ONU: 2012 será o Ano Internacional de Energia Sustentável para Todos</title><content type='html'>&lt;em&gt;Objetivo é aumentar conscientização sobre eficiência energética e acesso sustentável aos recursos da área; em junho próximo, líderes internacionais se reunirão no Rio de Janeiro para Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="attachment_209348"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/wp-content/uploads/2011/12/Energy_UNEP.jpg"&gt;&lt;img alt="" height="300" src="http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/wp-content/uploads/2011/12/Energy_UNEP.jpg" title="Energy_UNEP" width="350" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;Foto: Pnuma&lt;/div&gt;&lt;em&gt;Mônica Villela Grayley&lt;/em&gt;&lt;em&gt;, da Rádio ONU em Nova York&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou 2012, o Ano Internacional de Energia Sustentável para Todos.&lt;br /&gt;O objetivo da iniciativa é chamar a atenção para a importância de se aumentar o acesso à energia renovável em todas as partes do mundo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fontes Modernas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Segundo as Nações Unidas, cerca de 1,4 bilhão de pessoas ainda não têm acesso a fontes modernas de energia.&lt;br /&gt;E 3 bilhões dependem de recursos da “biomassa tradicional” como o carvão para atividades diárias como aquecimento e cozimento de alimentos.&lt;br /&gt;Os serviços de energia têm um efeito profundo na produtividade, na saúde e na educação, além da segurança alimentar e serviços de comunicação.&lt;br /&gt;De acordo com especialistas, a falta de acesso à energia limpa e barata impede o desenvolvimento sócio-econômico e humano de comunidades inteiras.&lt;br /&gt;O acesso à energia sustentável é também uma das ferramentas para que o mundo alcance os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2011/12/2012-sera-o-ano-internacional-de-energia-sustentavel-para-todos/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Rádio ONU&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a7u"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 04/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-938874490287502958?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/938874490287502958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=938874490287502958&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/938874490287502958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/938874490287502958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/onu-2012-sera-o-ano-internacional-de.html' title='ONU: 2012 será o Ano Internacional de Energia Sustentável para Todos'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-3218324623517010964</id><published>2012-01-04T05:07:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T05:07:29.008-08:00</updated><title type='text'>Nogueira Neto, decano dos ecólogos, teme pelo futuro da Serra do Mar</title><content type='html'>Bastaram vinte minutos de conversa para Paulo Nogueira Neto demonstrar lucidez e modéstia. Um andar calmo, porém dificultado pelos 89 anos de idade, deixa ainda evidente o perfil de um ambientalista de discurso bastante moderado. Não é por menos: em plena ditadura militar – governo que incentivou fortemente a agricultura e indústria – ele conseguiu criar as bases para o que se pode chamar de uma política nacional de defesa do meio ambiente.Em 1973 – então naturalista e barachel em ciências jurídicas e sociais pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) – Nogueira Neto foi convidado pelo governo militar de Ernesto Geisel para criar e dirigir, em Brasília, a Secretaria Especial do Meio Ambiente, hoje embrião do Ministério de Meio Ambiente. Por lá ficou 12 anos. “Os ministros hoje me consideram ministro &lt;em&gt;honoris causa&lt;/em&gt; porque nas fotografias na parede do ministério a minha aparece em primeiro. Mas na realidade eu nunca fui ministro”, supõe.&lt;br /&gt;Em uma época em que pessoas preocupadas com o meio ambiente “enchiam uma Kombi”, como brinca, ele conseguiu criar quase 5 milhões de hectares de reservas ecológicas e áreas de proteção ambiental. Também ajudou a formar o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e foi responsável pela elaboração das primeiras legislações ambientais do país: as Leis 6.902 e 6.938, de 1981.  “Nós conseguimos elaborar a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente, que está em vigor até hoje. Fizemos com que ela fosse unanimemente aprovada pelo governo e oposição. Inclusive, tem até um detalhe curioso: a minha mulher era uma das maiores amigas da esposa do Ulysses Guimarães, que era um dos líderes da oposição. Por isso eu frequentava a casa do líder da oposição, mesmo sendo do governo. E essa lei foi feita com a colaboração de governo e oposição – coisa rara naquele período”, orgulha-se.&lt;br /&gt;Nogueira Neto esteve na Unicamp na tarde de segunda-feira (19), a convite do Programa de Pós-Graduação em Ecologia do Instituto de Biologia (IB). Ele participou da banca examinadora do doutorando Carlos Barros de Araújo, que pesquisou os psitacídeos do cerrado. “Os psitacídeos são os papagaios, araras e periquitos. A livre-docência do doutor Paulo Nogueira foi sobre psitacídeos. Historicamente no Brasil há muito pouca gente trabalhando com esses bichos”, justificou Carlos de Araújo, que já foi aluno do ornitólogo &lt;a href="http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/agosto2010/ju471pdf/Pag11.pdf"&gt;Jacques Vielliard&lt;/a&gt;, falecido no final de 2009. O trabalho foi orientado e co-orientado, respectivamente, pelos professores Luiz Octavio Marcondes Machado e Gabriel Correia Costa. Também participaram da banca, os docentes Wesley Rodrigues Silva, José Augusto Mannis e Carlos da Cruz Bianchi.&lt;br /&gt;Na entrevista, concedida minutos antes da defesa da tese, Nogueira Neto falou sobre os desafios do período em que esteve à frente do principal órgão ambiental do país. Também tratou de questões atuais, como as propostas de mudanças no Código Florestal, a instalação da Usina de Belo Monte e a Conferência do Clima em Durban, na África do Sul. Defendeu uma compensação ambiental para o carbono gerado pela exploração do pré-sal. E ainda alertou para o fato de que a Serra do Mar poderá se tornar “uma grande ocupação porque o pré-sal está em frente”. A população que vai trabalhar na extração do pré-sal poderá morar junto à Serra do Mar numa espécie de invasão a um dos maiores patrimônios do país. “Ou nos organizamos ou então as pessoas vão invadir a Serra do Mar”, prevê.&lt;br /&gt;Ainda ativo, toda semana ele vai a Brasília cuidar dos assuntos ambientais, garante. Membro do Conama, presidente emérito da W.W.F Brasil, Nogueira Neto continua fazendo palestras e escrevendo artigos sobre meio ambiente e a criação de abelhas indígenas sem ferrão, uma paixão que mantém por toda a vida.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portal Unicamp – &lt;/strong&gt;A sua trajetória é marcada desde a década de 50 pela defesa das questões ambientais. Como avalia, de lá pra cá, esse movimento em defesa do meio ambiente?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paulo Nogueira Neto - &lt;/strong&gt;A avaliação pode ser marcada pelo seguinte fato: quando me convidaram para ser secretário de meio ambiente, para cuidar do meio ambiente do Brasil todo, eles me deram três salas e cinco funcionários. Isso foi em 1973. As pessoas preocupadas com o meio ambiente cabiam em uma Kombi. Era um pequeno grupo no Rio de Janeiro… No Nordeste as pessoas cabiam em meia Kombi (risos), no Sul tinha mais gente, já eram necessárias, talvez, duas kombis… Enfim era nada.&lt;br /&gt;A minha entrada para a política de meio ambiente aconteceu de maneira muito curiosa: pediram para eu fazer uma crítica ao decreto que tinha saído criando a Sema – Secretaria Especial de Meio Ambiente. E eu lasquei o decreto, critiquei muito, disse que era muito fraco… Quando eu acabei de criticar o decreto me perguntaram se eu concordaria em ser o secretário. Aí eu disse pra eles (risos): se minha mulher concordar, eu aceito. Porque minha mulher tinha uma vida familiar muito intensa. Para mudar para Brasília seria um sacrifício muito grande pra ela. Mas ela concordou e nós fomos para lá.  E eu fiquei em Brasília pelo curto prazo de 14 anos, 12 anos e meio na área federal e um ano e meio criando a organização ambiental do Distrito Federal, a Sematec – Secretaria do Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia. Então, eu vi nascer esse movimento todo, que hoje é o Ministério. Inclusive, os ministros hoje me consideram ministro &lt;em&gt;honoris causa&lt;/em&gt; porque nas fotografias na parede do ministério a minha aparece em primeiro. Mas na realidade eu nunca fui ministro.&lt;br /&gt;Agora, a avaliação atual que podemos fazer é utilizando o exemplo da última eleição para presidente, pelo voto do povo. A Marina Silva, em uma semana de campanha ambiental intensa, praticamente dobrou os votos e teve cerca de 19 milhões de votos. Isso mostra que o meio ambiente mexe com todo mundo, que a população está de acordo e que tem uma repercussão muito ampla. A própria Dilma sempre deu importância ao tema, eu mesmo já conversei algumas vezes com ela.&lt;br /&gt;No momento, o meio ambiente está servindo para criar uma nova ideologia: ideologia política, no sentido de governo, de governança. Não é no sentido de partido político. Por uma boa qualidade de vida, as pessoas não podem dispensar os brados ambientais, juntamente com educação de um lado e saúde do outro. São coisas básicas para o bem-estar da população. Eu até digo: essa nova ideologia foi criada há dois mil anos, quando Cristo instituiu o mandamento do amor a Deus e do amor ao próximo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unicamp.br/unicamp/imagens/nogueiramontagem290x1092jpg"&gt;&lt;img align="right" alt="nogueira_montagem_290x1092_.jpg" height="1092" src="http://www.unicamp.br/unicamp/sites/unicamp.br/files/imagens/nogueira_montagem_290x1092_.jpg" width="290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Portal Unicamp -&lt;/strong&gt; O senhor acha que a situação mundial é crítica em relação às questões ambientais, principalmente com o aquecimento global?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paulo Nogueira Neto –&lt;/strong&gt; Ou o mundo toma medidas fortes para combater o aquecimento climático ou nós vamos ter um aumento da temperatura média superior a dois graus. E isso vai ser um desastre completo. No Brasil, o aquecimento climático já é um grande desastre que passa despercebido por muita gente. Por exemplo: no estado do Rio de Janeiro, no ano passado, na época de chuva, morreram duas mil pessoas. Duas mil pessoas é o número de mortos que teve a revolução constitucionalista de 1932, em São Paulo. Não é pouca coisa. Temos que tomar medidas sérias para dar condições de habitação e também para melhorar o nível de vida de toda a população.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portal Unicamp – &lt;/strong&gt;O senhor concorda que os recentes vazamentos de petróleo na costa brasileira evidenciam a questão da fiscalização como um dos grandes problemas ao meio ambiente do Brasil?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paulo Nogueira Neto – &lt;/strong&gt;Eu concordo que os desastres no Caribe e esse mais recente aqui no país mostram que cuidados especiais precisam ser tomados. Quem vai buscar petróleo a sete ou oito quilômetros de profundidade tem que tomar todos os cuidados porque os perigos e riscos são muitos.&lt;br /&gt;E aqui no Estado de São Paulo eu digo mais: numa certa ocasião eu tive a oportunidade de dizer isso para o governador, quando ele me concedeu um prêmio de meio ambiente no mês passado. Eu disse: ‘olhe, nós aqui temos que evitar que a Serra do Mar se torne uma grande ocupação porque o pré-sal está em frente. E a população que vai trabalhar na extração do pré-sal poderá morar junto a Serra do Mar’. Ou nós organizamos ou então as pessoas vão invadir a Serra do Mar… Numa noite o sujeito faz um rancho… Aqui já houve isso na Via Anchieta. Temos que imediatamente tomarmos medidas para que a exploração do pré-sal seja feita com todo cuidado.&lt;br /&gt;É preciso levar em conta o carbono que o pré-sal vai trazer para a superfície. Isso precisa ser combatido e só se faz somente de um jeito: protegendo as florestas existentes e plantando mais florestas. O dinheiro do pré-sal deve ser usado para compensar a emissão deste carbono.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portal Unicamp – &lt;/strong&gt;O senhor tocou na questão da ocupação, um dos pontos discutidos pelo Código Florestal. Qual sua opinião sobre as propostas de mudanças?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paulo Nogueira Neto – &lt;/strong&gt;As propostas de mudança do Código desagradaram a todos os ambientalistas, embora achássemos que ele poderia ser modificado para melhor. Mas o Senado melhorou, saiu do Senado bem melhor do que entrou. Vamos ver se a Câmara vai aprovar ou não. Agora, os ambientalistas de um modo geral não estão satisfeitos porque muita coisa poderia ser melhorada. E os ruralistas também não estão satisfeitos porque eles gostariam de aumentar ainda mais suas plantações. Eu também acho que podem aumentar a plantação, desde que isso seja feito respeitando o meio ambiente, dentro do que seja admissível. Temos esperança de que a nova legislação vai contribuir de certo modo para que o meio ambiente seja respeitado, principalmente face ao aquecimento climático.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portal Unicamp – &lt;/strong&gt;Outra polêmica é a implantação da Usina de Belo Monte. Como avalia o debate sobre este tema no país?&lt;br /&gt;Paulo Nogueira Neto – A Usina de Belo Monte recebeu tantos estudos contrários que por medida de prudência deveríamos substituir Belo Monte por outras formas de energia. A minha esperança pelas experiências que vem sendo feitas em vários países – inclusive a USP tem um núcleo trabalhando nisso – é a fusão nuclear, que é a energia que provém do sol. A fusão é muito pouco poluente e produziria eletricidade em grande quantidade a partir do teste com dois isótopos de hidrogênio. Teríamos que ter uma discussão sobre isso a longo prazo, para os próximos 20 anos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portal Unicamp – &lt;/strong&gt;O senhor acompanhou as discussões sobre a Conferência do Clima em Durban?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paulo Nogueira Neto – &lt;/strong&gt;Estou acompanhado de longe… Na reunião anterior, há muitos anos, eu estive lá. Esta última conferência teve um resultado muito bom: China e EUA concordam que não basta o falatório, que é preciso agir. Só isso já valeu a reunião, embora não tenha sido o ideal, porque não houve assinatura do projeto detalhado. Mas já foi dito que estes países estarão de acordo em colaborar para as medidas necessárias para evitar que mais carbono seja jogado na atmosfera.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portal Unicamp – &lt;/strong&gt;Como acadêmico e cientista, gostaria que analisasse o papel das universidades e a da própria ciência para as questões relacionadas à preservação ambiental?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paulo Nogueira Neto – &lt;/strong&gt;É fundamental e básico. Tudo que se possa fazer e que tenha um grande impacto na humanidade tem que ser feito de uma maneira cientificamente aceitável. E a base é a universidade. O papel da universidade sempre foi e sempre será absolutamente essencial. E inclusive a minha vida foi toda essa: junto com a universidade, dentro da universidade e com apoio da universidade é que eu pude fazer alguma coisa em favor do meio ambiente pelo país. E continuo fazendo porque ainda sou membro do Conselho Federal de Meio Ambiente. Toda semana eu passo em Brasília para cuidar dos assuntos ambientais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portal Unicamp – &lt;/strong&gt;O senhor é autor, entre outros, de o &lt;em&gt;Diário de Paulo Nogueira-Neto – Uma trajetória ambientalista&lt;/em&gt;. Neste seu diário, a sua trajetória profissional é relatada em detalhes. Que fato de sua vida profissional em defesa do meio ambiente lhe marcou e que é relatada em seu livro?&lt;br /&gt;São muitas estórias. Mas tem uma que foi decisiva para o meio ambiente e que é pouco conhecida. Nós conseguimos elaborar a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente, que está em vigor até hoje. Conseguimos fazer com que ela fosse unanimemente aprovada pelo governo e pela oposição. Inclusive, tem até um detalhe curioso: a minha mulher era uma das maiores amigas da esposa do Ulysses Guimarães, que era um dos líderes da oposição. Por isso eu frequentava a casa do líder da oposição, mesmo sendo do governo. E essa lei foi feita com a colaboração de governo e oposição – coisa rara naquele período. E saiu a Lei e uma parte da indústria pediu ao Figueiredo que vetasse 13 artigos – a Lei tinha 26. Aí eu escrevi para o Figueiredo: ‘ou nós aprovamos esta Lei de verdade ou não poderemos ter um bom meio ambiente’. E entre a minha opinião e a opinião da indústria, ele seguiu exatamente a minha opinião. Então foi a nossa primeira grande vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : &lt;a href="http://www.unicamp.br/unicamp/divulgacao/2011/12/21/nogueira-neto-decano-dos-ecologos-teme-pelo-futuro-da-serra-do-mar" target="_blank"&gt;Entrevista&lt;/a&gt; socializada pelo &lt;strong&gt;Portal Unicamp&lt;/strong&gt; e publicada pelo &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a7A"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 04/01/2012&lt;br /&gt;&lt;em&gt;[ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao Ecodebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ]&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-3218324623517010964?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/3218324623517010964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=3218324623517010964&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/3218324623517010964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/3218324623517010964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/nogueira-neto-decano-dos-ecologos-teme.html' title='Nogueira Neto, decano dos ecólogos, teme pelo futuro da Serra do Mar'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-4752394020122810011</id><published>2012-01-04T05:04:00.001-08:00</published><updated>2012-01-04T05:04:57.593-08:00</updated><title type='text'>População humana e seus animais domesticados, artigo de José Eustáquio Diniz Alves</title><content type='html'>O ser humano começou a dominar a agricultura e a domesticar os animais durante a chamada “revolução neolítica”, há cerca de 10 mil anos. Com o acesso regular aos grãos e às carnes, houve uma melhora na alimentação, o que possibilitou que o aumento demográfico se mantivesse lento, mas crescente ao longo dos séculos. Calcula-se que no ano 1 da Era Cristã a população mundial estivesse em 250 milhões de habitantes, passando para 500 milhões por volta do ano 1500, um bilhão por volta do ano 1800 e sete bilhões de habitantes em 2011.&lt;br /&gt;De revolução em revolução, o homo sapiens se espalhou por todos os cantos do Planeta e se tornou uma espécie onipresente e quase onipotente. Mas existem pessoas que consideram que o ser humano é muito “espaçoso” e não se importa com a biodiversidade e a sobrevivência de outras espécies. Inúmeras pesquisadores consideram grave o fato de o ser humano já ter uma pegada ecológica maior do que a Terra pode sustentar.&lt;br /&gt;Outros, como a revista National Geographic, acham que, colocados lado a lado, os sete bilhões de habitantes do mundo cabem dentro dos limites de uma cidade grande, como a região metropolitana de São Paulo.&lt;br /&gt;Porém, as pessoas não vivem em pé, lado a lado, e precisam de casas para morar, escolas para estudar, hospitais para se tratar, áreas de lazer, etc. Principalmente, precisam de terras para cultivar grãos, legumes, hortaliças e espalhar os rebanhos que são fontes ricas e fartas de proteína. Desta forma, a ação humana vai muito além dos seus limites físicos. Para medir o impacto ecológico da humanidade é preciso levar em consideração o conjunto das atividades antrópicas.&lt;br /&gt;Vejamos apenas o número dos principais rebanhos terrestres a serviço dos interesses dos sete bilhões de humanos. Segundo dados de 2009 da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) existiam no mundo 19 bilhões de galinhas, 1,4 bilhão de bovinos, 1 bilhão de porcos, 1 bilhão de ovelhas e um número considerável de cabritos, búfalos, coelhos, capivaras, javalis, avestruzes, gansos, perus, patos, etc. Sem contar outros animais domesticados (humanificados) como cavalos, camelos, gatos, cachorros, etc.&lt;br /&gt;A China tinha 4,7 bilhões de galinhas (3,6 por habitante), 451 milhões de porcos, 128 milhões de ovelhas e 80 milhões de vacas e bois. Assim, em 2009, a China era proprietária dos maiores rebanhos suíno, ovino e avícolo. O Brasil, com o maior rebanho bovino do mundo, tinha 210 milhões de vacas e bois (o Brasil tem mais gado do que gente). Tinha também 1,2 bilhão de galinhas (6,5 por habitante), 40 milhões de porcos e 16 milhões de ovelhas. Os Estados Unidos tinham 2 bilhões de galinhas (6,8 por habitante), 100 milhões de vacas e bois, 65 milhões de porcos e 6 milhões de ovelhas. A Índia também possui consideráveis rebanhos bovino, suíno, ovino e forte avicultura.&lt;br /&gt;Não é preciso muito esforço para imaginar o quanto de terra, água e ar é preciso para alimentar todo estes rebanhos que servem para saciar a fome e até a gula dos seres humanos. O gado bovino, por exemplo, tem um impacto ecológico enorme. Além da grande quantidade de terras necessárias para as pastagens (muitas delas obtidas por meio de desmatamento de florestas, cerrados e savanas), calcula-se que na produção de um quilo de carne bovina são gastos 15 mil litros de água, conforme estimativa do pesquisador John Anthony Allan, que usa a metodologia da chamada “água virtual”, considerando todas as etapas da cadeia produtiva.&lt;br /&gt;Além disto, o boi e a vaca são animais ruminantes, cujo processo digestivo provoca uma fermentação que faz o animal liberar muito gás metano. O metano é o segundo gás que mais contribui para o efeito estufa, sendo 21 vezes mais poluente do que o gás carbônico (CO2). Cada animal bovino adulto libera cerca de 56 quilos de metano por ano. Portanto, os 1,4 bilhão de bois e vacas do mundo liberam algo em torno de 78 milhões de toneladas de metano por ano, o que é uma contribuição significativa para o aquecimento global.&lt;br /&gt;O impacto ecológico de todos os animais domesticados para uso alimentar (galinhas, vacas e bois, ovelhas, porcos, búfalos, patos, etc) ou para lazer e outros desfrutes (cavalos, cachorros, gatos, etc.) é enorme. Por exemplo, o desmate das franjas da floresta amazônica não está sendo feito tanto pela ocupação propriamente humana, mas sim para a venda de madeiras, a propriedade do solo e a criação de áreas de pastagens para o gado. A densidade demográfica da Amazônia legal é baixa, mas as áreas devastadas, a ferro e fogo, são enormes. Segundo o jornalista Leão Serva (FSP, 20/12/2011), 35% da floresta amazônica foi desmatada ou degradada nos últimos 23 anos.&lt;br /&gt;A cada dia fica mais claro que a continuidade do crescimento da população e de seus rebanhos é uma séria ameaça ao meio ambiente e à biodiversidade. Além disto, o consumo excessivo de carnes provoca a obesidade e diversos problemas de saúde. Atualmente, em várias regiões do mundo, a obesidade mata mais do que a fome.&lt;br /&gt;Assim, para minorar o impacto ambiental e melhorar a saúde individual existem campanhas para a diminuição do consumo de carne, tais como: “Um dia sem carne: o planeta agradece!” (Meatless Day). Nestas campanhas se considera que a alimentação sem produtos de origem animal aumenta a disposição e diminui os estragos no planeta, pois ajuda a) evitar câncer; b) perder peso; c) baixar o colesterol.&lt;br /&gt;Além das campanhas de um dia sem carne existe a dieta vegetariana que propõe diminuir ao máximo o uso de carnes e até mesmo evitar qualquer alimento de origem animal. As dietas vegetarianas buscam substituir as proteínas animais por alimentos ricos em carboidratos, fibras dietéticas, magnésio, potássio, etc. Uma alimentação vegetariana adequada pode ser capaz de atender às necessidades nutricionais do organismo, na medida em que se garanta a adequada combinação dos alimentos.&lt;br /&gt;Porém, o vegetarianismo é muito mais do que uma preocupação com o aquecimento global. Antes de tudo é uma filosofia que remonta à antiguidade e se baseia na concepção de respeito aos animais e na negação da suposta superioridade humana. O vegetarianismo filosófico defende a vida animal e condena o consumo de carne por motivos morais e por solidariedade entre as espécies. Entre grandes personalidades vegetarianas da história se destacam Buda, Plutarco, Ovídio, Leonardo da Vinci, Tolstoi, Mahatma Gandhi, etc.&lt;br /&gt;Nesta mesma linha, o Veganismo é uma filosofia de vida motivada por princípios filosóficos e éticos, tendo como base os direitos inalienáveis de todos os animais. Os veganos defendem o boicote a qualquer produto de origem animal ou de produtos que tenham sido testados em animais, incluindo o não uso de vestuário proveniente de animais (como couro e peles); cosméticos, produtos de limpeza, alimentos, os esportes como corridas de cachorros, touradas e até os animais usados em circos. O vegano é contra o antropocentrismo e considera que os animais possuem existência própria e não foram feitos para a alimentação ou o desfrute humano. Os animais devem ser sujeitos de direitos, assim com existem os direitos humanos. Os veganos consideram o especismo uma forma de discriminação e também combatem o uso de animais em experiências de laboratórios.&lt;br /&gt;Por tudo isto, pode-se até concordar que ao longo da história a domesticação dos animais tenha provocado uma revolução na economia e na alimentação humana. Porém, se a humanidade, no passado, soube tirar proveito da natureza e dos animais, ganhando densidade, volume e espaços em todos os cantos do mundo, isto se deveu muito mais ao egoísmo e ao desfrute da biodiversidade para interesse próprio, do que do uso da sabedoria, da inteligência e dos princípios ambientais éticos e morais. O ser humano se domesticou domesticando animais. A radicalização desta trajetória leva à substituição de uma possível sinergia pela entropia.&lt;br /&gt;É cada vez maior a percepção de que o domínio humano sobre a natureza e sobre as outras espécies está seguindo uma rota rumo ao precipício. A visão utilitarista do uso indiscriminado do meio ambiente e dos demais seres vivos para satisfazer o apetite e consumo próprio pode levar a espécie humana ao suicídio e, pior ainda, ao biocídio, pois o ser humano esta se tornando o “predador de outras espécies”.&lt;br /&gt;A ideia de que o ser humano é a espécie mais avançada do mundo, e até mesmo do universo, se desnuda, a cada dia, parecendo mais uma simples manifestação de arrogância. Isto é o que se chama de especismo, que é a discriminação de uma espécie sobre outras, ocorrendo, em geral, quando os seres racionais se consideram superiores aos seres sencientes não racionais.&lt;br /&gt;Para estar no ápice da evolução, uma espécie precisa, antes de tudo, saber respeitar a sua casa (Gaia, Pachamama, etc.) e seus vizinhos (biodiversidade). Por meio da dominação e da exploração e sem uma convivência respeitosa entre todos os seres vivos, o que cresce são os riscos de que a diversidade da vida sucumba em um futuro cada vez menos distante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**********************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;FONTE : &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/?s=Jos%C3%A9+Eust%C3%A1quio+Diniz+Alves" target="_blank"&gt;José Eustáquio Diniz Alves&lt;/a&gt;, colunista do EcoDebate, é Doutor em demografia e professor titular do mestrado em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE; Apresenta seus pontos de vista em caráter pessoal. E-mail: jed_alves@yahoo.com.br&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a7B"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 04/01/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-4752394020122810011?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/4752394020122810011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=4752394020122810011&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/4752394020122810011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/4752394020122810011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/populacao-humana-e-seus-animais.html' title='População humana e seus animais domesticados, artigo de José Eustáquio Diniz Alves'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-6201551766078583068</id><published>2012-01-02T09:10:00.000-08:00</published><updated>2012-01-02T09:10:04.975-08:00</updated><title type='text'>*Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção*</title><content type='html'>*As espécies da fauna brasileira ameaçada de extinção representam hoje&lt;br /&gt;três vezes mais que o número divulgado pelo Ministério do Meio Ambiente&lt;br /&gt;(MMA) em 1989. Este é o registro da edição lançada, em novembro, pelo órgão&lt;br /&gt;ambiental. O “Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção”&lt;br /&gt;traz uma lista de 627 espécies de animais em situação de risco. A cerimônia&lt;br /&gt;de lançamento contou com a presença do ministro Carlos Minc, da&lt;br /&gt;secretária-executiva do MMA, Izabella Teixeira, da secretária de&lt;br /&gt;Biodiversidade e Florestas, Maria Cecília Wey de Brito, do presidente&lt;br /&gt;do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio),&lt;br /&gt;Rômulo Mello, e do presidente do IBAMA, Roberto Messias. Minc e Rômulo Mello&lt;br /&gt;assinaram portaria que define procedimentos e atribuições do MMA e do&lt;br /&gt;ICMBio quando da atualização de Listas Nacionais Oficiais de Espécies&lt;br /&gt;Ameaçadas de Extinção.*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Os livros vermelhos trazem as descrições das espécies consideradas&lt;br /&gt;sob ameaça de extinção e servem para alertar os tomadores de decisão,&lt;br /&gt;especialistas e opinião pública quanto às conseqüências sobre o&lt;br /&gt;patrimônio genético do planeta. As Listas Nacionais Oficiais de Espécies da Fauna&lt;br /&gt;Ameaçadas de Extinção constituem a base dos livros vermelhos e são&lt;br /&gt;consideradas importantes ferramentas para a conservação dessas&lt;br /&gt;espécies.&lt;br /&gt;Por meio delas, são concebidos os programas de recuperação das&lt;br /&gt;espécies&lt;br /&gt;ameaçadas, as propostas de implantação de unidades de conservação, as&lt;br /&gt;medidas mitigadoras de impactos ambientais e os programas de pesquisa.&lt;br /&gt;Com&lt;br /&gt;as listas, é possível identificar como as ações humanas afetam a&lt;br /&gt;possibilidade de extinção das espécies.*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Ameaça*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*As listas de espécies ameaçadas também referenciam a aplicação da Lei&lt;br /&gt;9605/98 &amp;lt;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9605.htm" target="_blank"&gt;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9605.htm&lt;/a&gt;&amp;gt;, de&lt;br /&gt;Crimes&lt;br /&gt;Ambientais. De acordo com o Artigo 15, entre as circunstâncias que&lt;br /&gt;agravam&lt;br /&gt;a pena, quando não constituem ou qualificam o crime, está o ato de&lt;br /&gt;atingir&lt;br /&gt;espécies ameaçadas, listadas em relatórios oficiais das autoridades&lt;br /&gt;competentes.*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*A edição em dois volumes reúne dados sobre a biologia, distribuição&lt;br /&gt;geográfica, presença em unidades de conservação, principais ameaças,&lt;br /&gt;estratégias de conservação, indicações de especialistas e de núcleos&lt;br /&gt;de&lt;br /&gt;pesquisa e conservação envolvidos com as espécies.*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Das 627 espécies, 618 estão classificadas em três categorias de risco&lt;br /&gt;de&lt;br /&gt;extinção - "criticamente em perigo, em perigo, e vulnerável". Outras&lt;br /&gt;nove&lt;br /&gt;espécies estão em uma das duas categorias de extinção: "extinta e&lt;br /&gt;extinta&lt;br /&gt;na natureza".*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*A análise geográfica revela que a ameaça não está distribuída de&lt;br /&gt;forma&lt;br /&gt;homogênea no território nacional. Os biomas Mata Atlântica e Cerrado&lt;br /&gt;respondem por mais de 72% das espécies da lista, com um total de 458&lt;br /&gt;espécies. Mais de 60% das espécies presentes na lista estão&lt;br /&gt;distribuídas na&lt;br /&gt;Mata Atlântica.*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Para o ministro Minc, o desmatamento, a expansão do plantio de soja e&lt;br /&gt;o&lt;br /&gt;modelo predador de ocupação territorial são responsáveis pelo aumento&lt;br /&gt;do&lt;br /&gt;número de espécies ameaçadas. Segundo ele, é preciso haver um esforço&lt;br /&gt;de&lt;br /&gt;toda a sociedade para reduzir o número de espécies da lista. O&lt;br /&gt;ministro&lt;br /&gt;anunciou a intenção de somar esforços com Fernando Haddad, da&lt;br /&gt;Educação,&lt;br /&gt;para que todas as escolas brasileiras recebam um exemplar do Livro&lt;br /&gt;Vermelho.&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Confira no quadro alguns dados registrados no Livro Vermelho da Fauna&lt;br /&gt;Brasileira Ameaçada de Extinção.*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Regitros da Lista Oficial das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçada&lt;br /&gt;de&lt;br /&gt;Extinção:*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em 15 anos o número de espécies ameaçadas triplicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 627 espécies estão em situação de risco (618 espécies estão em&lt;br /&gt;uma das&lt;br /&gt;categorias de ameaça - "criticamente em perigo, em perigo,&lt;br /&gt;vulnerável").&lt;br /&gt;- Nove espécies figuram em uma das duas categorias de extinção&lt;br /&gt;(extinta&lt;br /&gt;ou extinta na natureza).&lt;br /&gt;- Os vertebrados correspondem a 67% do total de espécies ameaçadas.&lt;br /&gt;Aves&lt;br /&gt;e peixes correspondem a 50% do total de espécies brasileiras&lt;br /&gt;ameaçadas.&lt;br /&gt;- Os insetos correspondem ao terceiro grupo com mais espécies na&lt;br /&gt;lista&lt;br /&gt;de ameaçadas (pouco mais de 15% do total).&lt;br /&gt;- Mamíferos apresentam a maior parcela de espécies ameaçadas em&lt;br /&gt;relação&lt;br /&gt;ao total de espécies no país (cerca de 10%  das espécies de&lt;br /&gt;mamíferos brasileiras estão na lista).&lt;br /&gt;- 7% das espécies de vertebrados do país estão ameaçados de&lt;br /&gt;extinção.&lt;br /&gt;- 79% das espécies na atual lista de ameaça não estavam presentes&lt;br /&gt;na&lt;br /&gt;lista anterior (correspondente a 489 espécies).&lt;br /&gt;- 79 espécies foram retiradas da lista de ameaçadas.&lt;br /&gt;- Os biomas Mata Atlântica e Caatinga apresentam mais de 22% de&lt;br /&gt;espécies&lt;br /&gt;na categoria "criticamente em perigo".&lt;br /&gt;- Os biomas Pantanal e Cerrado possuem as maiores proporções de&lt;br /&gt;espécies&lt;br /&gt;na categoria "vulnerável".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;******************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE :&amp;nbsp; Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção - Volume I&lt;br /&gt;&amp;lt;&lt;a href="http://www.mma.gov.br/estruturas/sbf2008_dcbio/_publicacao/147_public" target="_blank"&gt;http://www.mma.gov.br/estruturas/sbf2008_dcbio/_publicacao/147_public&lt;/a&gt;...&amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção - Volume II&lt;br /&gt;&amp;lt;&lt;a href="http://www.mma.gov.br/estruturas/sbf2008_dcbio/_publicacao/147_public" target="_blank"&gt;http://www.mma.gov.br/estruturas/sbf2008_dcbio/_publicacao/147_public&lt;/a&gt;...&amp;gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-6201551766078583068?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/6201551766078583068/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=6201551766078583068&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/6201551766078583068'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/6201551766078583068'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2012/01/livro-vermelho-da-fauna-brasileira.html' title='*Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção*'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-3673370490947206568</id><published>2011-12-30T03:25:00.001-08:00</published><updated>2011-12-30T03:25:29.253-08:00</updated><title type='text'>À revelia dos Estados nordestinos, Brasil decidirá em 2012 se constrói novas usinas nucleares</title><content type='html'>O Brasil vai decidir em 2012 se seguirá ou não com o projeto para construção de pelo menos quatro novas usinas nucleares, como estava previsto até o início deste ano. O plano de expansão nuclear sofreu um duro golpe com acidente de Fukushima, em março de 2011. O vazamento de material radioativo no Japão –devido a um tsunami ocasionado por um terremoto– teve impacto no outro lado do mundo e paralisou os projetos para instalação de novas usinas. Por enquanto, o plano brasileiro segue com a construção de Angra 3, que não foi paralisada após o acidente no Japão. Reportagem de Aliny Gama e Carlos Madeiro, do &lt;strong&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/12/29/a-revelia-dos-estados-nordestinos-brasil-decidira-em-2012-se-constroi-novas-usinas-nucleares.jhtm" target="_blank"&gt;UOL Notícias&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;A meta inicial do governo federal era anunciar em 2011 o local onde duas novas usinas nucleares seriam construídas no Nordeste. Com o episódio, não só a definição das áreas ficou comprometida, como os Estados que até então lutavam para receber os empreendimentos agora mostram receio em receber os investimentos bilionários.&lt;br /&gt;A Eletronuclear –empresa ligada à Eletrobras e responsável por operar e construir as usinas termonucleares do país– informou ao UOL Notícias que, após a repercussão mundial causada pelo acidente de Fukushima, o Brasil vai rediscutir, em 2012, se os investimentos previstos serão levados adiante ou não. O debate será feito na elaboração do PNE (Plano Nacional de Energia) 2035, que será lançado pelo Ministério de Minas e Energia no próximo ano. “Esse documento vai definir o planejamento energético brasileiro para as próximas décadas e dizer qual será a contribuição futura da energia nuclear”, afirmou Leonam dos Santos Guimarães, assistente da Presidência da Eletronuclear.&lt;br /&gt;Segundo o PNE 2035, o governo federal tinha como meta investir R$ 20 bilhões nos próximos anos, ou seja, R$ 5 bilhões em cada uma das quatro unidades de 1.000 megawatts –sendo duas no Nordeste e duas no Sudeste. “O pagamento [do investimento] se dará ao longo de 15 anos e será acrescido de juros. E o investimento poderá ser amortizado durante o período a partir da geração de caixa da própria usina. Como a vida útil do empreendimento supera os 60 anos, a nova usina nuclear produzirá eletricidade e proporcionará significativo retorno durante quase meio século após a amortização do investimento inicial”, explicou.&lt;br /&gt;A Eletronuclear afirma que já tem um mapa nacional com 40 áreas, identificadas como aptas para o recebimento de novas usinas nucleares. Segundo Guimarães, o processo ficou paralisado nos últimos meses por conta de novas avaliações sobre a segurança da energia nuclear. “[O acidente de Fukushima] está promovendo em todo o mundo novos estudos, debates e posicionamentos, que, obviamente, estão retardando eventuais tomadas de decisão sobre novos empreendimentos nucleares”, alegou.&lt;br /&gt;Apesar da necessidade de investimentos, que serão definidos no PNE 2035, a Eletronuclear diz que não há motivo para abortar a ideia de construir novas usinas nucleares no país, a exemplo das já existentes em Angra dos Reis (RJ). “É justa a preocupação da sociedade, e cabe à Eletronuclear demonstrar com transparência seus procedimentos e evidenciar a segurança de suas operações. Mas o acidente nuclear no Japão não implica em elementos objetivos que possam alterar os rumos atuais do Programa Nuclear Brasileiro, a não ser a incorporação das lições técnicas que estão sendo aprendidas, que aperfeiçoarão sua segurança num processo de melhoria contínua”, disse Guimarães.&lt;br /&gt;Para garantir a segurança das operações, a Eletronuclear elaborou um plano de resposta ao acidente de Fukushima, onde definiu ações para aprimorar a segurança das usinas nucleares brasileiras. “O programa contará com investimentos de R$ 300 milhões e inclui 52 iniciativas que serão executadas a curto, médio e longo prazo”, diz, citando que, entre os itens que estão sendo analisados, está a proteção contra ondas e inundações por eventos externos –exatamente a causa do acidente no Japão.&lt;br /&gt;Estados saem da disputa&lt;br /&gt;Se até o início do ano a construção de usinas nucleares era um “sonho de consumo”, que abriu uma verdadeira batalha entre os quatro Estados nordestinos pré-selecionados (Alagoas, Bahia, Pernambuco e Sergipe), hoje a instalação desses empreendimentos se tornaram motivo de preocupação para as autoridades. Todos já admitem até desistir da participação no processo, caso não sejam apresentadas novas tecnologias de segurança aos investimentos.&lt;br /&gt;Segundo a Eletronuclear, a região dos empreendimentos ficará entre o litoral de Recife e Salvador, os dois maiores centros de carga do Nordeste. Os Estados são cortados por “grandes rios que desembocam nesse litoral”.&lt;br /&gt;Informações extraoficiais dão conta de que a primeira usina nordestina seria construída em Itacuruba, no sertão pernambucano, às margens do rio São Francisco. Mas, após o episódio em Fukushima, o governo do Estado decidiu engavetar o projeto e informou que vai aguardar tecnologias de segurança para evitar uma obra que traria sérios riscos à saúde da população.&lt;br /&gt;O secretário executivo de Recursos Hídricos e Energéticos de Pernambuco, José Almir Cirilo, informou, por meio da assessoria de imprensa, que o acidente nuclear no Japão fez não só Pernambuco, mas todo o mundo repensar na execução de projetos nucleares. “A secretaria não tem previsão para retomar os trabalhos do projeto. Esperamos as tecnologias amadureçam e isso não tem um prazo certo, definido, para repensarmos no projeto”.&lt;br /&gt;Outro forte candidato a receber a usina, a Bahia também não escondeu o desinteresse em recebê-las. O superintendente de Energia e Comunicações da Secretaria estadual de Infraestrutura, Silvano Ragno, diz que o governo decidiu batalhar por projetos que gerem energia limpa “para não expor a população a riscos.”&lt;br /&gt;Segundo Ragno, a Bahia quer aproveitar o potencial de energia eólica para produzir cerca de 1.700 megawatts/mês, aproveitando apenas as forças dos ventos. “Diminuímos o interesse pela geração de energia nuclear depois que vimos o que ocorreu com o Japão. O governo deu preferência a projetos que gerem energia limpa, sem riscos para a população. Apesar das tecnologias avançadas que nos dariam uma certa garantia de riscos mínimos, agora não temos mais essa certeza”, disse.&lt;br /&gt;A Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Econômico de Alagoas também informou que o Estado vai aguardar pela apresentação de novos estudos técnicos que garantam mais segurança às operações de usinas nucleares. Até a apresentação desses resultados, o Estado informou que o assunto está “fora da pauta energética.”&lt;br /&gt;O UOL Notícias entrou em contato com a Secretaria de Desenvolvimento de Sergipe na semana passada mas, até a publicação desta reportagem, não recebeu resposta. Porém, em março, o governador Marcelo Déda (PT) publicou nota afirmando que era necessário rediscutir a expansão da matriz nuclear com segurança. “A pretensão do Estado de Sergipe em disputar a instalação de uma usina no nosso território pressupõe garantias plenas de segurança das instalações. Sem essas garantias, não há como defender tais empreendimentos”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a6X"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 30/12/2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-3673370490947206568?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/3673370490947206568/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=3673370490947206568&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/3673370490947206568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/3673370490947206568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2011/12/revelia-dos-estados-nordestinos-brasil.html' title='À revelia dos Estados nordestinos, Brasil decidirá em 2012 se constrói novas usinas nucleares'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-6285930798504160493</id><published>2011-12-30T03:22:00.001-08:00</published><updated>2011-12-30T03:22:48.833-08:00</updated><title type='text'>Belo Monte: Esqueceram do custo socioambiental, artigo de André Villas-Bôas</title><content type='html'>A mais polêmica obra do PAC, a Hidrelétrica de Belo Monte, é parte de um projeto antigo do governo brasileiro, cujas modificações ao longo dos anos geram desinformação. A iniciativa do grupo de artistas que compõe o movimento gota d”água surge no momento em que o início da construção da obra suscita questionamentos. O vídeo dos artistas está provocando um debate amplo e necessário sobre a política energética do país.&lt;br /&gt;Belo Monte é tida como a terceira maior usina hidrelétrica do mundo. No entanto, a energia firme de Belo Monte é de 4.571MW dos 11.233MW instalados. Sua eficiência energética é de aproximadamente 39% enquanto a média brasileira está entre 50% e 60%. Isso ocorre porque é necessário, ao desviar a água do Xingu para um lago artificial, garantir a manutenção de uma vazão mínima para os cerca de cem quilômetros da região da Volta Grande do Xingu, onde vivem índios e ribeirinhos que, apesar de não terem suas áreas alagadas, serão afetados.&lt;br /&gt;O valor total da obra é incerto. De acordo com Norte Energia será de 27,46 bilhões de reais, porém já foram feitas estimativas muito diferentes disso. Historicamente grandes obras na Amazônia custam até duas vezes mais do que o anunciado inicialmente.&lt;br /&gt;O tamanho da área alagada, de acordo com o edital do leilão de Belo Monte, é de 668km2, mas em 2009 registravam-se 440km2 e em 2010, 516km2. A destruição da floresta associada à Belo Monte, entretanto, será muito maior do que a área do lago, podendo chegar, nos próximos 20 anos, a 5.316km2.&lt;br /&gt;Uma hidrelétrica é, geralmente, considerada geradora de “energia limpa”. Porém, os impactos socioambientais diretos e indiretos da construção de uma usina da magnitude de Belo Monte na Amazônia geram consequências que vão além da emissão de gases causadores de efeito estufa e das áreas afetadas diretamente com as construções. Deslocamento de milhares de pessoas, desmatamentos, acirramento de conflitos de terra em função da atração de pelo menos 96 mil pessoas para uma região com situação fundiária instável e sem infraestrutura.&lt;br /&gt;Todos esses impactos poderiam ser previstos, compensados ou mitigados, caso os estudos tivessem sido feitos prévia e conclusivamente, e o processo de licenciamento previsto por lei respeitado. O tratamento da obra na lógica de fato consumado, sob o fantasma do apagão, fez com que direitos constitucionais dos diversos povos não fossem respeitados e investimentos preventivos não fossem realizados. O Estado se vê na contingência de remendar ações mitigatórias cuja conta não é agregada ao valor real da obra.&lt;br /&gt;O Brasil deveria investir na diminuição da perda gerada nas linhas de transmissão, estimada atualmente em 20%, quantidade correspondente à geração de Belo Monte por ano e em outras fontes. A geração de eletricidade por biomassa tem potencial de 28 mil MW e o potencial eólico é de 143 mil MW. Com a média anual de radiação no Brasil entre 1.742 e 2.300 KWh/m2, apenas 5% da energia atenderia toda a demanda brasileira atual por eletricidade. O Brasil deve ainda considerar no planejamento energético a construção de hidrelétricas, porém de forma seletiva e considerando os custos socioambientais associados.&lt;br /&gt;Falta vontade política para fazer investimentos em energias alternativas de forma a torná-las viáveis em curto prazo e para discutir de fato a política energética do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : Artigo originalmente publicado em &lt;strong&gt;O Globo&lt;/strong&gt; e socializado pelo &lt;strong&gt;&lt;a href="http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/12/29/esqueceram-do-custo-socioambiental-andre-villas-boas" target="_blank"&gt;ClippingMP&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a6V"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 30/12/2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-6285930798504160493?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/6285930798504160493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=6285930798504160493&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/6285930798504160493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/6285930798504160493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2011/12/belo-monte-esqueceram-do-custo.html' title='Belo Monte: Esqueceram do custo socioambiental, artigo de André Villas-Bôas'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-6928337514899005724</id><published>2011-12-30T03:20:00.000-08:00</published><updated>2011-12-30T03:20:08.966-08:00</updated><title type='text'>Meio Ambiente: Trabalhar sob a ótica da solução, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos</title><content type='html'>Seria por demais importante para a sociedade brasileira que os pesquisadores e todos os demais profissionais que de alguma maneira trabalham com questões de cunho ambiental assumissem em sua prática uma constatação que já de há muito se nos apresenta clara e contundente: não há posicionamento filosófico, ideológico, político, por mais justo e belo que seja, que substitua ou dispense uma sólida e consistente base científica e tecnológica.&lt;br /&gt;Agregaria mais um atributo ainda a essa indispensável base científica e tecnológica: ser traduzida em propostas práticas e factíveis de pronta aplicação.&lt;br /&gt;Não que as postulações filosóficas, ideológicas e políticas não façam sentido, obviamente são também indispensáveis e são elas que, ao limite, vão propiciar as mudanças culturais e comportamentais necessárias à alteração do rumo suicida com que o Homem vem conduzindo suas relações com o Planeta. Mas o dilema que se nos apresenta hoje estabelece, inexoravelmente, que se não minimizarmos desde já certas consequências de erros crassos que vêm sendo cometidos por ações humanas junto ao Meio Ambiente, por certo os prejuízos causados à população atingirão patamares insuportáveis, e até a possível recuperação de alguns equilíbrios e condições ambientais de enorme importância poderão se tornar definitivamente impraticáveis.&lt;br /&gt;Poderíamos citar um elenco grande de situações que bem ilustrassem essas afirmações, algumas de caráter planetário, outras de caráter regional ou local, mas talvez bastasse nominar algumas dessas últimas para bem exemplificar o dilema colocado: os processos erosivos urbanos e rurais associados ao assoreamento da rede de drenagem e reservatórios de abastecimento, às enchentes, à destruição de infra-estrutura e ao empobrecimento agrícola de solos; a contaminação de águas superficiais e profundas (aquíferos) estratégicas; os riscos de epidemias gravíssimas oriundas das atuais técnicas de produção pecuária intensiva; a poluição do ar em nossas metrópoles e suas decorrências para a saúde da população; o trágico avanço de expansões urbanas sobre regiões serranas, os graves problemas agronômicos, ambientais e sanitários associados à fronteira agrícola que tange a floresta amazônica, os riscos da escassez energética…&lt;br /&gt;Nesse contexto, é por demais preocupante o número de jovens profissionais que estão a se formar, positivamente envolvidos com a questão ambiental, mas que estão apenas a se satisfazer com o proselitismo (sem dúvida necessário) das pregações ambientalistas e com a manifestação de justas denúncias frente aos descalabros ambientais que estão aí a se cometer por todos os lados; talvez imaginando que sua colaboração e responsabilidade se esgotariam na participação em organizações ambientalistas ou em órgãos vocacionados a ações de fiscalização ambiental. Mas, compreendam, não podem parar por aí. A pregação por um novo mundo ambientalmente sustentável é necessária, assim como o exercício da cidadania com ações de denúncia e fiscalização e seus desdobramentos, mas se nos satisfizermos somente com elas poderemos estar, paradoxalmente, colaborando com a insensatez e, ao limite, até inviabilizando a real possibilidade de um futuro melhor, tal será a gravidade de perdas ambientais e humanas irreparáveis que estão aí a acontecer hoje e agora. É imperativo trabalhar sob a ótica da solução. Conhecer os fenômenos, produzir soluções, propô-las e articular sua aplicação considerado o mundo real em que vivemos.&lt;br /&gt;Para tanto, não há outra opção para nossos jovens profissionais, é preciso queimar pestanas e neurônios, mergulhar com disposição no aprofundamento científico e tecnológico, com método e persistência; menos eventos eloquentes e mais horas solitárias de estudo e pesquisa, transformando-se em efetivos participantes da construção da base científico-tecnológica do país de seus sonhos; o que não deixa de ser supremamente gratificante.&lt;br /&gt;Em outros termos, preocupando-se em produzir propostas técnicas práticas e viáveis de pronta aplicação. E alertados de que essa viabilidade muitas vezes tem que ser estendida também ao campo político, qual seja o campo das atuais relações entre os mais diversos agentes sociais e políticos que participam, com trunfos de poder e influência, de nossa sociedade. Nesse cenário, não serão poucas as vezes que as dificuldades políticas e administrativas em implementar as propostas produzidas serão equivalentes ou maiores que aquelas que tiveram que ser enfrentadas para, no campo da ciência e da tecnologia, produzi-las. E aí redobra-se a necessidade de bem administrar os atributos políticos da paciência, da persistência e, porque não, da habilidade de persuasão e negociação.&lt;br /&gt;Nossos jovens estudantes, formandos e recém-formados estejam mais do que nunca certos da consistência de uma velha e surrada afirmação: o futuro deles depende. Poderá ser um futuro brilhante para a espécie humana, e mais especificamente em nosso caso, para a sociedade brasileira, mas também poderá ser um futuro triste e trágico. Como diria Guimarães Rosa, carece escolher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;******************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE : Geól. &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/?s=%C3%81lvaro+Rodrigues+dos+Santos" target="_blank"&gt;Álvaro Rodrigues dos Santos&lt;/a&gt; (santosalvaro@uol.com.br)&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Ex-Diretor de Planejamento e Gestão do IPT e Ex-Diretor da Divisão de Geologia&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Autor dos livros “Geologia de Engenharia: Conceitos, Método e Prática”, “A Grande Barreira da Serra do Mar”, “Cubatão” e “Diálogos Geológicos”&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Consultor em Geologia de Engenharia, Geotecnia e Meio Ambiente&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Criador da técnica Cal-Jet de proteção de solos contra a erosão&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Articulista do Portal EcoDebate&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a74" target="_blank"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 30/12/2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5205356297148212739-6928337514899005724?l=antesqueanaturezamorra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/feeds/6928337514899005724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5205356297148212739&amp;postID=6928337514899005724&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/6928337514899005724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5205356297148212739/posts/default/6928337514899005724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antesqueanaturezamorra.blogspot.com/2011/12/meio-ambiente-trabalhar-sob-otica-da.html' title='Meio Ambiente: Trabalhar sob a ótica da solução, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos'/><author><name>JAMES PIZARRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00399620102719074284</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-YL7jL-nPXmU/TtF4jkJnMQI/AAAAAAAAN1s/K2f5A1GfdW4/s220/Imagem%2B103.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5205356297148212739.post-5028381204980792577</id><published>2011-12-29T02:56:00.000-08:00</published><updated>2011-12-29T02:56:24.827-08:00</updated><title type='text'>Estudo sugere que a evolução dos mamíferos está associada a mudanças climáticas</title><content type='html'>Ascensão e queda de grupos de animais foram determinadas pela temperatura&lt;br /&gt;A história frequentemente nos mostra que os eventos acontecem em ondas – gostos musicais, por exemplo, mudam e voltam a cada década e impérios dão lugar a outros ao longo dos séculos. Um padrão similar caracteriza os últimos 65 milhões de anos da história natural na América do Norte, onde uma nova análise [&lt;em&gt;Cenozoic climate change influences mammalian evolutionary dynamics&lt;/em&gt;] identificou seis ondas diferentes e consecutivas de diversidade de espécies de mamíferos, ou “faunas evolucionárias”. O que levou a isso? Ao que parece, tudo está relacionado a mudanças climáticas. Das agências de notícias, no Estadão.com.br.&lt;br /&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,evolucao-dos-mamiferos-esta-associada-a-mudancas-climaticas,816163,0.htm&lt;br /&gt;“Embora saibamos que, de um modo geral, os mamíferos respondem a mudanças climáticas ao longo do tempo, há controvérsias em relação à comprovação quantitativa do fenômeno”, disse a bióloga Christine Janis, da Brown University, uma das autoras do trabalho. “Nós mostramos que a ascensão ou queda dessa fauna está de fato correlacionadas com mudanças climáticas.”&lt;br /&gt;Especificamente, das seis ondas de diversidade de espécies que Janis e seus colaboradores descrevem na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, quatro mostram correlações estatisticamente significativas com grandes mudanças na temperatura.&lt;br /&gt;Estudos anteriores da potencial ligação entre mudanças climáticas e evolução das espécies de mamíferos avaliaram a diversidade total das espécies em registros fósseis em períodos similares de tempo.&lt;br /&gt;Neste estudo, os cientistas se perguntaram se havia padrões na diversidade das espécies que poderiam ser significativos. E eles descobriram que há seis agrupamentos diferentes e consecutivos de espécies de mamíferos que partilharam crescimento, pico e declínio em seus números.&lt;br /&gt;Pelos números, a pesquisa mostra correlações entre a diversidade de espécies e mudanças na temperatura, mas qualitativamente, ela também fornece uma narrativa de como os traços de espécies típicas em cada onda faz sentido considerando as mudanças na vegetação que se seguiram às mudanças no clima.&lt;br /&gt;“Essas perturbações, relacionadas às mudanças climáticas antropogênicas, são um desafio corrente para a fauna do mundo de hoje, enfatizando a importância dos registros fósseis para a compreensão de como eventos passados afetaram a história da diversidade da fauna e extinções, e por isso como futuras mudanças climáticas podem continuar a influencias a vida na Terra”, dizem os autores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;******************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;FONTE : Cenozoic climate change influences mammalian evolutionary dynamics&lt;br /&gt;Published online before print December 27, 2011, doi: 10.1073/pnas.1110246108 PNAS December 27, 2011&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/a6w"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 29/12/2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tr
