sexta-feira, 31 de maio de 2013

Programa destina 300 mil reais para reservas particulares na Mata Atlântica


por Redação CicloVivo
n79 300x222 Programa destina 300 mil reais para reservas particulares na Mata Atlântica
O objetivo da iniciativa é ampliar a área de Mata Atlântica protegida no país. Foto: SOS Mata Atlântica
O Programa de Incentivo às Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) abre inscrições para seu XII Edital, que destinará 300 mil reais à criação e gestão de RPPNs na Mata Atlântica. Interessados poderão inscrever suas propostas até 15 de julho de 2013. O edital conta com recursos do Bradesco Capitalização e Instituto Credit Suisse Hedging Griffo.
O Programa é coordenado pelas ONGs Conservação Internacional (CI-Brasil) e Fundação SOS Mata Atlântica. Por meio de editais, o Programa apoia proprietários de terra interessados em criar suas reservas particulares. O objetivo da iniciativa é ampliar a área de Mata Atlântica protegida no país. Em 2013, o Programa completa 10 anos, contabilizando o apoio à criação de 361 novas RPPNs – sendo 194 já reconhecidas – e à gestão de outras 101 reservas, totalizando 56 mil hectares de florestas protegidos.
Todos os requisitos e outros detalhes, como documentos necessários e a lista de municípios incluídos na área de aplicação da Lei da Mata Atlântica, estão no edital disponível nos sites www.sosma.org.br, www.conservacao.org, www.aliancamataatlantica.org.br ou no link direto: http://bit.ly/RPPN2013.
“O apoio e incentivo às RPPNs é uma estratégia fundamental para a conservação da Mata Atlântica, pois grande parte dos remanescentes está em propriedades particulares” destaca Mariana Machado, coordenadora do Programa. “Os parceiros do Programa acreditam no potencial das RPPNs para somar esforços às políticas públicas de conservação da biodiversidade e dos serviços ambientais que a floresta gera e por isso há dez anos o programa empenha-se na captação de recursos para investir nessas propriedades”.
XII Edital – Como participar
Podem concorrer ao XII Edital propostas que visem à criação de RPPNs inseridas dentro da área de aplicação da Lei da Mata Atlântica (Lei nº 11.428 de 2006) ou propostas destinadas à implementação de Planos de Manejo reservas também inseridas no bioma. As propostas devem ter valor máximo de 10 mil reais para a criação de uma nova reserva, e de 15 mil reais nos casos de implementação de Plano de Manejo.
Podem enviar propostas pessoas físicas ou jurídicas, proprietária da área da RPPN, organizações ambientalistas sem fins lucrativos ou associações de proprietários. No caso de propostas encaminhadas por terceiros – pessoa física (pesquisador, técnico, consultor) ou jurídica (ONG, OSCIP, empresa, universidade, associação) – deve ser apresentada cópia de instrumento de acordo formal entre as partes.
Na avaliação das propostas, além do cumprimento das normas técnicas apresentadas no edital, a coordenação do Programa observa também critérios como a contribuição da área para a proteção da biodiversidade e de recursos hídricos, proximidade com outras unidades de conservação, beleza cênica e paisagística, presença de espécies ameaçadas de extinção e/ou endêmicas, grau de ameaça da região onde a RPPN será criada, entre outros.
Interessados têm até o dia 15 de julho para submeter suas propostas no site http://gerencia.sosma.org.br/rppn. As propostas também podem ser enviadas pelo correio, aos cuidados de Mariana Machado, para Avenida Paulista, 2073, Conjunto Nacional, Torre Horsa 1 – 13º andar – sala 1318, Bela Vista – CEP: 01311-300 – São Paulo/SP. Dúvidas e mais informações no email programarppn@sosma.org.br ou no telefone (11) 3262-4088 – ramal 2226.
* Publicado originalmente no site CicloVivo.

Indígenas receberão cursos de brigadistas para atuar contra incêndios florestais

por Redação do Portal Brasil
n319 300x183 Indígenas receberão cursos de brigadistas para atuar contra incêndios florestais
Foto: Márcio Arnaldo Borges
Aproximadamente 400 indígenas, em nove estados do Brasil, irão participar de cursos de capacitação de brigadistas durante 2013. Por meio do curso, serão implantadas 18 novas Brigadas Federais para atuarem contra incêndios florestais em terras indígenas selecionadas. As brigadas receberão equipamentos de proteção individual e de combate ao fogo, salário, benefícios e acompanhamento técnico-administrativo, com recursos do Ibama.
A capacitação será realizada pelo Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), do Ibama, em parceria com a Fundação Nacional do Índio (Funai). O programa tem como objetivo realizar a implementação do manejo integrado e do manejo tradicional do fogo nas áreas contempladas, além da formação de um contingente indígena especializado, disponível para atuar quando necessário, a fim de melhorar a segurança e eficiência das operações de combate aos incêndios florestais nessas áreas.
A seleção das terras indígenas contempladas foi realizada por meio de critérios técnicos, tais como a incidência de focos de calor captados via satélite, as áreas remanescentes de vegetação nativa e a presença de áreas protegidas federais. Houve ainda uma avaliação conjunta entre os coordenadores estaduais do Prevfogo e os técnicos das Coordenações Regionais da Funai.
As áreas indígenas contempladas com as brigadas este ano são: Coroa Vermelha, na Bahia; Avá-Canoeiro, em Goiás; Governador, Bacurizinho e Kanela, no Maranhão; Xacriabá, em Minas Gerais; Kadiwéu, Cachoeirinha e Limão Verde, no Mato Grosso do Sul; Paresi Bakairi e Wawi, no Mato Grosso; Tenharim-Marmelo, em Rondônia; São Marcos, Raposa Serra do Sol, Araçá e Taba Lascada, no estado de Roraima; Xerente e Khraolândia, no Tocantins.
A parceria da Funai com o Prevfogo/Ibama é realizada desde 2011 e está em análise a assinatura de um Termo de Cooperação para formalizar as ações conjuntas. Além das ações conjuntas com o Prevfogo/Ibama, também é promovida a formação de Grupos de Prevenção a Incêndios Florestais em Terras Indígenas, por meio da capacitação de índios sobre prevenção e manejo do fogo.
O objetivo é minimizar os impactos desses eventos sem, contudo, desconsiderar as práticas tradicionais. Os cursos valorizam os conhecimentos tradicionais e promovem o diálogo intercultural acerca das práticas de manejo do fogo.
A consolidação destas ações por meio da Funai tornou-se possível com a estruturação da área de gerenciamento de incêndios florestais em terras indígenas, inserida na Coordenação Geral de Monitoramento Territorial (CGMT), o que levou a fundação a aprimorar seus conhecimentos e práticas, além de fortalecer a interlocução com os órgãos ambientais.
* Publicado originalmente no Portal Brasil e retirado do site EcoD.

Falta gestão, mas alternativas surgem para a conservação dos ecossistemas marinhos

por Fernanda B. Müller, do CarbonoBrasil
n115 300x249 Falta gestão, mas alternativas surgem para a conservação dos ecossistemas marinhos
Imagens: Fabrício Basílio
Nesta terceira matéria da série Oceanos, apresentamos um panorama de como anda a gestão dos nossos mares e algumas novidades, como a contribuição das análises forenses no combate à pesca ilegal.
Assim como na questão agrícola, a produtividade do ambiente marinho é tratada no Brasil em total dissociação com políticas de conservação e planejamento para o desenvolvimento, é o que mostrou Jorge P. Castello, do Instituto de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande (FURG)6.
Mesmo com os estoques pesqueiros comprovadamente sobreexplotados, o governo federal traçou uma meta através do Plano Safra de alcançar a produção de dois milhões de toneladas de pescado (marinho, água doce e cultivado) até 2014. Aquicultura e novas tecnologias são as ferramentas.
Entretanto, se os estoques estão entrando em colapso, o aumento do esforço de captura com o uso de novas tecnologias apenas mascara a realidade: estamos caminhando para um futuro próximo extremamente crítico.
A essa situação fora de controle, somam-se dezenas de problemas no setor pesqueiro, como o abandono do pescador artesanal em benefício do industrial, a outorga de carteiras de pescador a quem não exerce a atividade, a gestão das instituições por pessoas com interesses político-partidários e industriais, entre outros.
“Pode-se dizer que no presente ainda não temos gestão pesqueira funcional no Brasil”, lamenta Castello. Ele traz os exemplos “bem sucedidos” de manejo dos recursos pesqueiros na costa oeste dos Estados Unidos e Canadá, na Austrália e na Nova Zelândia.
“Em todos esses casos tratam-se de recursos dentro da Zona Economia Exclusiva de um ou dois países, com acesso controlado e alguma forma de propriedade do bem natural (o recurso) e um bom sistema de governança”, explica.
“Em função disso, as perspectivas parecem-me pouco auspiciosas. Falta ainda alcançar um maior grau de conscientização do público em geral, dos usuários e dos tomadores de decisão em particular”, conclui.
Enquanto o planejamento e a gestão demoram para ser efetivados no Brasil, ações de fiscalização se tornam imperativas para fazer valer as poucas regras que existem sobre o setor pesqueiro.
Inovação tecnológica
Já que as formas para burlar as regras que tentam conter o avanço do setor industrial sobre os recursos marinhos são cada vez mais variadas, avanços no setor de genética molecular e biotecnologia são elementares.
Por exemplo, um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal do Pará utilizou sequenciamento genético para avaliar a venda de pescado em mercados de Vigia e Bragança e revelou que 55% das amostras analisadas eram provenientes de captura ilegal. A principal vítima era o peixe serra (Pristis perotteti), criticamente ameaçado de extinção.
“Esses resultados mostram que a fiscalização da pesca e o monitoramento não tem sido efetivos na proibição do comércio dessa espécie altamente ameaçada”, concluem os pesquisadores.
litoral 224x300 Falta gestão, mas alternativas surgem para a conservação dos ecossistemas marinhosAvaliações recentes têm colocado em destaque os números alarmantes de espécies altamente exploradas, como os tubarões, cujas populações remanescentes equivalem a cerca de 10% do que havia no início da década de 1980. Nesse período houve uma retomada do costume chinês de servir sopas de barbatana de tubarões e raiais como uma forma de afirmar seu status social.
Atualmente, um quilo de barbatana custa entre US$ 500 e US$ 1 mil, comentou Fausto Foresti, do Instituto de Biociências de Botucatu. Assim, todos os países que têm pesca iniciaram a captura de tubarões. Grande parte realiza o finning, uma técnica cruel na qual a barbatana é retirada do animal, que é jogado ainda vivo de volta ao mar para morrer agonizando.
O resultado: Segundo a lista vermelha da IUCN de 2012, no Brasil 31 espécies de tubarão e raia estão em estado menos preocupante, 24 estão vulneráveis, oito estão ameaçadas, 29 criticamente ameaçadas, duas foram extintas e incríveis 59 não tinham dados suficientes para avaliação. Cerca de 256 mil tubarões são mortos por dia ao redor do mundo, segundo Foresti.
O pesquisador coloca que há vários entraves para a avaliação da pesca, como a similaridade morfológica entre as espécies e a prática do finning e da dilaceração antes do desembarque.
Recentemente, em lotes de nadadeiras de tubarões que seriam exportadas para a China e foram apreendidas pelo IBAMA7, cerca de 45% do total das amostras analisadas eram de espécies cuja pesca não é permitida, como o tubarão-martelo e galha-branca. O lote somava oito toneladas ou cerca de 12 mil barbatanas, relata Foresti.
O comércio de tubarões no Brasil não é proibido, mas os animais precisam ser identificados, existem regras, explica. Por exemplo, as carcaças não podem ser descartadas justamente para evitar o finning e permitir a identificação dos animais.
Da mesma forma, estudos realizados7 entre o sul da Bahia e o Uruguai mostraram a captura contínua da raia-viola (Rhinobatos horkelli), espécie ameaçada e protegida pela legislação brasileira. O estado de Santa Catarina foi o que mais surpreendeu pela quantidade de pesca: todas as raias coletadas no estado eram dessa espécie, sendo que a média dos outros estados foi de 56%.
Foresti aponta também um programa que está sendo desenvolvido junto ao Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul para a identificação genética de espécies vendidas em duas grandes redes de supermercados.
O Instituto Justiça Ambiental (IJA) encabeçou a ação que pedia a suspensão liminar da venda de postas de cação em dois supermercados das redes Walmart e Carrefour em Porto Alegre. (Mais informações).
Foresti relata que o Ministério do Meio Ambiente também tem planos de incluir a identificação genética como um padrão na fiscalização do desembarque e comércio de pescados.
A biotecnologia se mostrou uma grande aliada dos esforços de fiscalização e, consequentemente, da conservação. A tendência é que, com a popularização e a enorme redução de custos que vêm sofrendo, as novas ferramentas sejam muito aplicadas e isso, de fato, já parece estar acontecendo.
Citações:
6. Castello, Jorge P. A pesca no Brasil. Passado, presente e futuro. In: Congresso Brasileiro de Biologia Marinha, 4º edição, 2013. Florianópolis. Anais. Associação Brasileira de Biologia Marinha, 2013. 194 p.
7. Foresti, Fausto & Mendonça, Fernando F. Identificação forense de elasmobrânquios pescados no Brasil. In: Congresso Brasileiro de Biologia Marinha, 4º edição, 2013. Florianópolis. Anais. Associação Brasileira de Biologia Marinha, 2013. 194 p.
* Publicado originalmente no site CarbonoBrasil.

 

Link to Centro de Estudos Ambientais

Razões contra a duplicação da Av. Edvaldo Pereira Paiva
Posted: 31 May 2013 06:42 AM PDT
Por Nazareth Agra Hassen
RAZÕES por que somos contra a DUPLICAÇÃO da Avenida Edvaldo Pereira Paiva.
1. O alegado congestionamento de tráfego não existe. Nem mesmo nas sextas-feiras à tardinha o trânsito para. Apenas se torna mais lento. Nessa ocasião, poderia ser feita a inversão de sentido de pistas (sem custo financeiro, ambiental e social)
2. É um absurdo que nosso dinheiro vá para uma obra desnecessária quando poderia ir para escolas, saúde e segurança.
3. A obra prejudicará a cidade ao criar no mínimo seis pistas separando a comunidade da Usina do Gasômetro, tornado as vias mais perigosas com a alta velocidade de automóveis.
4. Atravessar a pé a avenida será ainda mais penoso e difícil principalmente para todos e em especial para crianças, grávidas, idosos e pessoas com deficiência.
5. Em nenhum lugar do mundo se criam free-ways no seu centro histórico. Ao contrário, criam-se praças onde havia trânsito.
6. A Prefeitura poderia investir nosso dinheiro em transporte público que diminuiria o número de carros individuais no Centro Histórico (é o que fazem as cidades que optaram por se humanizarem ).
7. Essa oposição à obra não é só de ambientalistas. Somos moradores e cidadãos de Porto Alegre, que vivemos a cidade e nos informamos sobre cidades mais humanas.
8. As mais de cem árvores que querem cortar são necessárias para todos, pois são adultas, levaram décadas para chegarem a este ponto, fornecem sombra, mantêm flora adaptada, entre muitos outros benefícios.
9. Se a Prefeitura tem capacidade para plantar mais milhares de árvores, por que não as planta independentemente de compensação?
10. No passado, foi a população que impediu que prefeituras anteriores derrubassem o Mercado Público (em nome do “progresso”) e também a implosão da Usina do Gasômetro para ali passar uma avenida. Então não somos do contra, talvez sejamos pessoas com alguma informação a mais do que as pessoas que se deixam iludir pela mídia.
11. Também no passado a população abraçou o Guaíba não contra a avenida Beira-Rio, e sim para impedir os espigões e postos de gasolina projetados para toda a orla.
12. A cidade fica mais feia quando tomada por grandes avenidas.
13. Mais asfalto = menos permeabilidade = mais alagamentos = mais desconforto térmico.
14. Queremos um desenvolvimento de cidade centrado no ser humano e não no lucro e na máquina.
Fonte: IAB-RS
Quando o Estado Democrático de Direito é rápido e cirúrgico na defesa do Capital
Posted: 31 May 2013 05:42 AM PDT
Jovens ativistas em defesa das árvores são soltos pela Brigada Militar, depois de sua ação sorrateira na calada da noite. Uma ação sorrateira e truculência em parceria com a prefeitura de Porto Alegre. Foto Cíntia Barenho/CEA
Para nós, um crime ambiental e contra a cidadania rápido e cirúrgico. Como engolir tal ladainha, quando Prefeitura retira pedido de reintegração de posse contra acampados e sorrateiramente, na madrugada, prende 27 jovens que defendiam as árvores dessa cidade? Defendiam a lei, uma vez que tal área já estava destinada a parque, segundo Plano Diretor de Porto Alegre!
Agir na calada da noite seria a outra estratégia jurídica que o procurador-geral de POA, João Batista Linck Figueira, estava planejando com a Brigada Militar??
Como pode Prefeitura e Brigada rasgar a lei do silêncio da capital do RS??
O que tem para nos dizer o recém empossado secretário municipal do Meio Ambiente, Claudio Dilda (PMDB), nosso velho conhecido? Ainda estava “quentinha”a sua festa de posse quando a ação criminosa aconteceu. Por falar em crime, o novo secretário assumiu, depois que Fernando Zachia, virou ex-secretário de Meio Ambiente, uma vez que foi preso durante a operação da Polícia Federal chamada Concutare. O mesmo responde em liberdade. Infelizmente não sabemos se tal obra está relacionada a operação, que corre em segredo de justiça…
Como aceitar um efetivo de quase 200 policiais, inclusive a cavalo, destinados a prender ativistas que defendiam a legislação ambiental? Seriam estes tão perigosos assim (parece que cada vez mais seremos criminalizados)?
Além disso, a dita inteligência da brigada militar do RS, não tem mais nada para fazer do que infiltrar P2 em acampamento de jovens que promoviam a defesa ambiental? Para quem não sabe P2 é considerado serviço de inteligência, no qual polícia atua levantando informes úteis na elucidação, especialmente de crimes, geralmente junto a traficantes, milícias, simpatizantes de facções criminosas. Estaria o Estado Democrático de Direito no Brasil, tendendo ao dos EUA que já enquadrou ecologistas como terroristas??? Veja o caso do Earth Liberation Front (ELF), o grupo ecologista radical que o FBI considera “ameaça número um terrorista doméstico”. Além disso, a polícia especializada em infiltrados era a polícia da ditadura, estaria nossa democracia e o pleno exercício da cidadania em risco??
Com a palavra o sr. comandante, subordinado ao Governador do RS e ex-ministro da Justiça, Tarso Genro. Conta ai pra nós coronel Godoi essa “exemplar”operação em parceria com a prefeitura de Porto Alegre para desmantelar a luta ecológica na capital dos gaúchos. Que NÃO sirvam essas tacanhas, digo, façanhas, de modelo pra toda a terra…
Para comandante, prisão dos acampados em Porto Alegre foi “rápida e cirúrgica”
A operação que resultou na prisão de 27 ativistas, que estavam acampados desde o dia 17 de abril contra o corte de árvores em Porto Alegre, foi realizada pelo Comando de Policiamento da Capital (CPC) – braço da Brigada Militar que gerencia os efetivos na cidade. Em conversa com o Sul21, o comandante do CPC, coronel João Diniz Godoi, classifica a operação como “rápida”, “transparente” e “cirúrgica”.
De acordo com o oficial, a Brigada Militar optou por efetuar a ação na madrugada desta quarta-feira (29) baseada em dados colhidos pelo setor de inteligência da corporação. “A operação foi lastreada no assessoramento e no levantamento de dados feitos pela inteligência, que apontou às 4h desta madrugada como possibilidade de atuarmos. Então fizemos uma atuação que foi rápida e cirúrgica”, disse.
O coronel assegura que nenhum manifestante foi ferido ou maltratado durante a desocupação do acampamento. Entretanto, quando foram liberados do posto do 9º Batalhão de Política Militar, os ativistas não poupavam críticas à abordagem da Brigada e relataram casos de agressão.
“Nenhuma pessoa foi ferida. Eu não estava no local, mas tenho informações de que a operação foi acompanhada por dois procuradores do município, dois advogados que representavam as partes e um serviço de atendimento do SAMU. Não tenho nenhuma informação a respeito de agressões”, comentou o comandante.
A primeira advogada a ingressar no 9º BPM, Karen Becker, criticou o uso de algemas nos manifestantes. Muitos deles ficaram com lesões e arranhões no pulso por conta das algemas.
Para o coronel Godoi, era necessário imobilizar os ativistas. “As algemas eram necessárias até para a própria segurança deles, tendo em vista que foram conduzidos num micro-ônibus. Se permanecessem com as mãos livres, poderiam ocasionar algum tipo de tumulto”, justifica. As algemas só começaram a ser retiradas às 5h55min.
O comandante do CPC informa que a operação contou com um efetivo de cerca de 150 policiais, entre integrantes do Batalhão de Operações Especiais, o 4º Regimento de Polícia Montada, do 9º Batalhão de Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.
Fonte: Sul21
Se quiser ler a conversinha do prefeito em exercício de Porto Alegre, leia: Para Sebastião Melo, segurança determinou horário da operação
A vida tomba em Porto Alegre, veja o vídeo
Posted: 30 May 2013 07:06 PM PDT
Rasgaram as leis urbanísticas!! Atentaram contra o direito constitucional ao meio ambiente ecologicamente equilibrado!! Fizeram na calada da noite!! Fizeram sem transparência!! Fizeram sem negociar!!Fizeram como fazem os ditadores!! Maltrataram não só as leis ambientais, mas também o próprio ambiente e a democracia, agravantemente. Prisão para quem defende o ambiente!! Liberdade para quem vende licença ambiental!! Essa é a Educação Ambiental do Judiciário, da prefeitura de POA e da Brigada Militar!! Nos resta a luta ecológica não antropocêntrica e sem retroceder!!
Veja o vídeo gravado, quando, na calada da noite o Estado pratica crime ambiental e contra a cidadania. Quem gravou estava à distância “democrática”permitida….

Relato de um ativista do Acampamento Ocupa Árvores
Posted: 30 May 2013 06:56 PM PDT
Defesa Pública das Árvores. Foto: Cíntia Barenho/CEA
Considerando a quantidade de bobagens, omissões e mentiras descaradas que estão sendo divulgadas na grande mídia de Porto Alegre, decidi escrever meu relato a respeito dos acontecimentos desta madrugada no gramado ao lado do prédio da Câmara de Vereadores, de onde o acampamento Ocupa Árvores e seus habitantes foram desalojados a pauladas pela Brigada Militar. Penso que sou bastante capacitado pra falar sobre este assunto, por que eu fui um dos algemados. E por isso, descreverei os fatos da maneira mais direta, e talvez crua, que eu consigo imaginar.Primeiro, eu não sei por que serei indiciado por “desacato ou desobediência à ordem policial”, e não sei por que a Zero Hora, maior jornal do Rio Grande do Sul, dá a entender na reportagem em seu site que apenas os manifestantes que resistiram à retirada das barracas foram algemados. Nosso crime, se realmente existe algum, foi termos montado nossas barracas em uma área de grande interesse para a especulação imobiliária e para as grandes empreiteiras, e nossa resistência talvez tenha sido nossa cara de sono e espanto. Fomos acordados à pauladas e gritos para que nos deitássemos no chão e calássemos a boca, enquanto os policiais presentes se certificavam de que todos nós estávamos algemados. Também não entendo que tipo de resistência nós, os vinte e sete prisioneiros, sem treinamento ou equipamento militar, poderíamos oferecer contra todo o contingente policial que foi deslocado para nos conter. E não precisa acreditar em mim, basta olhar na notícia da Zero Hora as fotos e os batalhões envolvidos – 200 soldados da Brigada Militar, do Batalhão de Operações Especiais (BOE) e do Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE), sem contar a polícia montada, que também estava lá.Devemos ser um grupo bastante perigoso para justificar não apenas todo esse exército contra nós, como também o profundo desprezo, ridículo e humilhação com que fomos tratados pelos soldados da operação. Fomos arrancados de nossas barracas, jogados no chão, algemados e, quando abríamos a boca para pedir qualquer coisa, não importasse com quanta cordialidade o fizéssemos, ou nos mandavam calar a matraca, ou sofríamos algum tipo de agressão. Talvez por eu ser homem, branco e aparentemente de classe média, eu tive tratamento VIP, e só tomei uns puxões pelas algemas, uns empurrões e muita cara feia, nada que valesse um exame de corpo-delito. Porém, aposto que não posso dizer o mesmo dos companheiros que são negros, moram na rua ou parecem ser pobres. E mesmo assim, apesar de terem pegado leve comigo, eu nunca me senti tão humilhado em toda minha vida.
Depois de termos sido empilhados em um camburão improvisado e levados para a 9ª Delegacia de Polícia, ao lado do Mercado Público, fomos submetidos a um chá de cadeira de algumas horas – só que algemados, em pé e de cara contra a parede. Quem tentasse telefonar para algum familiar para avisar que estava preso tinha seu celular confiscado, quem tentasse registrar a cena com algum aparelho fotográfico era intimidado, e quem quer que falasse um ai tomava um empurrão. A mensagem que os soldados nos passavam era clara: obedeçam, ou vão apanhar. Às vezes, essa mensagem vinha de maneira clara, e em outras, sob um verniz de educação: “tô te pedindo numa boa”, “por gentileza”.
Por algum motivo que desconheço, fui premiado com uma revista completa por dois brigadianos homens, que me levaram, sozinho, para um banheiro ali no canto. Eu, muito ingênuo, perguntei se eu iria apanhar. Um dos policiais riu da minha cara, dizendo “olha as idéias que vocês tem, agora tira a calça.” Antes de me mandar baixar a cueca, ele me perguntou se eu tinha alguma droga comigo – talvez por conta de algum boato de que sexo comigo era viciante, ou qualquer outra idéia sobre drogas tão razoável quanto. E, enquanto passava por esse pente fino, tentava estabelecer um diálogo, saber por que diabos eu estava ali, qual era meu crime. Contudo, a conversa acabava rápido, por que tudo o que tinham para me dizer era “por que tu foi desobedecer as ordens por causa de umas árvores?” Voltei, então, para a sala de espera, novamente algemado, até que algum oficial tivesse a boa vontade de mandar retirá-las.
Após termos todos sidos devidamente identificados e fichados, passamos por uma última humilhação: recolher nossas coisas, jogadas de qualquer jeito e quebradas na caçamba de um caminhão. Mais uma vez, eu não tive problemas, pois tinha levado apenas uma mochila com alguns livros, e o maior risco que eu corria era de ir trabalhar sem um pé da meia. Outros camaradas meus, que trabalham com artesanato, não são classe média ou que moram na rua, a perda foi muito maior – perderam suas poucas e preciosas roupas, seu sustento, seu lar. Fico imaginando que muita gente que vai ler esse meu texto vai pular direto para os comentários pra me chamar de vagabundo, dizer que eu tinha mais é que apanhar por não trabalhar e obedecer a lei, que mendigo é tudo drogado, puto ou lixo humano e que é melhor eu calar o bico e tocar minha vida, parar de me meter onde não sou chamado. Pra essas pessoas, que provavelmente acham a frase “direitos humanos para humanos direitos” o máximo, posso apenas dizer: ainda bem que nada disso aconteceu com vocês. Ainda bem que quando um policial chega perto, vocês não sintam o sangue gelar, e ainda bem que vocês não sabem o que é perder tudo que você chama de vida assim, de uma hora para a outra, por puro capricho de um governante qualquer. Esta madrugada, acampamos no largo do Gasômetro para impedir que elas fossem cortadas, mas nossa luta não é só isso. Eu não milito em causa própria, por glórias, atenção, dinheiro ou cargos. Eu luto por que eu quero viver em um mundo onde ninguém – nem vocês, nem os moradores de rua, nem os soldados da Brigada – precise passar por privação, desprezo e humilhação. Esta luta também é sua e estamos do mesmo lado. Só que você ainda não percebeu, por que não entende que a liberdade de um é a liberdade de todos.
Por fim, este dia nasceu triste, cinzento e opressivo, mas também é um dia de alegria, pois sinto que hoje tive meu batismo de fogo. Quando fui algemado, eu era apenas um menino idealista, mas quem saiu da delegacia foi um homem. Finalmente, entrei para o honroso grupo de pessoas que foram presas por que ousaram desafiar a tirania e combater a injustiça. Finalmente, sinto-me um igual, não apenas diante de homens e mulheres como Gandhi, Emma Goldman e Thoreau, mas também daqueles camaradas que a muito tempo gritavam para que eu me somasse à luta. Se queriam me assustar com ameaças, e fazer com que eu me recolhesse para dentro do meu mundo, fracassam, pois hoje, descobri que não quero viver em uma “democracia” eu precise me calar e seguir as ordens dos meus superiores, e jurei que farei tudo que estiver ao meu alcance para tornar o mundo onde eu quero que meus filhos cresçam. Guardarei um lugar aqui pra ti, no dia em que perceberes o mesmo, e seguirei lutando enquanto você não acorda.
Um integrante do Acapamento Ocupa Arvores.
Fonte: Agapan
Árvores abatidas: tudo foi planejado como num crime
Posted: 30 May 2013 05:09 PM PDT
por Milton Ribeiro
Há dois pontos que demonstram a péssima condução que a prefeitura deu para os cortes das árvores nas proximidades do Gasômetro. O primeiro foi ocorreu em 6 de fevereiro, quando aconteceram os primeiros cortes de árvores e foram ouvidos os primeiros protestos. Estes surpreenderam tanto o prefeito Fortunati que ele soltou uma das suas mais mal ensaiadas e infelizes declarações: “As pessoas não utilizam as árvores no Gasômetro”. Outro ponto pode ser escolhido dentre as fotografias das árvores abatidas em plena noite — pois, de forma absolutamente sorrateira, escondida da população, o horário escolhido para os cortes foi as 3 da madrugada — , mas coloco-o em outra declaração, a do procurador-geral do Município, João Batista Linck Figueira (PSDB), que disse: ”A decisão pelo corte foi conjunta. Partiu da prefeitura, mas quem encaminhou o momento mais adequado e as questões de segurança é a Brigada Militar”.
Sim, meu caro, a decisão foi conjunta entre a Prefeitura e a Brigada. Ou seja, foi totalmente desconjunta. Desde o início, houve uma total desconsideração pelos movimentos sociais. Há 40 dias existia um acampamento protegendo as árvores e o prefeito jamais tentou um diálogo decente com eles. Foi lá e saiu dizendo chorosamente que “eles têm uma posição radical”. Isto é política? Com efeito, uns vão dizer que o acampamento era habitado por ecochatos radicais. Outros dirão que a prefeitura tinha planos que nunca conjeturou alterar. Logicamente, cada um dos lados ganhou força em função da existência do outro, mas não podemos esquecer que quem tomou o primeiro passo foi a prefeitura.
Fortunati e sua administração estão ancorados nos 65% de votos alcançados nas eleições de outubro passado. Talvez pensem que tal fato lhes dê uma espécie precedência divina, a qual lhes permite administrar a cidade do modo como lhes aprouver. A derrota na questão do aumento das passagens parece ter sido absorvida da pior forma possível e, em vez de passar a privilegiar o diálogo, a prefeitura escolheu como parceira a força policial, usando a falsa prerrogativa da popularidade eleitoral.
A ação às 3 da madrugada diz tudo: a prefeitura quis pegar os manifestantes durante o sono; ela teve medo da reação popular que veria a ação acordada, à luz do dia; o horário impediu que os jornais impressos de hoje (não acredito que o fizessem, mas…) estampassem fotos e amanhã, se elas saírem, já será feriadão… Enfim, tudo leva a crer numa ação pusilânime, realizada na calada da noite. Tudo foi planejado como se fosse um crime. Tudo foi feito no horário preferencial dos ladrões, a madrugada. Tudo foi feito para que a população não visse a ação, como se esta, a ação, fosse anônima. Sugiro que Fortunati também passe a usar este horário para seus eventos e inaugurações.
Será que esta ação não entra na definição de baderna?
Será que esta ação não entra na definição de baderna? | Foto: Ramiro Furquim / Sul21
Ouvi o argumento de que as árvores não eram nativas, mas plantadas em outras gestões. Fiquei pensando na diferença entre umas e outras quando minha amiga Carol Bensimon veio com um contra-argumento mortal: “Essas mesmas árvores ‘exóticas’, as tipuanas, são as árvores protegidas em tantos túneis verdes da cidade, como o da Gonçalo de Carvalho (responsável, aliás, pelo título que essa rua ganhou de ‘mais bonita do mundo’)”.
Como escreveu Igor Natusch no Facebook, tombam abatidas as árvores mas não apenas isso — tomba abatido o diálogo, entrando em seu lugar a cisão com os movimentos sociais. Agora, sabemos que nossos administradores se escondem à noite, agindo como ladrões. E, podem acreditar, o precedente não será esquecido.
P.S. — E tudo foi feito pelo vice-prefeito, de forma a proteger Fortunati. Ou seja, o prefeito — que está em Nova Iorque — mandou fazer e ficou lá longe, observando, sem se “desgastar”.
E a coisa continua na manhã chuvosa de hoje...
E a coisa continua na manhã chuvosa de hoje… | Foto: Bernardo Ribeiro / Sul21
... com a via interrompida | Foto: Bernardo Ribeiro / Sul21
… com a via interrompida | Foto: Bernardo Ribeiro / Sul21
Fonte: MiltonRibeiro-Sul21
Árvores centenárias cortadas na Usina do Gasômetro I

Boletim de atualização do Portal EcoDebate banner

Boletim de atualização do Portal EcoDebate

Índice da edição nº 1.846, de 31/05/2013



http%3A%2F%2Fwww.imagens.usp.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F11052011-fundacao-casa-002-505x337.jpg

Questão de idade, artigo de Montserrat Martins

Questão de idade, artigo de Montserrat Martins Imagem de unidade da Fundação CASA, SP. Ambiente é similar ao sistema prisional. Foto: Marcos Santos/USP imagens [EcoDebate ] A internet tem de tudo e já vi numa página sobre relacionamentos românticos um post pedindo a redução da idade penal.
FacebookTwitterGoogle+Linked-In


http%3A%2F%2Fwww.ecodebate.com.br%2Ffoto%2F130531.gif

A população do Uruguai em 2100, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

A população do Uruguai em 2100, artigo de José Eustáquio Diniz Alves [EcoDebate ] A população do Uruguai era de 2,24 milhões de habitantes em 1950 (menor do que a população de Brasília atualmente) e passou para 3,37 milhões de habitantes em 2010, pouco mais da metade da população da cidade do Rio de Janeiro.
FacebookTwitterGoogle+Linked-In


https%3A%2F%2Ffbcdn-sphotos-g-a.akamaihd.net%2Fhphotos-ak-prn1%2F26538_102150896492881_3501839_n.jpg

Da Manipulada Dependência do (pseudo) Prazer à Libertação do Vício de Fumar, por Paulo Mancini

Da Manipulada Dependência do (pseudo) Prazer à Libertação do Vício de Fumar, por Paulo Mancini No último dia 21 de maio completaram-se 10 anos da aprovação, pela OMS - Organização Mundial de Saúde -, da Convenção Quadro para Controle do Tabaco ( http://www1.inca.gov.br/inca/Arquivos/convencao_quadro_texto_oficial.PDF .
FacebookTwitterGoogle+Linked-In


http%3A%2F%2Fwww.canalciencia.ibict.br%2Fgalerias%2Fimagens%2Fpesquisa%2F00117_2.jpg

Go Amazon mapeará os impactos da área urbana na floresta Amazônica

Go Amazon mapeará os impactos da área urbana na floresta Amazônica Órgãos brasileiros e internacionais estão envolvidos no projeto Foto: Programa de Larga Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia A influência que uma grande área urbana pode trazer para a floresta ao seu redor é a resposta que o projeto tentará encontrar.
FacebookTwitterGoogle+Linked-In


http%3A%2F%2Fwww.ecodebate.com.br%2Ffoto%2Fdesmat7.jpg

Código Florestal comemora 1° aniversário ‘regado’ a ações de inconstitucionalidade e insegurança jurídica

Código Florestal comemora 1° aniversário 'regado' a ações de inconstitucionalidade e insegurança jurídica [Por Rodrigo Mesquita Costa] O novo Código Florestal (Lei 12.651/2012) comemorou um ano de existência regado a ações de inconstitucionalidade, onde o MPF (Ministério Público Federal) questiona vários dispositivos que reduzem e até extinguem áreas antes consideradas protegidas.
FacebookTwitterGoogle+Linked-In


http%3A%2F%2Fwww.camara.leg.br%2Finternet%2Fbancoimagem%2Fbanco%2F20130522143912_20130522_070AA_BF.jpg

Denúncia: Pesquisa inconclusiva sobre mineração de urânio foi usada para ‘negar’ a incidência de câncer em Caetité (Bahia)

Denúncia: Pesquisa inconclusiva sobre mineração de urânio foi usada para 'negar' a incidência de câncer em Caetité (Bahia) MAIS UM ESCÂNDALO ABALA O PROGRAMA NUCLEAR BRASILEIRO A Indústrias Nucleares do Brasil levou muitos anos disseminando mentiras, como verdades cientificas incontestáveis, buscando negar que irradiação do urânio causa câncer Audiência pública para debater situação da energia nuclear pós Rio+20.
FacebookTwitterGoogle+Linked-In


http%3A%2F%2Fwww.ecodebate.com.br%2Ffoto%2Fenergia-abr.jpg

Mensagem à sociedade brasileira do Seminário Nova Política Energética para o Brasil à Sociedade Brasileira

Mensagem à sociedade brasileira do Seminário Nova Política Energética para o Brasil à Sociedade Brasileira SEMINÁRIO POR UMA NOVA POLÍTICA ENERGÉTICA PARA O BRASIL Mensagem à sociedade brasileira A humanidade vive a segunda década do terceiro milênio sem fazer as mudanças na economia e na forma de vida exigidas pela crise em que se encontra o planeta Terra.
FacebookTwitterGoogle+Linked-In


http%3A%2F%2Fagenciabrasil.ebc.com.br%2Fsites%2F_agenciabrasil%2Ffiles%2Fimagecache%2F300x225%2Fgallery_assist%2F3%2Fgallery_assist638517%2Fprev%2F1230RA0066.jpg

Paraná recolhe 1,2 mil toneladas de agrotóxicos proibidos

Paraná recolhe 1,2 mil toneladas de agrotóxicos proibidos Mais de 1,2 mil toneladas de agrotóxicos proibidos no país desde a década de 1980 foram recolhidos no Paraná. A principal substância devolvida pelos agricultores do estado foi o BHC ou hexaclorobenzeno. Os defensivos fazem parte da lista dos 21 Poluentes Orgânicos Persistentes, conhecidos como POPs na lista da Convenção de Estocolmo.
FacebookTwitterGoogle+Linked-In


http%3A%2F%2Frevistapesquisa.fapesp.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F09%2Fbagaco-300x199.jpg

Japão desenvolve etanol de resíduos agrícolas a preço competitivo

Japão desenvolve etanol de resíduos agrícolas a preço competitivo A japonesa Kawasaki Heavy Industries Ltd disse na quinta-feira que desenvolveu tecnologia para produzir combustível para carros a partir de resíduos agrícolas a um custo competitivo com o etanol importado, inclusive do Brasil, feito a partir de produtos alimentícios, como cana-de-açúcar.
FacebookTwitterGoogle+Linked-In


http%3A%2F%2Fwww.ebc.com.br%2Fsites%2Fdefault%2Ffiles%2Fstyles%2Fcomponent_carrossel%2Fpublic%2Fbelomonte2.jpg

Desocupação de Belo Monte não deve acontecer antes de segunda-feira

Desocupação de Belo Monte não deve acontecer antes de segunda-feira Ocupação do canteiro de obras da usina de Belo Monte, dia 06 de maio. (Foto: Paygomuyatpu Munduruku) A Superintendência da Polícia Federal (PF) no Pará informou ontem (30) à Agência Brasil que, mesmo que os índios que ocupam um dos canteiros da Usina Hidrelétrica de Belo Monte não deixem o local voluntariamente, dificilmente vai organizar uma operação policial de desocupação, antes da próxima segunda-feira (3).
FacebookTwitterGoogle+Linked-In


http%3A%2F%2Fwww.cimi.org.br%2Fpub%2FBelo%2520Monte%2FDSC01628.JPG

Belo Monte: Indígenas rechaçam proposta do governo e reafirmam: ‘queremos que ministro venha pessoalmente

Belo Monte: Indígenas rechaçam proposta do governo e reafirmam: 'queremos que ministro venha pessoalmente Por Ruy Sposati, de Altamira (PA), no Cimi Após reunião de meia hora com um representante da Secretaria Geral da Presidência da República na tarde desta quinta, indígenas que ocupam Belo Monte reafirmaram a exigência de que o ministro Gilberto Carvalho compareça ao canteiro de obras ocupado desde segunda-feira por cerca de 170 pessoas.
FacebookTwitterGoogle+Linked-In


http%3A%2F%2Fwww.ecodebate.com.br%2Ffoto%2Fdenuncia.jpg

Vídeo sobre remoções forçadas para obras da Copa é divulgado em Genebra

Vídeo sobre remoções forçadas para obras da Copa é divulgado em Genebra Movimentos sociais brasileiros apresentaram na terça (28), em Genebra, Suíça, documentário denunciando remoções forçadas de moradores para obras relacionadas à Copa do Mundo de 2014. O vídeo e a campanha "Copa para quem?"
FacebookTwitterGoogle+Linked-In


http%3A%2F%2F2.bp.blogspot.com%2F-wp_OZYoEIxQ%2FUQA7OfY1VWI%2FAAAAAAAACT4%2FX_ZQadoVsPE%2Fs1600%2Fcidade_cifrao.jpg

Megaeventos e ‘uma limpeza urbana injustificada’. Entrevista com Sônia Fleury

Megaeventos e 'uma limpeza urbana injustificada'. Entrevista com Sônia Fleury "Esses processos das remoções têm tido um impacto muito grande nas relações sociais", diz a cientista política. Confira a entrevista. A reestruturação urbana do Rio de Janeiro irá remover "cerca de 30 mil pessoas, dando prioridade para investimentos empresariais e negócios", disse Sônia Fleury à IHU On-Line.
FacebookTwitterGoogle+Linked-In


http%3A%2F%2Fselvaolivro.files.wordpress.com%2F2012%2F10%2Fcapa_amazonia.jpg

Selva! Amazônia Confidencial: Obra de ficção narra o garimpo e a exploração na Amazônia

Selva! Amazônia Confidencial: Obra de ficção narra o garimpo e a exploração na Amazônia Um thriller de ação e aventura, com as facetas desconhecidas de países onde golpes financeiros são disfarçados com o sotaque da realeza, e uma Amazônia na qual ecologia e preservação são os valores que menos importam.
FacebookTwitterGoogle+Linked-In